Authors Posts by Catedral Montes Claros

Catedral Montes Claros

5001 POSTS 20 COMMENTS
A Paróquia Catedral Montes Claros Nossa Senhora Aparecida foi criada no dia 29 de janeiro de 1950, desmembrada da Nossa Senhora e São José (Matriz). Na época era Bispo Dom Antônio de Almeida Morais Júnior, o terceiro na linha sucessória e cujo governo ocorreu de 1948 a 1951, a quem coube nomear primeiro pároco Padre Silvestre Isidoro Clasen, que governou de 1950 a 1952.

0 56

Na missa na Casa Santa Marta, o Papa recorda que as ditaduras começam com a comunicação caluniosa. Basta pensar na perseguição dos judeus no século passado. Um horror que acontece também hoje.

Para destruir instituições ou pessoas, se começa a falar mal. A esta “comunicação caluniosa”, o Papa Francisco dedicou a homilia na missa na Casa Santa Marta.

A sua reflexão parte da história de Nabot narrada na Primeira Leitura, no Livro dos Reis. O rei Acab deseja a vinha de Nabot e lhe oferece dinheiro. Aquele terreno, porém, faz parte da herança dos seus pais e, portanto, rejeita a proposta. Então Acab fica aborrecido “como fazem as crianças quando não obtêm o que querem: chora.

A sua esposa cruel, Jezabel, aconselha o rei a acusar Nabot de falsidade, a matá-lo e assim tomar posse de sua vinha. Nabot – notou o Papa – é portanto um “mártir da fidelidade à herança” que tinha recebido de seus pais: uma herança que ia além da vinha, “uma herança do coração”.

Os mártires condenados com as calúnias

Para Francisco, a história de Nabot é paradigmática da história de Jesus, de Santo Estevão e de todos os mártires que foram condenados usando um cenário de calúnias. Mas é também paradigmática do modo de proceder de tantas pessoas de “tantos chefes de Estado ou de governo”. Começa com uma mentira e, “depois de destruir seja uma pessoa, seja uma situação com aquela calúnia”, se julga e se condena.

Como as ditaduras adulteram a comunicação

“Também hoje, em muitos países, se usa este método: destruir a livre comunicação”.

Por exemplo, pensemos: há uma lei da mídia, da comunicação, se cancela aquela lei; se concede todo o aparato da comunicação a uma empresa, a uma sociedade que faz calúnia, diz falsidades, enfraquece a vida democrática. Depois vêm os juízes a julgar essas instituições enfraquecidas, essas pessoas destruídas, condenam e assim vai avante uma ditadura. As ditaduras, todas, começaram assim, adulterando a comunicação, para colocar a comunicação nas mãos de uma pessoa sem escrúpulo, de um governo sem escrúpulo.

A sedução dos escândalos

“Também na vida cotidiana é assim”, destacou o Papa: se quero destruir uma pessoa, “começo com a comunicação: falar mal, caluniar, dizer escândalos”:

E comunicar escândalos é um fato que tem uma enorme sedução, uma grande sedução. Seduz-se com os escândalos. As boas notícias não são sedutoras: “Sim, mas que belo o que fez!” E passa… Mas um escândalo: “Mas você viu! Viu isso! Você viu o que aquele lá fez? Esta situação… Mas não pode, não se pode ir avante assim!” E assim a comunicação cresce, e aquela pessoa, aquela instituição, aquele país acaba na ruína. No final, não se julgam as pessoas. Julgam-se as ruínas das pessoas ou das instituições, porque não se podem defender.

A perseguição dos judeus

“A sedução do escândalo na comunicação leva justamente ao ângulo, isto é “destrói” assim como aconteceu a Nabot, que queria somente “ser fiel à herança dos seus antepassados” e não vendê-la. Neste sentido, também é exemplar a história de Santo Estevão, que faz um longo discurso para se defender, mas aqueles que o acusavam preferem lapidá-lo ao invés de ouvir a verdade. “Este é o drama da avidez humana”, afirma o Papa. Tantas pessoas são, de fato, destruídas por uma comunicação malvada:

Muitas pessoas, muitos países destruídos por ditaduras malvadas e caluniosas. Pensemos por exemplo nas ditaduras do século passado. Pensemos na perseguição aos judeus, por exemplo. Uma comunicação caluniosa, contra os judeus; e acabavam em Auschwitz porque não mereciam viver. Oh… é um horror, mas um horror que acontece hoje: nas pequenas sociedades, nas pessoas e em muitos países. O primeiro passo é se apropriar da comunicação, e depois da destruição, o juízo e a morte.

Reler a história de Nabot

O Apóstolo Tiago fala precisamente da “capacidade destrutiva da comunicação malvada”. Em conclusão, o Papa exorta a reler a história de Nabot no capítulo 21 do Primeiro Livro dos Reis e a pensar em “tantas pessoas destruídas, em tantos países destruídos, em tantas ditaduras com ‘luvas brancas’” que destruíram países.

Fonte: https://www.comshalom.org

0 68

Para recordar e compartilhar

A oração do Terço (ou Rosário) é uma oração milenar da igreja. Somente um coração puro, humilde e de fé compreende o valor desta oração. Ela é destinada aos que buscam ter um coração puro como de uma criança.

Muitos têm dúvidas sobre algumas orações das orações recitadas no terço ou mesmo não descobriram ainda a riqueza que é esta oração. Por isso, preparamos este artigo explicando de forma bem didática como rezar o terço e o texto das orações.

 

como-rezar-o-terco

A partir da cruz, siga as orações na sequência indicada

  • Inicia-se segurando pela cruz, com a oração do Creio
  • Reza-se um Pai-Nosso, seguido de três Ave-Maria (Cada Ave-Maria é precedida de uma oração. Vide orações abaixo)
  • Recita-se: Glória ao Pai, ao Filho…
  • O terço possui 5 dezenas. A cada dezena contempla-se o mistério, seguido de 1 Pai-Nosso e 10 Ave-Maria
  • Ao final de cada dezena reza-se Glória ao Pai seguido da jaculatória Oh! meu bom Jesus… (vide orações abaixo)
  • Ao concluir as 5 dezenas, reza-se os agradecimentos

Orações do Santo Terço

Orações do Santo Terço na sequência da oração.

Oferecimento do Terço

Divino Jesus, eu vos ofereço este terço (Rosário) que vou rezar, contemplando os mistérios de nossa Redenção. Concedei-me, pela intercessão de Maria, vossa Mãe Santíssima, a quem me dirijo, as graças necessárias para bem rezá-lo para ganhar as indulgências desta santa devoção.

Creio em Deus Pai

Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo poderoso, donde há de vir julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

Pai Nosso

Pai Nosso que estais no Céu, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossa ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave Maria

Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus. Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

  • A primeira Ave-Maria em honra a Deus Pai que nos criou [Ave-Maria…]
  • A segunda Ave Maria a Deus Filho que nos remiu: [Ave-Maria…]
  • A terceira Ave Maria ao Espírito Santo que nos santifica: [Ave-Maria…]
  • Amém.

Glória ao Pai

  • Glória ao Pai, ao Filho e o Espírito Santo. Como era no princípio, agora é sempre. Amém.

Oh! Meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem. Amém.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

0 41

WASHINGTON DC, 18 Jun. 18 / 05:00 pm (ACI).- A doutora Karin Öberg, astrofísica católica da Universidade de Harvard, analisou a possibilidade da existência de vida extraterrestre, em um evento que reuniu mais de 70 acadêmicos e especialistas dos Estados Unidos.

A conferência de três dias foi organizada pelo Thomistic Institute e pela Sociedade de Cientistas Católicos, e reuniu especialistas de Harvard, Princeton, Yale, Chicago e do prestigiado Massachusetts Institute of Technology (MIT). As palestras foram sobre neurociência, física, cosmologia, biologia e filosofia.

Em sua palestra, Öberg falou sobre os exoplanetas – aqueles que estão fora do Sistema Solar – e a possibilidade de vida extraterrestre.

Segundo informações da CNA – agência em inglês do Grupo ACI –, a também cofundadora da Sociedade de Cientistas Católicos disse que “a grande descoberta científica dos últimos 10 ou 20 anos é o achado de que os planetas são muito comuns em torno de outras estrelas”.

Isso significa, explicou a especialista, que “cada estrela que vemos no céu é o seu próprio sistema solar, então isso causa uma mudança na cosmologia em que vivemos”. Isso obviamente provoca a seguinte pergunta: “Existem sistemas com vida como a Terra?”.

Em declarações à CNA, a astrofísica disse que seria “muito interessante” descobrir inclusive vida não racional, porque isso “nos ensinaria algo sobre o fato de como se transforma da matéria inanimada à animada, que atualmente se entente muito pouco”.

“Acho que, do ponto de vista espiritual, o que emociona as pessoas é a possibilidade de outros seres inteligentes que potencialmente poderiam viver em um destes mundos”, acrescentou.

Öberg indicou que, “deste modo, entram em um dos mais controversos e emocionantes pontos de encontro da pesquisa científica sobre se pode ou não existir vida inteligente extraterrestre e o que podemos deduzir das Escrituras ou dos ensinamentos da Igreja sobre a possibilidade da sua existência. Que tipo de extraterrestres seria compatível com a interpretação das Sagradas Escrituras?”.

Os estudos de Oberg pretendem descobrir como a química e a física interagem durante a formação das estrelas e dos planetas para modelar as composições orgânicas dos planetas nascentes.

Por outro lado, o diretor do Thomistic Institute, Pe. Dominic Legge, comentou que “a perspectiva típica contemporânea assume que existe uma grande tensão entre a ciência e a fé. Na nossa perspectiva, isso é uma ilusão. Não há conflito, mas se requer um trabalho cuidadoso em algumas destas questões”.

O tema da possibilidade de vida extraterrestre não é novo entre os católicos. Em 2012, o então diretor do Observatório Astronômico do Vaticano, o jesuíta argentino José Gabriel Funes, afirmou que, embora haja uma grande probabilidade de que exista vida fora da Terra, isso não muda a visão cristã do universo. “Não vejo nenhuma dificuldade para a fé católica”, explicou.

Funes disse, então, ao Grupo ACI que, se há vida extraterrestre, “nós, católicos não precisamos mudar a nossa visão do universo”, pois “Deus, em sua liberdade, poderia ter criado outras criaturas também inteligentes e que podem fazer parte da criação”.

Segundo Pe. Funes, estes seres “poderiam se relacionar com Deus, assim como nós” e a existência deles não se oporia à existência de Jesus Cristo.

O sacerdote explicou que tudo isso pode ser uma probabilidade. Considerando que o universo é formado por cem bilhões de galáxias e, “se dividirmos as galáxias pela população mundial, a cada pessoa teria 14 galáxias, cada uma destas galáxias são formadas por cem bilhões de estrelas”.

É possível, então, “que cada uma destas estrelas tenha planetas que giram em torno de outras estrelas, como fazem ao redor do sol. E, portanto, seria possível a existência de vida no universo”.

0 60

Pode parecer um pouco estranho na primeira vez, mas vale a pena

“Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tende piedade de mim, um(a) pecador(a)”.

Doze simples palavras – uma poderosa oração.

Depois de quase duas décadas de casamento, meu marido e eu finalmente descobrimos que proferir esta rápida oração antes que ele saia correndo para o trabalho ou antes de pegarmos no sono traz mais paz ao nosso casamento. Descobrimos também que o fato de rezarmos juntos pode nos impedir de pular do barco nesta jornada sacramental louca, linda e santificante chamada Matrimônio.

Mas por que demoramos tanto para aprendermos a rezar juntos, como um casal? Na companhia de nossos filhos, sempre agradecemos a Deus antes das refeições, fazemos orações espontâneas, inúmeras ofertas da manhã, rezamos o Terço e até mesmo a Liturgia das Horas. Mas só nós dois sozinhos – ou seja, sem nossos filhos – não; é algo novo para nós. Apesar de sermos ambos católicos e dedicados à nossa fé, sinto-me envergonhada em dizer que a ideia, no começo, surgiu com um certo constrangimento.

Pete e eu rezamos juntos ao longo dos anos, especialmente em tempos de crise, mas, recentemente, isso começou a ser mais regular em nossas vidas. Tudo graças a uma discussão que tivemos em um fim de noite. Sim, uma daquelas brigas terríveis, em que nenhum de nós conseguia pedir desculpa.  Então, pela graça de Deus, depois da discussão nós nos demos as mãos (sabendo que nossos filhos estariam acordados em quatro horas), rezamos o Pai Nosso, apagamos as luzes e fomos dormir.

Isso aconteceu outras vezes. Outras discussões, outros Pais Nossos. Embora a oração não estivesse fazendo de nossas vidas um mar de rosas, pelo menos estávamos juntos – e rezando.

Essas experiências nos levaram a pensar: “Se oramos juntos quando estamos com muita raiva, por que não darmos uma chance para a oração durante o tempo de paz”. Foi aí que entrou em cena a “Oração de Jesus”(aquela que está no começo deste artigo). Eu a descobri há alguns anos, quando o Bispo Barron sugeriu que eu lesse “O Caminho de um Peregrino”, o clássico livro católico oriental em que um viajante utiliza esta antiga oração como um método para cumprir o chamado de Cristo de “orar sem cessar”. Meu marido vinha fazendo a oração há anos, em virtude de sua afinidade com as questões ortodoxas.

Agora, a oração funciona para nós porque é curta (e poderosa). Depois de algumas tentativas fracassadas de terços noturnos e de acrescentar alguns guias espirituais e maritais em nossa coleção de livros empoeirados, a Oração de Jesus saiu dos nossos lábios numa manhã, enquanto eu procurava as chaves de Pete. Não consigo lembrar quem começou a rezá-la, mas ela tem sido uma ocorrência regular desde então. E uma vez eu até ponderei – e se nós mudássemos as palavras “tende piedade de mim, um pecador” para “tende piedade de nós, pecadores casados?”.

A resposta veio rapidamente: não. Pete e eu somos feitos de carne, e Deus sabe disso. Cada vez que oferecemos um breve abraço e fazemos esta rápida oração, estamos olhando para Deus, em vez de meramente um para o outro em busca de ajuda e realização. Além disso, estamos implorando por misericórdia e acreditando no que diz o Evangelho: “Não obtendes porque não pedis” (Tiago 4: 2-3).

Então, seja no caminho para a Missa ou no meio do carregamento do carro para as férias, tente isso:  segure a mão do seu cônjuge e comece a orar – ele só vai achar estranho na primeira vez. Mas vai  se aproximar de você. Depois, rezar juntos logo se tornará a base do seu casamento, tão normal e tão vivificante como simplesmente respirar o mesmo ar!

“Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tende piedade de mim, um(a) pecador(a)”.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

0 116

Vaticano, 08 Jun. 18 / 03:00 pm (ACI).- Em uma mensagem por ocasião do IX Simpósio Internacional dedicado à proteção e à preservação do meio ambiente realizado nestes dias em Atenas (Grécia), o Papa Francisco incentiva a cuidar da criação e perguntar-se qual mundo será deixado às futuras gerações.

“O dever cuidar da criação desafia todas as pessoas de boa vontade, aos cristãos pede para reconhecerem as raízes espirituais da crise ecológica e cooperar dando uma resposta unívoca”, escreve o Papa ao Patriarca Ecumênico Bartolomeu I e aos participantes do simpósio realizado de 5 a 8 de junho com o tema “Custodiar o planeta e proteger os povos”.

Francisco tem certeza de que “não são apenas as casas das pessoas vulneráveis no mundo”,

Mas, além disso, “provavelmente estamos condenando as futuras gerações a uma casa comum deixada em ruínas”.

“Que tipo de mundo queremos transmitir àqueles que virão depois de nós, às crianças que estão crescendo?”, perguntou.

Em sua mensagem, o Papa expressa que “o cuidado da criação, visto como dom partilhado e não como posse privada, implica sempre o reconhecimento e o respeito pelos direitos de cada pessoa e de cada povo”.

É uma crise que está “arraigada no coração humano, que aspira controlar e explorar os recursos limitados de nosso Planeta, ignorando os membros vulneráveis da família humana”.

“O dever de cuidar da criação, nossa casa comum; desafia todas as pessoas de boa vontade e convida os cristãos a reconhecerem as raízes espirituais da crise ecológica e cooperar dando uma resposta unívoca”, afirma o Papa Francisco em sua mensagem.

Fonte: https://www.acidigital.com/

0 280

Você já refletiu sobre o lado espiritual de se trazer um filho ao mundo?

Talvez você nunca tenha parado para pensar sobre a escolha entre ter um parto normal ou uma cesárea. Talvez você tenha crescido ouvindo as pessoas dizerem que parto normal é muito ruim, que dói demais. Talvez todos os médicos com que você tenha se consultado tenham lhe informado apenas com mitos a respeito do parto normal e lhe dado a cesariana como a melhor opção. Talvez você nunca tenha refletido sobre o lado espiritual de se trazer um filho ao mundo. Na iminência do meu segundo parto, achei tão importante falar sobre isso.

A cesárea

“Acaso faço chegar a hora do parto e não faço nascer?”, diz o Senhor. “Acaso fecho o ventre, sendo que eu faço dar à luz?”, pergunta o seu Deus. (Isaías 66, 9)

Infelizmente estamos inseridas em uma cultura cesarista. O Brasil é um dos países campeões em realizações de cesarianas, com uma taxa de 55,6% de cesáreas. Aparentemente o parto normal ficou para trás e isso parece ser tão… normal. A cesárea, que é um procedimento cirúrgico, passou a ser tida como escolha pessoal e a via mais comum de se trazer um bebê ao mundo. Será que isso está certo?

Em primeiro lugar, tratemos da cesárea. Cesárea é um procedimento cirúrgico que salva vidas, mas nem por isso deixa de ser uma cirurgia. Há muitos efeitos colaterais e até mesmo riscos, por isso ela deve ser feita com indicação de real necessidade, pois não é a via natural de nascimento e também não é a melhor.

A Karen Mortean, na página Fertilidade Inteligente, fez um post resumido sobre as indicações reais para uma cesariana. Nessa página, e em outras, como a Auxílio no Parto, vocês poderão encontrar uma infinidade de bons materiais a respeito do assunto. Também indico a página do meu obstetra, o dr. Frederico Bravim.

Benefícios do parto normal

São tantos os benefícios do parto normal:

  • em primeiro lugar, o de não precisar passar por uma cirurgia de médio porte,
  • menor risco de infecção,
  • o trabalho de parto favorece a produção de leite materno,
  • a mãe pode segurar o bebê assim que o bebê nasce e estimular a amamentação,
  • o vínculo deste momento é fundamental para a mãe/pai e bebê,
  • o útero volta ao seu tamanho normal mais rapidamente,
  • há benefícios psicológicos para a mãe,
  • as complicações são menos frequentes,
  • recuperação rápida após o parto,
  • não há necessidade de separar mãe-bebê,
  • menos problemas respiratórios para o bebê,
  • além de menor risco do bebê nascer prematuro etc.

Infelizmente, além de uma cultura cesarista, nosso país tem um sistema de saúde em que práticas ultrapassadas ainda são feitas e tantas mulheres ainda sofrem violência obstétrica ao escolherem um parto normal. Muitas mulheres desejam um parto natural, mas esbarram em tantas dificuldades, principalmente a de encontrar profissionais que ofereçam como uma opção válida, real, como a melhor opção.

Muitos profissionais são desonestos e enganam as mulheres para não terem de se sacrificar ao acompanhar uma gestante em trabalho de parto por horas a fio, por exemplo. Por isso, é importante estudar e buscar equipes realmente confiáveis.

Outra grande dificuldade são as taxas tão altas que muitas equipes médicas cobram para estarem disponíveis para atender nosso parto. Ir para os plantões obstétricos que muitos hospitais oferecem tem sido cada vez mais difícil, pois a maior parte das equipes não está disposta nem a tratar as mulheres com respeito, muito menos a esperar o desenrolar de um trabalho de parto. Vivemos tempos difíceis, mas será que a cesárea é a nossa única opção?

Uma questão espiritual

Em poucos anos a nossa sociedade sofreu mudanças profundas e rápidas em tantas esferas. Uma delas, de forma especial, é que a vida encheu-se de facilidades e de conforto, nos deixando moles, frouxos e fugindo a qualquer custo do sofrimento.

Ter facilidades e conforto não é tanto o problema, já que muitas das invenções vieram como uma ajuda e as condições financeiras deram aporte a uma vida um pouco menos dura, no sentido de se poder desfrutar de algumas coisas boas que antes eram impossíveis.

Mas, a principal consequência dessa mudança é que desaprendemos a sofrer, desaprendemos a dar valor ao quanto as coisas custam, passamos a encarar qualquer pequeno arranhão como uma dor insuportável e a nos incomodarmos com tudo.

É certo que há uma grande influência médica durante o pré-natal na decisão das mulheres levando-as a optar pela cirurgia, até por motivos como mais conforto para o próprio médico, que não precisará passar horas com a gestante durante a madrugada, por exemplo, podendo apenas agendar a retirada do bebê num horário confortável para ele.

Mas, além disso, muitas mulheres optam pela cesariana justamente para fugir da dor.

A dra. Alice em seu livro O privilégio de ser mulher, escreveu:

”O parto é também um acontecimento que goza de sacralidade. Embora as dores agonizantes que muitas mulheres suportam sejam uma terrível consequência do pecado original, a beleza do ensinamento da Igreja Católica deixa claro que seus esforços femininos e seus gritos de agonia, que precedem a chegada ao mundo de outra pessoa humana, têm um profundo sentido simbólico. Assim como Cristo sofreu as dores agonizantes da crucifixão para reabrir as portas dos céus para nós, assim também a mulher recebeu o rico privilégio de sofrer para que outra criança feita à imagem e semelhança de Deus possa entrar no mundo.”

Não se sinta menos mãe ou menos mulher por ter feito uma cesárea necessária,  ou por ter sido enganada, por ter tido medo de sofrer violência obstétrica e tanto mais. Deus conhece nosso coração e a nossa realidade. O que venho trazer nesse texto é uma provocação, uma reflexão.

O Senhor nos dá graças específicas para cada situação na vida. Não podemos dizer que confiamos no Senhor apenas a respeito do número de filhos, mas devemos ter essa confiança filial de que Ele nos auxiliará na hora de trazê-los ao mundo. O que não significa que não devemos colocar os meios necessários para alcançar um bom parto, como nos informarmos, rezarmos, cuidarmos da saúde, procurarmos locais e equipes confiáveis, etc. Inclusive, há muitas maternidades públicas muito boas e defensoras do parto normal.

Nas Sagradas Escrituras está escrito: “Quando a mulher está para dar à luz, sofre porque veio a sua hora. Mas, depois que deu à luz a criança, já não se lembra da aflição, por causa da alegria que sente de haver nascido um homem no mundo.” (João 16,21). E é verdade! Se é o medo da dor que te afugenta dessa experiência tão grandiosa e cheia de significado, saiba que há inúmeros meios de amenizar a dor, como: a presença de uma doula, massagens, exercícios, respiração,  banho e, por fim, uma analgesia.

É impossível não relacionar o alto índice de cesáreas com um controle de natalidade velado. É certo que partos normais sucessivos são muito melhores para nós que desejamos uma família numerosa. Cesáreas sucessivas apresentam riscos e quantas mulheres não foram enganadas, desestimuladas a ter mais filhos ou a tentar um parto normal e até mesmo submetidas a laqueadura por causa disso?

É claro que há muitos casos de 8, 9 cesáreas, mas isso não significa que não haja riscos.

A questão maior é que existem mulheres que acreditam mesmo que não podem ter mais de três cesáreas, por exemplo, e os médicos usam disso para o controle de natalidade, fazendo até mesmo um terrorismo psicológico.  É importante que o parto normal seja estimulado e buscado mesmo com cesáreas anteriores. É totalmente possível, há relatos incríveis! E mesmo se não for o caso, há sim como ter mais de três cesáreas. Indico esse post sobre a quantas cesáreas uma mulher pode ser submetida.

Reflexão

Apesar da ”bandeira” do parto normal ser levantada em grande parte pelas feministas, isso não significa que seja uma luta apenas delas e que devemos ignorar este assunto. O parto normal é antes de tudo algo criado por Deus. Foi assim que o Criador pensou que os bebês viriam ao mundo, e, após o pecado original, que viriam ”em dores de parto.” O parto não é um assunto ideológico, mas natural, pois existe desde a criação.

Quando começamos a adentrar o mundo do parto natural, do parto humanizado, enfim, tantos termos, encontramos um discurso que vem no mesmo pacote: um suposto empoderamento da mulher, protagonismo, uma luta, uma bandeira. Mas o parto está muito além disso. Todo esse viés ideológico deve ser descartado por nós.

Devemos reter e retomar aquilo que nos pertence, aquilo que é naturalmente bom, que conduz ao Bem: o parto que respeite o processo fisiológico natural, que tenha uma equipe médica competente e honesta, que se baseie em evidências científicas e que proporcione não só à mulher, mas também ao bebê e à família uma experiência feliz.

É preciso entender, antes de tudo, que o parto normal é um processo fisiológico e não patológico. São João Paulo II, na Carta Mulieris Dignitatem, nos diz:

”A análise científica confirma plenamente o fato de que a constituição física da mulher e o seu organismo comportam em si a disposição natural para a maternidade, para a concepção, para a gestação e para o parto da criança.”

Um parto não precisa de intervenções desnecessárias: todas fomos feitas para dar à luz. Infelizmente há tantas histórias de partos traumáticos, até mesmo violentos, que levam tantos casais à se fecharem a novas vidas. E também tantos casos de cesarianas desnecessárias e em seguidas vezes que acabam diminuindo a possibilidade de novas gestações seja por riscos verdadeiros ou porque os médicos assim o dizem.

Além disso, será que já paramos para entender a profundidade da experiência de dar à luz um filho? Submeter-nos voluntariamente a uma entrega tão grande que nos custará não pouco, mas muito. Ou como disse a Kimberly Hahn em seu livro “Amor que dá vida”:

“O que uma mulher faz ao dar à luz um filho é, à imitação de Cristo, dar a sua vida pelo amigo’.”

O Venerável Fulton Sheen nos ensina:

“Todo nascimento reclama submissão e disciplina. Na mulher, a submissão não é passiva, é sacrifical. Nem só os dias da mulher, mas também as noites, não só a alma, mas também o corpo hão de partilhar do Calvário da maternidade. É por isso que a mulher tem da doutrina da Redenção uma compreensão mais nítida que os homens, ela, ao dar a luz, pôde associar com a vida o risco da morte e compreender o sacrifício de si mesma por outro ser, nos meses incômodos da gestação.” E “As dores que a mulher suporta no trabalho de parto ajudam a expiar os pecados da humanidade e extraem seu significado da Agonia de Cristo na Cruz. As mães são, portanto, não apenas co-criadoras com Deus; são corredentoras com Cristo na carne.”

Não é que quem faça uma cesárea necessária não passe por sofrimentos ou não seja uma oferenda viva, afinal muitas vezes desejamos um parto normal mas acabamos passando pela cirurgia por necessidade e isso não diminui a entrega.

Sejamos mulheres de coragem, façamos da nossa vida e do nosso corpo uma oferta viva, um sacrifício vivo, como foi o Manso e Divino Cordeiro. Benditos os filhos que são gerados na Cruz! Somente aquilo que passa por ela é fecundo. Nossos rebentos serão frutos de santidade quanto mais nos oferecermos por eles.

Deixemos para trás esse discurso fraco, vitimista, caprichoso, mesquinho e sombrio de que o parto é algo terrível. O parto normal é algo maravilhoso! Entendido e vivido como deve ser, dentro de uma ótica e realidade católica, o parto é para nós, a morte de nós mesmas entre dores, suores e sangue, como morreu Nosso Senhor que jorrou sangue e água no alto da Cruz, para que o outro tenha vida. Que escolha mais feliz poder dar a vida pelos que amamos. Ou, como nos ensina São Josemaria: “O amor é sacrifício, e o sacrifício, por Amor, gozo.”

 

(via Lírio entre espinhos)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

0 151

REDAÇÃO CENTRAL, 09 Jun. 18 / 05:00 am (ACI).- No dia após a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja celebra a festa do Imaculado Coração de Maria, a fim de mostrar que estes dois corações são inseparáveis e que Maria sempre leva a Jesus.

Esta celebração foi criada pelo Papa Pio XII, em 1944, para que, por intercessão de Maria se obtenha “a paz entre as nações, liberdade para a Igreja, a conversão dos pecadores, amor à pureza e a prática da virtude”.

São João Paulo II declarou que esta festividade em honra à Mãe de Deus é obrigatória e não opcional. Ou seja, deve ser realizada em todo o mundo católico.

Durante as aparições da Virgem de Fátima aos três pastorinhos em 1917, Nossa Senhora disse a Lúcia: “Jesus quer servir-Se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração”.

“A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu Trono”.

Em outra ocasião, disse-lhes: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: ‘Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria’”.

Muitos anos depois, quando Lúcia era uma postulante no Convento de Santa Doroteia, em Pontevedra (Espanha), a Virgem lhe apareceu com o menino Jesus e, mostrando-lhe o seu coração rodeado por espinhos, disse: “Olha, minha filha, o meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos me cravam com blasfêmias e ingratidões”.

“Tu, ao menos, vê de me consolar e diz que, todos aqueles que durante cinco meses no primeiro sábado, se confessarem, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um terço e me fizerem 15 minutos de companhia, meditando nos 15 mistérios do rosário com o fim de me desagravar, eu prometo assistir-lhes à hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas’”.

Fonte: https://www.acidigital.com/

0 83

Congresso da Comunidade Católica Shalom abordará como ser Família nos dias de hoje

É com grande expectativa que os membros da Comunidade Católica Shalom aguardam a realização, da edição de 2018, do Congresso das Famílias, nos dias 9 e 10 de junho, no Centro de Eventos do Ceará. Este ano, o encontro mergulhará na Identidade da Família, sonhada e moldada por Deus, tendo por base seu amor fiel, fecundo, generoso eterno. O tema será: “SER FAMÍLIA, uma resposta aos dias de hoje”.

Para a Igreja, a Família é a unidade mais importante da sociedade e continua sendo um bem decisivo para o futuro do mundo e da própria Igreja, ou seja, a estrutura mais adequada para garantir às pessoas o bem integral necessário para o seu desenvolvimento permanente.  Mas como ser Família nos dias de hoje diante dos ataques impostos pela denominada “cultura da morte”? O individualismo, o ritmo da vida atual, o estresse, a organização social e laboral, o relativismo, a ideologia do descartável, a ideologia de gênero e tantos outros estão entre os maiores desafios das famílias no mundo atual, mas o que fazer diante de tudo isso?

O Congresso vai reunir pregações que irão refletir e orientar qual o chamado missionário da família na sociedade. Entre os palestrantes estão o fundador e moderador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, da cofundadora Emmir Nogueira, do assistente local da Comunidade Pe. Silvio Scopel e Carmadélio Souza, consagrado da Comunidade de Aliança.Para as crianças haverá um espaço infantil de evangelização, onde haverá momentos de louvor, adoração e atividades infantis lúdicas.

Fonte: https://www.comshalom.org/

0 146

O exemplo de cada um deles pode te ajudar a manter o sorriso até nos dias mais difíceis

Se há uma qualidade que não pode faltar na “bagagem” do cristão é a alegria, que tem o bom humor como espelho. As histórias de vida dos santos dizem isso e os textos de reflexão espiritual – não muitos, na realidade – confirmam e repetem exaustivamente aos párocos: “Um cristão não pode estar triste” (Avvenire, 28 de maio).

O santo – escreve o Papa Francisco na exortação apostólica Gaudete et exsultate – “é capaz de viver com alegria e bom humor. Sem perder o realismo, ilumina os outros com um espírito positivo e esperançoso”.

Alguns santos são exemplos de alegria e bom humor:

  1. São Josemaría Escrivá

Instagram | St. Josemaria Institute

Disse Josemaría Escrivá de Balaguer, o fundador do Opus Dei: “O otimismo cristão não é um otimismo doce nem tampouco uma confiança humana de que tudo dará certo. É um otimismo que finca suas raízes na consciência da liberdade e na segurança em relação ao poder da graça; um otimismo que nos leva a exigir de nós mesmos, a nos esforçarmos a corresponder, a cada instante, ao chamamento de Deus”.

  1. São João Bosco

© it.donbosco-torino.org/

Dizem que São João Bosco era especialmente alegre nos momentos das provas mais difíceis. Em O Jovem Instruído, Dom Bosco escreve: “Dois são os truques principais de que se vale o demônio para afastar os jovens da virtude. O primeiro consiste em persuadi-los que o serviço do Senhor exige uma vida melancólica e excluída de toda diversão e prazer. Não é assim, queridos jovens. Vou indicar um plano de vida cristã que possa mantê-los alegres e contentes, fazendo-os conhecer, ao mesmo tempo, quais são as verdadeiras diversões e os verdadeiros prazeres (…) Tal é o objeto deste devocionário, isto é, dizer como devem servir ao Senhor sem perder a alegria”.

A sociedade da alegria

Dom Bosco fundou a “Sociedade da Alegria”, que visava organizar jogos, promover debates e leituras de livros que proporcionassem alegria a todos. Tudo o que trouxesse melancolia era proibido, inclusive a desobediência à lei do Senhor. Quem blasfemava, pronunciava o nome de Deus sem respeito ou falava mal dos outros tinha que ir à Sociedade.

  1. São Domingos Sávio
DOMINIK SAVIO

Wikipedia | Domena publiczna

Para São Domingos Sávio, santo jovem, aluno de Dom Bosco, “nós fazemos consentir a santidade quando estamos alegres e cumprimos exatamente nossos deveres”.

Nos tempos livres, Domingo era animador de jogos. A maneira dele se comportar e de falar fazia bem a todos. Ele era alegre, amável e educado. Se alguém estava falando, jamais interrompia. Mas quando podia, tomava a palavra. Sabia contar milhares de histórias alegres, assim como discutir sobre História e Matemática. Se a conversa decaísse, com murmúrios ou fofocas, Domingos sabia como retomá-la.

A vontade de fazer o bem sempre o acompanhava. Sua alegria serena e sua mansa graça o tornaram querido, inclusive pelos jovens que pensavam diferentemente dele em relação à oração e à Igreja. Todo mundo gostava de estar com ele.

  1. São Tomás Moro

San Tommaso Moro, avvocatoL’avvocato e statista inglese protestò perché il suo “capo” Enrico VIII aveva autoproclamato l’annullamento del proprio matrimonio con Caterina d’Aragona, e per questo motivo perse la testa (letteralmente).

Tomás Moro, apóstolo do bom humor, alegre até no andaime em que foi decapitado, explicava: “Tudo o que Ele quer, por pior que pareça, é, na realidade, o melhor”.

A lição é clara: não existe nada que impeça um sorriso, que justifique o pessimismo ou o mau humor.

  1. São Felipe Néri

San Filippo Neri – per rimanere gioiosiQuesto amato apostolo di Roma è stato sacerdote, missionario e fondatore della Congregazione dell’Oratorio. Era solito chiedere: “Quando inizieremo a diventare migliori?”

O objetivo central da espiritualidade de São Felipe Néri baseava-se no trinômio: alegria, oração e atividade. Essas três palavras continha todo o segredo da santidade que ele exigia dos jovens.

São Felipe encarava a fé e a religião não como uma série de obrigações e deveres a respeitar, mas como uma roupa para ser vestida. E essa roupa era sempre de festa e alegria. Ele queria que os jovens fossem alegres e passassem o tempo, além das orações, em atividades lúdicas e recreações.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

0 155

REDAÇÃO CENTRAL, 04 Jun. 18 / 06:00 pm (ACI).- Pe. Samuel Bonilla, conhecido nas redes sociais como o “Padre Sam”, respondeu em um vídeo a inquietude sobre a existência ou não do diabo.

O sacerdote explicou que a palavra “diabo” vem do grego “e significa caluniador”. Assinalou ainda que, “no Antigo Testamento, sobretudo, o diabo é chamado de Satanás”.

“No Novo Testamento, o nome mais conhecido é ‘diabo’”, disse e destacou que, “em Mateus 4,8-10, menciona-se que o diabo tenta Jesus no deserto”.

O sacerdote destacou que nas Sagradas Escrituras “há muitos outros nomes: Lúcifer, Belzebu, Belial” e “também há títulos com os quais se denomina o diabo, por exemplo: maligno, tentador, príncipe deste mundo, deus deste século, acusador dos irmãos”.

A respeito da origem do diabo, Padre Sam recordou que, como a Igrejaensina e se lê no Novo Testamento, “Deus não criou o diabo, criou os anjos, mas em algum momento alguns anjos se rebelaram contra Deus”.

“Nesse momento, muitos decidem ser aquilo para que foram criados, para louvar a Deus. Mas outros se rebelam pela soberba e não querem louvar a Deus, querem tomar o lugar de Deus”, disse.

“Foi assim que nasceu o diabo e foi jogado no inferno” junto com os seus capangas, assinalou.

Citando dos números 391 ao 395 do Catecismo da Igreja Católica, Padre Sam recordou que os demônios  “foram por Deus criados naturalmente bons; mas eles, por si, é que se fizeram maus”.

“Esta decisão é irrevogável, porque eles são seres espirituais, não temporais, suas decisões têm repercussões eternas”, indicou.

Padre Sam assinalou que, por ser um anjo, o diabo “é superior a nós, à nossa natureza humana, ele tem uma natureza espiritual”.

Por isso, incentivou “a não brincar com o diabo”.

Entretanto, explicou, “o poder do diabo não é infinito, porque o diabo é uma criatura”, e destacou que os cristãos “somos filhos de Deus, que é todo-poderoso”.

Além disso, o sacerdote recordou que “aqueles que estão mais próximos de Deus, ou se esforçam para estar perto de Deus” são perseguidos “com mais insistência” pelo diabo.

“Houve muitos santos que tiveram um combate direto com o diabo: São Francisco de Assis, Teresa de Ávila, São João da Cruz, Catarina de Sena, São João Maria Vianney e Padre Pio”, indicou.

O sacerdote advertiu que “uma das táticas preferidas do diabo é fazer a pessoa acreditar que ele não existe, que ele é um simples símbolo ou uma ideia, uma invenção do homem”.

Entretanto, sublinhou, “o diabo não é um mito” e “devemos combatê-lo”.

Fonte: https://www.acidigital.com/

0 111

Ei, a vida de Jesus não terminou na cruz. E a sua também não pode se limitar ao sofrimento. Permita que o Senhor ressuscite sua dor!

Às vezes pode parecer que não há ressurreição das nossas crucificações pessoais.

Ao entrarmos bravamente em uma vida com Cristo, o sofrimento, a dor e a humilhação são esperados. Aceitamos o desafio – embora nem sempre a princípio -, sabemos que essas estações da vida nos levarão a uma união mais próxima com o Coração de Nosso Senhor.

Mas então a estação pode se transformar em um estado perpétuo e se torna muito fácil aceitar o peso da nossa cruz como uma medida de quem somos. Passamos a acreditar que somos o nosso sofrimento, angústia, dúvidas, anseios, incertezas, medos.

Mas a vida de Jesus não terminou na cruz. Ele não nos convida para a morte, mas para a vida! Depois da cruz vêm a ressurreição. E a vida de um cristão é exatamente isso: de cruz em cruz, de conversão em conversão, de ressurreição em ressurreição.

Por isso celebramos a Paixão, Morte e Páscoa do Nosso Senhor Jesus, anualmente, pois a vivemos diariamente. Por esse motivo, meditamos os Mistérios do Nascimento, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus aos olhos da Santa Virgem no Santo Rosário, pois fazemos também parte da História Sagrada. Somos herdeiros do Pai e Co-herdeiros de Cristo.

Os salmos nos desafiam vez após vez a cantar uma nova canção! Nossa música é de alegria! Jesus sopra em nós alegria crônica, não tristeza! Sim, nosso Deus abraçou o sofrimento da cruz para que pudesse estar conosco e que sigamos unidos a Ele cada vez mais intimamente em nossa angústia humana.

Ele nos mostrou o poder e a imensidão de Seu grande amor através desse sofrimento. No entanto, muitas vezes ficamos neste lugar de tristeza; nós nos convencemos de que foi para isso que o Senhor nos chamou. Nosso Deus não descansou em mágoa. Nosso Deus transfigura a frustração e a raiva para amar e se deleitar.

Nós temos uma ideia muito errada sobre alegria e sofrimento. Acreditamos que alegria é euforia e que sofrimento é castigo. Não vemos que nossa situação humana nos condiciona a uma alegria na angústia, uma alegria que supera os medos, uma alegria firme, um alegria forte. Que pouco tem a ver com pulos e gritos.

É um estado interior daquele que sabe estar no lugar certo, fazendo a coisa certa, com a pessoa certa. Mesmo que isso signifique estar em uma situação que aparentemente não mostra nenhum sinal de alegria.

Aceitamos o sofrimento, mas os nossos corações estão ardendo de alegria, quer saibamos disso ou não. Deus está esperando dentro de nossas almas para incendiar nossas vidas não com dor e tristeza perpétuas, mas com luz e vida!

Justificamos em demasia a nossa miséria, o que nos impede de ver que cada fibra do nosso ser anseia por liberdade. Deus espera um convite para nos libertar. Nos libertar da forma errada de vivermos as diversas situações da vida, nos libertar para nos unirmos a Ele com coração alegre mesmo em situações difíceis.

Todos os dias somos convidados a mudar o tom da música que entoamos, a cantar a alegria e o louvor ao nosso Senhor e Salvador, com nossas atitudes, gestos, sorriso e olhar. Nós sabemos que nunca nos foi prometido que a dor irá embora pra sempre ou que nosso sofrimento não retornará.

O que nos é prometido é que: no cotidiano, na glória de cada dia, podemos continuamente retornar à imensa alegria do nosso Criador:

“Eis que estarei contigo todos os dias.”

O sofrimento e a dor não são o nosso lugar, mas uma oportunidade de transfiguração e purificação, de conversão. Você foi feito para ALEGRIA que excede todo entendimento.

 

(via Salus in caritate)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

0 179

“Por trás de cada perseguição, seja aos cristãos, seja aos humanos, está o diabo, está o demônio”

Hoje assistimos a uma “grande perseguição” não somente em relação aos cristãos, mas também contra toda homem e mulher, “através das colonizações culturais, das guerras, da fome e da escravidão”, porque o mundo contemporâneo é “um mundo de escravos”: esta foi a reflexão do Papa Francisco na homilia da missa celebrada na manhã de sexta-feira (1º/06) na Casa Santa Marta.

Falando sobre a Primeira Leitura, de São Pedro Apóstolo, em que se afirma que a perseguição aos cristãos nos primeiros séculos eclodiu como um incêndio, o Papa explicou que se trata de “parte da vida cristã”, uma “bem-aventurança”: Jesus foi perseguido por “causa de sua fidelidade ao Pai”.

A perseguição é um pouco como o “ar” do qual vive o cristão inclusive hoje, porque hoje existem muitos, muitos mártires, muitos perseguidos por amor a Cristo. Em muitos países, os cristãos não têm direitos. Se você carrega uma cruz, vai para a prisão e há pessoas presas; há pessoas condenadas a morrer por serem cristãs hoje. Houve pessoas mortas e o número é mais alto do que os mártires dos primeiros tempos. Mais alto! Mas isso não faz notícia. E por isso os telejornais, os jornais não publicam essas coisas. Mas os cristãos são perseguidos.

Francisco observou que hoje existe também outra perseguição: “a cada homem e mulher porque são imagens vivas de Deus”.

Por trás de cada perseguição, seja aos cristãos, seja aos humanos, está o diabo, está o demônio que tenta destruir a confissão de Cristo nos cristãos e a imagem de Deus no homem e na mulher. Desde o início, tentou fazer isso – como podemos ler no Livro do Gênesis –, destruir aquela harmonia entre homem e mulher que o Senhor criou, aquela harmonia que deriva do ser imagem e semelhança de Deus. E conseguiu fazer. Conseguiu fazer com a mentira, a sedução… Com as armas que ele utiliza. Sempre faz assim. Mas também hoje tem uma força, eu diria essa fúria contra o homem e a mullher porque, do contário, não se explica esta onda crescente de destruições ao homem e à mulher, ao humano.

O pontífice pensa na fome, uma “injustiça” que “destrói o homem e a mulher porque não têm o que comer”, ainda que exista “muita comida” no mundo. Depois falou da exploração do ser humano, das diferentes formas de escravidão e recorda como recentemente viu uma filmagem feita “escondida” em uma prisão onde estão recolhidos migrantes, submetidos à “torturas”, a formas de “destruição” para “escravizar”.  E constata que isso acontece “depois de 70 anos da declaração dos direitos humanos”.

Então ele reflete sobre as colonizações culturais, “quando – explica – os impérios impõe disposições de sua cultura contra a independência, contra a cultura do povo, impondo coisas que não são humanas para destruir”,  para “a morte”.

Francisco observa que o que o diabo quer é precisamente “a destruição da dignidade” e “por isso persegue”:

E no final, podemos pensar nas guerras como um instrumento de destruição de pessoas, da imagem de Deus. Mas também nas pessoas que fazem as guerras, que planejam as guerras para ter poder sobre os outros. Há pessoas que trabalham em muitas indústrias de armas para destruir a humanidade, para destruir a imagem do homem e da mulher, tanto física como moralmente, como culturalmente. “Mas, padre, esses não são cristãos. Por que são perseguidos?” – “Sim, são a imagem de Deus. E por isso o diabo os persegue”. E os impérios continuam as perseguições hoje. Nós não devemos nos permitir ser ingênuos. Hoje, no mundo, não só os cristãos são perseguidos; os seres humanos, o homem e a mulher, porque o pai de toda perseguição não tolera que sejam a imagem e semelhança de Deus. E ataca e destrói essa imagem. Não é fácil entender isso; é preciso muita oração para entendê-lo.

(Vatican News)

fonte: https://pt.aleteia.org/

0 182

REDAÇÃO CENTRAL, 01 Jun. 18 / 02:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- A IgrejaCatólica dedica o mês de junho ao Sagrado Coração de Jesus, para que os fiéis venerem, honrem e imitem mais intensamente o amor generoso e fiel de Cristo por todas as pessoas.

É um mês um qual se demonstra a Jesus, através das obras, o quanto o amam; correspondendo a seu grande amor demonstrado ao se entregar à morte por seus filhos, permanecendo na Eucaristia e ensinando o caminho para a vida eterna.

Sobre esta festa, o Papa Bento XVI afirmou que, “a contemplação do ‘lado transpassado pela lança’, na qual resplandece a vontade infinita de salvação por parte de Deus, não pode ser considerada, portanto, como uma forma passageira de culto ou de devoção: a adoração do amor de Deus, que encontrou no símbolo do ‘coração transpassado’ sua expressão histórico-devocional, continua sendo imprescindível para uma relação viva com Deus”.

A devoção ao Coração de Jesus existe desde o início da Igreja, desde que se meditava no lado e no coração aberto do Senhor.

Conta a história que, em 16 de junho de 1675, o Filho de Deus apareceu a Santa Margarida Maria Alacoque e lhe mostrou seu Coração rodeado por chamas de amor, coroado por espinhos, com uma ferida aberta da qual brotava sague e, do interior do mesmo, saia uma cruz.

Santa Margarida escurou o Senhor dizer: “Eis o Coração que tanto amou os homens, que não poupou nada até esgotar-Se e consumir- -Se, para manifestar-lhes seu amor. E como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, desprezos, irreverências, sacrilégios, friezas que têm para comigo neste Sacramento de amor”.

fonte: https://www.acidigital.com/

0 171

Sacerdotes, religiosas e religiosos, funcionários do Vaticano e seus familiares: todos participaram cantando e rezando o terço

Uma procissão luminosa no final desta tarde de 31 de maio, nos Jardins Vaticanos, encerrou o mês de Maria.

Com início na igreja de Santo Estêvão dos Abissínios, atrás da Basílica de São Pedro, a caminhada seguiu até a Gruta de Lourdes, onde houve um momento de oração com o Canto das Ladainhas e uma breve reflexão do Vigário do Papa para a Cidade do Vaticano, o cardeal Angelo Comastri.

Participaram da caminhada, cantando e rezando o terço, sacerdotes, religiosas e religiosos, funcionários do Vaticano e seus familiares.

Fotos

Todas estas imagens vêm da página do Vatican News no Facebook.

Em vídeo

Confira o vídeo publicado pelo Vatican News:

* Caso o seu navegador não esteja exibindo o vídeo, acesse-o diretamente na página do Vatican News no Facebook por aqui.

 fonte: https://pt.aleteia.org/

Galeria de Fotos