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Fundação do Apostolado da Oração na Catedral

O Apostolado da Oração da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida foi fundado em 28 de Fevereiro de 1971. Isso ocorreu pela convocação para Assembleia Geral Extraordinária, realizada na Catedral, com a presença de todos os membros do Apostolado. Seu fundador foi Padre Raimundo Tadeu de Carvalho.

Na 2ª reunião ordinária do Apostolado da Oração, no dia 7 de Março de 1971, foram escolhidas três pessoas para os cargos de presidente, secretário e tesoureiro.

Atuação na Catedral

Com a missão de divulgar a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, as graças e promessas, o Apostolado da Oração paroquial possui regulamento interno, que auxilia em sua organização.

Os membros do AO se reúnem para Celebração da Eucaristia, todas as primeiras sextas-feiras de cada mês, às 18:30h na Catedral Nossa Senhora Aparecida.

O Apostolado da Oração da Catedral mantém uma campanha de arrecadação de óleo de cozinha. O objetivo é doar os produtos, oferecidos no Ofertório da Missa da primeira sexta-feira, para o Seminário Maior Arquidiocesano Imaculado Coração de Maria ou para outra instituição que necessite, sempre a critério do pároco, Padre Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo).

O que é o Apostolado da Oração (AO)?

No livro dos estatutos do AO, encontramos esta definição: “O AO constitui a união dos fiéis que, por meio do oferecimento cotidiano de si mesmos, se juntam ao Sacrifício Eucarístico, no qual se exerce continuamente a obra de nossa redenção, e desta forma, pela união vital de Cristo, da qual depende a fecundidade apostólica, colaboram na salvação do mundo”.

Em resumo, O APOSTOLADO DA ORAÇÃO:

• Propõe um caminho rumo à santidade
• A partir do oferecimento diário
• Que transforma nossa vida
• E nos coloca em comunhão universal de preces
• Pela força do Espírito Santo que habita em nossos corações,
• E nos impele a vivenciar os mesmos sentimentos do Coração de Jesus
• Para que, alimentados e modelados por Ele na Eucaristia,
• E reconciliados com Ele pelo sacramento da Reconciliação,
• Possamos colocar-nos plenamente, de coração inteiro, a seu serviço e a serviço da Igreja, a exemplo de Maria, para que seu Reino venha a nós, hoje, amanhã e sempre.

O que é ser um membro do AO?

É ser uma pessoa associada ao AO com o desejo de viver esta espiritualidade.

Quantos associados tem o AO no mundo?

O AO tem aproximadamente 50 milhões de associados no mundo, dos quais 6 a 7 milhões no Brasil.

Em quantos países do mundo o AO está presente?

O AO está presente em 70 países do mundo.

Como funciona, na prática, o AO?

A prática básica é o nosso oferecimento diário ao Pai, nas intenções do Santo Padre, e a colaboração na Missão de Cristo.

 Há soluções concretas e muito mais eficazes do que sair por aí falando mal dos sacerdotes

É muito difícil agradar todo mundo.

Há pessoas que criticam o padre por causa de suas homilias; outros, por ele ser muito exigente; ou pelo seu jeito de realizar o trabalho pastoral ou administrar a paróquia. Definitivamente, todo sacerdote é sinal de contradição.

Com relação às homilias, o problema para um padre é que, na mesma missa, há pessoas de todas as idades, de todas as condições socioeconômicas, de todos os níveis de formação. Como adequar a mensagem ao gosto de todos?

Indiferentemente de como o padre faça sua homilia, sempre haverá descontentamento entre os fiéis: uns porque a homilia é curta; outros porque é longa; outros porque é profunda demais; outros porque parece superficial; outros porque é fiel à doutrina da Igreja; outros porque é espiritual…

Qual é a solução? Dividir a paróquia por grupos, para que haja uma missa para crianças, outra para jovens, outra para adultos? No fundo, isso não é lógico, pois, indiferentemente dos grupos que forem formados, sempre haverá fiéis de outras idades.

Dividir os fiéis por grupos, para que haja uma missa para pessoas cultas, outra para pessoas menos cultas, outra para os pobres, outra para os ricos? Isso também não tem razão de ser, sob nenhum ponto de vista.

Há críticas de todos os tipos feitas aos sacerdotes:

– Se é bonito, deveria ter se casado; se é feio, coitado, foi por isso que virou padre.

– Se é sério, é porque está bravo; se sorri para todo mundo, quer ser o centro das atenções.

E assim por diante.

Indiferentemente do fato de as críticas serem fundadas ou infundadas, vale a pena recordar que os padres, apesar do seu jeito de ser e da sua história pessoal, querem encarnar o modelo de sacerdócio que Jesus propõe, como sumo e eterno Sacerdote. E pretendem exercer uma liderança ao estilo de Jesus, que não veio para condenar, mas para servir.

É uma pena que, na sociedade, e não só contra os sacerdotes, haja tantas críticas negativas e sobretudo generalizações.

Antes de criticar quem quer que seja, as pessoas precisam recordar o que Jesus disse: quem estiver livre de pecados, que atire a primeira pedra (Jo 8, 7). As críticas negativas crescem muito mais que as positivas.

Basta lembrar da história da Igreja. Os clérigos ou sacerdotes sempre sofreram muitos ataques, desde sempre, e assim será até o final.

Só que, na atualidade, é preciso acrescentar um ingrediente: a crescente apostasia (abandono público da fé), que torna mais cruéis ainda os ataques à Igreja e aos seus ministros.

As pessoas precisam ser conscientes de que os padres não têm um caminho fácil; independentemente de sua forma de ser, eles carregam uma missão pesada sobre os ombros, em prol da salvação do povo de Deus.

O trabalho é muito grande e os padres são tão poucos… E, ainda por cima, acabam sendo objeto da crítica de muitos, pois hoje é mais popular ser qualquer coisa, menos sacerdote.

É preciso recordar que eles fazem as coisas da melhor maneira possível, ou pelo menos fazem coisas que muitas outras pessoas não querem fazer.

Eles renunciam a ter filhos para poder ajudar outras pessoas a educar seus filhos.

Pedimos ajuda aos padres para melhorar nosso casamento, quando eles nem sequer recebem um alimento quente em casa ao chegar do trabalho.

Pedimos que ajudem a solucionar problemas alheios, quando humanamente às vezes nem conseguem solucionar os próprios.

Mesmo assim, eles se doam a nós.

Ainda por cima, as pessoas costumam sempre questionar o que um padre diz, mas acreditam piamente no que foi dito pelo apresentador de televisão mais famoso.

O erro fundamental de quem critica os sacerdotes ou que incentiva esta atitude de crítica é que se presta atenção na parte humana e não se vai além; não há uma firme convicção do que o padre representa e do que ele é: um humilde “distribuidor” das graças de Deus, em meio às suas fraquezas, que são comuns a todos nós.

É muito fácil criticar, e mais ainda seguir a onda de ataques.

Nos sacerdotes, há virtudes e defeitos, como em qualquer ser humano, com a grande diferença de que eles atenderam generosamente um chamado superior, respondendo a uma vocação especial que exige renúncias, uma luta interior séria e anos de preparação.

São pessoas preparadas, e às vezes muito preparadas. Se compararmos o sacerdócio a qualquer outra profissão, penso que pouquíssimas delas requerem toda a preparação que o sacerdócio exige.

Eles, os padres, não se formam da noite para o dia. Da grande maioria dos padres que conheço, tenho pessoalmente uma impressão positiva, como deve ser, mesmo vendo coisas que não deveriam acontecer, mas que, felizmente, são poucas e sem transcendência.

Como tudo nesta vida, é preciso colocar na balança nossas ações e depois as dos outros. É preciso ser misericordiosos com os padres, pois eles são assim com os fiéis.

Recordemos sempre que os sacerdotes são seres humanos escolhidos por Deus para ser nossos pastores. Portanto, tomemos cuidado para não lançar ataques contra eles, com ou sem sentido.

Mas, se queremos fazer algo para ajudá-los, oremos por eles e colaboremos com seu ministério.

Se um fiel objetivamente não está contente com seu pároco ou com algum padre em concreto, se tem alguma reclamação a fazer, pode se dirigir ao respectivo bispo para que tal padre receba a ajuda necessária, se for preciso.

Mas não é correto sair por aí falando mal do padre. Isso não vai resolver nada.

Não me canso de dizer que, ao invés de criticá-los, precisamos orar por eles, poque eles são os que estão mais em risco de cair na fraqueza. Oremos pela sua salvação e pela sua santificação.

Demos graças a Deus que, por meio dos seus sacerdotes, nos dá suas graças nos sacramentos que eles administram.

Por que você é tão duro com seu sacerdote?

Como você gostaria que ele fosse?

Você acha que, se o padre fosse como você, ele faria as coisas de um jeito melhor?

Lembre-se, querido irmão, que o padre é feito do mesmo barro que você, um vivo exemplo de virtudes e defeitos.

Peça a Deus que o padre que está mais perto de você não seja como você quer, e sim como Deus e a Igreja precisam.

Aliás, você sabia que pode ajudar mais um padre rezando por ele do que criticando sua pessoa? Você reza pelo padre que não lhe agrada?

Fonte: aleteia.org