A Paróquia

Ainda era madrugada, quando dezenas de pessoas iniciaram a Via-Sacra Matinal, nesta sexta-feira (7), presidida pelo pároco da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, padre Valdomiro Soares Machado (frei Valdo), acompanhado pelo vigário, padre Wagner Dias e pelo diácono Leonardo Cabral. A terceira edição da peregrinação teve como tema “Rumo a Semana Santa”.

O momento de fé e oração, teve início na primeira estação da Via-Sacra, dentro da comunidade do Santuário Bom Jesus. Lembrando a Paixão e a Morte de Jesus, os fiéis começaram a percorrer o trajeto de cerca de um quilômetro.

Em cada uma das 15 estações, rezaram e refletiram sobre a Campanha da Fraternidade 2017, que tem como tema: “Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida” e lema: “Cuidar e guardar a criação” (Gn 2,15).

Frei Valdo disse que a ressurreição de Jesus representa a vitória e que a presença de tantas pessoas na Via-Sacra é sinal de fé. “A Via-Sacra possibilita a cada refletir sobre a sua vida e buscar viver de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo. A peregrinação é uma experiência muito importante para aumentar a nossa fé”, comentou.

No final da Via-Sacra foi servido um café especial para as pessoas que participaram da peregrinação.

Peregrinação iniciou na Comunidade Santuário Bom Jesus e percorreu as estações até a Catedral
Peregrinação iniciou na Comunidade Santuário Bom Jesus e percorreu as 15 estações até a Catedral

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Com o tem “Comunidade São José: um desafiode evangelizar, a Comunidade Paroquial São José realizará de 10 a 19 de março de 2017 a 20ª Novena e Festa do Padroeiro da Comunidade São José.

PROGRAMAÇÃO

CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA, ÀS 19 HORAS, TODOS OS DIAS

10/03 (sexta-feira) – 1º dia: Batismo: Ponto de partida para uma vida cristã

11/03 (sábado) – 2º dia: Batismo: Nascimento para uma vida nova

12/03 (domingo) – 3º dia: Crisma: Confirmação da caminhada de fé

13/03 (segunda-feira) – 4º dia: Eucaristia: Lembrança e presença de Jesus conosco

14/03 (terça-feira) – 5º dia: Eucaristia: Exigência de partilha e fraternidade

15/03 (quarta-feira) – 6º dia: Penitência: O pecado existe, é contra a vida e contra Deus

16/03 (quinta-feira) – 7º dia: Unção dos Enfermos: Sacramento da esperança, fé e solidariedade

17/03 (sexta-feira) – 8º dia: Ordem: Sacramento para o serviço à comunidade

18/03 (sábado) – 9º dia: Matrimônio: O desafio da fidelidade no amor e expressão do amor de Deus

19/03 (domingo) – MISSA DO GLORIOSO SÃO JOSÉ

06h – Alvorada

07h – Missa dos Enfermos

18h30min – Procissão (saindo do Santuário do Bom Jesus para a Capela São José)

19h30min – Solene Missa de encerramento

BARRAQUINHAS COM COMIDAS TÍPICAS TODOS OS DIAS NO CENTRO COMUNITÁRIO

A modernidade trouxe muito consumo e tornou o ser humano ingênuo; ou melhor, nos assemelhamos agora a pequenos animais, com alguns atos instintivos ou com pouca racionalidade.
O homem é hoje animal que acorda cedo em busca de trabalho para sustentar a família. Sustentar de comida, bebida e de presentes. Os Titãs já diziam em uma canção: “comida é pasto”, “bebida é água”. E presentes, estes são rações diferenciadas para cultivar os relacionamentos dos entes queridos ou de nossa rede social.

Políticos já se convenceram de que somos animais ingênuos. Aqueles prometem sempre o emprego e renda: emprego para mantermos a disciplina, e renda para a água, o pasto e as rações diferenciadas. Manuel Bandeira já havia falado do homem-bicho. Bertolt Brecht comparou o homem, com suas atitudes irrefletidas, ao burro. Por agrupamentos irracionais ou imperativos da carne temos nos desespiritualizado.

Os pais terceirizam as brincadeiras e educação dos filhos, pois entendem que o resultado do trabalho dará a felicidade à família. Os filhos ingênuos crescem acreditando no poder de compra da felicidade.

Qual o resultado de tudo isso? Frustrações, seres mal-educados e desumanizados, famílias destruídas por conflitos diversos.

Mas há uma saída para nos libertarmos dessa animalização moderna. Outro dia, um padre disse: “deixe Deus agir em você”, “Ele é centro”. Enfim, precisamos cultivar a sabedoria Divina para entendermos melhor as situações e nos adequarmos saudavelmente aos avanços da modernidade, caso contrário seremos eternos animais modernos.

Autor: Orestino Walter – Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão da Catedral.

Parece recorrente a informação de que os meses do ano, em sua maioria, receberam os seus nomes a partir dos nomes de divindades cultuadas na Roma Antiga. Assim, o deus Marte emprestou o seu nome ao mês de março; a deusa Maia emprestou o seu nome ao mês de maio; a deusa Juno, ao mês de junho; e o deus Jano, ao mês de janeiro.

Relativamente a esta última divindade, Jano, tanto o seu nome quanto a sua história tem muito a nos ensinar sobre o mês de janeiro. Jano era o deus romano das mudanças e transições, das partidas e das chegadas, dos inícios e dos fins. Por isso, era representado por uma imagem de um homem com duas faces: uma voltada para frente e outra voltada para trás.

Com base nessa representação, o mês de janeiro desponta no calendário civil como um marco divisório entre o passado e o futuro, entre o ano que se encerrou e aquele que se inicia, entre o tempo que já foi embora e o tempo que ainda não chegou. Não sem razão, este é também o comportamento recomendado a cada um de nós para este início de 2017.

Antes de tudo, devemos voltar os nossos olhos para o passado, para tudo o que vivemos neste ano que se encerra: as alegrias e tristezas, os sorrisos e as lágrimas, as vitórias e derrotas, os encontros e desencontros. Das coisas boas que se nos sucederam, devem ficar as recordações. Das coisas más, as lições de experiência e amadurecimento. Contemplar o que se viveu nem com saudosismo e nem com medo, mas com a maturidade de quem percebeu que o passado é o alicerce do futuro.

É por isso, alias, que neste início de ano também devemos voltar os olhos para o futuro. Traçar metas, fazer planos, estabelecer projetos, construir sonhos, almejar conquistas. Olhar para o futuro significa reconhecer que um novo tempo se aproxima: tempo de recomeçar, de consertar o que se quebrou, de retomar o que ficou para trás, de se lançar a novos empreendimentos, tendo sempre a esperança, a força de vontade e a fé como instrumentos de trabalho.

Pela fé, entregamos a Deus tudo o que vivemos, de bem e de mal, em 2016. E pela mesma fé, confiamos em Suas mãos todos os nossos sonhos e projetos, o nosso trabalho, a nossa família, os nossos relacionamentos, a nossa saúde, os nossos amigos e os nossos bens, na certeza de que Ele, o verdadeiro Senhor do tempo, o Alfa e o Ômega, estará conosco em 2017, guiando-nos e abençoando-nos em mais um ano de nossas vidas.

Um Feliz Ano Novo repleto de sonhos e realizações a todos os assinantes, funcionários e diretores do Jornal O Norte de Minas.

Pe. Wagner Eduardo Dias
Vigário Paroquial da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.

Nestes últimos dias do ano, dobramos, diante de Vós, ó Deus, nossas cabeças, reconhecendo Vosso poder e senhorio, nossa alegre dependência e nossa feliz filiação.

Olhando para trás, agradecemo-Vos, Senhor, pelo ano que chega ao seu final, por tantas graças recebidas, pelo bem praticado, pela vida que tivemos, pelo amor que demos e recebemos, pelas alegrias e fé que espalhamos e colhemos.  Obrigado, Senhor, pela fé que nos iluminou, pela saúde, pelos sentimentos, pelos encontros, pela fraternidade, pela família, pela paz, pela justiça e pelo progresso, pela esperança que nunca nos abandonou e pela estrela que sempre nos apontou os caminhos da felicidade e da paz. Obrigado pela dignidade que nos tornou fortes diante das tentações e pela coragem com que nos portamos diante das solicitações do mal.

Olhando ainda para trás, queremos pedir-Vos perdão pelos males que cometemos, pelas tristezas que causamos, pelas covardias que enfearam nosso caráter e nosso nome de cristão, pela glória que não demos ao Vosso Nome, por nossos orgulhos, vaidades, mesquinharias, crueldades, por nossa insensibilidade, arrogância e impaciência!

Olhando para frente, queremos, com a Vossa graça, viver o esplendor da vida, com esperança e coragem, para fora de nós mesmos, em direção a Vós e a nossos semelhantes, a todas as pessoas, sem exceção.

Renovai a nossa disposição em Vos servir e trilhar o caminho do Evangelho, sendo mensageiros da misericórdia, servindo a vida e fazendo florescer seu milagre, no respeito e na dignidade, sem medo e sempre agradecidos.

Por hoje, reforçai nossos anseios de paz e reacendei, forte, a chama da esperança, ao mesmo tempo em que colocamos, junto ao Vosso presépio, com alegria e sem medo, nosso pobre coração humano, machucado, quem sabe, mas, ao mesmo tempo, inebriado com os sonhos de um abençoado 2017!

A todos os nossos paroquianos e aos cristãos em geral, desejamos um Feliz Ano Novo, cheio de paz, alegria e fé!

Boas Festas!

Frei Valdo,

Pároco da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.

No último domingo (18/12/2016), quando a Igreja celebrava o 4º Domingo do Tempo do Advento, a Liturgia da Palavra nos presenteou com um texto belíssimo das Sagradas Escrituras, retirado de Isaías capítulo 7, versículos 10 a 14.
Trata-se de um episódio da vida de Acaz, o décimo segundo rei de Judá (735 – 715 a.C.), filho de Jotão, da tribo de Davi. Em que pese todos os seus erros e pecados, Acaz foi o destinatário de uma das mais lindas promessas já feitas no Antigo Testamento.
Depois de receber a notícia de que dois reis (o da Síria e o de Israel) tramavam invadir o reino de Judá, e de se negar a fazer o pedido de um sinal a Deus, Acaz ouviu, pela boca de Isaías, a sublime promessa: “Eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Emanuel ” (Is 7,14).
Para responder a uma realidade de decadência política, moral, social e religiosa vivida em Judá – o que, provavelmente, tenha despertado medo, insegurança, angústia e tristeza entre seus habitantes – Deus fez uma promessa: o Filho de uma Virgem, o Emanuel, o Deus Conosco, vai chegar. O que significa dizer que Jesus Cristo é o sinal de vitória enviado por Deus a Judá, a Israel, aos gentios, ao mundo inteiro.
É assim que nós, cristãos, devemos crer: Jesus Cristo é o sinal da vitória de Deus em nossas vidas: vitória sobre a morte, sobre o pecado, sobre a doença, sobre a desunião, sobre as guerras, sobre a corrupção, sobre o egoísmo, sobre o mal.
Foi com este sentimento que, nesse mesmo dia 18/12 (domingo), a Catedral de Montes Claros realizou, no “Espaço A – Eventos” a festa intitulada “Celebrando as Vitórias de 2016”, não só pra comemorar as conquistas deste ano que se encerra, mas também para lembrar os nossos fiéis de que, apesar de todos os problemas, dificuldades e crises pelos quais passamos ou possamos passar, nós temos uma certeza, a certeza da vitória.
Desde já agradecemos a todos os membros de pastorais, movimentos, a todos os fiéis em geral, e a todos os patrocinadores desse evento, que se uniram a nós para celebrar as vitórias de 2016, e desejamos a todos os cristãos em geral e aos assinantes do Jornal Gazeta Norte-Mineira um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de paz, alegria, fé e vitória!
Deus abençoe a todos!

Pe. Wagner Eduardo Dias
Vigário Paroquial da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida

Apostas e jogos de sorte são formas de lazer. Porém, a pergunta é se essas práticas são convenientes ou não

Apostas e jogos de sorte são uma realidade no meio social, pois a diversão, o lazer e o entretenimento, nas suas várias expressões, fazem parte de uma das dimensões do ser humano. Porém, a pergunta é se essas práticas são convenientes ou não.

Diante do que a Igreja ensina sobre apostas e jogos de sorte ou azar, sendo essa uma questão complexa, um aspecto imprescindível é destacar o abandono e a confiança na Providência de Deus, que rege todas as coisas e deve ter a primazia na vida de todo ser humano. Também é preciso a todos disposição e empenho para o trabalho que “pode ser um meio de santificação” (CIC 2427), que não deve ser descartado frente a possíveis acomodamentos por motivos fúteis.

O que a Igreja ensina

O Catecismo da Igreja Católica, em sua terceira parte, na segunda seção sobre os dez mandamentos, que trata do sétimo mandamento “não roubarás” (Mateus 19,18), traz as direções sobre os jogos de sorte e apostas, ou seja, se são convenientes ou não, e os riscos que tais práticas podem trazer quando excedem e causam dependência nas pessoas.

O Catecismo da Igreja diz:

“Os jogos de azar (jogos de carta etc.) ou apostas em si não são contrários à justiça. Tornam-se moralmente inaceitáveis quando privam a pessoa daquilo que lhe é necessário para suprir suas necessidades e as dos outros. A paixão pelo jogo corre o risco de se transformar em uma dependência grave. Apostar injustamente ou trapacear nos jogos constitui matéria grave, a menos que o dano infligido seja tão pequeno, que aquele que o sofre não possa razoavelmente considerá-lo significativo (CIC 2413)”.

Perante esse ensinamento do Catecismo, verifica-se que os jogos de sorte ou apostas, por eles mesmos, não são um problema para os princípios conceituados justos. Entretanto, essa prática torna-se inadmissível quando inflige valores primordiais da vida e seus direitos inalienáveis, ao priorizar mais as coisas secundárias.

Exemplos de incoerência:

Um pai de família que deixa de comprar o necessário para sua casa se manter com dignidade e gasta seu dinheiro com jogos de sorte e apostas está dando prioridade ao que é secundário. Outra situação é quando uma pessoa, devido a sua exagerada frequência nos jogos e apostas, acaba viciando-se nessas práticas e deixa de fazer as coisas realmente necessárias em sua vida, como cuidar da própria saúde, cumprir com responsabilidades familiares e sociais.

Outro risco é acreditar mais em apostas e jogos de sorte do que no próprio Deus, o que pode interferir tanto na espiritualidade da pessoa quanto no seu equilíbrio na vivência social. Com efeito, o vício provoca a perda da liberdade de filho de Deus e dos princípios básicos do Evangelho.

Assim, é importante ter claro que o ser humano também deve trabalhar para sua sobrevivência, pois, em Gênesis 3,17, ao falar sobre a terra, diz que o homem “tirará dela com trabalhos penosos o teu sustento todos os dias de tua vida”. Ou seja, não se deve confiar o sustento às apostas e jogos.

Postura coerente frente a essa realidade

Diante da participação de apostas e jogos de sorte, conforme a Igreja ensina, é importante que cada um saiba analisar suas próprias limitações e intenções por trás de cada prática, para não se viciar, ou optar sempre por aquilo que pode ser supérfluo. Com isso, se for por simples diversão, sem resquício de vícios e com uma consciência moral reta, não haverá problemas nesse sentido.

Uma forma de não incorrer em riscos relacionados ao excesso de jogos de sorte, cartas e apostas é perceber como e o quanto estamos envolvidos, se temos o domínio sobre nós mesmos para dizer sim e não na hora de começar e na hora de parar.

Assim, o que precisa reger nossa vida é a Providência de Deus, tanto na parte material quanto a promoção de divertimentos que sejam saudáveis para o corpo e a alma. Já que, na vida do cristão, “procura-se ordenar para Deus e para a caridade fraterna os bens deste mundo” (CIC 2401).

O básico e necessário sempre nos será concedido pelo Senhor por meio da Sua Providência junto ao nosso esforço e trabalho, pois Jesus nos garante: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo” (Mateus 6,33).

Fonte: Canção Nova

Dom José Alberto Moura, Arcebispo de Montes Claros, celebrou a tradicional missa do Dia de Finados no cemitério do Bomfim, nesta quarta-feira, 2, às 16h30, para a comemoração dos fiéis defuntos.

Com a presença dos Padres Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo) e Wagner Eduardo Dias, e do Diácono João, Dom José lembrou da saudade que temos dos entes queridos, mas da certeza de céu para todos aqueles que creram em Jesus Cristo.

Dezena de fiéis estiveram presentes rezando pelos mortos.

11/10/2016
9° Dia da Novena em Honra a Nossa Senhora Aparecida – Maria e a misericórdia de Deus, coração palpitante do Evangelho.

Missa presidida por Padre Wagner Eduardo Dias, vigário paroquial da Catedral, e concelebrada por Diácono João, às 19h, na Catedral Metropolitana de Montes Claros.

Confira a transmissão pela TV Catedral

 

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