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O Papa Francisco concluiu sua série de audiências esta sexta-feira (22/09) recebendo os responsáveis nacionais pelas migrações, que participam do encontro promovido pelo Conselho das Conferências Episcopais da Europa.

A audiência foi a ocasião para o Pontífice reafirmar a missão da Igreja diante dos fluxos migratórios maciços: amar Jesus Cristo particularmente nos mais pobres e abandonados, e entre eles certamente estão os migrantes e refugiados.

“Não escondo a minha preocupação diante dos sinais de intolerância, discriminação e xenofobia que se verificam em várias regiões da Europa. Com frequência, esses sinais são motivados pela desconfiança e pelo temor em relação ao outro, ao diferente, ao estrangeiro. Preocupa-me ainda mais a triste constatação de que as nossas comunidades católicas na Europa não estão isentas dessas reações de defesa e rejeição, justificadas por um ‘dever moral’ de preservar a identidade cultural e religiosa originária.”

O Papa recordou que a Igreja se propagou em todos os continentes graças à “migração” de missionários, e que hoje percebe uma “profunda dificuldade” das Igrejas na Europa diante da chegada dos migrantes. Para Francisco, essa dificuldade espelha os limites dos processos de unificação europeia e da aplicação concreta da universalidade dos direitos humanos.

Do ponto de vista estritamente eclesiológico, a chegada de inúmeros irmãos oferece às Igrejas locais uma oportunidade a mais de realizar plenamente a própria catolicidade e uma nova fronteira missionária.

Além disso, o encontro com migrantes e refugiados de outras confissões e religiões é um “terreno fecundo para o desenvolvimento de um diálogo ecumênico e inter-religioso sincero e enriquecedor”.

Por fim, o Papa citou a sua Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e Refugiado do próximo ano, na qual indica a resposta pastoral aos desafios migratórios em quatro verbos: acolher, proteger, promover e integrar.  Na mesma Mensagem, também se enfatiza a importância dos Pactos Globais, que as nações do mundo se empenharam em redigir até o final de 2018, nos quais a Santa Sé está preparando uma contribuição especial. Francisco concluiu com uma exortação:

“Que a voz da Igreja seja sempre tempestiva e profética e, sobretudo, seja precedida por um trabalho coerente e inspirado nos princípios da doutrina cristã.”

Radio Vaticano

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REDAÇÃO CENTRAL, 23 Set. 17 / 05:00 am (ACI).- “Oh Jesus, meu suspiro e minha vida, peço-te que faça de mim um sacerdote santo e uma vítima perfeita”, escreveu uma vez São Pio da Pietrelcina, cuja festa se celebra hoje. Sua oração foi escutada e lhe foi concedido o dom dos estigmas.

Durante sua vida, Deus o dotou de muitos dons, como o discernimento extraordinário que lhe permitiu ler os corações e as consciências. Por isso, muitos fiéis iam se confessar com ele.

Outros dons foram o da profecia para poder anunciar eventos do futuro, as curas milagrosas com a oração, a bilocação, que lhe permitiu estar em dois lugares ao mesmo tempo, e o perfume que exala das chagas dos estigmas.

Padre Pio nasceu em Pietrelcina, Itália, em 25 de maio de 1887. Seu nome era Francisco Forgione e tomou o nome de Frei Pio da Pietrelcina em honra a São Pio V, quando recebeu o hábito de Franciscano.

Aos cinco anos, apareceu-lhe o Sagrado Coração do Jesus, que posou sua mão sobre a cabeça do menino. O pequeno, por sua vez, prometeu a São Francisco que seria um fiel seguidor dele. Desde então, sua vida ficou marcada e começou a ter aparições da Santíssima Virgem.

Preferia passar o tempo em oração e estudo porque entendia o sacrifício que seus pais faziam para que recebesse uma boa formação.

Aos 15 anos, decidiu ingressar na Ordem Franciscana de Morcone e teve visões do Senhor em que lhe mostrou as lutas que teria que passar contra o demônio. “Eu estarei te protegendo, te ajudando, sempre a seu lado até o fim do mundo”, disse-lhe Jesus Cristo.

Em 10 de agosto de 1910, foi ordenado sacerdote. Pouco tempo depois voltaram as febres e as dores que o afligiam. Então, foi enviado a Pietrelcina para que restabelecesse sua saúde.

Em 1916, visitou o Mosteiro de São Giovanni Rotondo. O Padre Provincial, ao ver que sua saúde tinha melhorado, mandou-lhe retornar a esse convento onde recebeu a graça dos estigmas.

“Era a manhã de 20 de setembro de 1918. Eu estava no coro fazendo a oração de ação de graças da Missa… me apareceu Cristo que sangrava por toda parte. De seu corpo chagado saíam raios de luz que mais pareciam flechas que me feriam os pés, as mãos e o lado”, descreveu Padre Pio a seu diretor espiritual.

“Quando voltei a mim, encontrei-me no chão e com chagas. As mãos, os pés e o lado sangravam e me doíam até me fazer perder todas as forças para me levantar. Sentia-me morrer, e teria morrido se o Senhor não tivesse vindo me sustentar o coração que sentia palpitar fortemente em meu peito. Arrastei-me até a cela. Recostei-me e rezei, olhei outra vez minhas chagas e chorei, elevando hinos de agradecimento a Deus”, acrescentou.

Certo dia, uma avó lhe levou a sua neta chamada Gema, que tinha nascido sem pupilas. Padre Pio a abençoou e fez o sinal da cruz sobre seus olhos. A menina recuperou a vista, sem necessidade de ter pupilas. Mais adiante, Gema ingressou na vida religiosa.

Em 9 de janeiro de 1940, animou seus grandes amigos espirituais a fundar um hospital que se chamaria “Casa Alívio do Sofrimento”, a qual foi inaugurada em 5 de maio de 1956, com a finalidade de curar as doenças físicas e espirituais.

Segundo fontes que não se puderam confirmar, São João Paulo II sendo um jovem sacerdote visitava Padre Pio para confessar-se e, em uma dessas ocasiões, estando em transe, disse ao futuro Supremo Pontífice: “Vais ser Papa”.

Padre Pio retornou à Casa do Pai em 23 de setembro de 1968, enquanto murmurava: “Jesus, Maria!”.

São João Paulo II, durante sua canonização em 16 de junho de 2002, disse: “Oração e caridade, esta é uma síntese extremamente concreta do ensinamento de Padre Pio, que hoje volta a propor todos”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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A Bíblia não é o único caminho de salvação, mas nenhum católico interessado no seu progresso espiritual pode permitir-se ignorar as Sagradas Escrituras

Aliimentamos a nossa alma com a Palavra Encarnada de Deus, Nosso Senhor Jesus Cristo, presente na Sagrada Eucaristia. E também nutrimos a nossa mente e o nosso coração com a Palavra de Deus que nos foi entregue pelos patriarcas, profetas e Apóstolos que escreveram os livros da Bíblia. O que eles nos dão é palavra de Deus. Ainda que não tivessem necessariamente que perceber o que ocorria, Deus inspirou os autores dos livros bíblicos para que escrevessem o que escreveram. E, ao escrevê-lo, Deus preservou-os do erro por um ato especial da sua providencia.

Depois, por um novo ato da sua providência, fez que os livros escritos sob a sua inspiração se conservassem através de milhares de anos e de gerações sucessivas. Finalmente, pela infalível autoridade da sua Igreja, indicou quais, de entre todos os livros aparentemente sagrados, foram os únicos realmente inspirados por Ele.

Note como a Tradição Apostólica também é importante:

“Foi a Tradição Apostólica que levou a Igreja a decidir quais os escritos que deviam ser contados na lista dos livros santos. Esta lista integral é chamada “Cânon” das Escrituras. Comporta, para o Antigo Testamento, 46 (45, se contar Jeremias e as Lamentações como um só) escritos, e, para o Novo, 27” (n. 120; cf. também os ns. 121-7).

Esta é a Bíblia (da palavra grega biblion, que significa “o livro”). Contém setenta e três divisões ou “livros”, conforme são chamados, alguns dos quais são omitidos em certas edições protestantes da Bíblia. Escrita por autores diferentes (todos inspirados por Deus), a Bíblia começa pelo livro do Gênesis, atribuído ao patriarca Moisés, e termina com o livro do Apocalipse, escrito pelo Apóstolo São João. Poderíamos dizer que Deus teve muito trabalho para nos dar a Bíblia e, naturalmente, espera que a leiamos.

Se alguma organização, dessas que existem para pesquisar a opinião pública, fizesse um levantamento entre as famílias católicas para saber quantas têm e quantas usam a Bíblia, os resultados poderiam ser surpreendentes. Já que não se fez tal pesquisa (pelo menos que eu saiba), só podemos fazer conjeturas: penso que são bem poucos os lares católicos em que há uma Bíblia, e que são menos ainda aqueles em que é lida.

A Bíblia na Liturgia

A Igreja faz um uso muito amplo da Bíblia na sua liturgia. Muitas partes da Santa Missa e do ritual dos sacramentos, grande parte da Liturgia das Horas e de outros ritos oficiais foram tirados da Bíblia. A Bíblia é também um livro precioso para a pregação sacerdotal: a maioria dos sermões ou homilias não são senão comentários a alguma verdade básica contida na Sagrada Escritura.

Precisamos ler a Palavra de Deus regularmente

À vista de todos estes fatos – mas especialmente tendo em conta que a Bíblia é a palavra inspirada por Deus -, é de se estranhar que não haja mais católicos que leiam a Bíblia regularmente, para seu enriquecimento pessoal e para seu progresso espiritual.

Não nos admira muito que os protestantes nos superem na propagação e no uso da Bíblia: para o protestante, a Bíblia é tudo; para nós, é apenas uma parte do nosso ambiente religioso, mas é uma parte muitíssimo importante, de modo que, se a descuramos, perdemos uma grande riqueza espiritual.

Dizemos – e assim cremos – que a essência da vida cristã está no esforço por reproduzirmos em nós a imagem de Cristo. O nosso fim é fazermo-nos semelhantes a Cristo. Queremos aprender a ver a vida como Ele vê, e não viver aos nossos dias de m modo fragmentário, com a vida de família, o trabalho que nos obtém o pão, o descanso, as responsabilidades sociais e as relações pessoais frequentemente em conflito entre si. A nossa semelhança com Cristo dar-nos-á a chave para alcançarmos essa unidade de vida, para vivermos uma vida coerente, como Cristo julga, falar e agir como Cristo falaria e agiria. Esta semelhança com Cristo preencherá o nosso molde pessoal e modificar-se-á de acordo com as nossas características individuais, numa gloriosa diversidade de formas; mas o princípio fundamental e unificador será sempre a semelhança com Cristo, que jamais se poderá deixar de notar;

Não podemos moldar-nos segundo a imagem de Cristo se não o conhecemos bem. Para conhecê-lo, o melhor caminho é o Evangelho. Melhor que a imagem de segunda mão que possamos extrair de sermões e livros de espiritualidade, é a imagem sem aditivos que d’Ele nos dão os quatro evangelistas. Depois, nas epístolas de Paulo, Pedro, Judas Tadeu, Tiago e João encontraremos os ensinamentos de Cristo desenvolvidos, especialmente a doutrina sobre a lei da caridade.

Voltando ao Antigo Testamento, encontraremos nos seus livros históricos o grandioso plano de Deus para a salvação do homem, que veremos manifestar-se lentamente ao longo de muitos séculos. Nos livros proféticos, veremos Cristo vir até nós como uma sombra que se projeta sobre a parede de uma casa. Nos livros sapienciais, acharemos os princípios de uma conduta e uma vida virtuosa que Deus incutiu na humanidade através de longos períodos de experiência humana. Tudo isto e mais encontraremos na Bíblia, se a lermos regularmente, na atitude de reverência e oração que a palavra de Deus exige.

É importante verificar se estamos lendo uma versão autorizada da Bíblia

Devemos, evidentemente, ler uma versão autorizada da Bíblia. Não é que haja duas Bíblias, a “católica” e a “protestante”, a “boa” e a “má”. Há uma só Bíblia, a que Deus inspirou e foi escrita livro após livro, século após século, em hebreu antigo e em grego. Os frágeis manuscritos originais permanecem há muito, mas ainda se conservam cópias manuscritas que remontam aos primeiros tempos do Cristianismo de São Jerônimo (a chamada “Vulgata”), derivam as traduções modernas para as línguas da atualidade. São as versões em língua vernácula da Bíblia.

Se for traduzida para uma língua moderna por um perito ou peritos bíblicos, e depois aprovada pelo Papa e pelos bispos de um país como tradução adequada, então essa tradução chama-se versão aprovada ou autorizada. Isto significa que essa versão está livre de erros na medida em que as coisas humanas o podem estar. Um católico só pode ler essas versões aprovadas. Mesmo uma tradução da Bíblia feita por um escriturista católico só pode ser utilizada pelos católicos depois de uma aprovação oficial da Igreja. Vemos, pois, que, à hora de escolhermos uma Bíblia, não se trata de optar por uma católica contra outra protestante, mas por uma versão aprovada contra outra que não tem aprovação. Convém, por isso, certificar-se de que se trata de uma versão aprovada, antes de comprá-la.

Mas interessa muito que a tenhamos e leiamos. Se ainda não o fizemos, comecemos hoje!

(Retirado do livro: “A Fé Explicada”. Leo Trese. Ed. Quadrante. Via Felipe Aquino)

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REDAÇÃO CENTRAL, 23 Set. 17 / 07:00 am (ACI).- Diversos rumores difundidos nas redes sociais, que incluem vídeos no Youtube que unem argumentos científicos e bíblicos, apontam que o fim do mundo acontecerá no dia 23 de setembro. Mas, o que há de verdade em tudo isso? Um sacerdote católico responde.

Segundo uma variedade de artigos e vídeos, em 23 de setembro, um alinhamento planetário singular fará com que o Planeta X – cuja existência é apenas uma hipótese científica – colapse com a Terra. Isso, asseguram, tem relação direta com fragmentos do livro do Apocalipse.

Outra especulação sobre o fim do mundo nesta data, circulando majoritariamente na rede YouTube, é que o alinhamento das constelações de Virgem e Leão com Vênus, Marte e Mercúrio assim como a posição do sol e da lua no dia 23, dariam cumprimento à profecia de Ap 12,1. Neste versículo, São João fala sobre a mulher vestida de sol, coroada por 12 estrelas e com a lua sob os seus pés. Na interpretação destes vídeos diz-se que a constelação de Virgem, que estará à frente do sol e acima da lua, representaria a mulher do Apocalipse e que a conjunção de Leão e os 3 planetas citados formariam a coroa de 12 estrelas da visão de São João. Interpretação esta que é questionada em outros vídeos, que afirmam que devido à posição do sol atrás de Vênus a figura descrita dificilmente seria observada do solo terrestre.

Da mesma forma, numerólogos aparecem em vídeos repletos de argumentos afirmando que esta data marcaria o fim dos tempos ou o arrebatamento.
Caberia perguntar-se, portanto, se há algo de verdade nesses rumores.

“Muitíssimo cuidado com essas pessoas que colocam datas, são hereges e estão infundindo temor nas pessoas. Ninguém sabe o dia nem a hora”, assegurou Pe. Samuel Bonilla – conhecido nas redes sociais como “Padre Sam” – em um vídeo recente.

Tomando como fonte o capítulo 24 do Evangelho de São Mateus, Padre Sam recorda que os discípulos perguntaram a Jesus quando será destruído o templo de Jerusalém, quais os sinais de sua segunda vinda e quando será o fim do mundo.

“Jesus começa fazendo duas advertências: não se deixem enganar pelos falsos profetas e, segundo, haverá sinais naturais, mas esses não são o fim do mundo. E depois começa a responder uma a uma as perguntas que os discípulos formularam”.

Sobre a destruição de Jerusalém, recordou que isso aconteceu no ano 70, com o imperador romano Tito.

A respeito da segundo vinda de Cristo, o sacerdote explicou que “Jesus diz: o primeiro sinal será que o Evangelho tenha sido proclamado a todo o mundo. O segundo sinal será depois de certos fenômenos naturais chegará o sinal celestial do Filho do Homem. O terceiro sinal será a conversão do povo judeu”.

“Diante da terceira pergunta sobre quando será o fim do mundo, duas respostas: a segunda carta aos Tessalonicenses diz (que) quando chegar a apostasia e o anticristo. E Mateus 24,35 diz cuidado, não se alarmem, ninguém sabe nem o dia nem a hora”.

Além disso, Padre Sam incentivou a não se preocupar tanto pelo fim do mundo, mas por viver segundo o ensinamento de Cristo a cada dia.

“Não fiquemos nos perguntando quando será a segunda vinda ou quando é o fim do mundo, mas esforcemo-nos para estarmos preparados”, incentivou.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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O Papa afirma que os padres pedófilos “traíram o seu chamado e abusaram dos filhos de Deus”

Ao receber em audiência a Pontifícia Comissão para a Tutela dos Menores, o Papa Francisco reiterou nesta quinta-feira, no Vaticano, a política de “tolerância zero em todos os níveis aos abusos” perpetrados por membros do clero contra menores.

O Santo Padre afirmou que, “quando a consciência chega tarde, os meios para resolver o problema chegam tarde”, reconhecendo que as autoridades da Igreja demoraram, em muitos casos, para reagir diante do escândalo aberrante dos abusos sexuais. No entanto, ele reconheceu também o papel crucial dos católicos corajosos que enfrentaram o problema com veemência: “Deus suscitou homens profetas na Igreja” para desmascarar o escândalo “e encará-lo de frente“.

Francisco disse ainda que é preciso criar mais consciência na Igreja contra este crime e foi muito claro ao afirmar que, “se há provas de um abuso, isto é suficiente para não aceitar recursos“, já que a pessoa que pratica esse crime “é doente” e, quando se arrepende e é perdoada, “após dois anos cai de novo“. Quem é condenado por esse delito pode pedir a chamada “graça” ao Papa, ou seja, uma espécie de indulto – mas Francisco assegurou, taxativo: “Jamais assinarei a graça“.

Implacável, o Papa prosseguiu:

O escândalo do abuso sexual é verdadeiramente uma ruína terrível para toda a humanidade e afeta muitas crianças, jovens e adultos vulneráveis em todos os países e em todas as sociedades. Também para a Igreja tem sido uma experiência muito dolorosa. Sentimos vergonha pelos abusos cometidos por ministros consagrados, que deveriam ser os mais dignos de confiança“.

Definindo os abusos sexuais como “um pecado horrível” e em total contradição com os ensinamentos de Cristo e da Igreja, o Papa finalizou:

“Reitero hoje, mais uma vez, que a Igreja, em todos os níveis, responderá com a aplicação das mais firmes medidas a todos aqueles que traíram o seu chamado e abusaram dos filhos de Deus”.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Você já se irritou com seu marido, mas decidiu manter tudo guardado dentro de você?

Talvez você não quisesse começar uma discussão ou colocar ainda mais distância entre vocês dois. Ou você estava com medo de que, se dissesse alguma coisa, ele apenas tentaria justificar, até mesmo fazendo observações prejudiciais. Talvez você tenha ficado em silêncio porque foi assim que você foi educada. Você queria que ele se sentisse bem consigo mesmo. Você acha que precisa proteger o ego masculino dele.

Conheço muitas histórias de mulheres que sofreram em seus casamentos por anos. E, por anos, fecharam os olhos, engoliram a raiva e ficaram com os sentimentos feridos, ou por causa das crianças, ou porque ficavam esperando que o marido abrisse os olhos e percebesse, ou porque eles tinham muitas coisas para fazer. E durante todo esse tempo seus casamentos não eram o que elas queriam que fossem.

Aqui está a questão: é melhor dizer algo do que esperar que ele descubra isso e faça mudanças por conta própria. Ele não vai descobrir. Uma parceria em um casamento não significa que você precisa manter artificialmente uma atmosfera agradável ou que você tenha que forçar mudanças na outra pessoa – que pode não saber como mudar ou mesmo se quer mudar.

Talvez ele grite com as crianças por causa do estresse no trabalho, ou ele se feche em sua dor depois de perder o pai. Sua barriga grande e o hábito de ficar na frente da TV nem sempre significam preguiça. Isso pode significar que ele tem dificuldades em lidar com alguns sentimentos e que ele os suprime ao invés de lidar com eles.

Você não está lá para agradá-lo. Então, ao invés de ser uma “boa esposa”, seja você mesmo. Vocês dois se beneficiarão.

O silêncio é o irmão do desamparo, cria uma armadilha nos sentimentos desagradáveis das pessoas. Talvez você veja o seu marido como alguém que a deixa cansada ou que faz você se sentir feia e mal-humorada. De repente, não há energia suficiente, novidade e flerte em seu relacionamento. As coisas que o aborreceram e que você nunca falou podem explodir durante uma grave crise, muitas vezes durante a terapia, ou mesmo na sala do tribunal.

Às vezes é tarde demais, porque a soma total desses pequenos momentos de silêncio é muito grande. Torna-se um grande silêncio e, então, você simplesmente não quer falar nada. É por isso que é bom parar e resolver problemas quando eles surgem, não depois de terem acumulado ao longo dos anos.

A verdade pode ser difícil. A honestidade que vem do fundo do coração precisa ser trazida e apresentada de uma maneira que o outro possa aceitar. A coragem de falar sobre coisas difíceis pode construir a proximidade e a confiança. Não ameace. Não humilhe. Não zombe. Você não quer machucá-lo ou causar dor.

Se você é desagradável, você irá desencorajar mais do que motivar seu parceiro. Uma voz ligeiramente elevada, uma impaciência sarcástica e um tom de voz ditatorial são sinais pobres de sua força. Eles apenas mostram uma falta de sensibilidade.

Fale o que está te incomodando sem ser desagradável. O objetivo não é criar uma cena, mas simplesmente falar. Veja que, por trás desses comportamentos irritantes, há uma sensação de tristeza, um desânimo. Que talvez ele tenha os mesmos pensamentos dolorosos que você, e também não sabe mostrar isso. Ele também pode estar bloqueado.

Quando você simplesmente desiste de falar, a frustração prolongada não desaparecerá. Haverá outra e irá se somar às anteriores, e vocês se afastarão cada vez mais um do outro.

Quando você sente falta dessas poucas palavras sinceras, faladas em um contexto seguro, pode ser difícil lidar com isso mais tarde. Você pode acabar sentindo que algo se desfez ou que ambos se retiraram em suas próprias decepções pessoais.

Agora é a hora de cuidar de todos esses sentimentos separados de forma consciente e madura, na forma de uma conversa, não como um monólogo de um lado e silêncio do outro. Ou como duas vítimas silenciosas do destino.

Você pode começar a reconstruir seu casamento, mesmo depois de muitos anos juntos. Mas, desta vez, que haja espaço para vocês dois, para que ambos se sintam bem juntos. Para isso, você não precisa de muitas palavras nem de conversas profundas. A bondade simples é suficiente.

Quando você sente que não sabe como começar e nem como alcançá-lo, você pode começar perguntando o que o incomoda.

Sabe-se que o amor é cego, mas o casamento restaura sua visão. Isso é verdade para mulheres e homens.

Aleteia

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VATICANO, 21 Set. 17 / 12:26 pm (ACI).- A Santa Sé enviará 150 mil dólares de ajuda à população do México afetada pelo terremoto que, na terça-feira, 19 de setembro, devastou a capital e várias regiões do centro do país.

De acordo com um comunicado emitido pela Sala de Imprensa do Vaticano, o Papa Francisco autorizou o envio do dinheiro, mediante o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, para cobrir as necessidades das vítimas desta catástrofe que, até o momento, provocou a morte de 250 pessoas.

A ajuda será distribuída através da Nunciatura Apostólica entre Dioceses mais afetadas pelo terremoto, e será dedicada a obras de assistência às vítimas do terremoto como expressão imediata do sentimento de proximidade espiritual e encorajamento paterno para as pessoas e territórios afetados.

Esta ajuda econômica, acompanhada da oração dirigida à Virgem de Guadalupe, padroeira do México, é uma parte das ajudas à amada população mexicana que estão sendo ativadas em toda a Igreja católica e que envolvem, além de várias Conferências episcopais, diversas organizações de caridade.

Na mensagem pronunciada após a Audiência Geral da quarta-feira, 20 de setembro, o Papa Francisco mostrou sua proximidade e solidariedade às vítimas do terremoto de magnitude 7,1.

“Neste momento de dor, quero manifestar a minha solidariedade e oração a toda querida população mexicana”, assinalou o Santo Padre. “Elevemos todos juntos a nossa oração a Deus para que acolha em seu seio os que perderam a vida, conforte os feridos, seus familiares e todos os afetados”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Ele está presente no início da vocação do Papa e no seu escudo pontifício

Apóstolo e Evangelista São Mateus foi um dos Doze a quem Jesus escolheu para O acompanharem durante a Sua vida pública e para darem continuidade à pregação da Sua Boa Nova a todos os povos do mundo.

Mateus era publicano, ou seja, cobrava dos judeus os impostos que a província devia entregar aos ocupantes romanos. E foi enquanto ele executava esse trabalho, profundamente odiado pela sua gente, que Jesus passou e o chamou. Mateus, segundo o relato do Novo Testamento, deixou tudo imediatamente e seguiu a Jesus.

Após a Ressurreição e Ascensão de Jesus ao céu, São Mateus pregou o Evangelho durante anos na Judeia e nas regiões vizinhas. Ele também foi um dos quatro autores que, inspirados pelo Espírito Santo, escreveram o relato da vida de Jesus. Além de Mateus, os outros três evangelistas são Marcos, Lucas e o também Apóstolo João.

A Igreja celebra São Mateus no dia 21 de setembro.

O Papa Francisco, chamado à vocação no dia de São Mateus

E foi justamente nesse dia, em 1953, que um jovem argentino de 17 anos, depois de se confessar, sentiu na alma o chamado à vida religiosa como membro da congregação dos jesuítas. Esse jovem se chamava Jorge Mario Bergoglio e hoje atende pelo nome mundialmente reconhecido de Papa Francisco.

Ele próprio relatou esse episódio sobre a descoberta da sua vocação sacerdotal durante a Vigília de Pentecostes de 2013.

Naquela vigília, uma jovem tinha lhe perguntado: “Como foi que Sua Santidade atingiu a certeza da fé na sua vida?”.

O Papa Francisco então evocou aquele 21 de setembro de 1953, que, na Argentina, era também o dia do estudante.

“Antes de ir para a festa, eu passei na frente da paróquia que frequentava e encontrei um padre que não conhecia. Senti a necessidade de me confessar. E, para mim, aquela foi uma experiência de encontro. Encontrei alguém que me esperava. Não sei o que aconteceu, não me lembro; não sei por que aquele padre estava lá, nem por que senti aquela necessidade de me confessar. Mas a verdade é que Alguém me esperava; estava me esperando fazia muito tempo e, depois da confissão, eu senti que alguma coisa tinha mudado. Eu não era mais o mesmo. Tinha sentido uma voz, um chamado. Tive a certeza de que eu tinha que ser sacerdote. E essa experiência na fé é importante”.

São Mateus presente no lema do Papa Francisco

Anos depois, quando foi ordenado bispo, ele escolheu um lema baseado numa frase de São Beda Venerável que evoca o chamado feito por Jesus a Mateus: “Miserando atque eligendo” (no contexto, quer dizer “Olhando com misericórdia e chamando“).

Esta frase continua sendo o lema do Papa Francisco e está agora imortalizada no seu escudo pontifício.

O Papa Francisco também costuma pedir com frequência aos fiéis para lerem o Evangelho de São Mateus, em particular o capítulo 25, onde são detalhadas as obras de misericórdia.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

Experimente essa maneira inteligente de quebrar um problema difícil em partes gerenciáveis

Não, eu não sou uma boa ajudante em casa. Eu até já tentei, mas nunca consegui ajudar uma criança frustrada a resolver um problema. Talvez seja porque a matemática da sexta série esteja além dos meus conhecimentos ou porque dá o que fazer para eu entender exatamente o problema.

Meu filho sempre diz: “Eu não consigo entender isso! Não sei por que não consigo, não consigo! Eu não entendo nada disso”. E esse seu falatório é um atendado à minha paciência. Eu tento explicar o problema, mas raramente consigo. Então, tento motivá-lo, dizendo: “Você consegue! Continue tentando. Não desista”. Quando essa estratégia não dá certo, eu recorro ao verdadeiramente inevitável: “Pule esse problema, vá para o próximo e pergunte ao papai quando ele chegar em casa”.

Eu sei que essa não é a melhor atitude, porque o papai chega tarde e geralmente está cansado. De qualquer maneira, ele sempre ajuda, mas fica tarde para ele e para as crianças. Por isso, quando eu li esta publicação da Military Wife & Mom, que prometeu me revelar a frase de um gênio que inspiraria meu filho a continuar tentando, fiquei morrendo de vontade de experimentar.

Agora, quando eu vejo as crianças choramingando, dizendo “não consigo” ou “quero desistir”, eu adoro dizer “Mostre-me a parte mais difícil”, porque essa parte dá aos pais ou professores muitas informações úteis.

Isso ajuda você a descobrir qual parte é fácil e qual parte é especialmente difícil para a criança. Também ajuda a criança a reconhecer qual é o seu maior desafio e a quebrá-lo, transformando- o em um desafio menor.

Eu não percebi, até ler a publicação, que é exatamente isso que meu marido faz. Ele se senta e diz alguma coisa parecida com o “mostre-me a parte difícil”. Às vezes, ele pergunta “onde você está empacando, qual é a parte difícil?”. Mas ele, intuitivamente, sabe quebrar o problema e deixar nosso filho falar sobre a solução primeiro. Muitas vezes, eles entendem o problema só depois que começam a resolvê-lo (e eu achava que fosse algum tipo de mágica do papai).

Na verdade, não é mágico – é apenas uma forma de quebrar um problema difícil em partes gerenciáveis. É o mesmo que eu faço quando tenho um problema. Na verdade, é a mesma estratégia que eu uso para realizar qualquer tarefa, desde a limpeza da casa até o equilíbrio do orçamento. Não posso fazer tudo de uma só vez – ninguém pode. Então eu o divido em partes e vou resolvendo tudo até que as partes se somam a um todo completo.

Definitivamente, a frase “Mostra-me a parte mais difícil” será útil tanto para mim quanto para as crianças. Vamos aplicá-la em tudo: desde quando tivermos que tirar os tapumes protetores de furacão até quando precisarmos limpar a geladeira.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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A aridez espiritual nos ajuda na conquista da humildade

A vida espiritual também é permeada por secura, tempo de aridez, falta de gosto, solidão e desânimo. Nesses períodos, somos privados das consolações sensíveis e espirituais, e isso, mesmo que não entendamos, favorece nosso crescimento na vida de oração e na prática das virtudes.

Apesar de muitos esforços e de disciplina na vida espiritual, a pessoa não sente gosto pela oração; ao contrário, experimenta-se nela o cansaço, o desânimo, a ausência da presença de Deus, como se Ele tivesse se esquecido de nós e o tempo parecesse não ter fim.

Poderíamos dizer que a fé e a esperança estão adormecidas. A alma parece estar envolta numa espécie de torpor. É um tempo penoso quando não se experimenta a alegria. Também, neste tempo, Deus trabalha em nós. Jesus mesmo disse que “o Seu Pai continua trabalhando”.

O Senhor age sempre a nosso favor e, como já dizia o apóstolo Paulo, “todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus”(Rm 8,28).

Este tempo de seca nos ajuda a nos desprendermos de tudo o que não proclama o senhorio de Jesus em nossa vida, ensina-nos e educa a buscar Deus por aquilo que Ele é, não por aquilo que Ele pode nos oferecer.

Santa Elizabete da Trindade, grande mística carmelita, dizia: “É preciso deixar tudo para abraçar Aquele que é o Tudo”.

A aridez espiritual nos ajuda na conquista da humildade, faz-nos entender que tudo vem de Deus e em tudo dependemos d’Ele. O amor do Pai para conosco é puramente gratuidade.

Esse tempo penoso nos faz compreender que Ele é o Senhor dos dons e os distribui segundo a maneira que lhe apraz. Não somos nós que devemos ditar as ordens para Deus, Ele é o Senhor, Ele é Deus, Ele é livre e nós somos seus servos. Assim, o Senhor nos purifica. Sofre-se muito, mas este é um sofrimento redentor.

Aprendemos a servir ao Senhor sem gosto para fazê-lo. Aprendemos a buscá-Lo em todos os momentos, aprendemos que nossos olhos devem estar fixos n’Ele. Assim, Deus robustece nossa fé, impele-nos a não desistir na busca da prática do bem e nos ensina o caminho da constância, como ocorreu com Santa Teresa, a qual, durante anos, teve dúvidas da presença de Jesus na Eucaristia, mas, nem por isso, deixou de fazer a Adoração Eucarística.

É por meio desse exercício que se fortifica a virtude. Costumo dizer para os meus filhos na Canção Nova: “10% é inspiração e 90% é transpiração”.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Fonte: https://padrejonas.cancaonova.com/

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O pecado

Se formos ao Dicionário da Língua Portuguesa e pesquisarmos o significado de pecado, encontraremos a seguinte definição: “Violação de um preceito religioso. Desobediência a qualquer norma ou preceito; falta, erro”. É essa a definição mais comum sobre o pecado. Somos formados e educados como se Deus e Sua Igreja fossem uma “escola militar”, onde quem não cumpre as “regras” é castigado. Esse é um tema importante para o homem, pois fala diretamente da sua conduta, das suas escolhas e da sua esperança. Por isso, não basta ir ao dicionário para entender algo profundo assim, precisamos recorrer à Palavra de Deus e à Doutrina da Igreja.

Comecemos recordando a narrativa da criação do homem em Gênesis 1,27: “Deus criou o homem a sua imagem, a imagem de Deus o criou”. É importante termos, bem claro, esse pequeno trecho da criação, para entendermos o pecado de forma mais profunda.

Inocência original

Deus nos criou puros, pois somos a imagem e semelhança d’Ele. São João Paulo II, em sua segunda catequese sobre a Teologia do Corpo, usa, pela primeira vez, o termo “inocência original”. O Santo conclui que, antes do “pecado original”, o homem vivia na sua perfeita forma, ou seja, na originalidade do que Deus quis para ele. O gênero humano era puro. O pecado, fruto de uma escolha livre do próprio homem, arrancou-o do estado de “inocência original” e colocou nele a marca do “pecado original”.

Para entendermos bem o que é pecado, também precisamos entender quem é Deus e quem somos nós. Não podemos esquecer que Deus é Trino: Pai, Filho e Espírito Santo, Ele é relação.

Deus nos criou para nos relacionarmos

A palavra “pessoa” tem origem no termo grego Prosopon, que significa algo como “um rosto voltado para outro rosto”, ou seja, uma relação. Deus nos criou para nos relacionarmos. Logo no início, Ele colocou Adão em convívio com toda a criação (cf. Gn 2,8); Ele não quis que o ser humano estivesse só (cf. Gn 2,18); e, a todo instante, o Senhor se mantinha em plena relação com o homem (cf. Gn 2,1-25).

Se ser pessoa é ter “relação”, o que é o pecado? Pecado é uma falência da relação, é não amar, é um ato de livre escolha, que traz várias consequências para nós, sendo a maior delas a ruptura da relação com Deus. Portanto, pecado não é um código que transgredimos, mas uma relação que destruímos com nosso próximo, com nós mesmos e com Deus.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

Esse é o segundo tremor registrado no México nesse mês de setembro; Papa reza pelas vítimas

Da Redação, com Rádio Vaticano

Após a catequese desta quarta-feira, 20, o Papa Francisco manifestou solidariedade aos mexicanos em virtude do terremoto que afetou o país nesta terça-feira, 19, deixando mais de 200 mortos. Ao saudar os peregrinos de língua espanhola, Francisco rezou por todas as vítimas da tragédia.

“Ontem, um terremoto terrível assolou o México – vi que há muitos mexicanos entre vocês -. Causou inúmeras vítimas e danos materiais. Neste momento de dor, quero manifestar a minha solidariedade e oração a toda querida população mexicana. Elevemos juntos a nossa oração a Deus por quem perdeu a vida, que o Senhor conforte os feridos, seus familiares e todos os afetados”, disse.

O Papa pediu orações também por todos que trabalham no resgate das vítimas e a proteção de Nossa Senhora de Guadalupe.

O terremoto

O tremor foi sentido em 18 municípios, incluindo a Cidade do México, onde edifícios caíram e pessoas estão soterradas. O epicentro foi nos arredores de Axochiapan, no Estado de Morelos, a cerca de 120 km da capital. Segundo o Serviço Nacional mexicano, o terremoto foi registrado a 57 km de profundidade. Exatamente 32 anos atrás, no mesmo dia, um sismo deixou milhares de mortos na capital mexicana.

Também no início deste mês, em 8 de setembro, um terremoto de magnitude 8,2 graus foi registrado no estado de Chiapas. Esse foi considerado o maior tremor desde 1985.

Fonte: https://noticias.cancaonova.com/

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REDAÇÃO CENTRAL, 19 Set. 17 / 03:00 pm (ACI).- Em rede nacional, durante transmissão de seu culto no último domingo, 17 de setembro, o pastor Agenor Duque pediu perdão aos católicos pelo episódio em que comparou a imagem de Nossa Senhora Aparecida a uma garrafa de coca-cola e incentivou a quebrá-la.

A retratação do líder protestante aconteceu após um encontro com o Deputado federal católico Flavinho no dia 15 de setembro, quando conversaram sobre o fato que gerou rechaço de muitos católicos.

Em agosto, circulou nas redes sociais o vídeo de um culto no qual o pastor Agenor aparece com uma garrafa de coca-cola na mão, a qual compara com a imagem da Padroeira do Brasil e profere insultos contra ela, incentivando as pessoas a jogar fora suas imagens de santos.

Após a divulgação deste vídeo, o Deputado Flavinho chegou a acionar o Ministério Público de São Paulo, pois, conforme explicou na ocasião, o ato do pastor configurava “dois crimes: vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso e de racismo”, uma vez que fez referência à cor escura da coca-cola para se referir à cor da imagem da Padroeira do Brasil.

Entretanto, no dia 15 de setembro, Flavinho fez uma transmissão ao vivo por meio de sua página no Facebook na qual apareceu ao lado do pastor Agenor Duque, que o convidou a ir à Igreja Plenitude do Poder de Deus para conversarem sobre o fato e para que pudesse se desculpar com os católicos.

Neste vídeo, o líder protestante admite que também se sentiria “revoltado se algum dos senhores fizesse uma exemplificação que machucasse a minha fé”.

“Se em algum momento eu foi ofensivo, hostil ao falar, peço perdão. Peço também que vocês orem por mim”, manifesta, adiantando ainda que faria o mesmo pedido de perdão ao vivo em seu culto de domingo.

O pastor cumpriu sua promessa e pediu perdão no dia 17 de setembro. Exibiu ainda o vídeo gravado ao lado do Deputado Flavinho, no qual afirma que “estamos em um país laico, mas devemos respeitar todas as religiões”.

“Estou aqui publicamente mais uma vez para dizer a você, católico, se você se sentiu ofendido, magoado pelo vídeo que fiz exemplificando com a coca-cola, humildemente, diante dos céus, peço perdão”, expressou.

Por sua fez, Flavinho se disse feliz por poder promover “esse momento de pacificação”. “Acho que nosso país de uma forma geral está precisando ser pacificado. Não somos nós, cristãos, que vamos jogar gasolina na fogueira. Ao contrário, temos o Deus da paz ao nosso lado, no nosso coração”.

Além disso, o parlamentar também publicou em sua rede social este mesmo vídeo do culto em que o pastor se desculpa e afirmou que “no Evangelho da liturgia deste domingo, Jesus nos coloca na dinâmica do perdão sem limites, por isso, acolho o pedido de perdão e a retratação pública feita pelo pastor Agenor”.

“Não aceitamos ofensas, não ofendemos, mas não podemos negar o perdão àqueles que nos pedem. Houve uma ação de ofensa à nossa fé católica e houve uma ação de pedido de retratação e de pedido de perdão pela ação equivocada”, completou o deputado.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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REDAÇÃO CENTRAL, 20 Set. 17 / 05:00 am (ACI).- “Minha vida imortal está em seu ponto inicial. Convertam-se ao Cristianismo se desejam a felicidade após a morte”, dizia enquanto morria Santo André Kim, cuja festa é celebrada neste dia 20 de setembro, junto com seus 102 companheiros mártires na Coreia.

Santo André Kim Tae-Gon nasceu em Solmoe (Coreia) em 1821, em uma família nobre. Quando ainda era criança, sua família se mudou para Kolbaemasil para fugir da perseguição. Seu pai, Santo Inácio Kim, morreu mártir em 1839.

André foi batizado aos 15 anos e mais tarde ingressou no seminário de Macau (China). Em Shangai, recebeu a ordenação sacerdotal (1845), tornando-se o primeiro sacerdote coreano.

Posteriormente, regressou para a Coreia com a finalidade de facilitar a entrada de missionários em seu país e pôde ver sua mãe, a quem encontrou mendigando por comida.

Em seu país, dedicou-se a difundir a fé, pregando e batizando todos os que convertia com suas palavras e testemunho de vida. Realizava toda esta atividade colocando em prática certas normas de segurança para não ser descoberto.

Entretanto, foi preso ao tentar levar à Coreia os missionários franceses que estavam na China. Depois de alguns meses na prisão, morreu decapitado em 1846.

Os 103 mártires foram canonizados por São João Paulo II em 1984, quando o Pontífice visitou a Coreia.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Compaixão não é um sentimento de pena, dó, afeição emocional. É um estado mental da consciência e compreensão de que os outros têm direito de serem feliz. Pela compaixão sentimos satisfação pelo bem-estar dos outros e passamos a viver o altruísmo. O outro é o centro. É a compaixão que nos leva à generosidade e à capacidade de empatia e de consideração pelo bem-estar dos outros com o propósito de não prejudicar, não agredir.

É a compaixão que nos faz agir com gentileza e afeto humanos. Da compaixão brota o espírito de reconciliação que é o respeito pelos direitos e opiniões alheias. Compaixão é um sentimento e uma atitude que encerra compreensão e ternura. Compreendemos as pessoas que erram, porque elas também são feridas desde longa data, são pessoas machucadas, condicionadas pelo seu passado. Erram sem opção, agem emocionalmente, sentem-se impotentes diante de tantos condicionamentos. A compaixão é capaz de compreender as circunstâncias do agir alheio errado, e não se deixar condicionar só pela ofensa recebida. A compaixão leva em conta a fraqueza do agressor, a causalidade de sua situação, a fraqueza inerente a cada pessoa humana. Compaixão é compreensão.

A ética da compaixão não se rege pela aparência das pessoas. Não olha o rosto, mas o coração, não olha a ofensa, mas as raízes e causas que levam as pessoas a ofender seu semelhante. Daí que a compaixão nos faz próximos dos outros, atentos a seus interesses, prontos a perdoar e tolerar, sempre levando em consideração o bem-estar e a felicidade dos outros. A compaixão nos dá um coração de mãe, atitude de respeito e empatia pelo próximo, como também sabe ter paciência e tolerância.

Para alcançarmos a compaixão precisamos de muita espiritualidade e forte disciplina interior, muita coragem. Mas este é o endereço da felicidade e o caminho da paz interior. Um dos primeiros sinais da compaixão é a paciência, a serenidade diante das adversidades e humilhações. Quanto menos alguém se preocupa consigo mesmo, sofre menos e terá mais paz interior. A compaixão supõe a humildade, que é a consciência do nosso húmus, nosso barro e ao mesmo tempo a satisfação pelo bem dos outros, a alegria pelo sucesso alheio, até de nossos inimigos. Humildade é o esvaziamento de si que não é autodesvalorização, mas aceitação do nosso lado fraco, de nossas sombras e feridas.

É a compaixão que nos confere felicidade, paz interior, realização pessoal e sentido da vida. Quanto mais compaixão, menos sofrimento e mais vida. Enfim, a compaixão é a suprema emoção, é a bem-aventurança, a bênção que faz a vida bela e digna de ser vivida. Por força da compaixão nossa opção pelos pobres é duradoura, intrépida e prazerosa.

 

Dom Orlando Brandes

Fonte: http://www.comshalom.org/

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