Catequese

É preciso ler a Bíblia, entendendo que tudo converge para Jesus

A Bíblia é palavra inspirada, é Deus que se revela aos homens; em contrapartida, uma exigência para ler a Bíblia é a fé de quem a lê. É preciso a adesão da fé para que essa palavra produza frutos na vida de quem se debruça sobre a Palavra de Deus e acredita na ação divina. E para que essa fé exista, é preciso contar com o auxílio do Espírito Santo, que nos direciona a Deus e nos dá o entendimento necessário para aceitar e crer na Revelação.

Já nos ensinou São Jerônimo: “Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo”. Não podemos ignorar Jesus. Temos de contar com o Espírito Santo, que nos conduz na leitura da Sagrada Escritura e nos põe no caminho do Cristo. Ler e acreditar na Sagrada Escritura é caminhar com o Senhor, é ouvir o Seu convite: “Vem e segue-me!”

A importância dos Evangelhos

Daí a importância de lermos a Sagrada Escritura, em especial os Evangelhos. Toda a Bíblia é revelação de Deus. O Antigo e o Novo Testamento possuem a mesma importância, mas os Evangelhos têm um lugar de excelência, pois ali se encontra a vida de Jesus, e todos os outros livros se convergem para o centro, que é Cristo.

Orienta-nos a Dei Verbum, Constituição Dogmática sobre a Revelação Divina: Ninguém ignora que, entre todas as Escrituras, mesmo do Novo Testamento, os Evangelhos têm o primeiro lugar, enquanto são o principal testemunho da vida e doutrina do Verbo encarnado, nosso Salvador.

É preciso ler todos os livros da Bíblia, entendendo que tudo converge para Jesus. E quando lemos os quatro Evangelhos não é diferente. É importante ler esses livros para percebermos vários aspectos da vida de Cristo. Os quatro Evangelhos se completam. Cada um possui suas características próprias; e vistos em conjunto; ajudam-nos a conhecer e seguir Jesus.

Peculiaridades

O Evangelho segundo São Marcos, por exemplo, quer nos apresentar a pessoa de Jesus. Precisamos conhecê-Lo, pois decidimos segui-Lo. Com o Evangelho de São Mateus, considerado o mais catequético dos quatro, aprendemos ensinamentos de Jesus, pois só é possível segui-Lo se soubermos como escolher o Seu caminho nas situações da vida. O Evangelista São Lucas nos apresenta a universalidade da mensagem de Cristo. É para todos! E somos chamados a anunciar essa mensagem a todos. Por fim, o Evangelho segundo São João, que possui uma literatura mais simbólica, pois nos propõe a fé nos mistérios de Jesus, que é Deus.

Conhecer Jesus, saber Seus ensinamentos, levar a mensagem de salvação aos outros e experimentar fé nos mistérios divinos, eis alguns dos motivos pelos quais devemos ler e estudar os Evangelhos. Além disso, nos permitir compreender que Jesus é o centro da Sagrada Escritura, e assim ler cada um dos outros livros da Bíblia com suas características próprias e relacionando-os com os demais [livros bíblicos], é um bom caminho para aceitar o convite da Igreja, de que nos debrucemos gostosamente sobre o texto sagrado (Dei Verbum), ou seja, sintamos seu sabor, seu gosto na nossa vida.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

Experimente essa maneira inteligente de quebrar um problema difícil em partes gerenciáveis

Não, eu não sou uma boa ajudante em casa. Eu até já tentei, mas nunca consegui ajudar uma criança frustrada a resolver um problema. Talvez seja porque a matemática da sexta série esteja além dos meus conhecimentos ou porque dá o que fazer para eu entender exatamente o problema.

Meu filho sempre diz: “Eu não consigo entender isso! Não sei por que não consigo, não consigo! Eu não entendo nada disso”. E esse seu falatório é um atendado à minha paciência. Eu tento explicar o problema, mas raramente consigo. Então, tento motivá-lo, dizendo: “Você consegue! Continue tentando. Não desista”. Quando essa estratégia não dá certo, eu recorro ao verdadeiramente inevitável: “Pule esse problema, vá para o próximo e pergunte ao papai quando ele chegar em casa”.

Eu sei que essa não é a melhor atitude, porque o papai chega tarde e geralmente está cansado. De qualquer maneira, ele sempre ajuda, mas fica tarde para ele e para as crianças. Por isso, quando eu li esta publicação da Military Wife & Mom, que prometeu me revelar a frase de um gênio que inspiraria meu filho a continuar tentando, fiquei morrendo de vontade de experimentar.

Agora, quando eu vejo as crianças choramingando, dizendo “não consigo” ou “quero desistir”, eu adoro dizer “Mostre-me a parte mais difícil”, porque essa parte dá aos pais ou professores muitas informações úteis.

Isso ajuda você a descobrir qual parte é fácil e qual parte é especialmente difícil para a criança. Também ajuda a criança a reconhecer qual é o seu maior desafio e a quebrá-lo, transformando- o em um desafio menor.

Eu não percebi, até ler a publicação, que é exatamente isso que meu marido faz. Ele se senta e diz alguma coisa parecida com o “mostre-me a parte difícil”. Às vezes, ele pergunta “onde você está empacando, qual é a parte difícil?”. Mas ele, intuitivamente, sabe quebrar o problema e deixar nosso filho falar sobre a solução primeiro. Muitas vezes, eles entendem o problema só depois que começam a resolvê-lo (e eu achava que fosse algum tipo de mágica do papai).

Na verdade, não é mágico – é apenas uma forma de quebrar um problema difícil em partes gerenciáveis. É o mesmo que eu faço quando tenho um problema. Na verdade, é a mesma estratégia que eu uso para realizar qualquer tarefa, desde a limpeza da casa até o equilíbrio do orçamento. Não posso fazer tudo de uma só vez – ninguém pode. Então eu o divido em partes e vou resolvendo tudo até que as partes se somam a um todo completo.

Definitivamente, a frase “Mostra-me a parte mais difícil” será útil tanto para mim quanto para as crianças. Vamos aplicá-la em tudo: desde quando tivermos que tirar os tapumes protetores de furacão até quando precisarmos limpar a geladeira.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

Realmente está prejudicando meus filhos tentar dar-lhes a infância mais incrível de todos os tempos

Eu não sei sobre você, mas acho difícil dizer “não” aos meus filhos. Às vezes é porque eu odeio decepcioná-los, particularmente quando eles estão passando por um momento difícil na escola ou com amigos. Às vezes é porque eu queria poder dizer “sim” e me sinto culpada de não poder. Mas, na maioria das vezes, é porque simplesmente não quero lidar com isso.

Você sabe o que quero dizer… o choramingo, a súplica, o choro. As intermináveis e intermináveis ​​​​negociações. E o pior de tudo, a pergunta: “Por que você é tão , mamãe?”.

É por isso que eu estremeci quando eu li esta publicação na Scary Mommy, recordando-me de forma útil a minha culpa pelos filhos mimados.

“Você está fazendo o seu melhor porque quer que eles sejam felizes. Você está muito envolvida porque quer saber o que está acontecendo na vida deles. Você quer que eles se sintam especiais e importantes. Você nunca chegou atrasada para buscá-los. Você agenda, organiza e sugere atividades. Você gira em torno deles como um helicóptero. Você faz um milhão de perguntas. Você quer que suas vidas sejam incríveis e enriquecidas. Você não quer que eles se decepcionem. Sempre”.  

“Mas, você está cometendo erros, e eu também. E agora nossos filhos são mimados”.

É, a verdade dói.

A verdade é: eu faço todas essas coisas até certo ponto. Mas eu tento e me certifico de que eles têm atividades para fazer e amigos para brincar e projetos para preencher seu tempo, mesmo quando essas atividades e amigos e projetos atrapalhem toda a minha agenda. Às vezes eu digo “não, é impossível hoje, porque eu tenho muito coisa para fazer”, mas então eu costumo me sentir culpada e encontro uma maneira de fazer o que eles pedem.

Como resultado, meus filhos se queixam. Muito. Eles ficam desapontados com pequenas coisas porque sabem que eu odeio decepcioná-los.

Mas aqui está o problema – a vida implica frustrações. Simplesmente é assim. Ela não é sempre incrível e enriquecedora – na verdade, muitas vezes não é. Isso é o que torna as partes impressionantes e enriquecedoras tão especiais. Ao não prepará-los para lidar com a realidade da frustração, não os preparo para lidar com a realidade da vida.

Realmente está prejudicando meus filhos tentar dar-lhes a infância mais incrível de todos os tempos. Esse não é o meu trabalho. Meu trabalho como mãe é ajudar a formá-los como seres humanos plenos, que enfrentarão com coragem e cabeça erguida o que a vida lhes propor.

Isso significa ensinar-lhes que a vida dá trabalho. Isso significa dar-lhes tarefas e responsabilidades, e cobrá-los nisso, então eles aprendem a se orgulhar de um trabalho bem feito.

Significa ensinar-lhes que a vida não se curva em torno das suas mínimas vontades e caprichos. Eles têm que aprender que a vida está cheia de limites.

E todas essas lições exigem que eu me torne a mãe que sabe dizer não e estabelecer limites, com firmeza. A mãe que sabe o seu lugar, e perante a qual os filhos sabem que espernear é perda de tempo.

Eles podem pensar que eu sou a mãe limitadora agora, e eles podem até pensar isso por muitos anos. Mas quando eles crescerem vão perceber a mamãe não era má; ela realmente estava tentando cumprir sua tarefa, para o próprio bem deles.

Então, da próxima vez que seus filhos se irritarem por você não ser uma fada que atende a todos os pedidos, não se preocupe. Você não está sendo uma mãe cruel, mas simplesmente uma boa mãe, e um dia eles ainda vão agradecer por isso.

(PS: Obrigada, mãe!)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

15/05/2013 Città del Vaticano, piazza San Pietro, udienza generale del Mercoledì di papa Francesco

“O perdão de Deus é o sinal de seu amor transbordante por cada um de nós”

O Papa Francisco dedicou a sua reflexão que precede a oração mariana do Angelus ao perdão, inspirando-se na passagem de Mateus proposta pela liturgia do dia.

“Perdoar setenta vezes sete, ou seja, sempre”, é a resposta de Jesus a Pedro ao ser questionado por ele sobre quantas vezes deveria perdoar. Se para ele perdoar sete vezes uma mesma pessoa já parecia ser muito, “talvez para nós pareça muito fazê-lo duas vezes”, observou o Papa.

Jesus ilustra a sua exortação com a parábola do “rei misericordioso e do servo perverso, que mostra a incoerência daquele que antes foi perdoado e depois se recusa a perdoar”:

“A atitude incoerente deste servo é também a nossa quando recusamos o perdão aos nosso irmãos. Enquanto o rei da parábola é a imagem de Deus que nos ama com um amor tão rico de misericórdia, que nos acolhe, nos ama e nos perdoa continuamente”.

Com o nosso Batismo – recordou o Santo Padre – Deus nos perdoou de uma “dívida insolvível”, e continua a nos perdoar “assim que mostramos um pequeno sinal de arrependimento”. E Francisco nos dá um conselho quando temos dificuldade em perdoar:

“Quando somos tentados a fechar o nosso coração a quem nos ofendeu e nos pede desculpa, nos recordemos das palavras do Pai celeste ao servo perverso: “eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?”.

“Alguém que tenha experimentado a alegria, a paz e a liberdade interior que vem do ser perdoado pode, por sua vez, abrir-se à possibilidade de perdoar”, sublinhou Francisco, que recordou que “na oração do Pai Nosso, Jesus quis inserir o mesmo ensinamento desta parábola. Colocou em relação direta o perdão que pedimos a Deus com o perdão que devemos conceder aos nossos irmãos: “Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”:

“O perdão de Deus é o sinal de seu amor transbordante por cada um de nós; é o amor que nos deixa livres para nos afastar, como o filho pródigo, mas que espera a cada dia o nosso retorno; é o amor contínuo do pastor pela ovelha perdida; é a ternura que acolhe todo pecado que bate à sua porta. O Pai celeste é pleno de amor e quer oferecê-lo, mas não o pode fazer se fechamos o nosso coração ao amor pelos outros”.

Ao concluir, o Papa pede que “a Virgem Maria nos ajude a sermos sempre mais conscientes da gratuidade e da grandeza do perdão recebido de Deus, para nos tornarmos misericordiosos como Ele, Pai bom, lento para a ira e grande no amor”.

(AFP)

Se um relacionamento com um amigo ou um membro da família parece sem inspiração, sem graça ou desanimado, talvez isso tenha algo a ver com você

Recentemente, eu estava em um funeral onde um homem elogiou seu pai. Ele comentou quão grato ele era por ter tido tempo de estar ao lado de seu pai no hospital durante a última semana de sua vida, e que foi capaz de dizer-lhe coisas que não havia dito por um longo tempo. “Não é que nós não nos amávamos”, disse ele. “Mas eu nunca realmente tinha lhe dito claramente o quanto eu o amava, o quanto ele significava para mim e quão bom pai ele tinha sido”.

Essas palavras me fizeram pensar. Por que nós hesitamos em dizer às pessoas o que realmente sentimos? Nós deixamos de dizer aos nossos pais, filhos ou cônjuge quão gratos e felizes nos sentimos por eles estarem em nossas vidas. Será que ficamos envergonhados, não sabemos como dizer o que queremos dizer, preocupados com a resposta, ou com a reciprocidade dos nossos sentimentos?

Alguma vez você já enviou um texto ou e-mail para alguém e depois ficou ansioso esperando uma resposta? Você sabe … você clica em “enviar” e, em seguida, passa o resto da tarde verificando seu celular. Há algo estranho em expor um pouco de si mesmo para o mundo ver, sem saber se você vai receber uma resposta positiva – ou pior, ser totalmente ignorado.

Para mim, a tensão desse momento é a principal razão pela qual as pessoas não se comunicam mais claramente umas com as outras. Nós nos preocupamos se o que dissermos não será correspondido, então vamos com calma. E, claro, o que dizemos revela um pouco sobre quem somos, por isso nossa preocupação é o medo da rejeição, não apenas de nossas palavras, mas de nós mesmos.

Portanto, é compreensível ver que reprimimos nossas emoções, nos mantemos longe da vulnerabilidade e não dizemos palavras carregadas de sentimento. Ainda assim, eu não sei como isso nos leva a uma vida feliz, porque sem o risco, sem ser ferido pelo outro, nós nunca faremos as conexões humanas que tornam a vida tão significativa.

Quando somos capazes de colocar de lado nossas inibições sobre a rejeição e dizemos honestamente às pessoas o quanto elas significam para nós e como somos gratos, isso pode mudar completamente um relacionamento. Nós não experimentamos o mundo como indivíduos separados, mas em solidariedade, mutuamente experimentando um vínculo juntos, como uma fonte de força. Se um relacionamento com um amigo ou um membro da família parece sem inspiração, sem graça ou desanimado, talvez isso tenha algo a ver com você. Algumas simples palavras honestas de apreço podem levar as coisas para um curso totalmente novo.

Infelizmente, essa mudança de perspectiva muito frequentemente só acontece quando um ente querido está gravemente doente ou morrendo. De repente, vemos o quanto essa pessoa significa para nós e quanto vamos sentir sua falta. Pessoalmente, eu não quero esperar tanto tempo. Eu quero ver as pessoas aqui e agora com novos olhos. É bom lembrar que as palavras são necessárias – as pessoas não sabem magicamente como eu me sinto em relação a elas.

Padre Tom, com quem eu trabalho, tem um hábito que eu admiro tremendamente. Todo ano ele faz um retiro espiritual e escreve notas sobre as pessoas em sua vida, dizendo-lhes quão grato ele é. Como seu colaborador e amigo, mesmo sabendo que a nossa relação é importante para ele, por alguma razão ler suas mensagens me toca, talvez porque ele esteja disposto a dar o primeiro passo e ser vulnerável. Ele não está disposto a deixar palavras importantes não ditas, mesmo sabendo que pode não receber nada em troca. Por causa de seu esforço, temos uma amizade mais forte.

O que me impressionou tanto sobre o homem do funeral era que ele não tomou esses últimos momentos com seu pai para ser reconhecido. Ele percebeu que era uma oportunidade especial. Nós provavelmente não devemos empurrar nossas relações em território emocionalmente vulnerável, mas há um tempo para tudo, e esses momentos virão para todos nós se tivermos a coragem de reconhecê-los e agir sobre eles. No final, ele nos pediu para encontrar alguém e expressar o nosso apreço. Este é um bom conselho. Afinal, se este tipo de honestidade é bom para a alma, e precisamos dizer e ouvir antes de morrer, enquanto ainda estamos vivos, e quanto antes fizermos isso melhor.

Não se trata de ensinar-lhes a apreciar coisas, mas a compreender a conexão entre felicidade e amor

A gratidão é expressa através de um simples gesto ou palavra. Mostra nossa apreciação e amor pelos outros. Sem gratidão somos incapazes de reconhecer quão ricamente abençoados somos e, portanto, nos tornamos terrivelmente insatisfeitos e infelizes. Essencialmente, a gratidão é uma forma de amor. O filósofo romano Cícero disse: “A gratidão não é somente a maior das virtudes; é também mãe de todas as outras”.

Como mãe, o que mais desejo para os meus filhos é a felicidade. No entanto, rezo pelo tipo de felicidade que não vem apenas do sucesso ou das riquezas mundanas. Rezo por uma felicidade que vem de saber que eles são amados e que são abençoados por isso. Com este desejo, vem a tarefa de ensinar-lhes como alcançar essa felicidade, e isso só é alcançado através da gratidão. Aqui estão seis dicas simples que você pode começar a usar hoje para garantir aos seus filhos uma vida de felicidade enquanto contam suas bênçãos:

  1. Nunca desista de lembrar seus filhos de dizer por favor e obrigado

Isso pode ser simples. Não sei quantas vezes por dia lembro aos meus pequeninos: “Como você pede algo? O que você diz quando você recebe alguma coisa?”. Pode certamente ser tedioso. Mas a gratidão é como um músculo. Você deve exercitar para que ele possa se tornar mais forte. Lembre-os de dizer “por favor” e “obrigado” nos cenários não tão óbvios e logo se tornará uma disposição que eles trarão à vida todos os dias. Não se trata apenas de ser educado, é realmente apreciar os outros e quem eles são. Eu lembro os meus filhos de agradecer a sua professora quando eles saem da escola, o carteiro, homem que retira o lixo. Se você lembrá-los pelas pequenas coisas, eles vão se lembrar de coisas maiores.

  1. Ajude-os a selecionar seus brinquedos e peça-lhes que escolham alguns para doar aos necessitados

No começo, estava um pouco relutante com essa ideia. Tinha medo de que não cooperassem; afinal, estamos falando sobre dois meninos pequenos e seus brinquedos! É desnecessário dizer que eu fiquei agradavelmente surpreendida. Meus dois filhos fizeram com entusiasmo. Houve algumas discussões sobre este carro de brinquedo e este dinossauro, mas, no final, eles escolheram livremente alguns bons brinquedos para serem distribuídos.

Aproveitei esta oportunidade para explicar o quão abençoado foram e como os outros não são tão afortunados. Se você quiser dar um passo adiante, se possível, leve-os com você para o lugar onde irá doar os brinquedos. Permitir que as crianças sigam uma tarefa do começo ao fim não só lhes dá satisfação, mas a torna memorável. Eles podem muito bem pedir para fazê-lo novamente.

  1. Reze em voz alta e agradeça a Deus por suas bênçãos e depois peça-lhes que façam o mesmo

Esteja preparado para ouvir seus pequenos recitarem todos os tipos coisas para as quais eles são gratos, como seu brinquedo tigre de borracha, a girafa e assim por diante. Isso requer muita paciência e perseverança. No entanto, é uma ótima maneira de ensinar as crianças a agradecer por tudo.Rezar alto tem um grande impacto em toda a família. Cada membro pode ouvir que eles são uma benção para os outros. À medida que envelhecem, eles esquecerão sua zebra de brinquedo e nomearão todos e cada um dos membros da família e amigos. Sim, a gratidão também pode ajudá-lo a desenvolver a virtude da paciência.

  1. Deixe-os ficar entediados!

Eu sei. Este é, de longe, o mais assustador. Vivemos numa época em que tudo está agendado e cronometrado. Quem tem tempo para o tédio? O tédio é mal visto; se você está entediado, você não está sendo produtivo. Mas as crianças precisam de tédio. Elas precisam experimentar a frustração desse sentimento para que elas possam apreciar o momento presente. É nesses momentos de absoluto tédio que a criatividade das crianças é desencadeada; a sua imaginação ganha vida. Qual a melhor forma de agradecer as pequenas coisas da vida, como os insetos nas pedras, os girinos, tortas de lama e fingir ser animais selvagens em uma selva? O tédio leva à beleza do agora e a todos os graus variados de gratidão.

  1. Atrase as gratificações

Só podemos agradecer o que temos agora. Não há melhor maneira de ajudar as crianças a descobrir o que elas têm agora do que atrasar a gratificação. Atualmente, temos acesso fácil a praticamente qualquer coisa. Nós sabemos disso, nossos filhos sabem disso, e nossa cultura garante que saibamos disso. Ser apreciativo pelo que mantem a tentação do egoísmo e da ganância. Não permitir que nossos filhos sempre tenham o que querem, quando quiserem, pode ser o ímpeto para que descubram como eles já são ricos de muitas maneiras. Com um pouco de gentileza e um pouco de retenção, isso pode se transformar em outra lição de vida que é tão boa quanto o ouro.

  1. Finalmente, leve-os para servir os pobres ou visitar os doentes

Há uma razão pela qual Jesus enfatizou essas duas ações. O contato com os menos afortunados do que nós nos leva ao contato com o próprio Jesus. Quando nos encontramos com aqueles que têm menos, nos lembramos do tanto que temos. Essa é uma ótima maneira de mostrar de forma prática e poderosa a gratidão dos nossos filhos. Seja voluntário em uma cozinha que fornece alimentos para os necessitados ou visite crianças doentes em um hospital e leve seus filhos junto com você. Não fique pensando que eles ficarão traumatizados. Deixe-os ver que em seu simples gesto de serviço, eles podem ser uma benção para os outros. Os corações gratos daqueles que são pobres, por sua vez, darão aos nossos filhos corações gratos.

Fonte: aleteia.org

Reforçar a importância de dizer e seguir a verdade é o básico para formar um caráter íntegro

  1. Ajude o seu filho a reconhecer a diferença entre o certo e o errado. Uma coisa é dizer ao seu filho que certa coisa é boa e aquela é má. Outra é explicar por que certo comportamento é bom e por que outro comportamento é mau. O seu filho não deve apenas saber o que fazer e o que não fazer, mas ter uma profunda compreensão da moral e dos seus fundamentos. Não diga simplesmente que ele tem que cumprimentar o vizinho. Explique por que é importante ser educado com as pessoas.

 

  1. Ensine ao seu filho a rejeitar a trapaça. Mostre a ele que toda forma de trapacear, desde o suborno até esconder uma carta no jogo de tabuleiro, é um sintoma da falta de honestidade, que mancha a reputação e fere a consciência. Diga a ela que trapacear em uma prova é o comportamento de alguém covarde, que não confia nas próprias capacidades. Ser honesto é a única maneira legítima de ter sucesso de verdade e avançar na vida.

 

  1. Faça com que o seu filho desenvolva um código moral interno.Não ensine o seu filho a seguir as regras só para evitar encrencas. Embora esta até seja uma razão aceitável para comportar-se bem, o seu filho deve ser capaz de reconhecer quando uma regra é justa e que ele prejudica os outros e a si mesmo quando não as segue. Quando ele quebrar alguma regra, pergunte por que fez isso. É verdade, contudo, que nem todas as regras lhe parecerão justas. Quando a dúvida surgir, conversem sobre isso. É assim que se desenvolve o raciocínio moral.

 

  1. Ajude o seu filho a desenvolver empatia pelos outros. Ele não precisa se lamentar por toda pessoa que é menos privilegiada do que ele, o que pode ser exaustivo. Mas é importante que o seu filho desenvolva a empatia, a habilidade para entender o que outra pessoa sente e se colocar no lugar do outro. Isso o ajudará a ver o mundo de outra forma e a melhorar o seu comportamento em relação aos outros. Por exemplo, se ele chega chateado porque a professora gritou com ele, ainda que a atitude da professora seja condenável, tente conversar sobre o que a teria levado a fazer isso, em vez de simplesmente dizer que ela é má.

 

  1. Ensine-o a repudiar o roubo. Se o seu filho de seis anos ainda não entende que desviar grandes quantidades de dinheiro é errado, ele pode entender que pegar um brinquedo escondido de outro amigo é errado. Ensinar isso em pequena escala vai ajudá-lo a entender depois a larga escala. Isso evita o pensamento de que, contanto que você não seja pego, não há problema algum em cometer pequenos furtos. Se o seu filho roubou algo, faça-o devolver e explicar o que fez. Mesmo que isso o faça se sentir envergonhado, será uma boa lição.

 

  1. Ensine ao seu filho que mentir é errado. A mentira é outro sintoma de uma sociedade corrupta. O seu filho deve entender a importância de dizer a verdade o mais cedo possível. Diga que é mais importante dizer a verdade e sofrer as consequências do que viver como uma mentira e iludir as pessoas ao seu redor. Ele deve entender que a mentira não pode ser feita com boa consciência e que dizer a verdade é muito mais importante do que proteger a si mesmo. Assim, ele será menos propenso a mentir no futuro, em sua vida profissional. Quando ele ficar um pouco mais velho, você poderá lhe ensinar a refinar melhor a forma de dizer a verdade, evitando, por exemplo, que a franqueza seja confundida com indelicadeza.

É preciso ter discernimento para ler, compreender e viver a mensagem da Bíblia. Não se deve levar tudo ao pé da letra.

O exemplo de Jesus vai muito além do que aparece na palavra escrita, pois seria muito estranho seguir a ordem dada por Jesus: “Se tua mão te escandaliza, corta-a”.

Ler a Palavra de Deus

Os católicos estão lendo, cada vez mais, a Palavra de Deus, e isso tem feito a diferença.

No dia a dia, somos bombardeados com mensagens bem pouco edificantes, as quais, geralmente, incentivam a violência, o egoísmo e a exploração do outro. Entretanto, podemos encontrar, na Bíblia, mensagens repletas de sabedoria, capazes de nos orientar, estimular sentimentos e ações que constroem uma vida de qualidade.

A leitura da Bíblia traz luz e direção ao projeto de vida de cada um, introduzindo, lentamente, na mentalidade do homem que a lê, um modo de pensar diferente da maioria das pessoas. Ele recebe mensagens novas, guiadas pela sabedoria e pela força de Deus.

Com o passar dos anos, a teologia cristã foi se afastando da Bíblia, mas, a partir do Concílio Vaticano II,no documento Dei Verbum, a Bíblia foi reconduzida ao centro da vida da Igreja.

O Documento de Aparecida também apresenta uma retomada dos textos bíblicos e está repleto deles.

Novo rosto da Igreja

É o novo rosto da Igreja que quer ser cada vez mais parecida com as comunidades apresentadas nos primeiros capítulos dos Atos dos Apóstolos e com aquela sonhada por João Paulo II, no documento Novo Millennio Ineunte, como expressão da unidade dos cristãos em Cristo.

A lei do mundo vai na contramão da lei de todo discípulo de Jesus. A todo momento, somos incentivados a aproveitar a vida de forma egoísta, vivendo o hoje sem pensar no próximo, amando apenas a nós mesmos e esquecendo-se de amar a Deus.

Ouvimos, todos os dias, essas mensagens e, se não ouvimos ou lemos algo diferente, a lei do mundo acaba prevalecendo e nos perdemos facilmente.

Se amar Deus e o próximo é toda a lei do discípulo de Jesus, a Bíblia lembra que este é o caminho para ser um cristão de elite, bom, santo e feliz.

O que você acha que prevalecerá em sua vida: a lei de Deus ou a lei do mundo? Com certeza, aquele que assiste a qualquer programa e lê qualquer revista ficará com a lei do mundo e será mais um entre tantos anônimos.

Padre Mário Bonatti – Sacerdote Salesiano de Dom Bosco

Fonte: cancaonova.com

O Papa Francisco convidou os fiéis que participaram da Missa de manhã na Casa Santa Marta, a “contemplar a Mãe de Jesus” e observar a sua atitude ao ver Cristo na cruz.

“Contemplar este sinal de contradição, porque Jesus é o vencedor, mas sobre a Cruz, sobre a Cruz. É uma contradição, não se compreende… É preciso fé para entender, pelo menos para se aproximar deste mistério”.

O Papa disse que Maria “viveu toda a sua vida com a alma traspassada”, pois seguia Jesus e ouvia os comentários das pessoas. “Por isso dizemos que é a primeira discípula”.

O presbítero salesiano indicou que ainda precisa se recuperar das suas fraquezas físicas e afirmou que não sofre de “nenhuma doença além da diabetes. Fui visitado por médicos que estão me ajudando”.

O sacerdote também tem certeza de que “Deus me trouxe de volta à missão que quer que eu realize até quando Ele quiser”.

Em seguida, manifestou que, “ultimamente, desejo que todos vocês junto comigo louvemos a Deus em seu Reino celeste quando Ele nos chamar. Que Deus abençoe a cada um de nós”.

Pe. Tom concluiu a sua mensagem agradecendo “novamente a todos pelas suas orações, seu amor e sua preocupação”.

Este sacerdote salesiano foi libertado em 12 de setembro depois de permanecer durante 18 meses nas mãos do Estado Islâmico. Foi sequestrado pelos terroristas quando invadiram um asilo de idosos e pessoas com deficiências que era administrado por religiosas das Missionárias da Caridade em Áden, no Iêmen. Durante o ataque assassinaram quatro religiosas e doze idosos.

Em uma carta divulgada pelo Reitor Mor dos salesianos, Pe. Angel Fernández Artime, indicou que a Congregação Salesiana “não pediu o pagamento de nenhum resgate e não sabe se foi realizado nenhum tipo de pagamento”.

Além disso, agradeceu “à Sua Majestade, o Sultão de Omã e às autoridades competentes do Sultanato pelo trabalho humanitário que realizaram”.

A Santa Sé assinalou em um comunicado que o Pe. Tom “ficará hospedado por alguns dias em uma comunidade salesiana em Roma antes de voltar para a Índia”.

Na quarta-feira, 13 de setembro, o sacerdote indiano encontrou com o Papa Francisco no Vaticano. Ambos se abraçaram e o Pontífice disse que continuará rezando por ele, como fez durante o seu cativeiro.

Pe. Tom explicou que sua maior tristeza durante o cativeiro foi não poder celebrar a Eucaristia, “embora todos os dias repetisse dentro de mim, no meu coração, todas as palavras da celebração”.

Também indicou que lembra-se das religiosas e dos idosos que morreram nas mãos dos jihadistas.

Por sua parte, em uma reunião em Roma, Pe. Fernández Artime entregou ao sacerdote a sua própria cruz como “sinal de que todos os salesianos estão contigo agora e para sempre”.

Além disso, disse que a Virgem Maria e São João Bosco “fizeram tudo” para que ele fosse libertado. Quando disse-lhe “não duvido que a Mãe te acompanhou todos os dias”, Pe. Tom disse que sim.

“Meus últimos pensamentos vão para a tua família de sangue porque sofreram tanto, não duvido que viverão momentos bonitos onde estarão muito felizes pela tua presença”, manifestou o Reitor Mor dos Salesianos.

José “Pepe” Rodríguez Rey é um famoso chef espanhol, vencedor de duas estrelas Michelin – um dos principais reconhecimentos gastronômicos do mundo –, dono de dois restaurantes e, há alguns anos, jurado do programa de culinária MasterChef. Entretanto, confessa: “Comungar é o que mais me alimenta”.

Receber a Eucaristia, assegura Rodríguez Rey em uma entrevista recente à revista ‘Misión’, o alimenta “como nenhuma outra coisa”.

“Comungar é o que mais me alimenta, Às vezes, algumas pessoas me dizem depois de comer: ‘Você me emocionou, quase levitei’. E penso: ‘Isto é estúpido’. Eu adoro comer e comi nos melhores restaurantes, mas nunca fiquei emocionado ao comer. Mas sim ao comungar. O alimento espiritual não tem comparação”.

O júri do MasterChef na Espanha desde 2013 também confessa que, “para muitos cristãos, eu em primeiro lugar, temos dificuldade de dizer que sou um pouco mais feliz pelo que creio”, e adverte que “o mundo da televisão é Babel, Sodoma e Gomorra, e às vezes é difícil mostrar-me, então eu prefiro agir”.

“Em certos ambientes, se você explica as coisas não entendem, mas as pessoas entendem o exemplo. Não há uma única forma de evangelizar”, destaca o chefe de 49 anos.

Rodríguez Rey também diz que aparecer na televisão não lhe causou mais felicidade do que a que ele tinha há alguns anos.

“Sou tão feliz quanto há cinco anos, quando não trabalhava na TV. Tento ser feliz porque tenho todos os ingredientes para isso”, sublinhou.

Esses ingredientes são: “Tenho três filhos maravilhosos, estou felizmente casado, tenho saúde e meus familiares estão bem”.

“Agora, além disso, está tudo bem no trabalho. Mas, quando não estava bem, porque passei por momentos ruins, também era feliz pois não baseio tudo no trabalho, nem baseio a minha vida em ser famoso. As pessoas me veem na televisão, mas eu vivo na minha cidade, Illescas, frequento os mesmos lugares de sempre… Mudei somente o necessário”.

O chef espanhol também destacou durante a entrevista os valores transmitidos pelo MasterChef.

“Não sei se os meus chefes na produtora estavam tão preparados para buscá-lo, mas na verdade o programa exalta o sacrifício, o companheirismo, o trabalho, recompensa quem é bom e se esforça, castiga quem faz mal”, assinala.

“Quando você vê, pergunta-se: por que não fazem mais programas bons, saudáveis ??e atraentes, que podem ser assistidos por um homem de 80 anos com o seu neto sem problemas, e que ensinem a fazer algumas coisas?”, questiona.

Apesar dos seus prêmios, Rodríguez Rey afirma: “Não me levanto todos os dias pensando em qual prêmio quero ganhar, mas em alimentar muito bem a pessoa que irá à minha casa. E fazer isso melhor todos os dias”.

“Coleciono os reconhecimentos porque são para toda a equipe, mas me dura um minuto o ego de pensar que sou alto e bonito. Durante um minuto e meio, sei que meu sucesso é estar aqui, à vontade com as pessoas, e nos amar como somos. E essa não é uma meta, isso é um trabalho de cada dia”.

Trocaria as estrelas Michelin que ganhei “por qualquer coisa que valesse a pena. Se amanhã a Michelin falir, o que devo fazer? Não dou comida? O meu sorriso desaparece? Então! Estamos aqui para nos divertir e divertir as pessoas, não para ganhar prêmios”.

Para o jurado do MasterChef, foi fundamental na sua vida participar de um Cursilho de Cristandade.

“Sempre fui um cristão de Missa de 12 e vermú (tipo de bebida), mas um Cursilho é algo muito poderoso. Nesses três dias percebi o que é ser cristão e quem é Deus”, destacou.

“Quando eu saía com meus amigos em Illescas, muitas vezes à noite, via o Sr. José Soriano, um desses professores da velha escola, que alternava com dependentes químicos. Ficava admirado ao ver esse homem de 65 anos ajudando os dependentes químicos, então, depois de participar de um Cursilho, encontrei-o um dia e disse que gostaria de ajudá-lo. Estivemos durante anos ajudando jovens que estavam envolvidos com todos e fizemos coisas importantes para eles”, recordou.

“O Sr. José tinha uma fé muito grande, deixava tudo nas mãos de Deus. Dizia: ‘O Senhor nos trouxe aqui e Ele nos levará. Há muitas coisas para fazer, então não comece a filosofar. Comece a fazer o que deve fazer e confie nele’. Isso é uma escola de vida”, sublinhou.

Para ele, precisou, Deus “é a força, o motor de tudo. Aquele que faz você estar bem, ruim e no regular”.

“Eu não sei se às vezes eu fico muito para trás e não explico que sou cristão, mas é que não me vejo dando explicações, mas demonstrando no que estou fazendo”, assinalou.

Fonte: ACI Digital

A amizade é uma experiência humana incrível, que os santos também experimentaram.

A amizade é uma experiência humana incrível. Poderíamos até dizer que alguém não viveu plenamente a sua humanidade enquanto não experimentou uma amizade verdadeira. Por isso, a amizade é um tema sobre o qual se debruçaram também os santos, teólogos, místicos e escritores cristãos.

Confira a seguir dez frases de santos sobre amizade – e aproveite para enviar alguma delas para aquele amigo do coração!

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“A amizade faz emergir o melhor de uma pessoa através do esquecimento de si mesmo.” (Santo Tomás de Aquino)

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“Temos de ir à procura das pessoas, porque podem ter fome de pão ou de amizade.” (Santa Teresa de Calcutá)

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“A amizade que pode acabar nunca foi real.” (São Jerônimo)

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“Na companhia de amigos encontramos forças para alcançar nosso sublime ideal.” (São Maximiliano Kolbe)

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“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa.” (Santa Teresa de Jesus)

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“Faz-nos tanto bem, quando sofremos, ter corações amigos, cujo eco responde a nossa dor.” (Santa Teresinha do Menino Jesus)

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“No mundo é necessário que aqueles que se entregam à prática da virtude se unam por uma santa amizade, para mutuamente se animarem e conservarem nesses santos exercícios.” (São Francisco de Sales)

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“A amizade consiste em um compromisso pleno da vontade em relação a outra pessoa, em vista do seu bem.” (São João Paulo II)

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“A amizade cuja fonte é Deus não se esgota jamais.” (Santa Catarina de Sena)

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“Disse muito bem quem definiu o amigo como metade da própria alma. Eu tinha de fato a sensação de que as nossas almas fossem uma só em dois corpos.” (Santo Agostinho)

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Fonte: semprefamilia.com.br

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O pedido de Nossa Senhora não está sendo cumprido por nós

m 1917, Nossa Senhora apareceu em Fátima, Portugal, para três pastorzinhos: Lúcia, Francisco e Jacinta. Maria fez revelações que, mais tarde, ficaram conhecidas como “O Segredo de Fátima“.

A 1ª e a 2ª parte do segredo foram escritas por Lúcia no ano de 1941 e conhecidas logo em seguida. Já a 3ª parte do segredo foi escrita em 1944, em uma correspondência privada a ser aberta somente pelo Santo Padre. No dia 26 de junho de 2000, a 3ª parte do segredo foi finalmente publicada pelo Vaticano.

Conheça a íntegra das três partes:

1ª e 2ª parte do Segredo de Fátima

Transcrição na íntegra das palavras da Irmã Lúcia, contendo a revelação da primeira e da segunda partes do segredo de Fátima:

“(…) o segredo consta de três coisas distintas, duas das quais vou revelar. A primeira foi, pois, a vista do inferno! Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados nesse fogo, os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronzeadas com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas nos grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizavam e fazia estremecer de pavor.

Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e acrosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros.

Esta vista foi um momento, e graças à nossa boa Mãe do Céu, que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o Céu (na primeira aparição); se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor.

Em seguida, levantamos os olhos para Nossa Senhora, que nos disse com bondade e tristeza: Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a meu Imaculado Coração.

Se fizerem o que eu disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar, mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo dos seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja; os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas; por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz”.

 

3ª parte do Segredo de Fátima

O conteúdo da terceira parte do Segredo de Fátima, anunciado em 13 de julho de 1917, em Fátima, e que a Ir. Lúcia, a única das três videntes ainda viva, redigiu em 3 de janeiro de 1944, é o seguinte:

“Escrevo em ato de obediência a Vós, meu Deus, que me mandais por meio de Sua Excelência Reverendíssima, o Sr. Bispo de Leiria, e da Vossa e minha Santíssima Mãe. Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora, um pouco mais alto, um anjo com uma espada de fogo na mão esquerda.

Ao cintilar despedia chamas que pareciam incendiar o mundo. Mas apagavam-se com o contato do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro. O anjo, apontando com a mão direita para a terra, com voz forte dizia: Penitência, penitência, penitência.

E vimos numa luz imensa, que é Deus, algo semelhante a como se veem as pessoas no espelho, quando lhe diante passa um bispo vestido de branco. Tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre. Vimos vários outros bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande cruz, de tronco tosco, como se fora de sobreiro com a casca. O Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade, meia em ruínas e meio trêmulo, com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena. Ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho.

Chegando ao cimo do monte, prostrado, de joelhos, aos pés da cruz, foi morto por um grupo de soldados que lhe disparavam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns após os outros os bispos, os sacerdotes, religiosos, religiosas e várias pessoas seculares. Cavalheiros e senhoras de várias classes e posições. Sob os dois braços da cruz, estavam dois anjos. Cada um com um regador de cristal nas mãos recolhendo neles o sangue dos mártires e com eles irrigando as almas que se aproximavam de Deus”.

 

Um comentário de Sergio Vellozo, da Canção Nova

Nossa Senhora, em Fátima, fez um diagnóstico, mostrou os riscos e prescreveu os remédios. Ela ofereceu à humanidade meios para se livrar de males ameaçadores representados nas visões dadas às três crianças. Na medida em que usamos o remédio, o mal é vencido. Almas são salvas de cair no inferno e guerras destruidoras que atingem a Igreja são afastadas, adiadas.

O mundo viveu durante vários anos a chamada guerra fria, em que o conflito com a Rússia e todo o bloco soviético podia explodir a qualquer momento numa guerra nuclear. O remédio oferecido em Fátima, uma especial consagração ao Imaculado Coração, ficou por longo tempo sem a aplicação devida. Foi somente depois de ser salvo por milagre de um atentado em 13 de maio de 1981, aniversário das aparições, que João Paulo II se ocupou das revelações de Fátima. Quando, em 1984, nosso querido Papa fez a consagração solene nos moldes prescritos por Nossa Senhora, o remédio celestial começou a agir. Bastaram cinco anos para o mundo assistir ao desmantelamento do bloco soviético.

Parte do tratamento prescrito cabia ao Papa e aos bispos, mas a outra parte cabe a cada um de nós. Como temos feito a comunhão reparadora? Qual a visão pior: a da primeira parte ou a da última parte do segredo? A queda do muro de Berlim é um testemunho de como os remédios oferecidos pela Mãe são eficazes. Diante de tudo, só posso pedir misericórdia, pois tenho sido relaxado no uso destes remédios para o bem de tantos. Penitência! Penitência! Penitência!, dizia o anjo em 1917. Que diria ele agora?

Fonte: aleteia.org

Neste dia 12 de setembro é celebrado o Santíssimo Nome de Maria. “O nome de Maria, que significa Senhora da luz, indica que Deus me encheu de sabedoria e luz, como astros brilhantes, para iluminar os céus e a terra”, disse a Virgem à Santa Matilde.

Este fato, no qual a Mãe de Deus revela o significado de seu nome para a santa, foi recolhido por São Luís Maria Grignion de Montfort, grande propagador da devoção mariana, no livro “O Segredo do Rosário”.

No Novo Testamento, foi o Evangelista Lucas quem deu o nome da donzela que seria a Mãe do Salvador: “… O nome da virgem era Maria” (Lc 1, 27).

É por isso que, desde os primeiros cristãos até nossos dias, foi honrada com toda classe de títulos, porque o “nome” representa a “pessoa”, assim como nos diz o Catecismo da Igreja Católica (2158):

“O nome de todo homem é sagrado. O nome é a imagem da pessoa. Exige respeito em sinal da dignidade do que o leva”.

Eis, então, uma das tantas razões desta importante festa, que foi instituída com o propósito de que os fiéis encomendem a Deus, através da intercessão da Santa Mãe, as necessidades da Igreja, agradeçam por seu amparo e seus inumeráveis benefícios, em especial os que recebem pelas graças e a mediação da Virgem Maria.

A celebração desta festa foi autorizada pela primeira vez em 1513, na cidade espanhola de Cuenca, de onde se estendeu por toda a Espanha. Em 1683, o Papa Inocêncio XI a admitiu na Igreja do Ocidente como ação de graças pela vitória sobre os turcos na Batalha de Viena.

Para este dia, selecionamos uma oração extraído do livro Glórias de Maria, de Santo Afonso Maria de Ligório.

Oração para invocar sempre o nome de Maria Santíssima

Grande Mãe de Deus e minha Mãe, ó Maria, é verdade que eu não sou digno de proferir o vosso nome; mas vós, que me tendes amor e desejais minha salvação, concedei-me, apesar de minha indignidade, a graça de invocar sempre em meu socorro vosso amantíssimo e poderosíssimo nome. Pois é ele o auxílio de quem vive e salvação de quem morre.

Puríssima e dulcíssima Virgem Maria, fazei que seja vosso nome de hoje em diante o alento de minha vida. Senhora, não tardeis a socorrer-me quando vos invocar. Pois, em todas as tentações que me assaltarem, em todas as necessidades que me ocorrerem, não quero deixar de chamar-vos em meu socorro, repetindo sempre:

Maria! Maria! Assim espero fazer durante a vida, assim espero fazer particularmente na hora da morte, para ir depois louvar eternamente no céu vosso querido nome, ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria.

 

Fonte: ACI Digital

Que tipo de vida espiritual você quer para os seus filhos e como pretende transmiti-la a eles?

espiritualidade na vida familiar é uma grande ferramenta para viver com maior plenitude e dar à vida um sentido transcendente.

Apresentamos, a seguir, uma série de dicas muito concretas e práticas que podem servir de apoio para os pais de família, educadores, catequistas e para todas as pessoas envolvidas na formação integral, precisamente para “formar” esta espiritualidade em todos os membros da família:

1. Revise suas próprias crenças. Pergunte-se quão convencido você está daquilo em que crê, do que professa e em que grau você o pratica. Pergunte-se que tipo de vida espiritual você quer para os seus filhos e como lhes dará isso. Lembre-se que o exemplo e o que os seus filhos veem são os fatores que mais educam. Você vai à Missa aos domingos? Reza com frequência? Vive constantemente na presença de Deus?

2. Inclua a espiritualidade na vida dos seus filhos desde cedo. As crianças muito pequenas não compreendem quem é Deus, mas se você lhes falar dele, começarão a se familiarizar e a conhecê-lo. Conte-lhes a história sagrada em forma de conto; fale da vida dos santos; reze com os seus filhos.

3. Aproveite as atividades da vida cotidiana para ensiná-los a viver uma espiritualidade natural e espontânea. Ensine-os a agradecer por tudo o que têm: pais, amigos, avós, cachorro, talentos… Ensine-os a dar aos que têm menos, a compartilhar, a amar.

4. Dê aos eventos sagrados toda a importância que merecem: Batismo, Primeira Comunhão, Confirmação… Destaque a grandeza que eles merecem, ensine que o mais importante é receber a graça de Deus e que é por isso que preparam um evento bonito, alegre, com todos os amigos e familiares. Mostre que tais momentos precisam de preparação e alegria, porque Jesus é o melhor que há. Você, como pai ou mãe, precisa estar convencido(a) disso para poder transmitir essa alegria, esse amor, essa importância.

5. Apoie-se em instituições, pessoas ou catequistas que possam colaborar com você nesta formação espiritual. Recorra à sua paróquia, onde certamente haverá algum movimento bem estabelecido que lhe dê todos os elementos para alcançar isso com maior facilidade, conseguindo torná-lo interessante.

6. Faça que tudo isso seja divertido, atraente. Que realmente gostem. Adapte a informação e a formação à idade dos seus filhos. Atualize-se: que seus comentários e exemplos se adaptem ao que eles vivem, escutam, percebem… Que não vejam a espiritualidade como algo do passado, coisa de velhinhos, que não tem relação nenhuma com sua vida. Pelo contrário: que a vejam como a arma maravilhosa que dá sentido às suas vidas.

7. Ensine-os uma forma simples de orar. Que conversem com Deus como conversam com um amigo. Que vejam Jesus como seu confidente, seu melhor amigo. Que reconheçam que Jesus pode escutá-los, ajudá-los, levá-los a ser melhores.

8. Confira um caráter “espiritual” a todas as festividades religiosas. Procure fazer um contrapeso com tanto materialismo e comercialização apresentados pela sociedade. O Natal é importante porque é o nascimento de Jesus. A Páscoa é importante porque Jesus ressuscita… E assim em cada festividade: preencha-as de conteúdo espiritual, sem tirar os presentes, a diversão. Que seus filhos entendam que é tudo bonito porque se tem Deus.

9. Com os jovens, aproveite suas inquietudes intelectuais, sua capacidade crítica, seu comportamento rebelde, para que estudem, aprofundem, pesquisem e finalmente se convençam da grandeza de Cristo. É preciso desafiá-los para que percebam que Jesus é quem dará sentido às suas vidas.

10. Tudo isso com um grande amor e respeito pelos nossos filhos, porque eles são merecedores do grande amor de Deus. Precisam conhecê-lo, senti-lo, amá-lo. Como pais católicos, este é o nosso dever e nosso compromisso com Deus.

(Artigo publicado originalmente por Desde la Fe)

É grande a luta do jovem cristão contra o problema da masturbação!

A prática da masturbação é um problema bastante comum entre rapazes e moças; aliás, é um dos principais problemas enfrentados pelos jovens cristãos. Saiba, antes de tudo, que esse hábito não é um indício de distúrbio de personalidade ou de problema mental, mas um problema muito antigo na humanidade.

Livro dos Mortos, dos egípcios, por volta do ano 1550 a.C, já condenava a masturbação. Pelo código moral dos antigos judeus, era considerada pecado grave.

Uma educação sexual prejudicial

Encontrei homens casados que continuavam a se masturbar, embora tivessem uma vida sexual regular com a esposa. Isso mostra que o vício da juventude continuou e prejudica o casamento.

Embora as aulas de “educação sexual”, muitas vezes, ensinem que essa prática é normal, e até necessária, na verdade, é contra a natureza e contra a lei de Deus.

Infelizmente, nessas aulas e cartilhas sobre o assunto, os alunos são aconselhados a não terem sentimentos de culpa, angústia ou ansiedade ao fazê-lo, e ensinam que não é prejudicial à saúde. Isso não é verdade! Muitos médicos afirmam que ela é prejudicial ao jovem tanto física quanto psicologicamente.

A Igreja ensina que é um ato desordenado. Embora defendida por muitos como algo normal, a Igreja ensina que não. “Na linha de uma tradição constante, tanto o Magistério da Igreja como o senso moral dos fiéis afirmam, sem hesitação, que a masturbação é um ato intrínseco e gravemente desordenado. Qualquer que seja o motivo, o uso deliberado da faculdade sexual fora das relações conjugais normais contradiz sua finalidade” (Catecismo da Igreja Católica §2352). Então, os jovens cristãos devem lutar contra a masturbação, com calma, sem desespero e sem desânimo, sabendo que vão vencer essa luta com Deus na hora certa.

 

1 – Tenha calma diante do problema

Você não é nenhum desequilibrado sexual, nem impuro. Você não é uma aberração, porque se masturba. Enfrente o problema com calma e com fé.

2 – Corte todos os estimulantes do vício

Jogue fora todas as revistas pornográficas, livros e filmes eróticos que você costumava ver. Não fique olhando para o corpo das moças ou dos rapazes alimentando a sua mente com desejos eróticos. Deixe de assistir aqueles programas de TV, os quais, cada vez mais, jogam pólvora no seu sangue. A TV é, hoje, um dos piores venenos para o jovem que luta contra a masturbação. Fuja dos sites eróticos da Internet.

3 – Faça um bom uso de suas horas de folga

Aproveite o tempo para ler um bom livro, praticar esportes, sair com os amigos, caminhar etc. Não fique sem fazer nada, especialmente na cama, pois mente vazia é oficina do diabo.

4 – Não desanime nem se desespere

Lute diariamente contra a masturbação, mas se você cair, levante-se imediatamente, peça perdão a Deus de imediato e retome o propósito de não pecar. Não fique pisando na sua alma e se condenando.

Diga: Está bem, eu errei, eu caí, aceito a minha queda humildemente, porque sou fraco; vou conseguir, com a ajuda de Deus, superar isso. Vou continuar lutando até me libertar definitivamente, mesmo que eu caia um milhão de vezes; não desistirei e não me desesperarei.

Deus ama nossa luta contra o pecado. Nossa vitória diante dele é mais a nossa perseverança na luta do que propriamente a vitória completa.

Confesse-se com o sacerdote sempre que cair. Não tenha receio, pois ele o compreenderá, porque está cansado de ouvir isso!

5 – Alimente a sua alma com a oração, a Palavra de Deus e os sacramentos da Igreja

Há um ditado que diz: “Mosca não se assenta em prato quente”. Se você mantiver a sua alma aquecida com o calor do Espírito Santo, as moscas da tentação não o perturbarão. Mas se o prato esfriar… Após uma queda no campo do sexo, sempre fica claro que faltou vigilância e oração para não pecar. Muitas vezes, abusamos da nossa fraqueza e nos expomos diante do perigo; então, caímos. Há um outro provérbio que diz: “A ocasião faz o ladrão” ou ainda “Quem ama o perigo nele perecerá”.

Na verdade, teremos de pedir mais perdão a Deus porque não vigiamos nem oramos, do que por termos caído no pecado propriamente. Lembremo-nos de que a luta é mais importante do que a vitória. Sobretudo, lute contra esse pecado por amor a Jesus, que morreu por nós na cruz. Ofereça a Ele essa luta dura, peça Sua graça e não deixe de se consagrar, todos os dias, a Nossa Senhora.

 

Professor Felipe Aquino

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