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Vaticano, 08 Jun. 18 / 03:00 pm (ACI).- Em uma mensagem por ocasião do IX Simpósio Internacional dedicado à proteção e à preservação do meio ambiente realizado nestes dias em Atenas (Grécia), o Papa Francisco incentiva a cuidar da criação e perguntar-se qual mundo será deixado às futuras gerações.

“O dever cuidar da criação desafia todas as pessoas de boa vontade, aos cristãos pede para reconhecerem as raízes espirituais da crise ecológica e cooperar dando uma resposta unívoca”, escreve o Papa ao Patriarca Ecumênico Bartolomeu I e aos participantes do simpósio realizado de 5 a 8 de junho com o tema “Custodiar o planeta e proteger os povos”.

Francisco tem certeza de que “não são apenas as casas das pessoas vulneráveis no mundo”,

Mas, além disso, “provavelmente estamos condenando as futuras gerações a uma casa comum deixada em ruínas”.

“Que tipo de mundo queremos transmitir àqueles que virão depois de nós, às crianças que estão crescendo?”, perguntou.

Em sua mensagem, o Papa expressa que “o cuidado da criação, visto como dom partilhado e não como posse privada, implica sempre o reconhecimento e o respeito pelos direitos de cada pessoa e de cada povo”.

É uma crise que está “arraigada no coração humano, que aspira controlar e explorar os recursos limitados de nosso Planeta, ignorando os membros vulneráveis da família humana”.

“O dever de cuidar da criação, nossa casa comum; desafia todas as pessoas de boa vontade e convida os cristãos a reconhecerem as raízes espirituais da crise ecológica e cooperar dando uma resposta unívoca”, afirma o Papa Francisco em sua mensagem.

Fonte: https://www.acidigital.com/

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Você já refletiu sobre o lado espiritual de se trazer um filho ao mundo?

Talvez você nunca tenha parado para pensar sobre a escolha entre ter um parto normal ou uma cesárea. Talvez você tenha crescido ouvindo as pessoas dizerem que parto normal é muito ruim, que dói demais. Talvez todos os médicos com que você tenha se consultado tenham lhe informado apenas com mitos a respeito do parto normal e lhe dado a cesariana como a melhor opção. Talvez você nunca tenha refletido sobre o lado espiritual de se trazer um filho ao mundo. Na iminência do meu segundo parto, achei tão importante falar sobre isso.

A cesárea

“Acaso faço chegar a hora do parto e não faço nascer?”, diz o Senhor. “Acaso fecho o ventre, sendo que eu faço dar à luz?”, pergunta o seu Deus. (Isaías 66, 9)

Infelizmente estamos inseridas em uma cultura cesarista. O Brasil é um dos países campeões em realizações de cesarianas, com uma taxa de 55,6% de cesáreas. Aparentemente o parto normal ficou para trás e isso parece ser tão… normal. A cesárea, que é um procedimento cirúrgico, passou a ser tida como escolha pessoal e a via mais comum de se trazer um bebê ao mundo. Será que isso está certo?

Em primeiro lugar, tratemos da cesárea. Cesárea é um procedimento cirúrgico que salva vidas, mas nem por isso deixa de ser uma cirurgia. Há muitos efeitos colaterais e até mesmo riscos, por isso ela deve ser feita com indicação de real necessidade, pois não é a via natural de nascimento e também não é a melhor.

A Karen Mortean, na página Fertilidade Inteligente, fez um post resumido sobre as indicações reais para uma cesariana. Nessa página, e em outras, como a Auxílio no Parto, vocês poderão encontrar uma infinidade de bons materiais a respeito do assunto. Também indico a página do meu obstetra, o dr. Frederico Bravim.

Benefícios do parto normal

São tantos os benefícios do parto normal:

  • em primeiro lugar, o de não precisar passar por uma cirurgia de médio porte,
  • menor risco de infecção,
  • o trabalho de parto favorece a produção de leite materno,
  • a mãe pode segurar o bebê assim que o bebê nasce e estimular a amamentação,
  • o vínculo deste momento é fundamental para a mãe/pai e bebê,
  • o útero volta ao seu tamanho normal mais rapidamente,
  • há benefícios psicológicos para a mãe,
  • as complicações são menos frequentes,
  • recuperação rápida após o parto,
  • não há necessidade de separar mãe-bebê,
  • menos problemas respiratórios para o bebê,
  • além de menor risco do bebê nascer prematuro etc.

Infelizmente, além de uma cultura cesarista, nosso país tem um sistema de saúde em que práticas ultrapassadas ainda são feitas e tantas mulheres ainda sofrem violência obstétrica ao escolherem um parto normal. Muitas mulheres desejam um parto natural, mas esbarram em tantas dificuldades, principalmente a de encontrar profissionais que ofereçam como uma opção válida, real, como a melhor opção.

Muitos profissionais são desonestos e enganam as mulheres para não terem de se sacrificar ao acompanhar uma gestante em trabalho de parto por horas a fio, por exemplo. Por isso, é importante estudar e buscar equipes realmente confiáveis.

Outra grande dificuldade são as taxas tão altas que muitas equipes médicas cobram para estarem disponíveis para atender nosso parto. Ir para os plantões obstétricos que muitos hospitais oferecem tem sido cada vez mais difícil, pois a maior parte das equipes não está disposta nem a tratar as mulheres com respeito, muito menos a esperar o desenrolar de um trabalho de parto. Vivemos tempos difíceis, mas será que a cesárea é a nossa única opção?

Uma questão espiritual

Em poucos anos a nossa sociedade sofreu mudanças profundas e rápidas em tantas esferas. Uma delas, de forma especial, é que a vida encheu-se de facilidades e de conforto, nos deixando moles, frouxos e fugindo a qualquer custo do sofrimento.

Ter facilidades e conforto não é tanto o problema, já que muitas das invenções vieram como uma ajuda e as condições financeiras deram aporte a uma vida um pouco menos dura, no sentido de se poder desfrutar de algumas coisas boas que antes eram impossíveis.

Mas, a principal consequência dessa mudança é que desaprendemos a sofrer, desaprendemos a dar valor ao quanto as coisas custam, passamos a encarar qualquer pequeno arranhão como uma dor insuportável e a nos incomodarmos com tudo.

É certo que há uma grande influência médica durante o pré-natal na decisão das mulheres levando-as a optar pela cirurgia, até por motivos como mais conforto para o próprio médico, que não precisará passar horas com a gestante durante a madrugada, por exemplo, podendo apenas agendar a retirada do bebê num horário confortável para ele.

Mas, além disso, muitas mulheres optam pela cesariana justamente para fugir da dor.

A dra. Alice em seu livro O privilégio de ser mulher, escreveu:

”O parto é também um acontecimento que goza de sacralidade. Embora as dores agonizantes que muitas mulheres suportam sejam uma terrível consequência do pecado original, a beleza do ensinamento da Igreja Católica deixa claro que seus esforços femininos e seus gritos de agonia, que precedem a chegada ao mundo de outra pessoa humana, têm um profundo sentido simbólico. Assim como Cristo sofreu as dores agonizantes da crucifixão para reabrir as portas dos céus para nós, assim também a mulher recebeu o rico privilégio de sofrer para que outra criança feita à imagem e semelhança de Deus possa entrar no mundo.”

Não se sinta menos mãe ou menos mulher por ter feito uma cesárea necessária,  ou por ter sido enganada, por ter tido medo de sofrer violência obstétrica e tanto mais. Deus conhece nosso coração e a nossa realidade. O que venho trazer nesse texto é uma provocação, uma reflexão.

O Senhor nos dá graças específicas para cada situação na vida. Não podemos dizer que confiamos no Senhor apenas a respeito do número de filhos, mas devemos ter essa confiança filial de que Ele nos auxiliará na hora de trazê-los ao mundo. O que não significa que não devemos colocar os meios necessários para alcançar um bom parto, como nos informarmos, rezarmos, cuidarmos da saúde, procurarmos locais e equipes confiáveis, etc. Inclusive, há muitas maternidades públicas muito boas e defensoras do parto normal.

Nas Sagradas Escrituras está escrito: “Quando a mulher está para dar à luz, sofre porque veio a sua hora. Mas, depois que deu à luz a criança, já não se lembra da aflição, por causa da alegria que sente de haver nascido um homem no mundo.” (João 16,21). E é verdade! Se é o medo da dor que te afugenta dessa experiência tão grandiosa e cheia de significado, saiba que há inúmeros meios de amenizar a dor, como: a presença de uma doula, massagens, exercícios, respiração,  banho e, por fim, uma analgesia.

É impossível não relacionar o alto índice de cesáreas com um controle de natalidade velado. É certo que partos normais sucessivos são muito melhores para nós que desejamos uma família numerosa. Cesáreas sucessivas apresentam riscos e quantas mulheres não foram enganadas, desestimuladas a ter mais filhos ou a tentar um parto normal e até mesmo submetidas a laqueadura por causa disso?

É claro que há muitos casos de 8, 9 cesáreas, mas isso não significa que não haja riscos.

A questão maior é que existem mulheres que acreditam mesmo que não podem ter mais de três cesáreas, por exemplo, e os médicos usam disso para o controle de natalidade, fazendo até mesmo um terrorismo psicológico.  É importante que o parto normal seja estimulado e buscado mesmo com cesáreas anteriores. É totalmente possível, há relatos incríveis! E mesmo se não for o caso, há sim como ter mais de três cesáreas. Indico esse post sobre a quantas cesáreas uma mulher pode ser submetida.

Reflexão

Apesar da ”bandeira” do parto normal ser levantada em grande parte pelas feministas, isso não significa que seja uma luta apenas delas e que devemos ignorar este assunto. O parto normal é antes de tudo algo criado por Deus. Foi assim que o Criador pensou que os bebês viriam ao mundo, e, após o pecado original, que viriam ”em dores de parto.” O parto não é um assunto ideológico, mas natural, pois existe desde a criação.

Quando começamos a adentrar o mundo do parto natural, do parto humanizado, enfim, tantos termos, encontramos um discurso que vem no mesmo pacote: um suposto empoderamento da mulher, protagonismo, uma luta, uma bandeira. Mas o parto está muito além disso. Todo esse viés ideológico deve ser descartado por nós.

Devemos reter e retomar aquilo que nos pertence, aquilo que é naturalmente bom, que conduz ao Bem: o parto que respeite o processo fisiológico natural, que tenha uma equipe médica competente e honesta, que se baseie em evidências científicas e que proporcione não só à mulher, mas também ao bebê e à família uma experiência feliz.

É preciso entender, antes de tudo, que o parto normal é um processo fisiológico e não patológico. São João Paulo II, na Carta Mulieris Dignitatem, nos diz:

”A análise científica confirma plenamente o fato de que a constituição física da mulher e o seu organismo comportam em si a disposição natural para a maternidade, para a concepção, para a gestação e para o parto da criança.”

Um parto não precisa de intervenções desnecessárias: todas fomos feitas para dar à luz. Infelizmente há tantas histórias de partos traumáticos, até mesmo violentos, que levam tantos casais à se fecharem a novas vidas. E também tantos casos de cesarianas desnecessárias e em seguidas vezes que acabam diminuindo a possibilidade de novas gestações seja por riscos verdadeiros ou porque os médicos assim o dizem.

Além disso, será que já paramos para entender a profundidade da experiência de dar à luz um filho? Submeter-nos voluntariamente a uma entrega tão grande que nos custará não pouco, mas muito. Ou como disse a Kimberly Hahn em seu livro “Amor que dá vida”:

“O que uma mulher faz ao dar à luz um filho é, à imitação de Cristo, dar a sua vida pelo amigo’.”

O Venerável Fulton Sheen nos ensina:

“Todo nascimento reclama submissão e disciplina. Na mulher, a submissão não é passiva, é sacrifical. Nem só os dias da mulher, mas também as noites, não só a alma, mas também o corpo hão de partilhar do Calvário da maternidade. É por isso que a mulher tem da doutrina da Redenção uma compreensão mais nítida que os homens, ela, ao dar a luz, pôde associar com a vida o risco da morte e compreender o sacrifício de si mesma por outro ser, nos meses incômodos da gestação.” E “As dores que a mulher suporta no trabalho de parto ajudam a expiar os pecados da humanidade e extraem seu significado da Agonia de Cristo na Cruz. As mães são, portanto, não apenas co-criadoras com Deus; são corredentoras com Cristo na carne.”

Não é que quem faça uma cesárea necessária não passe por sofrimentos ou não seja uma oferenda viva, afinal muitas vezes desejamos um parto normal mas acabamos passando pela cirurgia por necessidade e isso não diminui a entrega.

Sejamos mulheres de coragem, façamos da nossa vida e do nosso corpo uma oferta viva, um sacrifício vivo, como foi o Manso e Divino Cordeiro. Benditos os filhos que são gerados na Cruz! Somente aquilo que passa por ela é fecundo. Nossos rebentos serão frutos de santidade quanto mais nos oferecermos por eles.

Deixemos para trás esse discurso fraco, vitimista, caprichoso, mesquinho e sombrio de que o parto é algo terrível. O parto normal é algo maravilhoso! Entendido e vivido como deve ser, dentro de uma ótica e realidade católica, o parto é para nós, a morte de nós mesmas entre dores, suores e sangue, como morreu Nosso Senhor que jorrou sangue e água no alto da Cruz, para que o outro tenha vida. Que escolha mais feliz poder dar a vida pelos que amamos. Ou, como nos ensina São Josemaria: “O amor é sacrifício, e o sacrifício, por Amor, gozo.”

 

(via Lírio entre espinhos)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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REDAÇÃO CENTRAL, 09 Jun. 18 / 05:00 am (ACI).- No dia após a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja celebra a festa do Imaculado Coração de Maria, a fim de mostrar que estes dois corações são inseparáveis e que Maria sempre leva a Jesus.

Esta celebração foi criada pelo Papa Pio XII, em 1944, para que, por intercessão de Maria se obtenha “a paz entre as nações, liberdade para a Igreja, a conversão dos pecadores, amor à pureza e a prática da virtude”.

São João Paulo II declarou que esta festividade em honra à Mãe de Deus é obrigatória e não opcional. Ou seja, deve ser realizada em todo o mundo católico.

Durante as aparições da Virgem de Fátima aos três pastorinhos em 1917, Nossa Senhora disse a Lúcia: “Jesus quer servir-Se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração”.

“A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu Trono”.

Em outra ocasião, disse-lhes: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: ‘Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria’”.

Muitos anos depois, quando Lúcia era uma postulante no Convento de Santa Doroteia, em Pontevedra (Espanha), a Virgem lhe apareceu com o menino Jesus e, mostrando-lhe o seu coração rodeado por espinhos, disse: “Olha, minha filha, o meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos me cravam com blasfêmias e ingratidões”.

“Tu, ao menos, vê de me consolar e diz que, todos aqueles que durante cinco meses no primeiro sábado, se confessarem, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um terço e me fizerem 15 minutos de companhia, meditando nos 15 mistérios do rosário com o fim de me desagravar, eu prometo assistir-lhes à hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas’”.

Fonte: https://www.acidigital.com/

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Congresso da Comunidade Católica Shalom abordará como ser Família nos dias de hoje

É com grande expectativa que os membros da Comunidade Católica Shalom aguardam a realização, da edição de 2018, do Congresso das Famílias, nos dias 9 e 10 de junho, no Centro de Eventos do Ceará. Este ano, o encontro mergulhará na Identidade da Família, sonhada e moldada por Deus, tendo por base seu amor fiel, fecundo, generoso eterno. O tema será: “SER FAMÍLIA, uma resposta aos dias de hoje”.

Para a Igreja, a Família é a unidade mais importante da sociedade e continua sendo um bem decisivo para o futuro do mundo e da própria Igreja, ou seja, a estrutura mais adequada para garantir às pessoas o bem integral necessário para o seu desenvolvimento permanente.  Mas como ser Família nos dias de hoje diante dos ataques impostos pela denominada “cultura da morte”? O individualismo, o ritmo da vida atual, o estresse, a organização social e laboral, o relativismo, a ideologia do descartável, a ideologia de gênero e tantos outros estão entre os maiores desafios das famílias no mundo atual, mas o que fazer diante de tudo isso?

O Congresso vai reunir pregações que irão refletir e orientar qual o chamado missionário da família na sociedade. Entre os palestrantes estão o fundador e moderador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, da cofundadora Emmir Nogueira, do assistente local da Comunidade Pe. Silvio Scopel e Carmadélio Souza, consagrado da Comunidade de Aliança.Para as crianças haverá um espaço infantil de evangelização, onde haverá momentos de louvor, adoração e atividades infantis lúdicas.

Fonte: https://www.comshalom.org/

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O exemplo de cada um deles pode te ajudar a manter o sorriso até nos dias mais difíceis

Se há uma qualidade que não pode faltar na “bagagem” do cristão é a alegria, que tem o bom humor como espelho. As histórias de vida dos santos dizem isso e os textos de reflexão espiritual – não muitos, na realidade – confirmam e repetem exaustivamente aos párocos: “Um cristão não pode estar triste” (Avvenire, 28 de maio).

O santo – escreve o Papa Francisco na exortação apostólica Gaudete et exsultate – “é capaz de viver com alegria e bom humor. Sem perder o realismo, ilumina os outros com um espírito positivo e esperançoso”.

Alguns santos são exemplos de alegria e bom humor:

  1. São Josemaría Escrivá

Instagram | St. Josemaria Institute

Disse Josemaría Escrivá de Balaguer, o fundador do Opus Dei: “O otimismo cristão não é um otimismo doce nem tampouco uma confiança humana de que tudo dará certo. É um otimismo que finca suas raízes na consciência da liberdade e na segurança em relação ao poder da graça; um otimismo que nos leva a exigir de nós mesmos, a nos esforçarmos a corresponder, a cada instante, ao chamamento de Deus”.

  1. São João Bosco

© it.donbosco-torino.org/

Dizem que São João Bosco era especialmente alegre nos momentos das provas mais difíceis. Em O Jovem Instruído, Dom Bosco escreve: “Dois são os truques principais de que se vale o demônio para afastar os jovens da virtude. O primeiro consiste em persuadi-los que o serviço do Senhor exige uma vida melancólica e excluída de toda diversão e prazer. Não é assim, queridos jovens. Vou indicar um plano de vida cristã que possa mantê-los alegres e contentes, fazendo-os conhecer, ao mesmo tempo, quais são as verdadeiras diversões e os verdadeiros prazeres (…) Tal é o objeto deste devocionário, isto é, dizer como devem servir ao Senhor sem perder a alegria”.

A sociedade da alegria

Dom Bosco fundou a “Sociedade da Alegria”, que visava organizar jogos, promover debates e leituras de livros que proporcionassem alegria a todos. Tudo o que trouxesse melancolia era proibido, inclusive a desobediência à lei do Senhor. Quem blasfemava, pronunciava o nome de Deus sem respeito ou falava mal dos outros tinha que ir à Sociedade.

  1. São Domingos Sávio
DOMINIK SAVIO

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Para São Domingos Sávio, santo jovem, aluno de Dom Bosco, “nós fazemos consentir a santidade quando estamos alegres e cumprimos exatamente nossos deveres”.

Nos tempos livres, Domingo era animador de jogos. A maneira dele se comportar e de falar fazia bem a todos. Ele era alegre, amável e educado. Se alguém estava falando, jamais interrompia. Mas quando podia, tomava a palavra. Sabia contar milhares de histórias alegres, assim como discutir sobre História e Matemática. Se a conversa decaísse, com murmúrios ou fofocas, Domingos sabia como retomá-la.

A vontade de fazer o bem sempre o acompanhava. Sua alegria serena e sua mansa graça o tornaram querido, inclusive pelos jovens que pensavam diferentemente dele em relação à oração e à Igreja. Todo mundo gostava de estar com ele.

  1. São Tomás Moro

San Tommaso Moro, avvocatoL’avvocato e statista inglese protestò perché il suo “capo” Enrico VIII aveva autoproclamato l’annullamento del proprio matrimonio con Caterina d’Aragona, e per questo motivo perse la testa (letteralmente).

Tomás Moro, apóstolo do bom humor, alegre até no andaime em que foi decapitado, explicava: “Tudo o que Ele quer, por pior que pareça, é, na realidade, o melhor”.

A lição é clara: não existe nada que impeça um sorriso, que justifique o pessimismo ou o mau humor.

  1. São Felipe Néri

San Filippo Neri – per rimanere gioiosiQuesto amato apostolo di Roma è stato sacerdote, missionario e fondatore della Congregazione dell’Oratorio. Era solito chiedere: “Quando inizieremo a diventare migliori?”

O objetivo central da espiritualidade de São Felipe Néri baseava-se no trinômio: alegria, oração e atividade. Essas três palavras continha todo o segredo da santidade que ele exigia dos jovens.

São Felipe encarava a fé e a religião não como uma série de obrigações e deveres a respeitar, mas como uma roupa para ser vestida. E essa roupa era sempre de festa e alegria. Ele queria que os jovens fossem alegres e passassem o tempo, além das orações, em atividades lúdicas e recreações.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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REDAÇÃO CENTRAL, 04 Jun. 18 / 06:00 pm (ACI).- Pe. Samuel Bonilla, conhecido nas redes sociais como o “Padre Sam”, respondeu em um vídeo a inquietude sobre a existência ou não do diabo.

O sacerdote explicou que a palavra “diabo” vem do grego “e significa caluniador”. Assinalou ainda que, “no Antigo Testamento, sobretudo, o diabo é chamado de Satanás”.

“No Novo Testamento, o nome mais conhecido é ‘diabo’”, disse e destacou que, “em Mateus 4,8-10, menciona-se que o diabo tenta Jesus no deserto”.

O sacerdote destacou que nas Sagradas Escrituras “há muitos outros nomes: Lúcifer, Belzebu, Belial” e “também há títulos com os quais se denomina o diabo, por exemplo: maligno, tentador, príncipe deste mundo, deus deste século, acusador dos irmãos”.

A respeito da origem do diabo, Padre Sam recordou que, como a Igrejaensina e se lê no Novo Testamento, “Deus não criou o diabo, criou os anjos, mas em algum momento alguns anjos se rebelaram contra Deus”.

“Nesse momento, muitos decidem ser aquilo para que foram criados, para louvar a Deus. Mas outros se rebelam pela soberba e não querem louvar a Deus, querem tomar o lugar de Deus”, disse.

“Foi assim que nasceu o diabo e foi jogado no inferno” junto com os seus capangas, assinalou.

Citando dos números 391 ao 395 do Catecismo da Igreja Católica, Padre Sam recordou que os demônios  “foram por Deus criados naturalmente bons; mas eles, por si, é que se fizeram maus”.

“Esta decisão é irrevogável, porque eles são seres espirituais, não temporais, suas decisões têm repercussões eternas”, indicou.

Padre Sam assinalou que, por ser um anjo, o diabo “é superior a nós, à nossa natureza humana, ele tem uma natureza espiritual”.

Por isso, incentivou “a não brincar com o diabo”.

Entretanto, explicou, “o poder do diabo não é infinito, porque o diabo é uma criatura”, e destacou que os cristãos “somos filhos de Deus, que é todo-poderoso”.

Além disso, o sacerdote recordou que “aqueles que estão mais próximos de Deus, ou se esforçam para estar perto de Deus” são perseguidos “com mais insistência” pelo diabo.

“Houve muitos santos que tiveram um combate direto com o diabo: São Francisco de Assis, Teresa de Ávila, São João da Cruz, Catarina de Sena, São João Maria Vianney e Padre Pio”, indicou.

O sacerdote advertiu que “uma das táticas preferidas do diabo é fazer a pessoa acreditar que ele não existe, que ele é um simples símbolo ou uma ideia, uma invenção do homem”.

Entretanto, sublinhou, “o diabo não é um mito” e “devemos combatê-lo”.

Fonte: https://www.acidigital.com/

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Ei, a vida de Jesus não terminou na cruz. E a sua também não pode se limitar ao sofrimento. Permita que o Senhor ressuscite sua dor!

Às vezes pode parecer que não há ressurreição das nossas crucificações pessoais.

Ao entrarmos bravamente em uma vida com Cristo, o sofrimento, a dor e a humilhação são esperados. Aceitamos o desafio – embora nem sempre a princípio -, sabemos que essas estações da vida nos levarão a uma união mais próxima com o Coração de Nosso Senhor.

Mas então a estação pode se transformar em um estado perpétuo e se torna muito fácil aceitar o peso da nossa cruz como uma medida de quem somos. Passamos a acreditar que somos o nosso sofrimento, angústia, dúvidas, anseios, incertezas, medos.

Mas a vida de Jesus não terminou na cruz. Ele não nos convida para a morte, mas para a vida! Depois da cruz vêm a ressurreição. E a vida de um cristão é exatamente isso: de cruz em cruz, de conversão em conversão, de ressurreição em ressurreição.

Por isso celebramos a Paixão, Morte e Páscoa do Nosso Senhor Jesus, anualmente, pois a vivemos diariamente. Por esse motivo, meditamos os Mistérios do Nascimento, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus aos olhos da Santa Virgem no Santo Rosário, pois fazemos também parte da História Sagrada. Somos herdeiros do Pai e Co-herdeiros de Cristo.

Os salmos nos desafiam vez após vez a cantar uma nova canção! Nossa música é de alegria! Jesus sopra em nós alegria crônica, não tristeza! Sim, nosso Deus abraçou o sofrimento da cruz para que pudesse estar conosco e que sigamos unidos a Ele cada vez mais intimamente em nossa angústia humana.

Ele nos mostrou o poder e a imensidão de Seu grande amor através desse sofrimento. No entanto, muitas vezes ficamos neste lugar de tristeza; nós nos convencemos de que foi para isso que o Senhor nos chamou. Nosso Deus não descansou em mágoa. Nosso Deus transfigura a frustração e a raiva para amar e se deleitar.

Nós temos uma ideia muito errada sobre alegria e sofrimento. Acreditamos que alegria é euforia e que sofrimento é castigo. Não vemos que nossa situação humana nos condiciona a uma alegria na angústia, uma alegria que supera os medos, uma alegria firme, um alegria forte. Que pouco tem a ver com pulos e gritos.

É um estado interior daquele que sabe estar no lugar certo, fazendo a coisa certa, com a pessoa certa. Mesmo que isso signifique estar em uma situação que aparentemente não mostra nenhum sinal de alegria.

Aceitamos o sofrimento, mas os nossos corações estão ardendo de alegria, quer saibamos disso ou não. Deus está esperando dentro de nossas almas para incendiar nossas vidas não com dor e tristeza perpétuas, mas com luz e vida!

Justificamos em demasia a nossa miséria, o que nos impede de ver que cada fibra do nosso ser anseia por liberdade. Deus espera um convite para nos libertar. Nos libertar da forma errada de vivermos as diversas situações da vida, nos libertar para nos unirmos a Ele com coração alegre mesmo em situações difíceis.

Todos os dias somos convidados a mudar o tom da música que entoamos, a cantar a alegria e o louvor ao nosso Senhor e Salvador, com nossas atitudes, gestos, sorriso e olhar. Nós sabemos que nunca nos foi prometido que a dor irá embora pra sempre ou que nosso sofrimento não retornará.

O que nos é prometido é que: no cotidiano, na glória de cada dia, podemos continuamente retornar à imensa alegria do nosso Criador:

“Eis que estarei contigo todos os dias.”

O sofrimento e a dor não são o nosso lugar, mas uma oportunidade de transfiguração e purificação, de conversão. Você foi feito para ALEGRIA que excede todo entendimento.

 

(via Salus in caritate)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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“Por trás de cada perseguição, seja aos cristãos, seja aos humanos, está o diabo, está o demônio”

Hoje assistimos a uma “grande perseguição” não somente em relação aos cristãos, mas também contra toda homem e mulher, “através das colonizações culturais, das guerras, da fome e da escravidão”, porque o mundo contemporâneo é “um mundo de escravos”: esta foi a reflexão do Papa Francisco na homilia da missa celebrada na manhã de sexta-feira (1º/06) na Casa Santa Marta.

Falando sobre a Primeira Leitura, de São Pedro Apóstolo, em que se afirma que a perseguição aos cristãos nos primeiros séculos eclodiu como um incêndio, o Papa explicou que se trata de “parte da vida cristã”, uma “bem-aventurança”: Jesus foi perseguido por “causa de sua fidelidade ao Pai”.

A perseguição é um pouco como o “ar” do qual vive o cristão inclusive hoje, porque hoje existem muitos, muitos mártires, muitos perseguidos por amor a Cristo. Em muitos países, os cristãos não têm direitos. Se você carrega uma cruz, vai para a prisão e há pessoas presas; há pessoas condenadas a morrer por serem cristãs hoje. Houve pessoas mortas e o número é mais alto do que os mártires dos primeiros tempos. Mais alto! Mas isso não faz notícia. E por isso os telejornais, os jornais não publicam essas coisas. Mas os cristãos são perseguidos.

Francisco observou que hoje existe também outra perseguição: “a cada homem e mulher porque são imagens vivas de Deus”.

Por trás de cada perseguição, seja aos cristãos, seja aos humanos, está o diabo, está o demônio que tenta destruir a confissão de Cristo nos cristãos e a imagem de Deus no homem e na mulher. Desde o início, tentou fazer isso – como podemos ler no Livro do Gênesis –, destruir aquela harmonia entre homem e mulher que o Senhor criou, aquela harmonia que deriva do ser imagem e semelhança de Deus. E conseguiu fazer. Conseguiu fazer com a mentira, a sedução… Com as armas que ele utiliza. Sempre faz assim. Mas também hoje tem uma força, eu diria essa fúria contra o homem e a mullher porque, do contário, não se explica esta onda crescente de destruições ao homem e à mulher, ao humano.

O pontífice pensa na fome, uma “injustiça” que “destrói o homem e a mulher porque não têm o que comer”, ainda que exista “muita comida” no mundo. Depois falou da exploração do ser humano, das diferentes formas de escravidão e recorda como recentemente viu uma filmagem feita “escondida” em uma prisão onde estão recolhidos migrantes, submetidos à “torturas”, a formas de “destruição” para “escravizar”.  E constata que isso acontece “depois de 70 anos da declaração dos direitos humanos”.

Então ele reflete sobre as colonizações culturais, “quando – explica – os impérios impõe disposições de sua cultura contra a independência, contra a cultura do povo, impondo coisas que não são humanas para destruir”,  para “a morte”.

Francisco observa que o que o diabo quer é precisamente “a destruição da dignidade” e “por isso persegue”:

E no final, podemos pensar nas guerras como um instrumento de destruição de pessoas, da imagem de Deus. Mas também nas pessoas que fazem as guerras, que planejam as guerras para ter poder sobre os outros. Há pessoas que trabalham em muitas indústrias de armas para destruir a humanidade, para destruir a imagem do homem e da mulher, tanto física como moralmente, como culturalmente. “Mas, padre, esses não são cristãos. Por que são perseguidos?” – “Sim, são a imagem de Deus. E por isso o diabo os persegue”. E os impérios continuam as perseguições hoje. Nós não devemos nos permitir ser ingênuos. Hoje, no mundo, não só os cristãos são perseguidos; os seres humanos, o homem e a mulher, porque o pai de toda perseguição não tolera que sejam a imagem e semelhança de Deus. E ataca e destrói essa imagem. Não é fácil entender isso; é preciso muita oração para entendê-lo.

(Vatican News)

fonte: https://pt.aleteia.org/

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REDAÇÃO CENTRAL, 01 Jun. 18 / 02:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- A IgrejaCatólica dedica o mês de junho ao Sagrado Coração de Jesus, para que os fiéis venerem, honrem e imitem mais intensamente o amor generoso e fiel de Cristo por todas as pessoas.

É um mês um qual se demonstra a Jesus, através das obras, o quanto o amam; correspondendo a seu grande amor demonstrado ao se entregar à morte por seus filhos, permanecendo na Eucaristia e ensinando o caminho para a vida eterna.

Sobre esta festa, o Papa Bento XVI afirmou que, “a contemplação do ‘lado transpassado pela lança’, na qual resplandece a vontade infinita de salvação por parte de Deus, não pode ser considerada, portanto, como uma forma passageira de culto ou de devoção: a adoração do amor de Deus, que encontrou no símbolo do ‘coração transpassado’ sua expressão histórico-devocional, continua sendo imprescindível para uma relação viva com Deus”.

A devoção ao Coração de Jesus existe desde o início da Igreja, desde que se meditava no lado e no coração aberto do Senhor.

Conta a história que, em 16 de junho de 1675, o Filho de Deus apareceu a Santa Margarida Maria Alacoque e lhe mostrou seu Coração rodeado por chamas de amor, coroado por espinhos, com uma ferida aberta da qual brotava sague e, do interior do mesmo, saia uma cruz.

Santa Margarida escurou o Senhor dizer: “Eis o Coração que tanto amou os homens, que não poupou nada até esgotar-Se e consumir- -Se, para manifestar-lhes seu amor. E como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, desprezos, irreverências, sacrilégios, friezas que têm para comigo neste Sacramento de amor”.

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Sacerdotes, religiosas e religiosos, funcionários do Vaticano e seus familiares: todos participaram cantando e rezando o terço

Uma procissão luminosa no final desta tarde de 31 de maio, nos Jardins Vaticanos, encerrou o mês de Maria.

Com início na igreja de Santo Estêvão dos Abissínios, atrás da Basílica de São Pedro, a caminhada seguiu até a Gruta de Lourdes, onde houve um momento de oração com o Canto das Ladainhas e uma breve reflexão do Vigário do Papa para a Cidade do Vaticano, o cardeal Angelo Comastri.

Participaram da caminhada, cantando e rezando o terço, sacerdotes, religiosas e religiosos, funcionários do Vaticano e seus familiares.

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REDAÇÃO CENTRAL, 02 Jun. 18 / 05:00 am (ACI).- Embora possa ser considerada uma devoção pouco conhecida, Nossa Senhora de Fátima e depois também Jesus pediram à Irmã Lúcia para realizar e estender a devoção dos cinco primeiros sábados do mês em honra ao Imaculado Coração de Maria.

O Sistema de Informação da Arquidiocese do México (SIAME) explicou que esta devoção pede que, no primeiro sábado de cada mês, durante cinco meses, sejam realizados vários atos de piedade com a intenção de reparar os pecados contra o Imaculado Coração de Maria.

A seguir, tudo o que você precisa saber sobre esta tradição:

Como praticar a devoção?

Os atos de piedade de cada primeiro sábado do mês são: confessar-se (de preferência no mesmo dia ou alguns dias antes), comungar, rezar o Rosário e fazer companhia a Maria pelo menos quinze minutos meditando os mistérios do Rosário.

O que ganha a pessoa que pratica esta devoção?

Virgem Maria promete ao seu filho “assisti-lo na hora da sua morte, com todas as graças necessárias para salvar a sua alma”, ou seja, terá a possibilidade de não morrer em pecado mortal. Esta devoção não é um “passe livre” para livrar do inferno aqueles que morrem sem se arrepender.

Por que no sábado?

Santo Tomás de Aquino dizia que no sábado depois da Sexta-feira Santa, a única que permaneceu firme em sua fé foi Maria e, por isso, a Igreja, para honrá-la, dedica-lhe esse dia.

Por que são cinco sábados?

Jesus apareceu à Irmã Lúcia na noite de 29 para 30 de maio de 1930 e explicou que “existem cinco tipos de ofensas e blasfêmias contra o Imaculado Coração de Maria”.

A primeira é contra a sua Imaculada Conceição; a segunda é contra a sua Virgindade Perpétua; a terceira é contra a sua Maternidade Divina, recusando reconhecê-la como Mãe de todos os homens; em quarto lugar, as ofensas de quem ensina crianças a desprezarem e terem ódio da Virgem; e, finalmente em quinto lugar, aos que a insultam diretamente em suas sagradas imagens.

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No domingo, 3 de junho, Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, o Papa Francisco irá à localidade de Ostia, próximo a Roma, onde às 18 irá presidir a Missa na praça em frente à paróquia de Santa Monica (praça homônima), seguida de procissão com o Santíssimo Sacramento. O Vatican News transmitirá a Missa e a Procissão, com comentários em português, a partir das 12h55min, horário de Brasília.

Irão concelebrar o arcebispo Angelo de Donati, vigário do Papa para a Diocese de Roma, os bispos auxiliares e os sacerdotes das paróquias de Ostia, com um bilhete especial emitido pelo Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice. Não está prevista a concelebração para os outros sacerdotes.

Após a Missa, haverá uma procissão com o Santíssimo Sacramento que percorrerá uma distância de um quilômetro e duzentos metros, passando por algumas ruas da localidade na costa romana, que para a ocasião serão fechadas ao tráfego: Piazza Santa Monica, Via delle Sirene, Corso Duca di Genova, via della Corrazzata, via del Sommergibile, via dell’Idroscalo. A procissão se concluirá no estacionamento na via della Martinica, perto da paróquia de Nossa Senhora de Bonaria, onde o Santo Padre concederá a bênção eucarística.

Na Piazza Santa Monica e no estacionamento da Via della Martinique, os fiéis terão que passar pelas verificações de segurança habituais. Não haverá ingressos para participar dos ritos do Corpus Domini: o acesso é gratuito e aberto a todos. Somente as crianças e jovens das paróquias terão um crachá de reconhecimento em seus pescoços. Será necessário um passe para os doentes e pessoas com necessidades especiais, para quem serão reservados dois setores, tanto na Piazza Santa Mônica quanto no estacionamento da Via Martinica. Todos aqueles que realizam um serviço litúrgico durante a Missa e a procissão também terão o crachá.

Por mais de quarenta anos, Corpus Christi foi celebrado em São João de Latrão: “Quebra-se uma tradição, mas se dá início a outra – sublinha o bispo do setor sul, que faz parte de Ostia, Dom Paolo Lojudice, recordando que –  “até 1978, com Paulo VI,  vi a celebração do Corpus Domini em várias e diferentes áreas da cidade”.

“Em 1968, o próprio Papa Montini celebrou o Corpus Christi em Ostia. Creio que faz parte da lógica pastoral do Papa Francisco, no seu “magistério dos sinais”, que quer levar a Igreja para fora, pelas ruas, às periferias, na proximidade dos ambientes e as situações mais delicadas”.

E ainda: “O próximo domingo é uma grande oportunidade para todo o distrito – acrescenta o prelado – não é uma visita a uma paróquia, mas a uma comunidade inteira”. Os números confirmam isso: participarão cerca de 850 crianças da Comunhão, às quais foi pedido para usar a clássica túnica branca; 150 os meninos dos oratórios, que serão identificados por uma camiseta amarela; 350 jovens da Crisma, com camiseta vermelha.

Em preparação ao Corpus Domini, as oito paróquias de Ostia organizam uma vigília de oração para amanhã, quarta-feira, 30 de maio, às 21 horas, na praia de Idroscalo. A liturgia da Palavra terá como fio condutor “Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15, 12).

Duas comunidades pertencem à diocese suburbicária de Ostia, a menor na Itália e entre as mais antigas: Santo Agostinho Bispo e Stagni e Sant’Aurea em Ostia Antica.

(Vatican News)

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O remédio pode até ser amargo, mas precisa ser usado sem moderação

O perdão é uma graça que Deus nos dá para prosseguirmos no caminho após um ferimento profundo. O perdão age como uma cauterização, curando de dentro para fora. Sim, a cicatriz permanece, pois as lembranças são a garantia de que temos uma história. E a palavra “cura” aplica-se perfeitamente neste caso, visto que, por algum motivo, houve uma ferida, e o perdão sobre essa ferida evita, metaforicamente, infecção e até necrose.

A falta de perdão pode virar uma doença real e levar à morte, não a física, à morte espiritual, psíquica e moral. A falta de perdão mata sonhos, projetos, perspectivas etc. Além disso, muitas são as doenças psicossomáticas causadas pela falta de perdão: depressão, ansiedade, pânico, câncer e doenças cardíacas, estão relacionados à falta de perdão (1). (2).

Jesus nos deixa um antídoto: “Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento” (Ef 4,26). Aqui, aplica-se tanto no externo (perdão para com o outro) como internamente (perdão para consigo mesmo).

Às vezes, a falta de perdão é de nós para nós mesmos. Culpamo-nos por tantas coisas, guardamos mágoa, tristeza, ressentimento, revoltas, medos de nós mesmos, mas nos esquecemos de nos perdoar.

Fora isso, protelamos as conversas de reconciliação, os pedidos de perdão aos que amamos ou vivem mais próximos de nós. Esse protelar, essa demora, vai azedando as relações, abrindo espaço para a mente criar e projetar situações irreais. Por isso, ter pressa para reconciliar-se é importante. Claro que não se deve atropelar nada, é preciso dar tempo para si mesmo, entender os sentimentos e até as reações diante de uma situação que exija reconciliação. Contudo, não mais que tempo suficiente para rezar e buscar o momento da reconciliação, caso contrário, corremos o risco de desistir da reconciliação e optar por um “deixa pra lá”, e acabar por não resolver a situação.

O perdão é chave, remédio e dom

Pensando no perdão ainda, podemos dizer:

Perdão é chave que abre e fecha as portas das relações, dos sentimentos, a porta da confiança e da esperança.

Perdão é remédio. Na hora pode ser amargo, mas faz bem, alivia o mal-estar interior, traz alívio para alma.

Perdão é degrau que nos eleva, aproxima-nos do Cristo que tomou sobre si nossas culpas, mas também nos perdoou dos nossos pecados.

Perdão é dom, é presente que vem com recomendação: não reter. Jesus explica com clareza: “70 vezes 7” é o número das vezes que devemos perdoar a cada dia (cf. Mt 18,22). Eu bem creio que essa seja a média de vezes que Ele nos perdoa a cada dia, e por isso nos orienta.

Perdão é medida, revela o quão raso ou o quão profundo podemos ser, e aqui nos lembramos também do Evangelho de Mt 7,2b: “Com a mesma medida que medirdes vós sereis medidos.”

Aqui se vai a lista com que podemos comparar o perdão. Mas quero dar espaço para que, neste momento de oração, o Senhor mesmo vá trazendo ao seu coração as comparações que lhe sejam mais úteis.

Peçamos ao Senhor, que é rico em misericórdia e quis Ele primeiro nos dar o seu perdão, que nos ensine a perdoar, a sermos como Ele: “Lentos para a cólera e rápidos para a misericórdia” (Sl 103,8-9).

Oração

Senhor, nós Te pedimos que, à medida que formos percebendo em nós a necessidade de perdão, que se dilate também o desejo e a decisão de perdoar. Que, diante das situações mal resolvidas, a Tua luz tenha o poder de afugentar as trevas e nos conceder a força de buscar as resoluções necessárias: dar e receber perdão, rever a situação e rever-se diante dela, reconciliar, retomar, recomeçar. Senhor, que o “degrau” do perdão nos faça, de forma concreta, abraçar a Tua cruz.

Senhor, eu Te peço que, nesta oportunidade que agora se revela, eu possa fazer essa experiência profunda de perdoar a mim mesmo, de recordando-me dos que me causaram alguma dor, ofensa ou mal, e eu os possa perdoar e amar. Também Te peço, Senhor, perdoa-me! Dá-me a coragem de buscar e dar o perdão. Que eu não o retenha. Amém.

 

Por Carla Picolotto, via Canção Nova

 

Referências bibliográficas:
1-Arilson Barbosa Amaral: Bacharel em administração, professor, escritor, teólogo, terapeuta na prevenção do uso de drogas, pesquisador, psicanalista clínico, palestrante e conferencista.
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/psicologia/doencas-psicossomaticas/19962
2-Sandra Assis Maia, teóloga, terapeuta familiar especializada em psicanálise, terapia ortomolecular e aconselhamento, tricologista
https://www.dm.com.br/opiniao/2015/07/as-consequencias-da-falta-de-perdao.html

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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REDAÇÃO CENTRAL, 31 Mai. 18 / 08:00 am (ACI).- Durante séculos, a Igreja e os santos animaram os fiéis ao amor a Eucaristia. Há inclusive algumas pessoas que entregam sua vida para protegê-la. Hoje, Solenidade de Corpus Christi, apresentamos 10 coisas que todo cristão deveria saber em relação a este grande milagre:

1. Jesus, reunido com seus apóstolos durante a Última Ceia, instituiu o sacramento da Eucaristia: “Tomai e comei; isto é meu corpo…” (Mt, 26, 26-28). Desta maneira fez com que os apóstolos participassem do seu sacerdócio e mandou que fizessem o mesmo em memória dele.

2. A palavra Eucaristia, derivada do grego eucharistía, significa “Ação de graças” e se aplica a este sacramento porque nosso Senhor deu graças ao seu Pai quando a instituiu; além disso, porque o Santo Sacrifício da Missa é a melhor maneira de dar graças a Deus pela Sua Bondade.

3. O Concílio de Trento define claramente: “No Santíssimo Sacramento da Eucaristia está contido verdadeira, real e substancialmente o Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, junto a sua Alma e Divindade. Em realidade Cristo se faz presente integralmente”.

4. Na Santa Missa, os bispos e sacerdotes transformam realmente o pão e o vinho no Corpo e Sangue de Cristo durante a consagração.

5. A Comunhão é receber Jesus Cristo sacramentado na Eucaristia. A Igreja manda comungar pelo menos uma vez ao ano, em estado de graça, e recomenda a comunhão frequente. É muito importante receber a Primeira Comunhão quando a pessoa chega ao uso da razão, com a devida preparação.

6. O jejum eucarístico consiste em deixar de comer qualquer alimento ou bebida ao menos uma hora antes da Sagrada Comunhão, exceto água e remédios. Os doentes e seus cuidadores podem comungar embora tenham tomado algo na hora imediatamente antes.

7. A pessoa que comunga em pecado mortal comete um pecado grave chamado sacrilégio. Aqueles que desejam comungar e estão em pecado mortal não podem receber a Comunhão sem antes receber o sacramento da Penitência, pois para comungar não basta o ato de contrição.

8. Frequentar a Santa Missa é um ato de amor a Deus que deve brotar naturalmente de cada cristão. E também é uma obrigação guardar os domingos e festas religiosas de preceito, salvo quando impedido por uma causa grave.

9. A Eucaristia no Sacrário é um sinal pelo qual nosso Senhor está constantemente presente em meio do seu povo e é alimento espiritual para doentes e moribundos. Devemos prestar sempre nosso agradecimento, adoração e devoção à real presença de Cristo reservado no Santíssimo Sacramento.

10. No Vaticano, a Solenidade de Corpus Christi é celebrada na quinta-feira depois da Solenidade da Santíssima Trindade. Mas, em várias dioceses é comemorado no domingo posterior.

Fonte: https://www.acidigital.com/

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