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EM ORAÇÃO…

A Arquidiocese de Montes Claros informa que o padre Henrique Munáiz Puig de 86 anos encontra-se internado na Santa Casa desse município sob cuidados médicos. A equipe da Capelania esteve com ele essa tarde de quarta-feira, 18 de outubro, dia de São Lucas e dia do médico. O religioso sorriu, rezou e comungou. Em conversa com Carmem Lúcia, coordenadora da Capelania, o padre está reagindo. Roguemos a Deus que guie os especialistas da medicina que estão cuidando dele. Padre Henrique está se recuperando bem. Rezemos pela saúde do sacerdote tão amado e admirado por todos.

HISTÓRICO: Natural da Espanha, cidade de Pontevedra, Henrique Munáiz Puig nasceu no dia de Natal, 25 de dezembro de 1930. Veio para o Norte de Minas nos idos de 1965. Desde então, sua missão e dedicação presbiteral foi com o compromisso social. Por onde passou deixou sua marca, a marca do amor ao próximo.

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Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros

http://arquimoc.com/sacerdote-do-amor-se-recupera-bem/

Vaticano, 17 Out. 17 / 03:00 pm (ACI).- Após a canonização dos Protomártires do Brasil no domingo, 15 de outubro, o presidente da CNBB, Cardeal Sérgio da Rocha presidiu uma Missa em ação de graças na Basílica de São Pedro, no Vaticano, durante a qual ressaltou 3 atitudes que os novos santos deixam como exemplos.

André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e 27 companheiros foram canonizados pelo Papa Francisco na Praça de São Pedro, no último domingo, em Missa da qual participaram os membros da presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, assim como o Arcebispo de Natal (RN), Dom Jaime Vieira Rocha, e outros bispos brasileiros.

Na segunda-feira, 16 de outubro, o Cardeal Sérgio da Rocha presidiu a Missa em ação de graças pela canonização, quando expressou “sincera gratidão e o agradecimento da Igreja no Brasil ao nosso querido Papa Francisco, assim como a todos os que se empenharam no processo de canonização dos Santos Mártires potiguares”.

Em sua homilia, o Cardeal se referiu aos novos santos como “intercessores e modelos de como seguir a Cristo” e citou “três atitudes, dentre tantas outras que poderiam ser refletidas”.

A primeira delas é a “fidelidade a Jesus Cristo”, que “é sinal e consequência da fé e se manifesta pelo testemunho”. “Eles perseveraram na fé até o fim e, na hora da provação, não negaram a Jesus. Conforme ressaltou o Papa Francisco, na homilia da canonização, ‘eles não disseram sim ao amor apenas com palavras e, por um certo tempo, mas com a vida e até o fim’”.

Outra “atitude a ser cultivada por nós, inspirados no exemplo dos nossos Mártires, é o amor a Igreja e a perseverança na Igreja”, ressaltou, lembrando que eles “foram mártires por pertencerem à Igreja”.

“O martírio ocorreu justamente quando eles se encontravam reunidos na Igreja, como Igreja.  Por isso, o testemunho se apresenta, ao mesmo tempo, como testemunho pessoal e comunitário. Foi o que aconteceu em Cunhaú e Uruaçu, onde o martírio assumiu uma especial dimensão comunitária”, disse, ao sublinhar que “o testemunho comunitário da fé e do amor é ainda mais necessário no mundo de hoje”.

Por fim, a terceira e última atitude ressaltada é “a fé no Santíssimo Sacramento testemunhada através da participação na Eucaristia e na doação da própria vida”.

O Purpurado recordou que o martírio em Cunhaú aconteceu durante a celebração Eucarística e que as palavras de São Mateus Moreira ao ser martirizado foram: “Louvado seja o Santíssimo Sacramento”.

“A Eucaristia foi a fonte e o sustento da fidelidade e da coragem testemunhadas pelas comunidades de Cunhaú e Uruaçú. Ninguém é santo por conta própria, ninguém permanece fiel contando somente com suas forças”, expressou o também Arcebispo de Brasília.

Segundo ele, “uma comunidade que vive da Eucaristia não reage às ofensas e às perseguições com violência e vingança. Ao invés disso, continua a celebrar a Eucaristia e a vivê-la”, sendo este o “alimento dos que buscam construir a paz, por meio do amor e do perdão”.

“Esta atitude eucarística dos que foram martirizados no Rio Grande do Norte torna-se ainda mais importante nos dias de hoje, com tantas situações de agressividade e intolerância difundindo-se no Brasil e no mundo”, acrescentou.

Agenda no Vaticano e encontro com o Papa

Além da canonização dos Protomártires do Brasil e da Missa em ação de graças, a presidência da CNBB segue uma ampla agenda no Vaticano nesta semana, que inclui um encontro com o Papa Francisco na quinta-feira, 19 de outubro.

Nesta terça-feira, 17 de outubro, a programação consistiu em uma visita à Congregação para os Institutos de Vida Consagrada cujo prefeito é o brasileiro Cardeal João Braz de Aviz, e à Congregação para a Doutrina da Fé. Amanhã, irão à Congregação para os Bispos.

Na quinta-feira, além do encontro com o Santo Padre, o terceiro desta presidência, farão também uma visita ao Dicastério para os Leigos, a família e a Vida, cujo secretário é o sacerdote brasileiro Alexandre Awi Mello e o prefeito Cardeal Kevin Joseph Farrell.  Haverá ainda um momento no Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral.

Na sexta-feira, 20 de outubro, a programação segue na Congregação para o Clero, na Secretaria de Estado e na Comissão para a América Latina. E, no sábado, 21 de outubro, acompanharão os padres do Colégio Pio Brasileiro, que serão recebidos pelo Papa Francisco.

Fonte: http://www.acidigital.com/

“Aborto Livre, para Maria também”, foram as palavras que um abortista anônimo escreveu na parede da igreja, sem esperar que o pároco publicasse uma resposta que viralizou no Facebook

Aborto Livre, para Maria também”, foram as palavras que um abortista anônimo escreveu na parede da igreja de São Miguel Arcanjo e Santa Rita, em Milão (Itália), sem esperar que o pároco, através do Facebook da paróquia, publicasse uma resposta que algumas horas depois se tornou viral.

O autor da resposta à propaganda abortista foi o Pe. Andrea Bello e ocorreu na periferia do sul de Milão.

“Querido escritor anônimo de muros”, começou o sacerdote. “Sinto muito que não tenha seguido o exemplo da tua mãe. Ela foi corajosa. Concebeu-te, seguiu em frente com a tua gestação e te deu à luz. Poderia ter te abortado. Mas não fez isso”, acrescentou.

A tua mãe “te criou, alimentou, lavou a tua roupa. E agora você tem uma vida e é livre. Uma liberdade que está usando para nos dizer que seria melhor também que pessoas como você não deveriam estar neste mundo. Sinto muito, mas eu não concordo”.

“Admiro muito a tua mãe porque ela foi corajosa. E ainda é, porque, como toda mãe está orgulhosa do filho, mesmo que ele se comporte mal, porque sabe que dentro dele há uma boa pessoa”, acrescentou.

O sacerdote recordou ao autor anônimo que “o aborto é o ‘sem sentido’ de todas as coisas. É a morte que vence a vida. É o medo que vence um coração, que quer lutar e viver, não quer morrer. É escolher quem tem o direito de viver e quem não tem, como se fosse um direito simples”.

“É uma ideologia que vence uma humanidade, a qual querem impedir de ter esperança. Toda a esperança”, expressou.

Por isso, “admiro todas as mulheres que com muitas dificuldades têm a coragem de seguir em frente. Evidentemente, você não tem coragem, pois permanece anônimo”.

Entretanto, o Pe. Andrea assinalou que, aproveitando esta oportunidade, “também gostaria de dizer que o nosso bairro já passou por tantos problemas e não precisa de pessoas que sujem as paredes e que arruínem as coisas bonitas que nos restam”.

“Você quer ser corajoso? Melhore o mundo em vez de destruí-lo. Ame em vez de odiar. Ajude aqueles que sofrem a suportar as suas dores. E dê a vida em vez de tirá-la! Estes são os verdadeiros corajosos!”, expressou o sacerdote.

“Felizmente o nosso bairro, que você destrói, está cheio de pessoas corajosas! que também sabem te amar, que não sabem nem o que você escreve!”. “Eu assino: Pe. Andrea”, concluiu o post do Facebook.

 

(via Liber News)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Vaticano, 04 Out. 17 / 12:30 pm (ACI).- Depois da Audiência Geral na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco pronunciou uma mensagem especial aos membros de uma delegação do Egito na qual pediu a Deus para que proteja esse país, o Oriente Médio e todo o mundo “de todo terrorismo e do maligno”.

O Santo Padre pediu ao Senhor “que abençoe todos vocês e que proteja o seu país, o Oriente Médio e o mundo inteiro de todo mal, de todo terrorismo e do maligno”.

O Papa fez esta oração alguns dias depois do massacre em Las Vegas, Estados Unidos, no qual um homem de 64 anos assassinou cerca de 58 pessoas e deixou mais de 500 feridos, no tiroteio mais letal na historia moderna do país.

No dia 2 de outubro, o Papa enviou os pêsames ao Bispo de Las Vegas, expressando sua proximidade e tristeza por esta “tragédia sem sentido”.

Diante dos peregrinos egípcios reunidos no Vaticano para a bênção de um ícone que representa a fuga da Sagrada Família ao Egito para escapar da opressão e da injustiça do rei Herodes, o Pontífice lembrou hoje sua viagem apostólica ao país africano em abril de 2017.

“Recordo carinhosamente a minha visita apostólica à sua terra e ao seu povo generoso. Terra na qual viveram São José, a Virgem Maria, o Menino Jesus e muitos profetas”.

O Egito, disse o Papa, é uma “terra abençoada ao longo dos séculos pelo precioso sangue dos mártires e dos justos. Terra de convivência e hospitalidade, da história da civilização”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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FATIMA, 03 Out. 17 / 04:00 pm (ACI).- Uma relíquia de São João Paulo II estará nos dias 21 e 22 de outubro no Santuário de Fátima, em Portugal, por ocasião da memória litúrgica do santo e como expressão da profunda ligação entre o Papa polonês e a Virgem.

A relíquia será acolhida no dia 21 de outubro na Capelinha das Aparições, onde será rezado o terço. Em seguida, será exposta na Capela da Ressurreição de Jesus, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, para a veneração dos fiéis.

No dia seguinte, festa de São João Paulo II, a veneração ocorrerá no mesmo local ao longo do dia até que, às 18h30, acontecerá o acolhimento da relíquia na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, para a celebração da Missa votiva do santo.

Conforme assinala o Santuário mariano de Portugal, “a aceitação da presença desta relíquia em Fátima deve-se essencialmente à ligação profunda existente entre São João Paulo II e Fátima, que o Santuário procura também sublinhar neste ano do Centenário”.

João Paulo II cultivou grande devoção à Nossa Senhora desde novo. Quando sua mãe faleceu e ele ainda era criança, passou a visitar frequentemente a Igreja paroquial e habituou-se a confiar todas as suas preocupações e anseios à Virgem.

Mais tarde, quando foi nomeado bispo, escolheu para as suas armas episcopais a letra M junto à cruz e o lema Totus Tuus (Todo Teu), como sinal de total entrega a Maria. Além disso, frequentemente era visto no Santuário da Virgem Negra de Czestochowa.

Já como Papa, em 13 de maio de 1981, sofreu o atentado na Praça de São Pedro e agradeceu à Virgem de Fátima por ter salvado sua vida.

No ano seguinte, visitou Fátima a fim de agradecer por esta proteção. “Vi em tudo o que foi sucedendo − não me canso de o repetir − uma especial proteção materna de Nossa Senhora. E por coincidência − e não há meras coincidências nos desígnios da Providência divina − vi também um apelo e, talvez uma chamada de atenção para a mensagem que daqui partiu”, disse na ocasião.

Mais tarde, em 25 de março de 1984, buscando cumprir as orientações deixadas pela Virgem aos pastorinhos, realizou em Roma o ato de consagração à Nossa Senhora de Fátima, em união com todos os bispos do mundo.  Para esta ocasião, fez-se acompanhar pela imagem original da Virgem de Fátima, que é venerada na Capelinha das Aparições.

No dia seguinte, entregou ao então bispo de Leiria, Dom Alberto Cosme do Amaral, uma pequena caixa com “um presente para Nossa Senhora”. Comovido, ao abrir a caixa o Prelado viu que era a bala que tinha atravessado o corpo do Pontífice, a qual foi colocada na coroa de Nossa Senhora de Fátima.

Em várias ocasiões, João Paulo II deixou evidente a sua profunda ligação com a Virgem de Fátima, sobretudo pelo “milagre de 13 de maio”.

“Há dez anos fui introduzido na experiência de Fátima vivida pela Igreja. Isto aconteceu na tarde do dia 13 de maio: o atentado à vida do Papa. […] Sei que a vida, a mim concedida de novo há dez anos, me foi dada pela misericordiosa Providência de Deus. Não esqueçamos as grandes obras de Deus”, disse na Audiência de 15 de maio de 1991.

O Pontífice retornou a Fátima em 1991, quando já havia caído o muro de Berlim e pôde “agradecer a Nossa Senhora a proteção dada à Igreja nestes anos, que registaram rápidas e profundas transformações sociais, permitindo abrirem-se novas esperanças para vários povos oprimidos por ideologias ateias que impediram a prática da sua fé”.

Em 13 de maio de 2000, ano em que foi revelada publicamente a terceira parte do segredo de Fátima, João Paulo II voltou ao santuário da Cova da Iria e beatificou os pastorinhos Francisco e Jacinta Marto. Tornando-se, assim, o Pontífice que mais visitou Fátima.

Nas palavras proferidas pelo Cardeal Angelo Sodano, a proteção dada ao Papa “parece ter a ver também com a chamada terceira parte do segredo de Fátima”, referindo claramente o atentado sofrido por João Paulo II a 13 de maio de 1981 e “a mão materna” que permitiu que o Santo Padre se detivesse no limiar da morte.

Segundo o Cardeal, foi uma visão profética a que os três pastorinhos tiveram em 13 de julho de 1917: um bispo de branco que reza por todos os crentes, caminhando, com dificuldade, para uma cruz rodeada de cadáveres. O bispo de branco cai depois por terra, sob os tiros de uma arma de fogo.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Informado da notícia sobre o tiroteio em Las Vegas, Santo Padre enviou um telegrama ao bispo local

Da Redação, com Boletim da Santa Sé

O Papa Francisco expressou o seu pesar diante da notícia do tiroteio em Las Vegas, Estados Unidos, que já deixou ao menos 50 mortos e mais de 200 feridos. O Santo Padre enviou uma mensagem ao bispo de Las Vegas, Dom Joseph Anthony Pepe, assegurando suas orações pelas vítimas.

“Profundamente triste ao saber do tiroteio em Las Vegas, Papa Francisco assegura sua proximidade espiritual a todos os afetados por essa tragédia sem sentido. Ele elogia os esforços da polícia e da equipe do serviço de emergência e oferece suas orações pelos feridos e por todos que morreram, confiando-os ao amor misericordioso de Deus”, escreve o secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, que é quem assina a mensagem.

O tiroteio aconteceu em Las Vegas na madrugada desta segunda-feira, 2. Um homem abriu fogo contra o público – cerca de 40 mil pessoas – que assistia a um show de música country.

Segundo informações do chefe da polícia local, Joe Lombardo, o autor do ataque é Stephen Paddock, 64 anos, um morador local de Las Vegas.

Ainda são desconhecidos os motivos da ação, considerada o maior ataque a tiros da história dos Estados Unidos.

Fonte: https://noticias.cancaonova.com/

BOLONHA, 01 Out. 17 / 10:00 am (ACI).- Apenas duas horas depois de sua chegada a Cesena, o Papa Francisco seguiu novamente de helicóptero para Bolonha, onde se reuniu primeiramente com cerca de mil migrantes e pessoas que desenvolvem serviço de assistência em um dos centros que realizam este trabalho.

“A integração começa com a consciência” e “o contato com o outro leva a descobrir o ‘segredo’ que cada um leva consigo e também o dom que representa, ao abrir-se para ele para acolher os aspectos válidos, aprendendo assim a querer bem e vencendo o medo, ajudando-o a integrar-se na nova comunidade que o acolhe”, disse o Papa.

“Quero levar comigo vossos rostos que pedem ser recordados, ajudados, diria ‘adotados’”, afirmou diante da emoção dos que o escutavam.

O Santo Padre os chamou de “lutadores da esperança”: “alguém não chegou porque foi engolido pelo deserto ou pelo mar. Os homens não os recordam, mas Deus conhece seus nomes e os acolhe junto a Ele”. Em seguida, pediu que fizessem uns minutos de silêncio para recordar todos os que faleceram tentando sair de seu país de origem.

“Sem a misericórdia, o outro é um estranho, até mesmo inimigo, e não pode ser meu próximo. De longe, podemos dizer e pensar o que for, como facilmente acontece quando escrevem frases terríveis e insultos via internet”, assegurou o Papa.

Por isso, “se olhamos o próximo sem misericórdia, não nos damos conta de seu sofrimento e de seus problemas”.

O Papa saudou muitos deles pessoalmente, permitindo-lhes que fizessem fotos com ele. Mais de meia hora depois de sua chegada e após deter-se com cada um, pronunciou um discurso no qual falou em concreto sobre o fenômeno migratório e indicou que “requer visão e grande determinação na gestão, inteligência e estrutura, mecanismos claros que não permitem distorções ou exploração”.

Francisco reiterou sua postura sobre a necessidade de “programas de ajuda privados e comunitários de acolhida” e solicitou que “se abram corredores humanitários para os refugiados em situações mais difíceis, para evitar esperas insuportáveis e tempos perdidos”.

Na última parte do discurso, recordou que “a Igreja é uma mãe que não faz distinção e que ama cada homem como filho de Deus, sua imagem”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

Por ocasião do centenário das aparições de Fátima, o Departamento Filatélico Numismático do Governatorato do Vaticano emitirá, no próximo dia 05 de outubro, uma moeda comemorativa de 2 euros.

A arte da moeda foi feita pela artista Orietta Rossi que decidiu dedicar aos pastorinhos de Fátima (Lúcia dos Santos, Francisco e Jacinta Marto) o primeiro plano da composição, retratando-os como aparecem em uma célebre fotografia de época que percorreu o mundo. Ao fundo, a imponente Basílica construída no local das aparições.

Essa moeda de 2 euros do Vaticano terá uma dupla produção: uma em “FDC – fior di conio” – que é o mais alto grau de conservação, sem nenhum sinal de circulação, conservando seu brilho natural – com tiragem de 80 mil peças, “comercializadas na fonte” ao preço de 18 euros a unidade e outra em uma pequena caixa, com tiragem de 10 mil exemplares, que o UFN (Ufficio Filatelico e Numismatico) colocará à disposição de colecionadores e de comerciantes numismáticos ao preço de 37 euros.

Em Viagem Apostólica realizada ao Santuário no último dia 13 de maio, o Papa Francisco canonizou Jacinta e Francisco Marto, e recordou o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima. Lúcia foi proclamada Serva de Deus e seu processo de beatificação ainda está em andamento.

Gaudiumpress

Fonte: http://www.comshalom.org/

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BRASILIA, 28 Set. 17 / 05:00 pm (ACI).- A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter o ensino religioso confessional em escolas públicas foi vista por políticos católicos como um avanço, por seguir o que é previsto pela Constituição Federal.

Na quarta-feira, o STF encerrou o julgamento iniciado em agosto de uma ação apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR), que propunha que as aulas de religião fossem baseadas na exposição da história, práticas, doutrinas e dimensões sociais das diversas religiões, assim como do ateísmo e do agnosticismo.

Por seis votos contra cinco, o Supremo decidiu que as escolas públicas do país poderão continuar oferecendo o ensino religioso confessional, interconfessional ou não confessional.

No mesmo dia, em um pronunciamento na Câmara dos Deputados, o deputado federal Flavinho parabenizou o STF pela “coragem de ir contra a corrente ateísta, marxista que tem crescido no nosso país e que tenta tirar das bases do nosso país os valores morais e os valores cristãos”.

“O STF manteve aquilo que a Constituição, desde 1934, já tem muito claro: o nosso ensino público pode ter o ensino religioso. Assim, hoje, de forma definitiva, o STF permitiu que nós continuemos tendo ensino religioso conforme preconiza a Constituição Federal”, assinalou o parlamentar.

Por sua vez, o deputado estadual do Rio de Janeiro, Márcio Pacheco, assinalou em sua página no Facebook que a decisão do Supremo “é uma excelente notícia, para cristãos e religiões de outras matrizes”.

“A Constituição já prevê o ensino religioso como disciplina facultativa e os professores têm a liberdade de propagar valores da fé em suas salas de aula. Esse é o melhor caminho: ensino religioso facultativo, mas confessional; conteúdo programático pré-definido, além do respeito à pluralidade religiosa”

Pacheco ressaltou que “a sociedade é plural” e, nesse sentido, “cabe Deus, cabe o transcendente e a religião – bem como o direito de não exercê-la”. Entretanto, sublinhou, “se a pessoa crê, não lhe pode ser cerceado o acesso aos valores das crenças, seja no banco da igreja ou no da escola”.

A votação no STF

A Constituição Federal do Brasil prevê que o ensino religioso seja oferecido como disciplina do ensino fundamental, porém com matrícula facultativa, dando ao aluno e sua família o direito de recusar esta matéria, sem prejuízo em suas notas ou frequência.

Neste sentido, a votação no Supremo Tribunal Federal não dizia respeito à oferta ou não do ensino religioso nas escolas públicas, mas sim ao modo como seria oferecido, se poderia ser confessional.

A votação teve início em agosto, quando o relator, o ministro Luís Roberto Barroso, foi contrário ao ensino confessional, alegando que “a simples presença do ensino religioso em escolas públicas já constitui uma exceção, feita pela Constituição, à laicidade do Estado”.

“Por isso mesmo a exceção não pode receber uma interpretação ampliativa para permitir que o ensino religioso seja vinculado a uma específica religião”, afirmou o relator, que foi seguida em seu voto pelos ministros Luiz Fux, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e pela ministra Rosa Weber.

Por outro lado, os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes votaram a favor do ensino confessional e, diante do empate, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, proferiu o seu voto também favorável.

Para a ministra, “não fosse com conteúdo específico de alguma religião ou de várias religiões, não vejo por que seria facultativa essa disciplina”.

“Se fosse história das religiões ou filosofia – indicou –, isso se tem como matéria que pode perfeitamente e é oferecida no ensino público”.

Durante o julgamento da ação da PGR, a Presidência da República e a Câmara dos Deputados, representadas pela Advocacia Geral da União (AGU) se posicionou a favor do ensino religioso confessional em uma audiência pública convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso.

“O Estado é laico, mas essa laicidade não significa que o Estado virou as costas para a fé, para a relação do homem com Deus. O Estado não estabeleceu uma relação de inimizade com a fé”, afirmou na ocasião a advogada-geral Grace Mendonça.

Segundo ela, “o ensino religioso é ofertado pelo Estado, mas não é imposto. O Estado não pode obrigar nenhuma religião. Mas tem o dever de oferecer um ambiente favorável para que a liberdade de crença religiosa se desenvolva em um ambiente sadio”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Vaticano, 26 Set. 17 / 01:30 pm (ACI).- O Papa Francisco pediu para aplicar o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, adotado pela ONU em março de 2017, para abolir as armas de destruição em massa no mundo.

“Comprometamo-nos por um mundo sem armas nucleares, aplicando o Tratado de não-proliferação para abolir estes instrumentos de morte”, foi a mensagem divulgada pelo Santo Padre em seu perfil da rede social do Twitter.

O pedido do Pontífice foi realizado em um momento especialmente tenso, quando a Coreia do Norte está enfrentando um desafio contra a comunidade internacional e ameaçou atacar os Estados Unidos usando armas nucleares.

Por enquanto, nas últimas semanas, o exército coreano lançou vários mísseis intercontinentais que voaram o espaço aéreo da Coreia do Sul e do Japão e precipitaram-se no Oceano Pacífico.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu às ameaças da Coreia do Norte garantindo que se acontecesse qualquer ataque contra o território norte-americano submeteria a Coreia do Norte a uma “destruição total”.

A Santa Sé se comprometeu com o processo de dissidência e não proliferação nuclear e colocou seus recursos diplomáticos a serviço de uma redução de tensão entre as potências nucleares.

Em 20 de setembro, o Secretário Pontifício para as Relações com os Estados, Dom Paul Richard Gallagher, ratificou o acordo de Proibição de Armas Nucleares durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York.

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Dom Gallagher destacou a urgência de que este tratado entre em vigor, “considerando as ameaças à paz, os contínuos desafios da proliferação nuclear e da modernização dos programas de armas dos países com armas nucleares”.

Em concreto, citou “o aumento das tensões com a Coreia do Norte com seu crescente programa nuclear”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Confira a Nota Oficial sobre o processo de beatificação do Padre Léo

Conforme trajeto formal e necessário, formulado pela Mãe Igreja, foi apresentado ao Arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, por parte da Comunidade Bethânia, o pedido de abertura do processo de Beatificação do Pe. Leo.

Dom Wilson acolheu, autorizou e incentivou o trabalho nesta direção indicando os passos seguintes.

Por estes dias ainda será acordado com um “Postulador da Causa de Beatificação”, os passos para a abertura formal do processo e a continuidade do mesmo.

Em breve serão anunciados todos os detalhes.

Convocamos a todos para que rezem nesta intenção, podendo entrar em contato com a Comunidade Bethânia para esclarecimentos e comunicação de possíveis graças.

Abraço e paz!

Pe. Vicente, bth

(via Comunidade Bethânia)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

 

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MADRI, 26 Set. 17 / 08:00 am (ACI).- O Arcebispo de Barcelona, Cardeal Juan José Omella, e o presidente da Conferência Episcopal Espanhola, Cardeal Ricardo Blázquez, intervieram na crise territorial e institucional que a Espanha atravessa pelo desafio separatista da Catalunha contra a Constituição e pediram que se evite o confronto.

O Cardeal Omella pediu “sanidade” para chegar a um acordo e evitar que se agrave o conflito político.

“Sei que estamos vivendo momentos complicados em nossa sociedade, mas não podemos nem temos que ser profetas de calamidades. Temos que evitar o confronto, a violência e o desprezo aos outros, pedimos sanidade para nós e para nossos dirigentes”, assinalou em sua homilia da Missa por ocasião da festividade de Nossa Senhora das Mercês, padroeira de Barcelona.

Por sua parte, o presidente da Conferência Episcopal Espanhola, Cardeal Ricardo Blázquez, também pediu que se crie “um clima e um ambiente de consenso” para buscar uma saída à crise institucional. Foi o que indicou durante o ato de inauguração do curso acadêmico da Universidade Pontifícia de Salamanca.

Nesse sentido, remeteu-se ao acordo entre partidos políticos de ideologia totalmente opostas – desde conservadores até comunistas, incluindo liberais, socialistas e nacionalistas – nos anos 70 do século XX, que tornaram possível a transição à democracia na Espanha.

A origem desta crise territorial remonta ao ano 2012, quando o governo autóctone da Catalunha exigiu ao presidente do governo espanhol um acordo fiscal que lhes desse absoluto controle das finanças em seu território, algo que foi negado pelo governo espanhol, imerso em uma profunda crise econômica.

Após a negativa e pressionado por forças de esquerda radical, o então presidente da Generalitat da Catalunha, Artur Mas, decidiu empreender um processo independentista que pretende alcançar seu cume no dia 1º de outubro, com a realização de um referendo declarado ilegal e contrário à Constituição por parte do Tribunal Constitucional, e uma declaração unilateral de independência nos dias posteriores.

Para poder realizar esse referendo, o parlamento da Catalunha aprovou nos últimos dias 6 e 7 de setembro duas leis transicionais que, na prática, revogavam a Constituição Espanhola no território catalão, algo para o qual não têm competência, já que as mudanças constitucionais só podem ser feitas pelo Parlamento Espanhol com maioria qualificada (superior a maioria absoluta) e posteriormente ratificados em um referendo no conjunto do país.

Nenhum desses dois requisitos aconteceram, pois as leis transicionais foram aprovadas por um parlamento autônomo, o catalão, que carece de competências para essa matéria e com uma maioria insuficiente.

Como consequência, o Tribunal Constitucional declarou anticonstitucionais ambas as leis e proibiu o referendo. Apesar disso, o presidente da Generalitat da Catalunha, Carles Puigdemnot, no poder graças a uma combinação de partidos de extrema esquerda embora seja liberal, declarou que não reconhece o Tribunal Constitucional e anunciou que continuava com os planos do referendo.

Depois de tornar pública sua negativa de cumprir a lei, o Procurador Superior da Catalunha ordenou que a Guarda Civil coloque fim aos preparativos do referendo e confisque todos os materiais para a realização do mesmo.

A Guarda Civil cumpriu a ordem a ordem judicial e, após registrar diversas dependências da Generalitat, apreendeu vários materiais destinados ao referendo e deteve 14 alto funcionários políticos acusados de sedição por violar as sentenças do alto tribunal.

As forças nacionalistas vinculadas ao governo catalão, a Assembleia Nacional Catalã e Omnium, responderam mobilizando milhares de simpatizantes independentistas que cercaram a Guarda Civil no interior do Ministério de Economia, onde estavam realizando um registro, até que puderam ser liberados depois de várias horas.

Em declarações na própria quarta-feira, 20 de setembro, o presidente do governo, Mariano Rajoy, exigiu ao presidente catalão que suspenda o referendo, que volte à lei e à democracia e recordou que não tem nenhuma legitimidade.

Além disso, o governo espanhol procedeu para assumir o controle da polícia autônoma da Catalunha e das finanças da região, para evitar que o golpe à Constituição seja consumado.

Por sua parte, o presidente da Generalitat rechaçou a efetividade dessas ações e insistiu que no dia 1ºde outubro “sairemos de casa, levaremos uma cédula e a usaremos”.

Por último, o presidente da Comissão Europeia como diversos chefes de Estado da União Europeia, entre eles o presidente da França, Emmanuel Macron, e a chanceler alemã, Angela Merkel, pediram respeito à Constituição Espanhola e advertiram que uma independência unilateral da Catalunha seria ilegítima, ilegal e contrária à União Europeia.

Fonte: http://www.acidigital.com/

O Papa Francisco concluiu sua série de audiências esta sexta-feira (22/09) recebendo os responsáveis nacionais pelas migrações, que participam do encontro promovido pelo Conselho das Conferências Episcopais da Europa.

A audiência foi a ocasião para o Pontífice reafirmar a missão da Igreja diante dos fluxos migratórios maciços: amar Jesus Cristo particularmente nos mais pobres e abandonados, e entre eles certamente estão os migrantes e refugiados.

“Não escondo a minha preocupação diante dos sinais de intolerância, discriminação e xenofobia que se verificam em várias regiões da Europa. Com frequência, esses sinais são motivados pela desconfiança e pelo temor em relação ao outro, ao diferente, ao estrangeiro. Preocupa-me ainda mais a triste constatação de que as nossas comunidades católicas na Europa não estão isentas dessas reações de defesa e rejeição, justificadas por um ‘dever moral’ de preservar a identidade cultural e religiosa originária.”

O Papa recordou que a Igreja se propagou em todos os continentes graças à “migração” de missionários, e que hoje percebe uma “profunda dificuldade” das Igrejas na Europa diante da chegada dos migrantes. Para Francisco, essa dificuldade espelha os limites dos processos de unificação europeia e da aplicação concreta da universalidade dos direitos humanos.

Do ponto de vista estritamente eclesiológico, a chegada de inúmeros irmãos oferece às Igrejas locais uma oportunidade a mais de realizar plenamente a própria catolicidade e uma nova fronteira missionária.

Além disso, o encontro com migrantes e refugiados de outras confissões e religiões é um “terreno fecundo para o desenvolvimento de um diálogo ecumênico e inter-religioso sincero e enriquecedor”.

Por fim, o Papa citou a sua Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e Refugiado do próximo ano, na qual indica a resposta pastoral aos desafios migratórios em quatro verbos: acolher, proteger, promover e integrar.  Na mesma Mensagem, também se enfatiza a importância dos Pactos Globais, que as nações do mundo se empenharam em redigir até o final de 2018, nos quais a Santa Sé está preparando uma contribuição especial. Francisco concluiu com uma exortação:

“Que a voz da Igreja seja sempre tempestiva e profética e, sobretudo, seja precedida por um trabalho coerente e inspirado nos princípios da doutrina cristã.”

Radio Vaticano

Fonte: http://www.comshalom.org/

VATICANO, 21 Set. 17 / 12:26 pm (ACI).- A Santa Sé enviará 150 mil dólares de ajuda à população do México afetada pelo terremoto que, na terça-feira, 19 de setembro, devastou a capital e várias regiões do centro do país.

De acordo com um comunicado emitido pela Sala de Imprensa do Vaticano, o Papa Francisco autorizou o envio do dinheiro, mediante o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, para cobrir as necessidades das vítimas desta catástrofe que, até o momento, provocou a morte de 250 pessoas.

A ajuda será distribuída através da Nunciatura Apostólica entre Dioceses mais afetadas pelo terremoto, e será dedicada a obras de assistência às vítimas do terremoto como expressão imediata do sentimento de proximidade espiritual e encorajamento paterno para as pessoas e territórios afetados.

Esta ajuda econômica, acompanhada da oração dirigida à Virgem de Guadalupe, padroeira do México, é uma parte das ajudas à amada população mexicana que estão sendo ativadas em toda a Igreja católica e que envolvem, além de várias Conferências episcopais, diversas organizações de caridade.

Na mensagem pronunciada após a Audiência Geral da quarta-feira, 20 de setembro, o Papa Francisco mostrou sua proximidade e solidariedade às vítimas do terremoto de magnitude 7,1.

“Neste momento de dor, quero manifestar a minha solidariedade e oração a toda querida população mexicana”, assinalou o Santo Padre. “Elevemos todos juntos a nossa oração a Deus para que acolha em seu seio os que perderam a vida, conforte os feridos, seus familiares e todos os afetados”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

Esse é o segundo tremor registrado no México nesse mês de setembro; Papa reza pelas vítimas

Da Redação, com Rádio Vaticano

Após a catequese desta quarta-feira, 20, o Papa Francisco manifestou solidariedade aos mexicanos em virtude do terremoto que afetou o país nesta terça-feira, 19, deixando mais de 200 mortos. Ao saudar os peregrinos de língua espanhola, Francisco rezou por todas as vítimas da tragédia.

“Ontem, um terremoto terrível assolou o México – vi que há muitos mexicanos entre vocês -. Causou inúmeras vítimas e danos materiais. Neste momento de dor, quero manifestar a minha solidariedade e oração a toda querida população mexicana. Elevemos juntos a nossa oração a Deus por quem perdeu a vida, que o Senhor conforte os feridos, seus familiares e todos os afetados”, disse.

O Papa pediu orações também por todos que trabalham no resgate das vítimas e a proteção de Nossa Senhora de Guadalupe.

O terremoto

O tremor foi sentido em 18 municípios, incluindo a Cidade do México, onde edifícios caíram e pessoas estão soterradas. O epicentro foi nos arredores de Axochiapan, no Estado de Morelos, a cerca de 120 km da capital. Segundo o Serviço Nacional mexicano, o terremoto foi registrado a 57 km de profundidade. Exatamente 32 anos atrás, no mesmo dia, um sismo deixou milhares de mortos na capital mexicana.

Também no início deste mês, em 8 de setembro, um terremoto de magnitude 8,2 graus foi registrado no estado de Chiapas. Esse foi considerado o maior tremor desde 1985.

Fonte: https://noticias.cancaonova.com/

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