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O arcebispo coadjutor de Montes Claros, dom João Justino de Medeiros Silva, presidiu, neste sábado (12), a Missa de abertura da Semana Nacional da Família, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.

Durante a homilia, dom João Justino falou sobre a importância da família e a missão dos pais em ensinar os filhos a escuta e a vivência da Palavra, bem como cultivar o amor que precisa ser atuante na vida familiar.

“A família é um lugar privilegiado para a experiência do amor de Deus. Não foi exatamente isso que Deus quis viver quando encarnou-se, e também viveu, no seio de uma família? Deus quis poder sentir Ele mesmo, o que é ser amado por um pai e por uma mãe. E vivendo em família, mostrou-nos a importância de valorizar esse espaço humano, que ao mesmo tempo é cheio das graças de Deus, e por isso é um  espaço divino”, refletiu dom João Justino.

João Justino convidou a assembleia a juntar esforços para viver não somente aquilo que as comunidades e paróquias organizaram para a Semana da Família, mas que também olhe para a realidade da própria família e descubra o que precisa ser mais intensificado na experiência do amor de Deus.

“Devemos olhar para as nossas famílias e fazermos uma revisão da história e perceber se há algum esquecimento que está ferindo a aliança feita e buscar a conversão. Que nesta semana, as nossas famílias consigam experimentar, se já não vivem, momentos de oração em família, e assim experimentarmos, melhor, as graças de Deus”, exortou.

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Caminhada da Família

Após a celebração diocesana, as famílias participaram da quinta edição da Caminhada da Família que percorreu algumas ruas da região central da cidade até a Matriz Nossa Senhora da Conceição e São José, onde foi dada a benção do Santíssimo.P8120199 P8120205 P8120210

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“Das periferias existenciais à luz do amor na família”. Este é o tema da Semana da Família, na Província Eclesiástica de Montes Claros, que inicia neste sábado (12). A abertura da semana será com uma missa presidida pelo arcebispo coadjutor, dom João Justino de Medeiros Silva, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, às 8h30.

Para orientar a Semana da Família, foi elaborada uma cartilha que será utilizada na Província Eclesiástica de Montes Claros. O material será utilizado além da Arquidiocese de Montes Claros, nas dioceses de  Janaúba e Januária. Já a diocese de Paracatu, optou por adotar a cartilha nacional.

A proposta de confeccionar uma cartilha própria foi uma forma de regionalizar a discussão acerca da Família, a partir de temas que melhor abrange a realidade da província, para chegar com mais intensidade ao lar cristão.

O propósito desta semana é intensificar a reflexão a partir da Palavra de Deus para que as famílias cristas possam se fortalecer enquanto igreja doméstica para, assim, buscar uma vivência religiosa e ir ao encontro de outras famílias para serem evangelizadas.

Caminhada da Família

Após a missa de abertura da Semana da Família, acontece a 5ª Caminhada da Família, com saída da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida e segue até a Matriz Nossa Senhora da Conceição e São José, onde acontece a benção do Santíssimo.

Como um gesto concreto de solidariedade em benefício do próximo, a Pastoral Familiar da Arquidiocese de Montes Claros pede que as pessoas levem 1 kg de alimento não perecível que será doado àqueles que mais precisam.

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Por ocasião da Festa de São Lourenço, diácono e mártir da Igreja, neste dia 10 de agosto também é celebrado o Dia dos Diáconos Permanentes.

No século III, São Lourenço era um dos 7 diáconos de Roma que ajudavam o Papa Sisto II, o qual o nomeou administrador dos bens da Igreja e permitiu que distribuíssem esmolas aos pobres e necessitados.

Na história da Igreja, os diáconos sempre ajudavam os sacerdotes a desenvolver seu ministério. Embora o diácono tenha recebido o sacramento da Ordem, este não é propriamente um sacerdote e, portanto, não tem suas potestades.

O sacramento da Ordem tem três graus – episcopado, presbiterato e diaconato – que estão explicados entre os numerais 1554 e 1571 do Catecismo da Igreja Católica (CIC).

O diácono se ordena ao ministério da palavra, da liturgia e da caridade. Sua função principal é a assistência qualificada ao sacerdote nas celebrações e não é simplesmente um “ajudante”.

As outras funções dos diáconos estão explicadas na constituição dogmática Lumen Gentium e nos cânones 757, 835, 910, 943 e 1087 do Direito Canônico.

Algumas destas competências são: o batismo, conservar e distribuir a Eucaristia, ser ministros da exposição do Santíssimo e da bênção eucarística, ser ministro ordinário da sagrada comunhão, levar o viático aos doentes terminais, em nome da Igreja assistir e abençoar o matrimônio, ler a Sagrada Escritura aos fiéis, administrar os sacramentais como por exemplo a água benta, a bênção das casas, imagens e objetos, presidir o ritual fúnebre e o sepultamento.

O diaconato considerado em si mesmo como ministério permanente decaiu no ocidente depois do século V, e este primeiro grau do sacramento da ordem foi reduzida a uma simples etapa para chegar ao grau sucessivo, ou seja, ao sacerdócio.

Depois do Concílio Vaticano II, foi restabelecido o diaconato “como um grau particular dentro da hierarquia”.

A constituição Lumen Gentium especifica no numeral 29: “Com o consentimento do Romano Pontífice, poderá este diaconado ser conferido a homens de idade madura, mesmo casados, e a jovens idôneos; em relação a estes últimos, porém, permanece em vigor a lei do celibato” (EV, 1/360).

Estes deverão ter uma preparação durante 3 anos para receber as sagradas ordens, conforme está estabelecido no Código de Direito Canônico numeral 236.

O Papa Paulo VI, em sua carta apostólica Sacrum diaconatus ordinem de 18 de junho de 1967, assinala que a ordem do diaconato “não deve ser considerada como simples grau para ascender ao sacerdócio, mas recebe tal riqueza pelo seu carácter indelével e pela sua graça particular que aqueles que a ele são chamados podem dedicar-se de modo estável aos ‘mistérios de Cristo e da Igreja’” (EV, 2/1369). (Fonte: ACIDigital)

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Arqueólogos que escavavam por Jerusalém descobriram artefatos queimados que datam de 2.600 anos atrás – provando a veracidade de uma passagem bíblica.

Os pesquisadores descobriram madeira carbonizada, sementes de uva, espinhas de peixes, ossos e cerâmica, ao escavar a Cidade de Davi, em Jerusalém. Os achados fornecem evidências de que os babilônicos“queimaram todas as casas de Jerusalém”, como descrito no livro de Jeremias.

Os pesquisadores do Israel Antiquities Authority descobriram os artefatos sob camadas de rocha na Cidade de Davi – juntamente com frascos com lacres que permitiram que os pesquisadores datassem os artefatos.

“Esses lacres são característicos do final do Período do Primeiro Templo”’, disse Dr. Joe Uziel, do Israel Antiquities Authority. “Eles eram usados pelo sistema administrativo que se desenvolveu no final da dinastia judaica”.

Os danos causados pelo fogo ocorreram há 2.600 anos, o que se assemelha com eventos descritos pela Bíblia.O livro de Jeremias diz: “Hoje, no sétimo dia do quinto mês, décimo nono ano do rei Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã o capitão da guarda, um servo do rei da Babilônia, veio até Jerusalém. Ele queimou a casa do Senhor, a casa do rei e todas as casas de Jerusalém. Todas as grandes casas foram queimadas pelo fogo”. (SP – Agências internacionais) (Fonte: Rádio Vaticano)

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Os membros da Comissão Episcopal Especial para os Bens Culturais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se reuniram, na sede da entidade, em Brasília, para tratar da construção dos projetos da comissão criada, em maio, para fomentar o cuidado com o patrimônio material e imaterial da Igreja no Brasil. Este é o segundo encontro da comissão.

O arcebispo coadjutor de Montes Claros e presidente da comissão dom João Justino de Medeiros, diz que a reunião foi para organizar os trabalhos para os próximos 2 anos e estudar a forma que será feita a incorporação e a articulação com os projetos e experiências exitosas no âmbito da preservação e o cuidado com o patrimônio cultural da Igreja no Brasil.

“A ideia é trabalhar a formação, criar uma nova cultura. De valorização do patrimônio de cuidado, da inventariação, da catalogação. Isso significa preparar material, pessoas, estratégias para que esse bens que estão a serviço da evangelização e é são patrimônio do povo de Deus e da Sociedade sejam devidamente utilizados”, comentou dom João Justino.

Ainda segundo o bispo, será estabelecido de modo mais efetivo um diálogo instituição da comissão e os órgãos governamentais que como a comissão tem preocupações e cuidam do patrimônio cultural do país.

Estiveram presentes na reunião, o presidente dom João Justino de Medeiros, arcebispo coadjutor de Montes Claros, que também preside a Comissão Episcopal para Cultura e Educação, o arcebispo de Maceió (AL), dom Antônio Muniz e o bispo de Petrópolis (RJ), dom Gregório Paixão. Além do padre Helton Ferreira Rodrigues, da diocese de Divinópolis (MG), especialista em Bens Culturais da Igreja.

Estão abertas, até quinta-feira (10), as inscrições para participação no Seminário Acordo Brasil-Santa Sé, que o Regional Leste 2 (Minas Gerais e Espírito Santo) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizará nos dias 29 e 30 de agosto, no auditório do Museu de Ciências Naturais (prédio 40), Campus Coração Eucarístico. As inscrições devem ser feitas no site (www.cnbbleste2.org.br).

Com o intuito de promover estudos e reflexões sobre as complexas questões tratadas no Acordo Brasil-Santa Sé, o encontro irá reunir autoridades e especialistas da área jurídica, administrativa e eclesial. Entre os temas que serão abordados estão Memórias: CNBB e o Acordo Brasil – Santa Sé, Direito e Religião no Brasil, Imunidade Filantrópica no Acordo Brasil – Santa Sé; Personalidade Jurídica dos Entes Eclesiásticos e das Instituições Eclesiásticas no Brasil; A personalidade jurídica internacional da Santa Sé, entre outros.

O Seminário Acordo Brasil-Santa Sé é destinado a bispos, padres, religiosos, vigários gerais, advogados, canonistas, ecônomos, administradores, chanceleres, seminaristas, membros de associações e movimentos eclesiais, representantes de faculdades e escolas católicas, membros de casas religiosas, funcionários de cúrias e entidades filantrópicas. É uma iniciativa do Regional Leste 2 com o apoio da Arquidiocese de Belo Horizonte, Catedral Cristo Rei, Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje), Instituto Santo Tomás de Aquino (Ista), Conferência dos Religiosos do Brasil e PUC Minas.

Acordo Brasil – Santa Sé

O Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé, relativo ao Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil, marca a história das relações do Brasil com a Igreja Católica. O seu objetivo fundamental é reunir, em um único instrumento jurídico, as situações existentes de iure e de facto, e consolidar os múltiplos aspectos das relações do Brasil com a Santa Sé.

Foi firmado na Cidade do Vaticano, em 13 de novembro de 2008 e aprovado pelo Congresso Nacional por meio do Decreto Legislativo Nº 698, de 7 de outubro de 2009, nos termos do artigo 20. Entrou em vigor no dia 10 de dezembro de 2009, sendo promulgado pelo então presidente da República através do Decreto Nº 7.107, de 11 de fevereiro de 2010.

Programação

29 de agosto

7h30 – Credenciamento

8h15 – Momento Cultural

8h45 – Abertura Oficial: dom Paulo Mendes Peixoto – arcebispo Metropolitano de Uberaba (MG) e presidente da CNBB – Regional Leste 2 | cardeal dom Raymundo Damasceno Assis – presidente da Comissão Episcopal para Implementação do Acordo Brasil – Santa Sé | dom Walmor Oliveira de Azevedo – arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte

9h10 – Memórias: CNBB e o Acordo Brasil – Santa Sé: Dom Geraldo Lyrio Rocha – Ex-Presidente da CNBB

10h30 – Direito e Religião no Brasil: Dr. Ives Gandra Martins – Jurista Constitucionalista, Professor e Escritor

11h30 – A Proteção dos Bens Culturais da Igreja: Ângelo Oswaldo Araújo Santos – secretário de Cultura do Estado de Minas Gerais

14h30 – Imunidade Filantrópica no Acordo Brasil – Santa Sé: Aspectos Jurídicos e Contábeis: Sergio Monello – advogado e contador

16h15 – Imunidade Filantrópica no Acordo Brasil – Santa Sé: Aspectos Jurídicos e Contábeis: Sergio Monello – advogado e contador

30 de agosto

8h15 – Momento de oração

8h30 – Personalidade Jurídica dos Entes Eclesiásticos no Brasil: Hugo Sarubbi Cysneiros – advogado e assessor jurídico-civil da CNBB

10h30 – Personalidade Jurídica das Instituições Eclesiásticas – Estatutos e Questões Cartoriais: Hugo Sarubbi Cysneiros – advogado e assessor jurídico-civil da CNBB

14h – Vínculo empregatício entre religiosos(as) e voluntários(as) segundo o Acordo: Ana Paula Tauceda Branco – desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho (ES)

16h – Conquistas e passos na implementação do Acordo: Receita Federal, Plano de Saúde, Convalidação e Reconhecimento da Teologia: Hugo Sarubbi Cysneiros – advogado e assessor jurídico-civil da CNBB

17h – A personalidade jurídica internacional da Santa Sé: dom Giovanni d’Aniello – núncio apostólico no Brasil

(Fonte: CNBB – Regional Leste2)

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“Verônica” vem de “vera icona”, que significa “verdadeira imagem” de Jesus

 

Santa Verônica é a mulher que entrou para a história por causa do gesto lindo e misericordioso que ela ofereceu a Jesus durante a caminhada para o Calvário para ser crucificado: ela se aproximou Dele e secou o sangue e suor de Seu santo rosto com um véu. Naquele véu, ficou impresso – de acordo com a tradição – a imagem da Sagrada Face do Messias.

Assim, a “imagem verdadeira”, ou vera icona, de Cristo foi deixada neste pano. Acredita-se que esta seja a origem do nome “Verônica”, que foi dado a esta mulher piedosa.

Na realidade, não se sabe qual era o nome verdadeiro dela. Alguns pensam que “Verônica” pode ser uma variação do nome “Bernice”, mas não se tem certeza. O nome “Verônica” aparece pela primeira vez no apócrifo “Atos de Pilatos”.

Segundo a tradição, Santa Verônica foi uma mulher piedosa, que morava em Jerusalém e que, após a Paixão do Senhor, foi a Roma, levando esse véu especial com ela. Seu gesto de compaixão no Calvário é lembrado na Sexta Estação da Cruz.

Uma das várias tradições populares diz que, estando na Itália, Santa Verônica ficou diante do imperador romano Tibério e, quando ela o fez tocar essa imagem sagrada, ele foi curado de uma doença. Acredita-se que ela tenha vivido na capital do império durante o mesmo período que os apóstolos São Pedro e São Paulo. Após sua morte, ela deixou a relíquia da “Imagem Verdadeira” para o Papa Clemente I.

Durante o primeiro Ano Santo da história, celebrado em 1300, o Véu de Verônica foi uma das Mirabilia Urbis (maravilhas da cidade de Roma) exibidas aos peregrinos na Basílica de São Pedro.

Ninguém sabe ao certo o que aconteceu com o véu depois do Ano Santo de 1600. Alguns afirmam que a imagem original ainda esteja na Basílica de São Pedro. Outros acreditam que a imagem original seja a da Igreja da Sagrada Face em Manoppello, na Itália.

Bento XVI foi o primeiro pontífice em 400 anos a visitar a imagem em Manoppello, em setembro de 2006. (Fonte: Aleteia)

Com o intuito de fomentar a devoção mariana nos fiéis e, assim, contribuir para uma maior vivência dos valores cristãos na sociedade atual, a  Paróquia Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida está com inscrições abertas para o 1º Congresso Mariano, que acontece nos dias 12 e 13 de agosto, no Centro Paroquial João Paulo II.

O caminho da reflexão já foi dado por Maria no Evangelho de Lucas: “Todas as gerações me proclamarão bem-aventurada” (Lc, 1,48), expressão que é o coração do evento. O congresso, num clima de oração e fé, visa então descobrir como colocar em prática a indicação da Mãe de Jesus. “O intuito de realizar este congresso é uma proposta do nosso pároco, Frei Valdo, neste ano tão especial, em que se comemora o Jubileu de 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, que teve sua imagem encontrada nas águas no rio Paraíba do Sul. Ela, que é também a Padroeira da Catedral de Montes Claros, irá possibilitar que este Congresso seja um rico momento para as pessoas vivam o tempo da graça neste Ano Nacional Mariano”, descreve Adriana Brant, uma das organizadoras do evento.

Em relação à devoção mariana em Montes Claros, Adriana destaca uma referência forte na igreja dedicada à Santa, a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, que é também, padroeira do Brasil. “A nossa Paróquia, em especial, vive uma espiritualidade toda mariana, a começar pelo nosso pároco, e demais sacerdotes, que vivem intensamente esse carisma mariano. Maria tem essa ‘chama’ de mãe, que acolhe e que vem pra unir as pessoas. Pessoas que se colocam em testemunhos e pedem oração de proteção para si e para familiares”, destaca.

O congresso se mostra importante ainda, pelo fato de, o mesmo, ser a conclusão da formação da quinta turma de Consagração a Jesus pelas mãos de Maria promovida pela Paróquia Catedral. “Como o Ano Mariano é todo jubilar de fé e as celebrações voltadas para Nossa Senhora Aparecida, nós escolhemos a data do congresso para presenteamos Nossa Senhora, neste mês das vocações, com novos consagrados. Consagração esta que, inspirada por Deus ao São Luís Maria Grignion de Montfort, convida as pessoas a vivê-la como uma escola de santidade de forma intensa, ao se entregar a Maria. Ela, como a boa mãe, educadora, formadora, é que nos ensina a vivermos melhor a nossa fé e o nosso batismo”, ressalta.

As inscrições podem ser feitas na secretaria paroquial da Catedral. Outras informações pelo telefone: (38) 3221-5028

Programação

12/08 (Sábado)

14h – Acolhida e Oração

14h30 – Palestra: “Todas as gerações me proclamarão bem-aventurada” (Lc 1,48) – Padre Wagner Dias

15h30 – Palestra e Oração: “Comunhão de vida com Maria” – Érika Vilela (Comunidade Filhos de Maria)

17h Santa Missa – Consagração a Jesus pelas Mãos de Maria – Frei Ari Piedade

19h – Adoração Eucarística

13/08 (Domingo)

7h – Santa Missa – Frei Valdo

8h30 – Acolhida e Oração

9h – Aparições de Nossa Senhora – Gregório Ventura (Comunidade Esdras)

10h – A Santíssima Trindade e Maria – Pedro Barros (Comunidade Missão: Eu prefiro o Paraíso)

11h – Partilha e testemunhos

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Em memória  de Paulo VI, falecido em 6 de agosto de 1978, o bispo de Albano e secretário do Conselho de Cardeais, dom Marcello Semeraro, presidiu um Missa nas Grutas Vaticanas na manhã de hoje (7). Após a celebração, o Papa Francisco rezou diante do túmulo do Beato.

A Missa foi presidida por dom Semeraro, pois Paulo VI faleceu em Castel Gandolfo (Diocese de Albano).

Antes da beatificação do papa Montini, a celebração – sempre presidida por dom Semeraro – realizava-se na Paróquia de Castel Gandolfo.

Agora que a memória litúrgica é celebrada em 26 de setembro, dom Semeraro – considerado um dos maiores especialistas sobre o papa que deu continuidade e concluiu o Concílio Vaticano II, aberto por João XXIII – continua a presidir a celebração, mas nas Grutas Vaticanas, com a participação de pessoas próximas ao Beato.

Ao final da Eucaristia, também o papa Francisco foi até a Basílica descendo à Cripta, onde acompanhado por Dom Semeraro recolheu-se em oração diante do túmulo de Paulo VI.

“Para nós esta Festa (da Transfiguração) é muito cara – disse Dom Semeraro na homilia – também porque nos recorda a passagem ao Céu do Beato Paulo VI, cujo corpo, que depois homenagearemos, está sepultado nestas Grutas.

Em uma biografia ele é definido como “o Papa da luz”. O seu permanente anseio pela luz permanece definitivamente marcado naquele “pensamento à morte” que, quando tomamos conhecimento dele ao ser lido na Congregação Geral dos Cardeais em 10 de agosto de 1978, deixou atônitos e comovidos.

Até então, eu nunca havia ouvido um testemunho assim tão alto e profundo, espiritual e carnal juntos e é algo que ainda hoje, depois de quase 40 anos, me emociona.  “Andai enquanto tendes luz” – escreveu citando João 12,35. Assim, gostaria, terminando, de estar na luz”. (Fonte: JE/ Rádio Vaticano)

Os 69 anos do padre Valdomiro Soares Machado (frei Valdo), completados nesta sexta-feira (4), foram comemorados ao lado da comunidade, durante uma Santa Missa, das 7h, na Igreja Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, da qual ele é pároco.

Visivelmente emocionado pela graça de mais um ano de vida, frei Valdo agradeceu a presença dos fieis que, para ele, também fazem parte de sua família: “Quando nos tornamos pastores de um rebanho (padre), nos tornamos líder desta família religiosa, então, nada mais justo que celebrar esta data com aqueles que o adotaram. Depois de ordenado, sempre me dediquei à Igreja, e é uma alegria imensa poder celebrar este dia com a comunidade”, ressaltou.

A celebração foi presidida pelo próprio aniversariante e teve alguns momentos especiais, com uma homenagem prestada pelos funcionários da Catedral. O tradicional ‘Parabéns a Você’ também não foi esquecido e, ao final da cerimônia, o pároco recebeu os cumprimentos da comunidade.

Com 32 anos de vida sacerdotal, comemorado no último dia 27, frei Valdo, além do aniversário, também tinha mais dois motivos especiais para comemorar: o ‘Dia do Padre’ – em memória litúrgica de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars –  e a presença do seu irmão, Adair Soares Machado. “Essa é uma vitória muito grande na minha vida sacerdotal. Importante também é a presença do meu irmão é de muita felicidade porque ele estava morto e voltou a viver. Ele, recentemente, esteve internado em estado de coma e, pela unção dos enfermos levantou-se, está aqui, para a gloria de Deus”, comentou frei Valdo.

Adair Machado, que participou da celebração da missa, agradeceu pela vida do irmão e sacerdote. “Valdo, quero lhe desejar muita saúde e paz. Que essa sua voz forte, que lembra a de nosso pai que cantava bem como você canta, possa anunciar a vida ao próximo. Que essa data possa ser comemorada por muitos e muitos anos. Feliz aniversário, meu irmão!”, disse.

Frei Valdo ao lado do irmão Adair Machado
Frei Valdo ao lado do irmão Adair Machado

Com o desejo de ajudar na recepção da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amoris Laetitia, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) oferece subsídio pastoral à Igreja no Brasil. O objetivo é apresentar uma reflexão serena e objetiva, como o papa Francisco aconselha, que sirva como instrumento para a acolhida da Amoris Laetitia nas comunidades eclesiais, nas pastorais e nos movimentos, como suporte para os agentes de pastoral.

Partindo da compreensão da família como dom, o subsídio que faz parte da “Coleção Sendas”, da Edições CNBB, situa o cuidado pastoral das famílias no horizonte da conversão pastoral, apresentando ideias-chaves da Amoris Laetitia, alguns serviços pastorais e critérios de discernimento de algumas situações, oferecendo pistas para o conhecimento, na perspectiva da misericórdia.

Segundo o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, com o subsídio pastoral, deseja-se levar a todos os fiéis as belas, contundentes e animadoras palavras do papa Francisco. “A leitura, a reflexão e os estudos da Exortação são fundamentais para a vida familiar e comunitária”, diz.

Dom Leonardo afirma, ainda, que é com a leitura do subsídio que os padres e os bispos encontrarão orientações seguras, pistas para o discernimento e o convite a assumirem com responsabilidade o acompanhamento dos irmãos e das irmãs que vivem em dificuldade. “O presente subsídio quer nos despertar para uma verdadeira meditação do texto-legenda do papa Francisco e, ao mesmo tempo, deseja manifestar a preocupação pastoral dos bispos”, enfatiza.

O texto foi discutido durante a 55ª Assembleia Geral da CNBB, ocorrida no mês de abril, em Aparecida (SP) e confiado à apreciação do Conselho Permanente, responsável por sua redação e aprovação final. Disponível no site da Edições CNBB, o subsídio conta com temas como “A família como dom”; “A conversão pastoral em Amoris Laetitia”; “Ideias chaves da Amoris Laetitia”; “Serviços pastorais”; “Pistas para o discernimento” e, por último, “A hora da misericórdia”.

“Que este subsídio ilumine a caminhada eclesial das comunidades para que as famílias do Brasil cheguem à vida plena em Cristo e participem na construção do Reino de Deus vivendo a alegria do amor!”, diz um trecho do texto.

(Fonte: CNBB)

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Belíssimo ostensório de Nossa Senhora de Fátima ilustra magistralmente a relação entre Maria e o Corpo de Cristo

 

Está peregrinando pela Polônia este ostensório que é uma verdadeira catequese sem palavras: a sua forma evoca Nossa Senhora de Fátima, neste seu centenário das aparições, e, nele, a Sagrada Eucaristia é exposta para adoração evocando a Encarnação de Cristo no seio virginal de Maria.

Bem proclama um dos mais sublimes hinos do tesouro gregoriano dedicados à adoração da Eucaristia:

“Ave Verum Corpus natum de Maria Virgine” – Salve, Verdadeiro Corpo de Cristo, nascido da Virgem Maria!

As imagens, preciosas, falam por si:

10-Dominikanki-Gdansk 971529_rSCY_sw24s03_monstrancja_68(Fonte: Aleteia)

 

Mas o que quer dizer “ser cristãos?”

Ser batizado significa ser chamado a difundir a luz da esperança de Deus neste mundo sem esperança”. Ao retomar as Audiências Gerais após a pausa no mês de julho, o Papa Francisco dedicou sua catequese ao “Batismo, como porta da esperança”.

Dirigindo-se ao sete mil presentes na Sala Paulo VI, Francisco começou sua reflexão recordando que nos tempos modernos praticamente desapareceu o fascínio pelos antigos ritos do Batismo, assim como alegorias que tinham um grande significado para o homem antigo, como a orientação das Igrejas para o Oriente, “local onde as trevas eram vencidas pela primeira luz da aurora, o que nos remete a Cristo”, “que nos vai trazer do alto a visita do Sol nascente.”

Permanece intacta em seu significado no entanto – observou o Papa – “a profissão de fé feita segundo a interrogação batismal, que é própria da celebração de alguns sacramentos”.

Mas, o que quer dizer “ser cristãos?”, pergunta. “Quer dizer olhar para a luz, continuar a fazer a profissão de fé na luz, mesmo quando o mundo é envolvido pela noite e pelas trevas”:

“Nós somos aqueles que acreditam que Deus é Pai: esta é a luz! Acreditamos que Jesus desceu entre nós, caminhou em nossas próprias vidas, tornando-se companheiro especialmente dos mais pobres e frágeis: esta é a luz! Nós acreditamos que o Espírito Santo age incansavelmente para o bem da humanidade e do mundo, e até mesmo as maiores dores da história serão superadas: esta é a esperança que nos desperta todas as manhãs! Acreditamos que cada afeto, cada amizade, cada desejo bom, cada amor, até mesmo aqueles mais momentâneos e negligenciados, um dia encontrarão o seu cumprimento em Deus: esta é a força que nos impulsiona a abraçar com entusiasmo a nossa vida todos os dias!”

O Papa recorda então outro sinal “muito bonito da liturgia batismal, que nos recorda a importância da luz”, que é quando ao final do rito é entregue aos pais da criança – ou ao adulto batizado – uma vela, cuja chama é acesa no Círio Pascal.

O Círio Pascal que na noite de Páscoa entra na igreja completamente escura, para manifestar a Ressurreição de Jesus:

“Daquele Círio – explica Francisco – todos acendem a própria vela e transmitem a chama aos vizinhos: neste sinal existe a lenta propagação da ressurreição de Jesus na vida de todos os cristãos. A vida da Igreja é contaminação de luz”.

O Santo Padre reitera então a importância de sempre recordarmos de nosso Batismo, explicando:

“Nós nascemos duas vezes: a primeira à vida natural, a segunda, graças ao encontro com Cristo, na fonte batismal. Ali somos mortos para a morte, para viver como filhos de Deus neste mundo. Ali nos tornamos humanos como nunca poderíamos ter imaginado. Eis porque todos devemos espalhar a fragrância do Crisma com o qual fomos marcados no dia do nosso Batismo. Em nós vive e opera o Espírito de Jesus, o primogênito de muitos irmãos, de todos aqueles que se opõem a inevitabilidade das trevas e da morte”.

“Que graça – exclama Francisco – quando um cristão torna-se realmente um “cristóforo”,  um “portador de Cristo” no mundo!”, sobretudo “para aqueles que estão atravessando situações de luto, de desespero, de trevas e de ódio”, e isto pode ser percebido por tantos pequenos gestos:

“Da luz que um cristão traz nos olhos, da profunda serenidade que não é afetada mesmo nos dias mais complicados, pelo desejo de recomeçar a querer bem mesmo quando se tenha experimentado muitas decepções”.

“No futuro – pergunta o Papa ao concluir sua reflexão –  quando for escrita a história do nosso dia, o que se dirá de nós? Que fomos capazes de esperança, ou que  colocamos a nossa luz debaixo do alqueire? Se formos fiéis ao nosso Batismo, propagaremos a luz da esperança de Deus e poderemos passar para as gerações futuras razões de vida”.

Ao saudar os peregrinos em língua portuguesa, o Papa Francisco citou, em particular, os membros da Fraternidade dos “Irmãozinhos de Assis” presentes.

“Ser batizados – disse o Papa– significa ser chamado à Santidade. Peçamos a graça de poder viver os nossos compromissos batismais como verdadeiros imitadores de cristo, nossa esperança e nossa paz”.

(Fonte: Rádio Vaticano)

Os dados do Anuário Pontifício 2017 e o Anuarium Statisticum Ecclesiae 2015, do Departamento Central de Estatística da Igreja do Vaticano apontam, no geral, que a queda no número de sacerdotes religiosos é observada não somente na Europa e Oceania, mas também no continente americano, onde em 2015 eram pouco mais de 38 mil, em comparação com os mais de 40 mil em 2010.

Muito se fala ultimamente, de crise e de diminuição das vocações, mas o arcebispo de Palmas, dom Pedro Brito Guimarães em seu artigo “Vocação Existe” afirma que apesar desses problemas as vocações existem, existiram e continuarão existindo: “Como tudo na vida, precisa ser descoberta, despertada, promovida e cultivada. A crise vocacional é proporcional à credibilidade eclesial e a vitalidade da vida cristã. Quanto mais fraca e frágil forem a eficiência e a eficácia eclesiais, menos vocações teremos”.

“Sofremos muito com os queixumes, por conta da diminuta vitalidade da atividade vocacional. Lamentamos sempre a perca e a diminuição das vocações. E é um fato. Os dados estatísticos estão aí para comprovar. Contra fatos não há argumentos. Mas não podemos ficar estacionados, na defensiva, achando que a culpa é de Deus ou da sociedade, sem assumir o nosso protagonismo”, afirma dom Pedro Brito Guimarães.

A Igreja sempre cultivou e promoveu as vocações, exemplo disso é o tradicional mês de agosto, dedicado exclusivamente à reflexão sobre as vocações, é o chamado “mês vocacional”. Este ano a atividade proposta pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em parceria com a Pastoral Vocacional Nacional tem como tema “A exemplo de Maria, discípulos missionários” e o lema “Eis-me aqui, faça-se”. A iniciativa busca motivar a oração pelas vocações nas comunidades, paróquias e dioceses, além de conscientizar adolescentes e jovens ao chamado de servir a Igreja.

O arcebispo de Porto Alegre e presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados da CNBB, dom Jaime Spengler explica que a escolha da temática se deu por ‘Nossa Senhora ser exemplo de mulher de oração’. “A oração é também o pedido que Nosso Senhor faz aos discípulos quando vê o tamanho da messe sem o número suficiente de pastores, a messe é grande mas os operários são poucos”, explica.

Para ele, a intenção deste ano é justamente alertar para o número de vocações sacerdotais e religiosas no Brasil. “É pedir ao Senhor da messe que envie operários. A oração é o meio privilegiado para suplicar, pedir ao Senhor que envie esses operários que a Igreja tanto precisa. O nosso povo sedento de Deus, sedento de transcendência, sedento do Evangelho necessita de pastores, de pessoas capazes de anunciar essa palavra como fez Maria, isto seja no Ministério Ordenado, seja através da Vida Consagrada, seja através do anúncio catequético, nas diversas atividades do cotidiano e também no mundo leigo”, destacou.

Ano Mariano

O mês vocacional é também celebrado no contexto do Ano Nacional Mariano, proclamado pela CNBB, por ocasião dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, no Rio Paraíba do Sul, em São Paulo. Por isso, a escolha da temática dedicada a Nossa Senhora também se fez presente. “A Igreja no Brasil realmente deseja neste mês de agosto de 2017 promover um grande mutirão e dentro das comemorações dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida realmente suplicar ao céu que não falte operários para a vinha. Esperamos que muitos jovens do sexo feminino, do sexo masculino possam responder como fez Maria: Eis-me aqui, faça-se segundo a tua palavra”, exorta dom Jaime.

Material de apoio

Para ajudar nas reflexões do mês vocacional, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a presidência nacional da Pastoral Vocacional/SAV todo ano propõe subsídio, editado pela Edições CNBB. Dessa vez, o material oferece um tríduo de oração pelas vocações.

Segundo o coordenador nacional da Pastoral Vocacional, padre Elias Silva, a proposta é oferecer celebrações vocacionais em torno da Palavra, momentos onde a comunidade possa se alimentar da Palavra rezando pelas vocações. “É uma forma de rezar pelas vocações e com todos os vocacionais seja pela vida religiosa, consagrada e todas as outras formas”.

Dom Jaime explica que com o subsídio, a Pastoral Vocacional do Brasil deseja promover a partir da Sagrada Escritura uma abordagem particular em torno da temática das vocações. “Nós acreditamos que a Leitura Orante da Palavra é capaz de iluminar as buscas de todo ser humano, e, é a partir da Sagrada Escritura que nós podemos melhor compreender o que significa fazer a vontade de Deus, então foi preparado um pequeno subsídio para favorecer essa reflexão e essa oração também nas nossas comunidades, tendo sempre como pano de fundo a Sagrada Escritura, porque é a partir da Palavra que nós encontramos orientações seguras para as iniciativas da comunidade de fé”, destacou. (Fonte: CNBB)