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Vaticano, 04 Out. 17 / 12:30 pm (ACI).- Depois da Audiência Geral na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco pronunciou uma mensagem especial aos membros de uma delegação do Egito na qual pediu a Deus para que proteja esse país, o Oriente Médio e todo o mundo “de todo terrorismo e do maligno”.

O Santo Padre pediu ao Senhor “que abençoe todos vocês e que proteja o seu país, o Oriente Médio e o mundo inteiro de todo mal, de todo terrorismo e do maligno”.

O Papa fez esta oração alguns dias depois do massacre em Las Vegas, Estados Unidos, no qual um homem de 64 anos assassinou cerca de 58 pessoas e deixou mais de 500 feridos, no tiroteio mais letal na historia moderna do país.

No dia 2 de outubro, o Papa enviou os pêsames ao Bispo de Las Vegas, expressando sua proximidade e tristeza por esta “tragédia sem sentido”.

Diante dos peregrinos egípcios reunidos no Vaticano para a bênção de um ícone que representa a fuga da Sagrada Família ao Egito para escapar da opressão e da injustiça do rei Herodes, o Pontífice lembrou hoje sua viagem apostólica ao país africano em abril de 2017.

“Recordo carinhosamente a minha visita apostólica à sua terra e ao seu povo generoso. Terra na qual viveram São José, a Virgem Maria, o Menino Jesus e muitos profetas”.

O Egito, disse o Papa, é uma “terra abençoada ao longo dos séculos pelo precioso sangue dos mártires e dos justos. Terra de convivência e hospitalidade, da história da civilização”.

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FATIMA, 03 Out. 17 / 04:00 pm (ACI).- Uma relíquia de São João Paulo II estará nos dias 21 e 22 de outubro no Santuário de Fátima, em Portugal, por ocasião da memória litúrgica do santo e como expressão da profunda ligação entre o Papa polonês e a Virgem.

A relíquia será acolhida no dia 21 de outubro na Capelinha das Aparições, onde será rezado o terço. Em seguida, será exposta na Capela da Ressurreição de Jesus, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, para a veneração dos fiéis.

No dia seguinte, festa de São João Paulo II, a veneração ocorrerá no mesmo local ao longo do dia até que, às 18h30, acontecerá o acolhimento da relíquia na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, para a celebração da Missa votiva do santo.

Conforme assinala o Santuário mariano de Portugal, “a aceitação da presença desta relíquia em Fátima deve-se essencialmente à ligação profunda existente entre São João Paulo II e Fátima, que o Santuário procura também sublinhar neste ano do Centenário”.

João Paulo II cultivou grande devoção à Nossa Senhora desde novo. Quando sua mãe faleceu e ele ainda era criança, passou a visitar frequentemente a Igreja paroquial e habituou-se a confiar todas as suas preocupações e anseios à Virgem.

Mais tarde, quando foi nomeado bispo, escolheu para as suas armas episcopais a letra M junto à cruz e o lema Totus Tuus (Todo Teu), como sinal de total entrega a Maria. Além disso, frequentemente era visto no Santuário da Virgem Negra de Czestochowa.

Já como Papa, em 13 de maio de 1981, sofreu o atentado na Praça de São Pedro e agradeceu à Virgem de Fátima por ter salvado sua vida.

No ano seguinte, visitou Fátima a fim de agradecer por esta proteção. “Vi em tudo o que foi sucedendo − não me canso de o repetir − uma especial proteção materna de Nossa Senhora. E por coincidência − e não há meras coincidências nos desígnios da Providência divina − vi também um apelo e, talvez uma chamada de atenção para a mensagem que daqui partiu”, disse na ocasião.

Mais tarde, em 25 de março de 1984, buscando cumprir as orientações deixadas pela Virgem aos pastorinhos, realizou em Roma o ato de consagração à Nossa Senhora de Fátima, em união com todos os bispos do mundo.  Para esta ocasião, fez-se acompanhar pela imagem original da Virgem de Fátima, que é venerada na Capelinha das Aparições.

No dia seguinte, entregou ao então bispo de Leiria, Dom Alberto Cosme do Amaral, uma pequena caixa com “um presente para Nossa Senhora”. Comovido, ao abrir a caixa o Prelado viu que era a bala que tinha atravessado o corpo do Pontífice, a qual foi colocada na coroa de Nossa Senhora de Fátima.

Em várias ocasiões, João Paulo II deixou evidente a sua profunda ligação com a Virgem de Fátima, sobretudo pelo “milagre de 13 de maio”.

“Há dez anos fui introduzido na experiência de Fátima vivida pela Igreja. Isto aconteceu na tarde do dia 13 de maio: o atentado à vida do Papa. […] Sei que a vida, a mim concedida de novo há dez anos, me foi dada pela misericordiosa Providência de Deus. Não esqueçamos as grandes obras de Deus”, disse na Audiência de 15 de maio de 1991.

O Pontífice retornou a Fátima em 1991, quando já havia caído o muro de Berlim e pôde “agradecer a Nossa Senhora a proteção dada à Igreja nestes anos, que registaram rápidas e profundas transformações sociais, permitindo abrirem-se novas esperanças para vários povos oprimidos por ideologias ateias que impediram a prática da sua fé”.

Em 13 de maio de 2000, ano em que foi revelada publicamente a terceira parte do segredo de Fátima, João Paulo II voltou ao santuário da Cova da Iria e beatificou os pastorinhos Francisco e Jacinta Marto. Tornando-se, assim, o Pontífice que mais visitou Fátima.

Nas palavras proferidas pelo Cardeal Angelo Sodano, a proteção dada ao Papa “parece ter a ver também com a chamada terceira parte do segredo de Fátima”, referindo claramente o atentado sofrido por João Paulo II a 13 de maio de 1981 e “a mão materna” que permitiu que o Santo Padre se detivesse no limiar da morte.

Segundo o Cardeal, foi uma visão profética a que os três pastorinhos tiveram em 13 de julho de 1917: um bispo de branco que reza por todos os crentes, caminhando, com dificuldade, para uma cruz rodeada de cadáveres. O bispo de branco cai depois por terra, sob os tiros de uma arma de fogo.

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Informado da notícia sobre o tiroteio em Las Vegas, Santo Padre enviou um telegrama ao bispo local

Da Redação, com Boletim da Santa Sé

O Papa Francisco expressou o seu pesar diante da notícia do tiroteio em Las Vegas, Estados Unidos, que já deixou ao menos 50 mortos e mais de 200 feridos. O Santo Padre enviou uma mensagem ao bispo de Las Vegas, Dom Joseph Anthony Pepe, assegurando suas orações pelas vítimas.

“Profundamente triste ao saber do tiroteio em Las Vegas, Papa Francisco assegura sua proximidade espiritual a todos os afetados por essa tragédia sem sentido. Ele elogia os esforços da polícia e da equipe do serviço de emergência e oferece suas orações pelos feridos e por todos que morreram, confiando-os ao amor misericordioso de Deus”, escreve o secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, que é quem assina a mensagem.

O tiroteio aconteceu em Las Vegas na madrugada desta segunda-feira, 2. Um homem abriu fogo contra o público – cerca de 40 mil pessoas – que assistia a um show de música country.

Segundo informações do chefe da polícia local, Joe Lombardo, o autor do ataque é Stephen Paddock, 64 anos, um morador local de Las Vegas.

Ainda são desconhecidos os motivos da ação, considerada o maior ataque a tiros da história dos Estados Unidos.

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BOLONHA, 01 Out. 17 / 10:00 am (ACI).- Apenas duas horas depois de sua chegada a Cesena, o Papa Francisco seguiu novamente de helicóptero para Bolonha, onde se reuniu primeiramente com cerca de mil migrantes e pessoas que desenvolvem serviço de assistência em um dos centros que realizam este trabalho.

“A integração começa com a consciência” e “o contato com o outro leva a descobrir o ‘segredo’ que cada um leva consigo e também o dom que representa, ao abrir-se para ele para acolher os aspectos válidos, aprendendo assim a querer bem e vencendo o medo, ajudando-o a integrar-se na nova comunidade que o acolhe”, disse o Papa.

“Quero levar comigo vossos rostos que pedem ser recordados, ajudados, diria ‘adotados’”, afirmou diante da emoção dos que o escutavam.

O Santo Padre os chamou de “lutadores da esperança”: “alguém não chegou porque foi engolido pelo deserto ou pelo mar. Os homens não os recordam, mas Deus conhece seus nomes e os acolhe junto a Ele”. Em seguida, pediu que fizessem uns minutos de silêncio para recordar todos os que faleceram tentando sair de seu país de origem.

“Sem a misericórdia, o outro é um estranho, até mesmo inimigo, e não pode ser meu próximo. De longe, podemos dizer e pensar o que for, como facilmente acontece quando escrevem frases terríveis e insultos via internet”, assegurou o Papa.

Por isso, “se olhamos o próximo sem misericórdia, não nos damos conta de seu sofrimento e de seus problemas”.

O Papa saudou muitos deles pessoalmente, permitindo-lhes que fizessem fotos com ele. Mais de meia hora depois de sua chegada e após deter-se com cada um, pronunciou um discurso no qual falou em concreto sobre o fenômeno migratório e indicou que “requer visão e grande determinação na gestão, inteligência e estrutura, mecanismos claros que não permitem distorções ou exploração”.

Francisco reiterou sua postura sobre a necessidade de “programas de ajuda privados e comunitários de acolhida” e solicitou que “se abram corredores humanitários para os refugiados em situações mais difíceis, para evitar esperas insuportáveis e tempos perdidos”.

Na última parte do discurso, recordou que “a Igreja é uma mãe que não faz distinção e que ama cada homem como filho de Deus, sua imagem”.

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Por ocasião do centenário das aparições de Fátima, o Departamento Filatélico Numismático do Governatorato do Vaticano emitirá, no próximo dia 05 de outubro, uma moeda comemorativa de 2 euros.

A arte da moeda foi feita pela artista Orietta Rossi que decidiu dedicar aos pastorinhos de Fátima (Lúcia dos Santos, Francisco e Jacinta Marto) o primeiro plano da composição, retratando-os como aparecem em uma célebre fotografia de época que percorreu o mundo. Ao fundo, a imponente Basílica construída no local das aparições.

Essa moeda de 2 euros do Vaticano terá uma dupla produção: uma em “FDC – fior di conio” – que é o mais alto grau de conservação, sem nenhum sinal de circulação, conservando seu brilho natural – com tiragem de 80 mil peças, “comercializadas na fonte” ao preço de 18 euros a unidade e outra em uma pequena caixa, com tiragem de 10 mil exemplares, que o UFN (Ufficio Filatelico e Numismatico) colocará à disposição de colecionadores e de comerciantes numismáticos ao preço de 37 euros.

Em Viagem Apostólica realizada ao Santuário no último dia 13 de maio, o Papa Francisco canonizou Jacinta e Francisco Marto, e recordou o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima. Lúcia foi proclamada Serva de Deus e seu processo de beatificação ainda está em andamento.

Gaudiumpress

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BRASILIA, 28 Set. 17 / 05:00 pm (ACI).- A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter o ensino religioso confessional em escolas públicas foi vista por políticos católicos como um avanço, por seguir o que é previsto pela Constituição Federal.

Na quarta-feira, o STF encerrou o julgamento iniciado em agosto de uma ação apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR), que propunha que as aulas de religião fossem baseadas na exposição da história, práticas, doutrinas e dimensões sociais das diversas religiões, assim como do ateísmo e do agnosticismo.

Por seis votos contra cinco, o Supremo decidiu que as escolas públicas do país poderão continuar oferecendo o ensino religioso confessional, interconfessional ou não confessional.

No mesmo dia, em um pronunciamento na Câmara dos Deputados, o deputado federal Flavinho parabenizou o STF pela “coragem de ir contra a corrente ateísta, marxista que tem crescido no nosso país e que tenta tirar das bases do nosso país os valores morais e os valores cristãos”.

“O STF manteve aquilo que a Constituição, desde 1934, já tem muito claro: o nosso ensino público pode ter o ensino religioso. Assim, hoje, de forma definitiva, o STF permitiu que nós continuemos tendo ensino religioso conforme preconiza a Constituição Federal”, assinalou o parlamentar.

Por sua vez, o deputado estadual do Rio de Janeiro, Márcio Pacheco, assinalou em sua página no Facebook que a decisão do Supremo “é uma excelente notícia, para cristãos e religiões de outras matrizes”.

“A Constituição já prevê o ensino religioso como disciplina facultativa e os professores têm a liberdade de propagar valores da fé em suas salas de aula. Esse é o melhor caminho: ensino religioso facultativo, mas confessional; conteúdo programático pré-definido, além do respeito à pluralidade religiosa”

Pacheco ressaltou que “a sociedade é plural” e, nesse sentido, “cabe Deus, cabe o transcendente e a religião – bem como o direito de não exercê-la”. Entretanto, sublinhou, “se a pessoa crê, não lhe pode ser cerceado o acesso aos valores das crenças, seja no banco da igreja ou no da escola”.

A votação no STF

A Constituição Federal do Brasil prevê que o ensino religioso seja oferecido como disciplina do ensino fundamental, porém com matrícula facultativa, dando ao aluno e sua família o direito de recusar esta matéria, sem prejuízo em suas notas ou frequência.

Neste sentido, a votação no Supremo Tribunal Federal não dizia respeito à oferta ou não do ensino religioso nas escolas públicas, mas sim ao modo como seria oferecido, se poderia ser confessional.

A votação teve início em agosto, quando o relator, o ministro Luís Roberto Barroso, foi contrário ao ensino confessional, alegando que “a simples presença do ensino religioso em escolas públicas já constitui uma exceção, feita pela Constituição, à laicidade do Estado”.

“Por isso mesmo a exceção não pode receber uma interpretação ampliativa para permitir que o ensino religioso seja vinculado a uma específica religião”, afirmou o relator, que foi seguida em seu voto pelos ministros Luiz Fux, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e pela ministra Rosa Weber.

Por outro lado, os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes votaram a favor do ensino confessional e, diante do empate, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, proferiu o seu voto também favorável.

Para a ministra, “não fosse com conteúdo específico de alguma religião ou de várias religiões, não vejo por que seria facultativa essa disciplina”.

“Se fosse história das religiões ou filosofia – indicou –, isso se tem como matéria que pode perfeitamente e é oferecida no ensino público”.

Durante o julgamento da ação da PGR, a Presidência da República e a Câmara dos Deputados, representadas pela Advocacia Geral da União (AGU) se posicionou a favor do ensino religioso confessional em uma audiência pública convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso.

“O Estado é laico, mas essa laicidade não significa que o Estado virou as costas para a fé, para a relação do homem com Deus. O Estado não estabeleceu uma relação de inimizade com a fé”, afirmou na ocasião a advogada-geral Grace Mendonça.

Segundo ela, “o ensino religioso é ofertado pelo Estado, mas não é imposto. O Estado não pode obrigar nenhuma religião. Mas tem o dever de oferecer um ambiente favorável para que a liberdade de crença religiosa se desenvolva em um ambiente sadio”.

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Vaticano, 26 Set. 17 / 01:30 pm (ACI).- O Papa Francisco pediu para aplicar o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, adotado pela ONU em março de 2017, para abolir as armas de destruição em massa no mundo.

“Comprometamo-nos por um mundo sem armas nucleares, aplicando o Tratado de não-proliferação para abolir estes instrumentos de morte”, foi a mensagem divulgada pelo Santo Padre em seu perfil da rede social do Twitter.

O pedido do Pontífice foi realizado em um momento especialmente tenso, quando a Coreia do Norte está enfrentando um desafio contra a comunidade internacional e ameaçou atacar os Estados Unidos usando armas nucleares.

Por enquanto, nas últimas semanas, o exército coreano lançou vários mísseis intercontinentais que voaram o espaço aéreo da Coreia do Sul e do Japão e precipitaram-se no Oceano Pacífico.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu às ameaças da Coreia do Norte garantindo que se acontecesse qualquer ataque contra o território norte-americano submeteria a Coreia do Norte a uma “destruição total”.

A Santa Sé se comprometeu com o processo de dissidência e não proliferação nuclear e colocou seus recursos diplomáticos a serviço de uma redução de tensão entre as potências nucleares.

Em 20 de setembro, o Secretário Pontifício para as Relações com os Estados, Dom Paul Richard Gallagher, ratificou o acordo de Proibição de Armas Nucleares durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York.

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Dom Gallagher destacou a urgência de que este tratado entre em vigor, “considerando as ameaças à paz, os contínuos desafios da proliferação nuclear e da modernização dos programas de armas dos países com armas nucleares”.

Em concreto, citou “o aumento das tensões com a Coreia do Norte com seu crescente programa nuclear”.

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Confira a Nota Oficial sobre o processo de beatificação do Padre Léo

Conforme trajeto formal e necessário, formulado pela Mãe Igreja, foi apresentado ao Arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, por parte da Comunidade Bethânia, o pedido de abertura do processo de Beatificação do Pe. Leo.

Dom Wilson acolheu, autorizou e incentivou o trabalho nesta direção indicando os passos seguintes.

Por estes dias ainda será acordado com um “Postulador da Causa de Beatificação”, os passos para a abertura formal do processo e a continuidade do mesmo.

Em breve serão anunciados todos os detalhes.

Convocamos a todos para que rezem nesta intenção, podendo entrar em contato com a Comunidade Bethânia para esclarecimentos e comunicação de possíveis graças.

Abraço e paz!

Pe. Vicente, bth

(via Comunidade Bethânia)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

 

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MADRI, 26 Set. 17 / 08:00 am (ACI).- O Arcebispo de Barcelona, Cardeal Juan José Omella, e o presidente da Conferência Episcopal Espanhola, Cardeal Ricardo Blázquez, intervieram na crise territorial e institucional que a Espanha atravessa pelo desafio separatista da Catalunha contra a Constituição e pediram que se evite o confronto.

O Cardeal Omella pediu “sanidade” para chegar a um acordo e evitar que se agrave o conflito político.

“Sei que estamos vivendo momentos complicados em nossa sociedade, mas não podemos nem temos que ser profetas de calamidades. Temos que evitar o confronto, a violência e o desprezo aos outros, pedimos sanidade para nós e para nossos dirigentes”, assinalou em sua homilia da Missa por ocasião da festividade de Nossa Senhora das Mercês, padroeira de Barcelona.

Por sua parte, o presidente da Conferência Episcopal Espanhola, Cardeal Ricardo Blázquez, também pediu que se crie “um clima e um ambiente de consenso” para buscar uma saída à crise institucional. Foi o que indicou durante o ato de inauguração do curso acadêmico da Universidade Pontifícia de Salamanca.

Nesse sentido, remeteu-se ao acordo entre partidos políticos de ideologia totalmente opostas – desde conservadores até comunistas, incluindo liberais, socialistas e nacionalistas – nos anos 70 do século XX, que tornaram possível a transição à democracia na Espanha.

A origem desta crise territorial remonta ao ano 2012, quando o governo autóctone da Catalunha exigiu ao presidente do governo espanhol um acordo fiscal que lhes desse absoluto controle das finanças em seu território, algo que foi negado pelo governo espanhol, imerso em uma profunda crise econômica.

Após a negativa e pressionado por forças de esquerda radical, o então presidente da Generalitat da Catalunha, Artur Mas, decidiu empreender um processo independentista que pretende alcançar seu cume no dia 1º de outubro, com a realização de um referendo declarado ilegal e contrário à Constituição por parte do Tribunal Constitucional, e uma declaração unilateral de independência nos dias posteriores.

Para poder realizar esse referendo, o parlamento da Catalunha aprovou nos últimos dias 6 e 7 de setembro duas leis transicionais que, na prática, revogavam a Constituição Espanhola no território catalão, algo para o qual não têm competência, já que as mudanças constitucionais só podem ser feitas pelo Parlamento Espanhol com maioria qualificada (superior a maioria absoluta) e posteriormente ratificados em um referendo no conjunto do país.

Nenhum desses dois requisitos aconteceram, pois as leis transicionais foram aprovadas por um parlamento autônomo, o catalão, que carece de competências para essa matéria e com uma maioria insuficiente.

Como consequência, o Tribunal Constitucional declarou anticonstitucionais ambas as leis e proibiu o referendo. Apesar disso, o presidente da Generalitat da Catalunha, Carles Puigdemnot, no poder graças a uma combinação de partidos de extrema esquerda embora seja liberal, declarou que não reconhece o Tribunal Constitucional e anunciou que continuava com os planos do referendo.

Depois de tornar pública sua negativa de cumprir a lei, o Procurador Superior da Catalunha ordenou que a Guarda Civil coloque fim aos preparativos do referendo e confisque todos os materiais para a realização do mesmo.

A Guarda Civil cumpriu a ordem a ordem judicial e, após registrar diversas dependências da Generalitat, apreendeu vários materiais destinados ao referendo e deteve 14 alto funcionários políticos acusados de sedição por violar as sentenças do alto tribunal.

As forças nacionalistas vinculadas ao governo catalão, a Assembleia Nacional Catalã e Omnium, responderam mobilizando milhares de simpatizantes independentistas que cercaram a Guarda Civil no interior do Ministério de Economia, onde estavam realizando um registro, até que puderam ser liberados depois de várias horas.

Em declarações na própria quarta-feira, 20 de setembro, o presidente do governo, Mariano Rajoy, exigiu ao presidente catalão que suspenda o referendo, que volte à lei e à democracia e recordou que não tem nenhuma legitimidade.

Além disso, o governo espanhol procedeu para assumir o controle da polícia autônoma da Catalunha e das finanças da região, para evitar que o golpe à Constituição seja consumado.

Por sua parte, o presidente da Generalitat rechaçou a efetividade dessas ações e insistiu que no dia 1ºde outubro “sairemos de casa, levaremos uma cédula e a usaremos”.

Por último, o presidente da Comissão Europeia como diversos chefes de Estado da União Europeia, entre eles o presidente da França, Emmanuel Macron, e a chanceler alemã, Angela Merkel, pediram respeito à Constituição Espanhola e advertiram que uma independência unilateral da Catalunha seria ilegítima, ilegal e contrária à União Europeia.

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O Papa Francisco concluiu sua série de audiências esta sexta-feira (22/09) recebendo os responsáveis nacionais pelas migrações, que participam do encontro promovido pelo Conselho das Conferências Episcopais da Europa.

A audiência foi a ocasião para o Pontífice reafirmar a missão da Igreja diante dos fluxos migratórios maciços: amar Jesus Cristo particularmente nos mais pobres e abandonados, e entre eles certamente estão os migrantes e refugiados.

“Não escondo a minha preocupação diante dos sinais de intolerância, discriminação e xenofobia que se verificam em várias regiões da Europa. Com frequência, esses sinais são motivados pela desconfiança e pelo temor em relação ao outro, ao diferente, ao estrangeiro. Preocupa-me ainda mais a triste constatação de que as nossas comunidades católicas na Europa não estão isentas dessas reações de defesa e rejeição, justificadas por um ‘dever moral’ de preservar a identidade cultural e religiosa originária.”

O Papa recordou que a Igreja se propagou em todos os continentes graças à “migração” de missionários, e que hoje percebe uma “profunda dificuldade” das Igrejas na Europa diante da chegada dos migrantes. Para Francisco, essa dificuldade espelha os limites dos processos de unificação europeia e da aplicação concreta da universalidade dos direitos humanos.

Do ponto de vista estritamente eclesiológico, a chegada de inúmeros irmãos oferece às Igrejas locais uma oportunidade a mais de realizar plenamente a própria catolicidade e uma nova fronteira missionária.

Além disso, o encontro com migrantes e refugiados de outras confissões e religiões é um “terreno fecundo para o desenvolvimento de um diálogo ecumênico e inter-religioso sincero e enriquecedor”.

Por fim, o Papa citou a sua Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e Refugiado do próximo ano, na qual indica a resposta pastoral aos desafios migratórios em quatro verbos: acolher, proteger, promover e integrar.  Na mesma Mensagem, também se enfatiza a importância dos Pactos Globais, que as nações do mundo se empenharam em redigir até o final de 2018, nos quais a Santa Sé está preparando uma contribuição especial. Francisco concluiu com uma exortação:

“Que a voz da Igreja seja sempre tempestiva e profética e, sobretudo, seja precedida por um trabalho coerente e inspirado nos princípios da doutrina cristã.”

Radio Vaticano

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VATICANO, 21 Set. 17 / 12:26 pm (ACI).- A Santa Sé enviará 150 mil dólares de ajuda à população do México afetada pelo terremoto que, na terça-feira, 19 de setembro, devastou a capital e várias regiões do centro do país.

De acordo com um comunicado emitido pela Sala de Imprensa do Vaticano, o Papa Francisco autorizou o envio do dinheiro, mediante o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, para cobrir as necessidades das vítimas desta catástrofe que, até o momento, provocou a morte de 250 pessoas.

A ajuda será distribuída através da Nunciatura Apostólica entre Dioceses mais afetadas pelo terremoto, e será dedicada a obras de assistência às vítimas do terremoto como expressão imediata do sentimento de proximidade espiritual e encorajamento paterno para as pessoas e territórios afetados.

Esta ajuda econômica, acompanhada da oração dirigida à Virgem de Guadalupe, padroeira do México, é uma parte das ajudas à amada população mexicana que estão sendo ativadas em toda a Igreja católica e que envolvem, além de várias Conferências episcopais, diversas organizações de caridade.

Na mensagem pronunciada após a Audiência Geral da quarta-feira, 20 de setembro, o Papa Francisco mostrou sua proximidade e solidariedade às vítimas do terremoto de magnitude 7,1.

“Neste momento de dor, quero manifestar a minha solidariedade e oração a toda querida população mexicana”, assinalou o Santo Padre. “Elevemos todos juntos a nossa oração a Deus para que acolha em seu seio os que perderam a vida, conforte os feridos, seus familiares e todos os afetados”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

Esse é o segundo tremor registrado no México nesse mês de setembro; Papa reza pelas vítimas

Da Redação, com Rádio Vaticano

Após a catequese desta quarta-feira, 20, o Papa Francisco manifestou solidariedade aos mexicanos em virtude do terremoto que afetou o país nesta terça-feira, 19, deixando mais de 200 mortos. Ao saudar os peregrinos de língua espanhola, Francisco rezou por todas as vítimas da tragédia.

“Ontem, um terremoto terrível assolou o México – vi que há muitos mexicanos entre vocês -. Causou inúmeras vítimas e danos materiais. Neste momento de dor, quero manifestar a minha solidariedade e oração a toda querida população mexicana. Elevemos juntos a nossa oração a Deus por quem perdeu a vida, que o Senhor conforte os feridos, seus familiares e todos os afetados”, disse.

O Papa pediu orações também por todos que trabalham no resgate das vítimas e a proteção de Nossa Senhora de Guadalupe.

O terremoto

O tremor foi sentido em 18 municípios, incluindo a Cidade do México, onde edifícios caíram e pessoas estão soterradas. O epicentro foi nos arredores de Axochiapan, no Estado de Morelos, a cerca de 120 km da capital. Segundo o Serviço Nacional mexicano, o terremoto foi registrado a 57 km de profundidade. Exatamente 32 anos atrás, no mesmo dia, um sismo deixou milhares de mortos na capital mexicana.

Também no início deste mês, em 8 de setembro, um terremoto de magnitude 8,2 graus foi registrado no estado de Chiapas. Esse foi considerado o maior tremor desde 1985.

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REDAÇÃO CENTRAL, 19 Set. 17 / 03:00 pm (ACI).- Em rede nacional, durante transmissão de seu culto no último domingo, 17 de setembro, o pastor Agenor Duque pediu perdão aos católicos pelo episódio em que comparou a imagem de Nossa Senhora Aparecida a uma garrafa de coca-cola e incentivou a quebrá-la.

A retratação do líder protestante aconteceu após um encontro com o Deputado federal católico Flavinho no dia 15 de setembro, quando conversaram sobre o fato que gerou rechaço de muitos católicos.

Em agosto, circulou nas redes sociais o vídeo de um culto no qual o pastor Agenor aparece com uma garrafa de coca-cola na mão, a qual compara com a imagem da Padroeira do Brasil e profere insultos contra ela, incentivando as pessoas a jogar fora suas imagens de santos.

Após a divulgação deste vídeo, o Deputado Flavinho chegou a acionar o Ministério Público de São Paulo, pois, conforme explicou na ocasião, o ato do pastor configurava “dois crimes: vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso e de racismo”, uma vez que fez referência à cor escura da coca-cola para se referir à cor da imagem da Padroeira do Brasil.

Entretanto, no dia 15 de setembro, Flavinho fez uma transmissão ao vivo por meio de sua página no Facebook na qual apareceu ao lado do pastor Agenor Duque, que o convidou a ir à Igreja Plenitude do Poder de Deus para conversarem sobre o fato e para que pudesse se desculpar com os católicos.

Neste vídeo, o líder protestante admite que também se sentiria “revoltado se algum dos senhores fizesse uma exemplificação que machucasse a minha fé”.

“Se em algum momento eu foi ofensivo, hostil ao falar, peço perdão. Peço também que vocês orem por mim”, manifesta, adiantando ainda que faria o mesmo pedido de perdão ao vivo em seu culto de domingo.

O pastor cumpriu sua promessa e pediu perdão no dia 17 de setembro. Exibiu ainda o vídeo gravado ao lado do Deputado Flavinho, no qual afirma que “estamos em um país laico, mas devemos respeitar todas as religiões”.

“Estou aqui publicamente mais uma vez para dizer a você, católico, se você se sentiu ofendido, magoado pelo vídeo que fiz exemplificando com a coca-cola, humildemente, diante dos céus, peço perdão”, expressou.

Por sua fez, Flavinho se disse feliz por poder promover “esse momento de pacificação”. “Acho que nosso país de uma forma geral está precisando ser pacificado. Não somos nós, cristãos, que vamos jogar gasolina na fogueira. Ao contrário, temos o Deus da paz ao nosso lado, no nosso coração”.

Além disso, o parlamentar também publicou em sua rede social este mesmo vídeo do culto em que o pastor se desculpa e afirmou que “no Evangelho da liturgia deste domingo, Jesus nos coloca na dinâmica do perdão sem limites, por isso, acolho o pedido de perdão e a retratação pública feita pelo pastor Agenor”.

“Não aceitamos ofensas, não ofendemos, mas não podemos negar o perdão àqueles que nos pedem. Houve uma ação de ofensa à nossa fé católica e houve uma ação de pedido de retratação e de pedido de perdão pela ação equivocada”, completou o deputado.

Fonte: http://www.acidigital.com/

15/05/2013 Città del Vaticano, piazza San Pietro, udienza generale del Mercoledì di papa Francesco

“O perdão de Deus é o sinal de seu amor transbordante por cada um de nós”

O Papa Francisco dedicou a sua reflexão que precede a oração mariana do Angelus ao perdão, inspirando-se na passagem de Mateus proposta pela liturgia do dia.

“Perdoar setenta vezes sete, ou seja, sempre”, é a resposta de Jesus a Pedro ao ser questionado por ele sobre quantas vezes deveria perdoar. Se para ele perdoar sete vezes uma mesma pessoa já parecia ser muito, “talvez para nós pareça muito fazê-lo duas vezes”, observou o Papa.

Jesus ilustra a sua exortação com a parábola do “rei misericordioso e do servo perverso, que mostra a incoerência daquele que antes foi perdoado e depois se recusa a perdoar”:

“A atitude incoerente deste servo é também a nossa quando recusamos o perdão aos nosso irmãos. Enquanto o rei da parábola é a imagem de Deus que nos ama com um amor tão rico de misericórdia, que nos acolhe, nos ama e nos perdoa continuamente”.

Com o nosso Batismo – recordou o Santo Padre – Deus nos perdoou de uma “dívida insolvível”, e continua a nos perdoar “assim que mostramos um pequeno sinal de arrependimento”. E Francisco nos dá um conselho quando temos dificuldade em perdoar:

“Quando somos tentados a fechar o nosso coração a quem nos ofendeu e nos pede desculpa, nos recordemos das palavras do Pai celeste ao servo perverso: “eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?”.

“Alguém que tenha experimentado a alegria, a paz e a liberdade interior que vem do ser perdoado pode, por sua vez, abrir-se à possibilidade de perdoar”, sublinhou Francisco, que recordou que “na oração do Pai Nosso, Jesus quis inserir o mesmo ensinamento desta parábola. Colocou em relação direta o perdão que pedimos a Deus com o perdão que devemos conceder aos nossos irmãos: “Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”:

“O perdão de Deus é o sinal de seu amor transbordante por cada um de nós; é o amor que nos deixa livres para nos afastar, como o filho pródigo, mas que espera a cada dia o nosso retorno; é o amor contínuo do pastor pela ovelha perdida; é a ternura que acolhe todo pecado que bate à sua porta. O Pai celeste é pleno de amor e quer oferecê-lo, mas não o pode fazer se fechamos o nosso coração ao amor pelos outros”.

Ao concluir, o Papa pede que “a Virgem Maria nos ajude a sermos sempre mais conscientes da gratuidade e da grandeza do perdão recebido de Deus, para nos tornarmos misericordiosos como Ele, Pai bom, lento para a ira e grande no amor”.

(AFP)

“Neste ano jubilar de 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba, a Catedral Metropolitana de Montes Claros, estará realizando dos dias 3 a 12 de outubro, a 67a Novena em Honra a Nossa Senhora Aparecida.
Com o tema “Eis aí a tua Mãe”, convidamos você e a sua família para participarem conosco de fortes momentos de fé, devoção e homenagens à Padroeira do Brasil e da Catedral.
Do dia 03 ao dia 11; haverá repicar dos sinos às 7 horas da manhã; Momento Mariano com consagração à Nossa Senhora ao meio dia; hora da misericórdia às 15 horas; e às 19 horas Novena e Celebração da Santa Missa com a presença de vários bispos e padres.
No dia 7 (sábado) será o IV Vem Brincar na Praça com a Catedral, festa beneficente para 6.000 crianças carentes.
E no dia 12 de outubro, o dia da nossa Padroeira será um dia todo especial!
Teremos às 7 horas da manhã a Missa Solene presidida pelo arcebispo coadjutor Dom João Justino; às 10 horas a 4a carreata de Nossa Senhora Aparecida saindo da Igreja São José com destino à Catedral, onde acontecerá a tradicional benção dos veículos; ao meio dia momento Mariano com consagração à Nossa Senhora; 18 horas solene procissão com a réplica da imagem de Nossa Senhora Aparecida pelas ruas centrais de Montes Claros; e às 19:30 horas, a belíssima Missa Solene de Encerramento, presidida pelo arcebispo Dom José Alberto Moura.
E como já se tornou tradição, todos os dias haverá as barraquinhas com comidas típicas e shows de artistas da terra na Praça da Catedral.
Venha participar conosco, para juntos fazermos esta grande festa a nossa Mãe Aparecida!

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