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Todo terceiro sábado de setembro lembra o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea

Neste sábado, 16, o Monumento ao Cristo Redentor receberá uma iluminação especial, entre as 19h e 20h, no tom laranja, em prol do Dia Mundial do Doador de Medula Óssea. A data é celebrada sempre no terceiro sábado de setembro.

Segundo a coordenadora de comunicação do Cristo Redentor, Nice Affonso, trata-se de uma iniciativa promovida pela Arquidiocese do Rio de Janeiro a Associação Pró-Vita – Transplante de Medula Óssea e o REDOME/INCA.

O intuito é incentivar os apoiadores da ação a publicarem fotos em suas redes sociais com as hashtags #thankyoudonor e #wmdd2017, a fim de divulgar a importância da doação de medula óssea e da atualização do cadastro de doadores já inscritos. A ação é fundamental, visto que 30% dos doadores em potencial que apresentam compatibilidade com algum paciente não são encontrados – muitos cadastrados há mais de 20 anos.

O Brasil é o único país da América Latina a comemorar a data e a unir esforços em prol dos doadores de medula. Em 2016, o país venceu o Grand Prize WMDD de melhor campanha realizada, concorrendo com mais de 40 nações.

Sobre o REDOME

O REDOME foi criado em 1993, é coordenado tecnicamente pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) e tem a sua operação realizada pela Fundação do Câncer. O Banco é o terceiro maior do mundo e possui mais de quatro milhões de doadores cadastrados.

Fonte: CNBB

O Papa Francisco convidou os fiéis que participaram da Missa de manhã na Casa Santa Marta, a “contemplar a Mãe de Jesus” e observar a sua atitude ao ver Cristo na cruz.

“Contemplar este sinal de contradição, porque Jesus é o vencedor, mas sobre a Cruz, sobre a Cruz. É uma contradição, não se compreende… É preciso fé para entender, pelo menos para se aproximar deste mistério”.

O Papa disse que Maria “viveu toda a sua vida com a alma traspassada”, pois seguia Jesus e ouvia os comentários das pessoas. “Por isso dizemos que é a primeira discípula”.

O presbítero salesiano indicou que ainda precisa se recuperar das suas fraquezas físicas e afirmou que não sofre de “nenhuma doença além da diabetes. Fui visitado por médicos que estão me ajudando”.

O sacerdote também tem certeza de que “Deus me trouxe de volta à missão que quer que eu realize até quando Ele quiser”.

Em seguida, manifestou que, “ultimamente, desejo que todos vocês junto comigo louvemos a Deus em seu Reino celeste quando Ele nos chamar. Que Deus abençoe a cada um de nós”.

Pe. Tom concluiu a sua mensagem agradecendo “novamente a todos pelas suas orações, seu amor e sua preocupação”.

Este sacerdote salesiano foi libertado em 12 de setembro depois de permanecer durante 18 meses nas mãos do Estado Islâmico. Foi sequestrado pelos terroristas quando invadiram um asilo de idosos e pessoas com deficiências que era administrado por religiosas das Missionárias da Caridade em Áden, no Iêmen. Durante o ataque assassinaram quatro religiosas e doze idosos.

Em uma carta divulgada pelo Reitor Mor dos salesianos, Pe. Angel Fernández Artime, indicou que a Congregação Salesiana “não pediu o pagamento de nenhum resgate e não sabe se foi realizado nenhum tipo de pagamento”.

Além disso, agradeceu “à Sua Majestade, o Sultão de Omã e às autoridades competentes do Sultanato pelo trabalho humanitário que realizaram”.

A Santa Sé assinalou em um comunicado que o Pe. Tom “ficará hospedado por alguns dias em uma comunidade salesiana em Roma antes de voltar para a Índia”.

Na quarta-feira, 13 de setembro, o sacerdote indiano encontrou com o Papa Francisco no Vaticano. Ambos se abraçaram e o Pontífice disse que continuará rezando por ele, como fez durante o seu cativeiro.

Pe. Tom explicou que sua maior tristeza durante o cativeiro foi não poder celebrar a Eucaristia, “embora todos os dias repetisse dentro de mim, no meu coração, todas as palavras da celebração”.

Também indicou que lembra-se das religiosas e dos idosos que morreram nas mãos dos jihadistas.

Por sua parte, em uma reunião em Roma, Pe. Fernández Artime entregou ao sacerdote a sua própria cruz como “sinal de que todos os salesianos estão contigo agora e para sempre”.

Além disso, disse que a Virgem Maria e São João Bosco “fizeram tudo” para que ele fosse libertado. Quando disse-lhe “não duvido que a Mãe te acompanhou todos os dias”, Pe. Tom disse que sim.

“Meus últimos pensamentos vão para a tua família de sangue porque sofreram tanto, não duvido que viverão momentos bonitos onde estarão muito felizes pela tua presença”, manifestou o Reitor Mor dos Salesianos.

José “Pepe” Rodríguez Rey é um famoso chef espanhol, vencedor de duas estrelas Michelin – um dos principais reconhecimentos gastronômicos do mundo –, dono de dois restaurantes e, há alguns anos, jurado do programa de culinária MasterChef. Entretanto, confessa: “Comungar é o que mais me alimenta”.

Receber a Eucaristia, assegura Rodríguez Rey em uma entrevista recente à revista ‘Misión’, o alimenta “como nenhuma outra coisa”.

“Comungar é o que mais me alimenta, Às vezes, algumas pessoas me dizem depois de comer: ‘Você me emocionou, quase levitei’. E penso: ‘Isto é estúpido’. Eu adoro comer e comi nos melhores restaurantes, mas nunca fiquei emocionado ao comer. Mas sim ao comungar. O alimento espiritual não tem comparação”.

O júri do MasterChef na Espanha desde 2013 também confessa que, “para muitos cristãos, eu em primeiro lugar, temos dificuldade de dizer que sou um pouco mais feliz pelo que creio”, e adverte que “o mundo da televisão é Babel, Sodoma e Gomorra, e às vezes é difícil mostrar-me, então eu prefiro agir”.

“Em certos ambientes, se você explica as coisas não entendem, mas as pessoas entendem o exemplo. Não há uma única forma de evangelizar”, destaca o chefe de 49 anos.

Rodríguez Rey também diz que aparecer na televisão não lhe causou mais felicidade do que a que ele tinha há alguns anos.

“Sou tão feliz quanto há cinco anos, quando não trabalhava na TV. Tento ser feliz porque tenho todos os ingredientes para isso”, sublinhou.

Esses ingredientes são: “Tenho três filhos maravilhosos, estou felizmente casado, tenho saúde e meus familiares estão bem”.

“Agora, além disso, está tudo bem no trabalho. Mas, quando não estava bem, porque passei por momentos ruins, também era feliz pois não baseio tudo no trabalho, nem baseio a minha vida em ser famoso. As pessoas me veem na televisão, mas eu vivo na minha cidade, Illescas, frequento os mesmos lugares de sempre… Mudei somente o necessário”.

O chef espanhol também destacou durante a entrevista os valores transmitidos pelo MasterChef.

“Não sei se os meus chefes na produtora estavam tão preparados para buscá-lo, mas na verdade o programa exalta o sacrifício, o companheirismo, o trabalho, recompensa quem é bom e se esforça, castiga quem faz mal”, assinala.

“Quando você vê, pergunta-se: por que não fazem mais programas bons, saudáveis ??e atraentes, que podem ser assistidos por um homem de 80 anos com o seu neto sem problemas, e que ensinem a fazer algumas coisas?”, questiona.

Apesar dos seus prêmios, Rodríguez Rey afirma: “Não me levanto todos os dias pensando em qual prêmio quero ganhar, mas em alimentar muito bem a pessoa que irá à minha casa. E fazer isso melhor todos os dias”.

“Coleciono os reconhecimentos porque são para toda a equipe, mas me dura um minuto o ego de pensar que sou alto e bonito. Durante um minuto e meio, sei que meu sucesso é estar aqui, à vontade com as pessoas, e nos amar como somos. E essa não é uma meta, isso é um trabalho de cada dia”.

Trocaria as estrelas Michelin que ganhei “por qualquer coisa que valesse a pena. Se amanhã a Michelin falir, o que devo fazer? Não dou comida? O meu sorriso desaparece? Então! Estamos aqui para nos divertir e divertir as pessoas, não para ganhar prêmios”.

Para o jurado do MasterChef, foi fundamental na sua vida participar de um Cursilho de Cristandade.

“Sempre fui um cristão de Missa de 12 e vermú (tipo de bebida), mas um Cursilho é algo muito poderoso. Nesses três dias percebi o que é ser cristão e quem é Deus”, destacou.

“Quando eu saía com meus amigos em Illescas, muitas vezes à noite, via o Sr. José Soriano, um desses professores da velha escola, que alternava com dependentes químicos. Ficava admirado ao ver esse homem de 65 anos ajudando os dependentes químicos, então, depois de participar de um Cursilho, encontrei-o um dia e disse que gostaria de ajudá-lo. Estivemos durante anos ajudando jovens que estavam envolvidos com todos e fizemos coisas importantes para eles”, recordou.

“O Sr. José tinha uma fé muito grande, deixava tudo nas mãos de Deus. Dizia: ‘O Senhor nos trouxe aqui e Ele nos levará. Há muitas coisas para fazer, então não comece a filosofar. Comece a fazer o que deve fazer e confie nele’. Isso é uma escola de vida”, sublinhou.

Para ele, precisou, Deus “é a força, o motor de tudo. Aquele que faz você estar bem, ruim e no regular”.

“Eu não sei se às vezes eu fico muito para trás e não explico que sou cristão, mas é que não me vejo dando explicações, mas demonstrando no que estou fazendo”, assinalou.

Fonte: ACI Digital

O Papa Francisco fez um balanço de sua recente viagem apostólica à Colômbia na Audiência Geral, no Vaticano, e emocionado recordou como em sua passagem pelas ruas do país os pais levantavam com orgulho seus filhos para que os abençoasse: “Eu pensei: ‘Um povo capaz de mostrar seus filhos com orgulho é um povo com futuro’”.

“Gostei muito disso”, assegurou. “Mostravam seus filhos como que dizendo: ‘Este é o nosso orgulho, esta é a nossa esperança”. O povo colombiano “é um povo alegre, com muito sofrimento, mas com esperança”.

Em sua catequese, o Papa, com o rosto marcado como consequência do incidente que sofreu no veículo em que realizava os traslados na Colômbia, assinalou que “nesta viagem senti a continuidade com os dois Papas que visitaram a Colômbia antes de mim: o Beato Paulo VI, em 1968, e São João Paulo II, em 1986. Uma continuidade fortemente animada pelo Espírito, que guia os passos do povo de Deus nas estradas da história”.

Francisco destacou os esforços do povo colombiano para alcançar a reconciliação e destacou que, com sua visita, “quis abençoar os esforços desse povo, confirmá-lo na fé e na esperança e receber seu testemunho que é uma riqueza para meu ministério e para toda a Igreja”.

“A Colômbia, como a maior parte dos países latino-americanos – assinalou –, é um país no qual existem fortíssimas raízes cristãs. E se este fato faz ainda mais aguda a dor pela tragédia que a guerra causou, ao mesmo tempo constitui a garantia da paz, o sólido fundamento da sua reconstrução, o sustento de sua invencível esperança”.

“É evidente que o maligno quis dividir o povo para destruir a obra de Deus, mas também é evidente que o amor de Cristo, sua infinita Misericórdia, é mais forte do que o pecado e a morte”.

O Pontífice destacou o desejo de vida e de paz no coração da nação colombiana: “Pude ver nos olhos de milhares e milhares de crianças, adolescentes e jovens que encheram a praça de Bogotá e que encontrei em todos os lugares”.

Do mesmo modo, também renovou seu “encorajamento pastoral” aos Bisposdo país, “para sua missão a serviço da Igreja, sacramento de Cristo nossa paz e nossa esperança”.

O Santo Padre recordou alguns momentos principais de sua viagem. De forma especial, lembrou o dia dedicado à reconciliação em Villavicencio, “momento culminante de toda a viagem”.

O Papa destacou a beatificação dos mártires Jesús Emilio Jaramilli Monsalve, Bispo, e Pedro Maria Ramírez Ramos, sacerdote. “A beatificação desses dois mártires recordou plasticamente que a paz é baseada também, talvez sobretudo, no sangue de tantos testemunhos do amor, da verdade, da justiça e também de mártires verdadeiros e próprios assassinados por causa fé, como os dois citados”.

Francisco recordou ainda a impressão que lhe causou a celebrar a Missadiante do Cristo de Bojayá, “sem braços e sem pernas, mutilado como seu povo”.

Em Medellín, “a perspectiva foi o da vida cristã como discipulado: a vocação e a missão. Quando os cristãos se empenham a fundo no caminho de Jesus Cristo, tornam-se verdadeiramente sal, luz e fermento no mundo, e os frutos se veem abundantes”.

Um desses frutos “são os ‘Hogares’, as casas onde crianças e jovens feridos pela vida podem encontrar uma nova família, onde são amados, acolhidos, protegidos e acompanhados. E outros frutos abundantes são as vocações à vida sacerdotal e consagrada que pude abençoar e encorajar com alegria em um inesquecível encontro com os consagrados e seus familiares”.

“Enfim, em Cartagena, a cidade de São Pedro Claver, apóstolo dos escravos, o foco foi sobre a promoção da pessoa humana e de seus direitos fundamentais. São Pedro Claver, como mais recentemente Santa Maria Bernarda Bütler, deu a vida pelos mais pobres e marginalizados, e assim mostrou o caminho da verdadeira revolução, a evangélica, não a ideológica, que liberta verdadeiramente a pessoa e a sociedade da escravidão de ontem e, infelizmente, também da de hoje”.

“Neste sentido, ‘dar o primeiro passo’, o lema da viagem, significa aproximar-se, inclinar-se, tocar a carne do irmão ferido e abandonado”, concluiu.

Fonte: acidigital.com

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Nara Almeida tem quase 600 mil seguidores e era uma blogueira como muitas outras – até que o câncer chegou.

A Nara Almeida é uma blogueira de 23 anos, residente em SP, que descobriu no dia 08 de agosto de 2017 um tumor no estômago. Câncer. Ela está compartilhando sua luta com seus seguidores no Instagram. É impressionante a maneira dela encarar o tratamento.
Vale a pena dar uma olhada no seu perfil e ver como ela está enfrentando a doença. É realmente inspirador. Uma experiência humana, sincera e emocionante de uma jovem do século 21. Sim, nossos jovens têm um grande potencial para enfrentar os desafios da vida!
Esta é uma história com aspectos tristes, mas também nos mostra uma guerreira.
Confira alguns relatos da blogueira:

Nara Almeida
08/08/2017 o dia mais doido de todo minha vida, dia que recebi o diagnóstico de que tinha um câncer no estômago. Nunca vou esquecer a sensação e energia q senti na hora. A única coisa que conseguia fazer era chorar, mas não era um choro de tristeza, senti emoção por está sendo escolhida pra fazer parte de um plano maior. É assim que eu vejo essa fase! Tudo tem um porque! Faz parte de um plano maior, só vamos entender mais tarde. Eu sempre quis fazer minha vida valer a pena, sempre quis ser mais, nunca quis ser só mais uma, e sei que isso vai me fortalecer pra ser quem eu quero ser e passar a mensagem que realmente desejo a vocês, de que a vida pode ser leve e cheia de amor independente dos momentos ruins.. prometo pra mim, pra minha família, pro meus amigos e pra vocês de que lutarei com todas as minhas forças pra vencer essa batalha da forma mais leve que existe, encaro tudo como uma grande aventura! Sejam gratos pela saúde de vocês, pelos amigos, pela família, pelo alimento.. seja grato pela sua vida! Viver é lindo! Não vamos perder a fé nas coisas boas só pq acontece coisas ruins.  Obs: 08/09/2017 eu faço 24 anos(mês que vem) achei mt doido essa ligação de números hehe.
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Nara Almeida
Desde o começo do ano eu vinha sentindo muitas dores do estômago, e vivia de uma semana me sentindo bem e na outra me sentindo mal e tinha q ficar na cama, vomitava tudo, tomava remédio e tudo ficava bem novamente e eu voltava com minha vida normal de trabalho. Depois da minha última viagem no começo de junho comecei a me sentir muito mal voltei no meu médico e como eu já tinha o diagnóstico de úlcera queria voltar a fazer o tratamento, comprei todos os remédios e não melhorava, pelo contrário sentia mt dores quando tentava tomar os antibióticos e tudo q comia vomitava, lembro q vomitava até a água de côco, os dias foram passando e eu achando que estava melhorando só que cada noite eu sentia dores mais fortes, as náuseas começaram a ficar mais fortes e já não dava pra disfarçar. Eu me sentia cansada só de levantar da cama, tudo parecia não ter fim, sentia tanta dor q ficava horas no chão do banheiro com água bem quente e ouvindo música pq isso de alguma forma aliviava um pouco. No dia 27 de julho durante o banho senti uma dor mt forte e apaguei, fiquei uns 19 minuto apagada e acordei mt fraca, já fazia dois dias q n comia nada e lembro q quando sai do banho me sequei e olhei no espelho e nunca vou esquecer do susto q levei quando vi meu estado, pq estava mt mt magra foi quando tirei essa foto pq não acreditava q tinha perdido tanto peso em tão pouco tempo, logo liguei pro meu médico que me aconselhou a ficar internada. Ele conseguiu uma vaga pra mim em um hospital no outro dia. No hospital passei 3 dias sem comer, fizemos exames e logo descobri que tinha um tumor, só que eu sou mt lesada kkkk não entendia mt e achava q era só um tumorzinho que ia operar e q logo logo estaria de volta nos meus rolezinhos, mal sabia eu que agora q ia começar a batalha mais doida da minha vida. Tive q passar mais um tempo no hospital nutrindo pra fazer a cirurgia, como Tenho certeza que Deus me preparou pra viver todos esses momentos tenho tido ajuda de pessoas especiais que não medem esforços pra fazer eu me sentir a pessoa mais cuidada do mundo. A vida é um mistério, uma luta, temos q ser fortes.Vai ficar tudo bem! N cabe mais nada aqui
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Nara Almeida
No começo eu demorei a entender, ficava horas pensando em como seria daqui pra frente, senti milhões de sentimentos estranhos, mas em momento algum eu me senti mal ou com raiva da vida. Não é fácil, não está sendo fácil, mas pra mim nunca foi fácil… Desde pequena eu venho enfrentando várias batalhas. Não fui criada pelos meus pais e sim pelos meus avós, minha mãe teve que me deixar com eles e cresci com eles até os 9 anos, depois fui morar com minhas tias e com 16 anos já morava sozinha e trabalhava, tive que largar os estudos pra conseguir me manter e desde então eu venho me sustentando sozinha. Morei no maranhão até 2015 e depois fui pra Goiânia, onde fiquei um ano. Logo depois achei a cidade pequena demais, sonhava mais alto então me mudei de vez pra São Paulo e quando tudo começou a dar certo, comecei a ficar doente, mas eu tenho certeza que a vida é feita de momentos e se não fosse todas as dificuldades que enfrentei e enfrento eu não seria a pessoa que sou hoje e sinceramente amo ser eu, amo minha história, minhas lutas, e me sinto privilegiada por ter o dom de viver intensamente. Estarei compartilhando com vocês tudo que servir de inspiração, tudo que faça vocês saírem do automático. Aproveitem cada dia, os amigos de vocês, a família, o alimento, a cama quietinha.. a vida passa rápido demais! Feliz dia dos pais, e das mães que fazem papel de pai e mãe e pra todos os amigos que são pais! Obrigada pelo carinho migles!
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Nara Almeida
Tudo bem ficar na Bad, sabe? tudo bem chorar, tudo bem questionar, tudo bem gritar, tudo bem não entender. Somos humanos e imperfeitos, ninguém consegue se manter 100% sempre. Só não deixe que isso te escravize, não faça disso um vicio! Estou fazendo um acordo comigo mesmo, é assim sempre que bate a BAD eu vou pro banheiro tomo um banho e peço pra Deus levar embora na água todas as dores, as angústias, a tristeza, as agonias! Repito várias vezes pra ele não me deixar sozinha, e principalmente pra ele dar sabedoria para mim e para pessoas que estão ao meu redor pra que elas saibam a forma certa de agir comigo! Aí eu choro, chorooo mesmo! Choro tudo que tenho pra chorar! Depois eu saio, às vezes me arrumo, outras vezes vou ver algo no Netflix ou apenas fico no celular vendo alguma coisa nova pra me distrair e tento esquecer disso tudo. Já disse e repito, não é fácil, mas tudo depende da gente sabe? Tudo que precisamos é ter fé em algo, se vc não acredita em nada, acredite em você! Olhe no espelho, não desiste não, levanta! Vamos fazer algo legal! Faça algo de legal, seja legal com você, não te abandona. Eu acredito em mim e me permito ficar na Bad as vezes, mas só as vezes..
(Amanhã marcamos a cirurgia, muita ansiedade). Boa semana, que seja sem Bads!
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Para seguir a Nara, clique aqui.
(imagens: Instagram)
Fonte: aleteia.org

O capelão do corpo de bombeiros de Nova York era uma figura conhecida entre as pessoas marginalizadas da cidade.

Quem viveu o momento, mesmo que pela televisão, em que dois aviões atingiram as torres do World Trade Center, em Nova York, nunca esquece – mesmo depois de dezesseis anos. No meio daquela história de terror e sofrimento, muitas histórias se destacaram pela compaixão e pelo serviço às vítimas. Uma delas é a de um frade franciscano, o padre Mychal Judge – a primeira vítima identificada dos atentados de 11 de setembro.

Judge era capelão do corpo de bombeiros de Nova York. Assim que soube que um avião – o primeiro – tinha atingido o complexo, ele se dirigiu ao local. Ali ele encontrou o então prefeito da cidade, Rudolph Giuliani, que lhe pediu que rezasse pelas vítimas. O padre de 68 anos se deteve diante de alguns corpos, em oração, e seguiu oferecendo ajuda às vítimas.

 

A foto do corpo de Judge sendo tirado dos escombros se tornou uma das imagens mais impactantes do atentado.
A foto do corpo de Judge sendo tirado dos escombros se tornou uma das imagens mais impactantes do atentado.

Judge estava na torre norte, a primeira a ser atingida. A primeira a desmoronar, porém, foi a torre sul, às 9:59 da manhã daquela terça-feira. O padre foi então atingido por destroços da torre sul, que chegaram até o lobby da torre norte. Segundo um fotógrafo do corpo de bombeiros presente no local, Judge foi atingido na cabeça enquanto rezava em voz alta: “Jesus, por favor, pare isso agora! Deus, por favor, pare isso!”

Logo após a sua morte, um tenente do corpo de bombeiros encontrou o seu corpo e, com a ajuda de outras pessoas, levou-o para fora do edifício. Seu corpo foi deixado diante do altar da igreja de São Pedro, a menos de uma quadra das torres. Depois de ter passado por um exame, Judge foi designado oficialmente como a “vítima 0001” dos ataques.

Vida

Nascido no Brooklyn em 1933, Judge era filho de irlandeses e tinha uma irmã gêmea, Dympna. Ele decidiu ser franciscano aos 15 anos e fez os votos perpétuos na Ordem dos Frades Menores aos 25, em 1958. Três anos depois, foi ordenado presbítero. Ele trabalhou em paróquias de Boston e Nova Jersey, até ser designado em 1986 para a igreja de São Francisco de Assis, em Manhattan – onde ele tinha conhecido os franciscanos quando criança.

Em 1992, se tornou capelão do corpo de bombeiros nova-iorquino. Os testemunhos sobre o seu trabalho incansável e sua profunda espiritualidade são numerosos. Além de se dedicar ao cuidado espiritual dos membros do corpo e de seus familiares, Judge era conhecido em Nova York por seu ministério junto às pessoas em situação de rua, aos imigrantes, aos doentes e às pessoas com aids.

A sua experiência pessoal o ajudava em vários desses contextos. Ele procurava, por exemplo, ajudar quem sofria de alcoolismo – tendo ele mesmo sido alcoólatra entre 1971 e 1978, quando conseguiu deixar o vício com o apoio dos Alcoólicos Anônimos. Seu ministério junto às pessoas homossexuais também era intenso – ele mesmo se identificava como gay, ainda que de forma reservada e sempre fiel ao voto de castidade que fez como franciscano.

Um dia, enquanto ministrava a unção dos enfermos a um homem que estava morrendo de aids, o doente lhe perguntou: “Você acha que Deus me odeia?” Em resposta, Judge o abraçou, o beijou e, em silêncio, o balançou em seus braços. O episódio é um exemplo do tratamento que o padre dispensava às pessoas – fruto, sem dúvida, de sua vida de oração: Judge às vezes passava horas imerso em oração sem perceber o tempo passar.

Beatificação

Por todo o seu testemunho, há movimentos em vista da abertura de um processo de beatificação. O cardeal Timothy Dolan, na homilia de sua instalação como arcebispo de Nova York, em 2009, citou o nome de Judge ao lado dos de Elizabeth Ann Seton e Francisca Xavier Cabrini, duas santas dos Estados Unidos, como exemplo de vida religiosa.

Segundo o padre Luis Fernando Escalante, que trabalha como postulador em várias causas de beatificação, o caso de Judge se encaixa claramente no novo caminho aberto pelo papa Francisco neste ano, o de oferta da vida: fiéis que ofereceram livre e voluntariamente a própria vida por caridade para com o próximo, aceitando heroicamente uma morte iminente e certa.

Por Felipe Koller

Fonte: semprefamilia.org.br

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Existe um limite que a humanidade não deve mais voltar a explorar

oje faz 16 anos de um dia em que o mundo pareceu particularmente difícil de reconhecer. A televisão mostrava quase com estupor um suposto acidente que já causava estranhamento em si mesmo. A cobertura ao vivo de quase qualquer evento já era uma realidade em 2001, e, por isso, milhões e milhões de pessoas se perguntavam em tempo real como foi que aquele piloto tinha colidido contra uma das Torres Gêmeas de Nova Iorque numa clara manhã de céu limpo. Foi quando um segundo avião se chocou contra a outra torre e o planeta em peso assistiu à cena no mesmo instante em que, estarrecedoramente, ela acontecia.

O dia 11 de setembro de 2001 se tornou, nas aulas de jornalismo da década seguinte, um daqueles acontecimentos cuja objetividade é abordada pela perspectiva da mais pura subjetividade. O jornalista que chorou, que se comoveu, que afirmou que, apesar da sua trajetória, não tinha palavras diante daquele fato é alguém que entendeu a complexidade humana do que ocorria à sua frente e que acompanhava a rápida reflexão que quase todos fizeram naquela hora: o mundo estava em guerra.

Mas, nos últimos dois anos, o cenário em relação ao 11 de setembro é bem diferente nas turmas de primeiro período de jornalismo na universidade. Quando pergunto se eles se lembram daquele dia, muito poucos, ou mesmo nenhum, levanta a mão. Não é culpa deles, que mal tinham nascido para a vida consciente: eles tinham dois ou três anos quando aconteceu. Pois é: já existem novas gerações de jovens adultos que não viveram aquele momento de estupor que impactou o mundo no tocante ao terror; que nos apresentou com evidência que existe um mal evidente, inexplicável a partir das meras lógicas geopolíticas; um mal que tem nome, terrorismo, mas que não tem qualquer tipo de justificativa.

Os professores de história dos países neutros fazem malabarismos para ensinar que, na guerra fria, havia dois blocos contrapostos em interesses e em ideologias. Diante do 11 de setembro não existe essa necessidade, porque o mal nunca tinha se manifestado com tanta contundência numa tela de televisão.

Houve episódios posteriores, quase ecos daquele dia, igualmente malévolos, mas de bem mais rápido esquecimento mundial – afinal, num mundo que parece vacinado contra o espanto, não choramos mais o necessário, conforme observou o Papa Francisco. Atentados como os de Madri, Nice, Londres, Paris e tantos outros foram todos emoldurados politicamente em cenários mais complexos, que envolviam outros dramas. Mas aquele 11 de setembro não dá tanta margem a interpretações: o homem e as suas divisões culturais e sociais simplesmente tinha caído baixo demais.

Contemplar o espanto envolvido nesse dia nos provoca náuseas. A televisão norte-americana decidiu, há certo tempo, recordar cada 11 de setembro com outro olhar, sem voltar a mostrar as imagens do horror, relatando histórias de superação, de coragem, de unidade. A ferida ainda é recente e dói.

Mas há novas gerações que precisam crescer aprendendo que existe um limite que a humanidade não deve mais voltar a explorar. E o dia 11 de setembro de 2001 nos lembra que temos de fazer tudo o que é humanamente possível para nunca mais cair tão baixo como seres humanos.

© NYC Police Authority
Fonte: Aleteia.org

Doe um brinquedo a uma criança carente.

Sabendo que o dia 12 de outubro é dedicado a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil e da Catedral Metropolitana de Montes Claros, e também a data comemorativa ao “dia das crianças”, Padres e leigos da Igreja Mãe da nossa Arquidiocese se uniram para realizar, dentro da programação da festa da Padroeira, um dia especial para as crianças carentes.

Assim nasceu, em 2014 o evento “Vem Brincar na Praça com a Catedral”. Neste 2017, ano jubilar Mariano, em que celebramos os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida nas águas do Rio Paraíba, a Catedral pretende, pelo quarto ano consecutivo, homenagear Aquela que nos deu o nosso Salvador, presenteando 6.000 crianças carentes com um dia todos especial, repleto de brincadeiras e diversões, que ficará marcado para sempre em seus corações.

Diante dos desafios lançados, iniciamos ao findar o mês de agosto, a Campanha: FAÇA UMA CRIANÇA FELIZ! DOE UM BRINQUEDO A UMA CRIANÇA CARTENTE. O objetivo desta Campanha é arrecadar 6.000 brinquedos novos para meninos e meninas, que serão entregues às crianças carentes no dia do evento. Às pessoas interessadas em ajudar poderão entregar as suas doações na Catedral, no Santuário do Bom Jesus, na Igreja São José, no Centro Paroquial João Paulo II, ou nos postos autorizados.

Desde já, o nosso muito obrigado!

O arcebispo coadjutor de Montes Claros, dom João Justino de Medeiros Silva, presidiu, neste sábado (12), a Missa de abertura da Semana Nacional da Família, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.

Durante a homilia, dom João Justino falou sobre a importância da família e a missão dos pais em ensinar os filhos a escuta e a vivência da Palavra, bem como cultivar o amor que precisa ser atuante na vida familiar.

“A família é um lugar privilegiado para a experiência do amor de Deus. Não foi exatamente isso que Deus quis viver quando encarnou-se, e também viveu, no seio de uma família? Deus quis poder sentir Ele mesmo, o que é ser amado por um pai e por uma mãe. E vivendo em família, mostrou-nos a importância de valorizar esse espaço humano, que ao mesmo tempo é cheio das graças de Deus, e por isso é um  espaço divino”, refletiu dom João Justino.

João Justino convidou a assembleia a juntar esforços para viver não somente aquilo que as comunidades e paróquias organizaram para a Semana da Família, mas que também olhe para a realidade da própria família e descubra o que precisa ser mais intensificado na experiência do amor de Deus.

“Devemos olhar para as nossas famílias e fazermos uma revisão da história e perceber se há algum esquecimento que está ferindo a aliança feita e buscar a conversão. Que nesta semana, as nossas famílias consigam experimentar, se já não vivem, momentos de oração em família, e assim experimentarmos, melhor, as graças de Deus”, exortou.

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Caminhada da Família

Após a celebração diocesana, as famílias participaram da quinta edição da Caminhada da Família que percorreu algumas ruas da região central da cidade até a Matriz Nossa Senhora da Conceição e São José, onde foi dada a benção do Santíssimo.P8120199 P8120205 P8120210

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“Das periferias existenciais à luz do amor na família”. Este é o tema da Semana da Família, na Província Eclesiástica de Montes Claros, que inicia neste sábado (12). A abertura da semana será com uma missa presidida pelo arcebispo coadjutor, dom João Justino de Medeiros Silva, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, às 8h30.

Para orientar a Semana da Família, foi elaborada uma cartilha que será utilizada na Província Eclesiástica de Montes Claros. O material será utilizado além da Arquidiocese de Montes Claros, nas dioceses de  Janaúba e Januária. Já a diocese de Paracatu, optou por adotar a cartilha nacional.

A proposta de confeccionar uma cartilha própria foi uma forma de regionalizar a discussão acerca da Família, a partir de temas que melhor abrange a realidade da província, para chegar com mais intensidade ao lar cristão.

O propósito desta semana é intensificar a reflexão a partir da Palavra de Deus para que as famílias cristas possam se fortalecer enquanto igreja doméstica para, assim, buscar uma vivência religiosa e ir ao encontro de outras famílias para serem evangelizadas.

Caminhada da Família

Após a missa de abertura da Semana da Família, acontece a 5ª Caminhada da Família, com saída da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida e segue até a Matriz Nossa Senhora da Conceição e São José, onde acontece a benção do Santíssimo.

Como um gesto concreto de solidariedade em benefício do próximo, a Pastoral Familiar da Arquidiocese de Montes Claros pede que as pessoas levem 1 kg de alimento não perecível que será doado àqueles que mais precisam.

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Por ocasião da Festa de São Lourenço, diácono e mártir da Igreja, neste dia 10 de agosto também é celebrado o Dia dos Diáconos Permanentes.

No século III, São Lourenço era um dos 7 diáconos de Roma que ajudavam o Papa Sisto II, o qual o nomeou administrador dos bens da Igreja e permitiu que distribuíssem esmolas aos pobres e necessitados.

Na história da Igreja, os diáconos sempre ajudavam os sacerdotes a desenvolver seu ministério. Embora o diácono tenha recebido o sacramento da Ordem, este não é propriamente um sacerdote e, portanto, não tem suas potestades.

O sacramento da Ordem tem três graus – episcopado, presbiterato e diaconato – que estão explicados entre os numerais 1554 e 1571 do Catecismo da Igreja Católica (CIC).

O diácono se ordena ao ministério da palavra, da liturgia e da caridade. Sua função principal é a assistência qualificada ao sacerdote nas celebrações e não é simplesmente um “ajudante”.

As outras funções dos diáconos estão explicadas na constituição dogmática Lumen Gentium e nos cânones 757, 835, 910, 943 e 1087 do Direito Canônico.

Algumas destas competências são: o batismo, conservar e distribuir a Eucaristia, ser ministros da exposição do Santíssimo e da bênção eucarística, ser ministro ordinário da sagrada comunhão, levar o viático aos doentes terminais, em nome da Igreja assistir e abençoar o matrimônio, ler a Sagrada Escritura aos fiéis, administrar os sacramentais como por exemplo a água benta, a bênção das casas, imagens e objetos, presidir o ritual fúnebre e o sepultamento.

O diaconato considerado em si mesmo como ministério permanente decaiu no ocidente depois do século V, e este primeiro grau do sacramento da ordem foi reduzida a uma simples etapa para chegar ao grau sucessivo, ou seja, ao sacerdócio.

Depois do Concílio Vaticano II, foi restabelecido o diaconato “como um grau particular dentro da hierarquia”.

A constituição Lumen Gentium especifica no numeral 29: “Com o consentimento do Romano Pontífice, poderá este diaconado ser conferido a homens de idade madura, mesmo casados, e a jovens idôneos; em relação a estes últimos, porém, permanece em vigor a lei do celibato” (EV, 1/360).

Estes deverão ter uma preparação durante 3 anos para receber as sagradas ordens, conforme está estabelecido no Código de Direito Canônico numeral 236.

O Papa Paulo VI, em sua carta apostólica Sacrum diaconatus ordinem de 18 de junho de 1967, assinala que a ordem do diaconato “não deve ser considerada como simples grau para ascender ao sacerdócio, mas recebe tal riqueza pelo seu carácter indelével e pela sua graça particular que aqueles que a ele são chamados podem dedicar-se de modo estável aos ‘mistérios de Cristo e da Igreja’” (EV, 2/1369). (Fonte: ACIDigital)

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Arqueólogos que escavavam por Jerusalém descobriram artefatos queimados que datam de 2.600 anos atrás – provando a veracidade de uma passagem bíblica.

Os pesquisadores descobriram madeira carbonizada, sementes de uva, espinhas de peixes, ossos e cerâmica, ao escavar a Cidade de Davi, em Jerusalém. Os achados fornecem evidências de que os babilônicos“queimaram todas as casas de Jerusalém”, como descrito no livro de Jeremias.

Os pesquisadores do Israel Antiquities Authority descobriram os artefatos sob camadas de rocha na Cidade de Davi – juntamente com frascos com lacres que permitiram que os pesquisadores datassem os artefatos.

“Esses lacres são característicos do final do Período do Primeiro Templo”’, disse Dr. Joe Uziel, do Israel Antiquities Authority. “Eles eram usados pelo sistema administrativo que se desenvolveu no final da dinastia judaica”.

Os danos causados pelo fogo ocorreram há 2.600 anos, o que se assemelha com eventos descritos pela Bíblia.O livro de Jeremias diz: “Hoje, no sétimo dia do quinto mês, décimo nono ano do rei Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã o capitão da guarda, um servo do rei da Babilônia, veio até Jerusalém. Ele queimou a casa do Senhor, a casa do rei e todas as casas de Jerusalém. Todas as grandes casas foram queimadas pelo fogo”. (SP – Agências internacionais) (Fonte: Rádio Vaticano)

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Os membros da Comissão Episcopal Especial para os Bens Culturais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se reuniram, na sede da entidade, em Brasília, para tratar da construção dos projetos da comissão criada, em maio, para fomentar o cuidado com o patrimônio material e imaterial da Igreja no Brasil. Este é o segundo encontro da comissão.

O arcebispo coadjutor de Montes Claros e presidente da comissão dom João Justino de Medeiros, diz que a reunião foi para organizar os trabalhos para os próximos 2 anos e estudar a forma que será feita a incorporação e a articulação com os projetos e experiências exitosas no âmbito da preservação e o cuidado com o patrimônio cultural da Igreja no Brasil.

“A ideia é trabalhar a formação, criar uma nova cultura. De valorização do patrimônio de cuidado, da inventariação, da catalogação. Isso significa preparar material, pessoas, estratégias para que esse bens que estão a serviço da evangelização e é são patrimônio do povo de Deus e da Sociedade sejam devidamente utilizados”, comentou dom João Justino.

Ainda segundo o bispo, será estabelecido de modo mais efetivo um diálogo instituição da comissão e os órgãos governamentais que como a comissão tem preocupações e cuidam do patrimônio cultural do país.

Estiveram presentes na reunião, o presidente dom João Justino de Medeiros, arcebispo coadjutor de Montes Claros, que também preside a Comissão Episcopal para Cultura e Educação, o arcebispo de Maceió (AL), dom Antônio Muniz e o bispo de Petrópolis (RJ), dom Gregório Paixão. Além do padre Helton Ferreira Rodrigues, da diocese de Divinópolis (MG), especialista em Bens Culturais da Igreja.

Estão abertas, até quinta-feira (10), as inscrições para participação no Seminário Acordo Brasil-Santa Sé, que o Regional Leste 2 (Minas Gerais e Espírito Santo) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizará nos dias 29 e 30 de agosto, no auditório do Museu de Ciências Naturais (prédio 40), Campus Coração Eucarístico. As inscrições devem ser feitas no site (www.cnbbleste2.org.br).

Com o intuito de promover estudos e reflexões sobre as complexas questões tratadas no Acordo Brasil-Santa Sé, o encontro irá reunir autoridades e especialistas da área jurídica, administrativa e eclesial. Entre os temas que serão abordados estão Memórias: CNBB e o Acordo Brasil – Santa Sé, Direito e Religião no Brasil, Imunidade Filantrópica no Acordo Brasil – Santa Sé; Personalidade Jurídica dos Entes Eclesiásticos e das Instituições Eclesiásticas no Brasil; A personalidade jurídica internacional da Santa Sé, entre outros.

O Seminário Acordo Brasil-Santa Sé é destinado a bispos, padres, religiosos, vigários gerais, advogados, canonistas, ecônomos, administradores, chanceleres, seminaristas, membros de associações e movimentos eclesiais, representantes de faculdades e escolas católicas, membros de casas religiosas, funcionários de cúrias e entidades filantrópicas. É uma iniciativa do Regional Leste 2 com o apoio da Arquidiocese de Belo Horizonte, Catedral Cristo Rei, Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje), Instituto Santo Tomás de Aquino (Ista), Conferência dos Religiosos do Brasil e PUC Minas.

Acordo Brasil – Santa Sé

O Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé, relativo ao Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil, marca a história das relações do Brasil com a Igreja Católica. O seu objetivo fundamental é reunir, em um único instrumento jurídico, as situações existentes de iure e de facto, e consolidar os múltiplos aspectos das relações do Brasil com a Santa Sé.

Foi firmado na Cidade do Vaticano, em 13 de novembro de 2008 e aprovado pelo Congresso Nacional por meio do Decreto Legislativo Nº 698, de 7 de outubro de 2009, nos termos do artigo 20. Entrou em vigor no dia 10 de dezembro de 2009, sendo promulgado pelo então presidente da República através do Decreto Nº 7.107, de 11 de fevereiro de 2010.

Programação

29 de agosto

7h30 – Credenciamento

8h15 – Momento Cultural

8h45 – Abertura Oficial: dom Paulo Mendes Peixoto – arcebispo Metropolitano de Uberaba (MG) e presidente da CNBB – Regional Leste 2 | cardeal dom Raymundo Damasceno Assis – presidente da Comissão Episcopal para Implementação do Acordo Brasil – Santa Sé | dom Walmor Oliveira de Azevedo – arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte

9h10 – Memórias: CNBB e o Acordo Brasil – Santa Sé: Dom Geraldo Lyrio Rocha – Ex-Presidente da CNBB

10h30 – Direito e Religião no Brasil: Dr. Ives Gandra Martins – Jurista Constitucionalista, Professor e Escritor

11h30 – A Proteção dos Bens Culturais da Igreja: Ângelo Oswaldo Araújo Santos – secretário de Cultura do Estado de Minas Gerais

14h30 – Imunidade Filantrópica no Acordo Brasil – Santa Sé: Aspectos Jurídicos e Contábeis: Sergio Monello – advogado e contador

16h15 – Imunidade Filantrópica no Acordo Brasil – Santa Sé: Aspectos Jurídicos e Contábeis: Sergio Monello – advogado e contador

30 de agosto

8h15 – Momento de oração

8h30 – Personalidade Jurídica dos Entes Eclesiásticos no Brasil: Hugo Sarubbi Cysneiros – advogado e assessor jurídico-civil da CNBB

10h30 – Personalidade Jurídica das Instituições Eclesiásticas – Estatutos e Questões Cartoriais: Hugo Sarubbi Cysneiros – advogado e assessor jurídico-civil da CNBB

14h – Vínculo empregatício entre religiosos(as) e voluntários(as) segundo o Acordo: Ana Paula Tauceda Branco – desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho (ES)

16h – Conquistas e passos na implementação do Acordo: Receita Federal, Plano de Saúde, Convalidação e Reconhecimento da Teologia: Hugo Sarubbi Cysneiros – advogado e assessor jurídico-civil da CNBB

17h – A personalidade jurídica internacional da Santa Sé: dom Giovanni d’Aniello – núncio apostólico no Brasil

(Fonte: CNBB – Regional Leste2)

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