Paróquia Catedral

Neste domingo (14), o arcebispo coadjutor dom João Justino celebrou na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida sua primeira Missa após a acolhida na Arquidiocese de Montes Claros. A Missa foi copresidida pelo arcebispo de Montes Claros dom José Alberto Moura e pelos padres Valdomiro Soares Machado (frei Valdo) e Wagner Dias e pelo diácono Emílio, irmão de dom Justino.

Na homilia dom João falou sobre a necessidade de se viver o batismo e que não há outra verdade maior que no Senhor. “Jesus suscitou no coração dos discípulos e, agora, nos nossos a vivencia da fé, de modo a não perturbar o coração, porque quando se tem fé não e que não sentimos receio ou medo, mas estes serão menores e estaremos mais confiantes em Deus”, exortou dom Justino.
Dom Justino falou ainda sobre o dia das Mães e da sua missão de proclamar a palavra de Deus a partir da gestação e do ato de amamentar. “Que as mães sejam a proclamadoras da palavra. Aquilo que foi dado pelos pais nunca e esquecido, pode não ser vivido, mas em algum momento pode floresce no coração do filho”, refletiu.

Neste sábado (13), dia em que a Igreja Católica comemora o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima, a Arquidiocese de Montes Claros celebrou a Missa de acolhida de dom João Justino como arcebispo coadjutor de Montes Claros. A Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida acolheu a cerimônia que foi presidida pelo arcebispo dom José Alberto Moura e concelebrada pelo arcebispo de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo; o arcebispo coadjutor, dom João Justino; o bispo de Paracatu, dom Jorge e; o bispo de Januária, dom José Moreira, além de outros bispos.
O arcebispo de Montes Claros, dom José falou sobre a importância da acolhida nesta data em que se comemora os 100 anos das aparições em Fátima. “Acolhemos hoje o sucessor dos apóstolos e também meu, com a minha aposentadoria em 2018. Inicialmente dom João Justino me auxiliará e oportunamente assume como arcebispo titular. Hoje também completa o centenário que Nossa Senhora apareceu aos pastorinhos em Fátima com a mensagem que chamava à oração e de se viver seguindo o Cristo Jesus. Maria é uma marca na história desde que se colocou a serviço do projeto de Deus ao aceitar ser a mãe do Salvador. As aparições reforçam este exemplo e para nós é um estímulo muito grande para que também nós possamos realizar a vontade de Deus”, destacou dom José.
Dom Walmor falou sobre a contribuição de dom João Justino à arquidiocese de Belo Horizonte e desejou sucesso nessa nova missão evangelizadora. “Dom João é um homem de Deus muito bem formado, competente, simples e próximo do povo e a sua passagem por Belo Horizonte foi uma experiência muito rica, além de contribuir muito decisivamente nos trabalhos e pastorais e tenho certeza que, também aqui, oferecerá muito a Montes Claros e o Norte de Minas”, comentou.
Dom João Justino comentou sobre o Evangelho de Lucas, deste sábado que diz: ‘muito mais felizes são aqueles que ouve a palavra de Deus e a põem em prática’; tal qual o Evangelho João, do 4. sábado da Páscoa ‘Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai’. “A experiência de escutar Jesus e acolher a sua palavra é que fortalece a comunhão com o Pai. Na Assembleia Geral dos Bispos, na semana passada foi um tempo bastante intenso de escuta da Palavra de Deus e discernimento à luz da palavra na ação pastoral”, revelou dom João.
O arcebispo coadjutor comentou ainda sobre a fala de dom Walmor durante a Missa de envio, na quarta-feira (10), em Belo Horizonte, em que o arcebispo de Belo Horizonte mencionou que dom João já conhece as Minas e, agora, terá a missão de desbravar as Gerais. “Essa é uma graça muito especial que Deus me concede. Vivi minha vida na Zona da Mata e em Belo Horizonte e agora venho para as Gerais, isso vai completar em mim a mineiridade e conhecer outra realidade do Estado de Minas Gerais que tem uma história rica, uma cultura própria e um bioma diferente – o cerrado. Certamente todos as implicações que tem na vida das pessoas e das comunidades, por isso estou aqui aberto para conhecer essa realidade”, disse

Vivenciar o sentido da Campanha da Fraternidade deste ano, que tem como tema Fraternidade e os Biomas Brasileiros em Defesa da Vida, foi o propósito de uma Manhã de Formação realizada nesta sexta-feira (5), no parque estadual da Lapa Grande, em Montes Claros. O evento, que foi realizado pela Pastoral da Educação, Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso (PEEDIR) da Arquidiocese de Montes Claros, teve a participação de professores de Geografia, Ciências e Ensino Religioso, bem como supervisores e diretores de escolas pública e particular da cidade.

De acordo com o assessor arquidiocesano da PEEDIR, padre Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo), a Pastoral tem como primícia desenvolver um intenso trabalho com os professores e esta formação que acontece hoje é parte integrante dessa ação. “O parque estadual da Lapa Grande é o local da cidade mais apropriado para que pudéssemos refletir sobre o tema da Campanha da Fraternidade e, assim, ouvir este ‘grito’ que a natureza dá em prol dos biomas brasileiros”, destaca Frei Valdo.

O objetivo do evento é a formação de uma consciência crítica dos professores para despertar, através de discussões em sala de aula, nas crianças e adolescentes uma formação para a preservação dos biomas, principalmente o cerrado. “A CF deste ano chama a atenção para esse envolvimento de todos – crianças, jovens e adultos, católicos, evangélicos e ateus para que possamos cuidar da casa comum e, assim, possibilitar uma melhor qualidade de vida para toda a sociedade”, ponderou.

“Este evento surgiu durante o lançamento da Campanha da Fraternidade na arquidiocese de Montes Claros e a Pastoral da Educação viu a necessidade dessa formação para aquele que formam a juventude, os professores”, comenta a coordenadora da Pastoral da Educação da Paróquia Catedral, Odete Martins de Oliveira Campos.

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O Programa de Saúde da Família (PSF) – Centro, em parceria com a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, realizou nesta sexta-feira (28), no Centro Paroquial João Paulo II, o 1º Encontro do Grupo Antitabagismo do Programa Nacional de Controle ao Tabagismo do Ministério da Saúde. O Programa prevê a realizado de quatro encontros-base com atividades mensal.

De acordo com a médica Eloange Alkmim, coordenadora do Grupo, o tabagismo é uma doença com características físicas e também psíquicas provocado pela nicotina, uma substância viciante. “Sozinha é mais difícil de uma pessoa parar de fumar, com o programa há todo um acompanhamento e com reuniões em que os participantes trocam experiências entre si. Além disso, somente as pessoas que são acompanhadas pelo grupo que conseguem os medicamentos gratuitos fornecidos pelo Ministério da Saúde”, explicou Eloange.

Durante o encontro, a médica falou sobre os métodos para parar de fumar: gradual com redução (diminuição da quantidade de cigarros ao longo da semana); gradual com adiamento (atraso diário em 2 horas para o primeiro cigarro) e; abrupta (parada imediata). “Em cada um destes métodos depende primeiro da pessoa querer parar de fumar e depois a escolha do tratamento que está diretamente relacionado com o grau  de dependência”, adverte.

No final do encontro foi feito o cadastro dos participantes e coleta de dados para o diagnóstico individual pela médica e pela enfermeira Camila Eleutério. Participaram ainda, da ação, os agentes de saúde Alex Douglas, Maria Aparecida e Cristiane Rodrigues.

Caríssimo Padre Arlindo, Deus nos chama. E a sua voz se faz ouvir pelos acontecimentos mais simples da vida: a palavra de alguém, o incentivo dos pais, no seu caso, o Santo Carisma dos Missionários da Sagrada Família, o exemplo de uma pessoa que nos comoveu, a necessidade de alguém, o sofrimento dos pobres, um desejo profundo de ser isso ou aquilo. Deus nos chama de muitos modos. É preciso que estejamos atentos à Sua voz. É preciso, também,  que façamos calar as vozes do mundo que gritam tentando nos afastar de Deus.

Você escolheu viver gastando a sua vida como uma vela que se consome ao iluminar. Você continua se consumindo, fazendo-se luz na caminhada do povo de Deus rumo à Terra Prometida. É isso que dá sentido a sua vida e foi para isso que nasceste.

A vocação tem, assim, esse caráter de doação, de entrega, de missão, pois não há outra forma de realização da própria vida senão como oferta de si para os outros: “Se o grão de trigo não morrer” a vida não poderá continuar a brotar.

Hoje, queremos beijar as suas santas mãos que tocam Jesus na Eucaristia diariamente e nos dá o Seu Corpo como alimento de nossas almas. Hoje, queremos louvar a Deus pela sua existência, para nós tão importante. Que conserve sempre puros os seus lábios tintos pelo Sangue Preciosíssimo de Jesus!

Parabéns!

Paróquia Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida

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Ressuscitados com Cristo para a vida nova nós nos alegramos e encontramos o sentido para a vida

“Cristo ressuscitou, somos chamados a serem testemunhas de sua ressurreição”, disse o arcebispo de Montes Claros dom José Alberto Moura durante a Celebração da Páscoa do Senhor, neste domingo (16), na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.

Na homilia, dom José acentuou: “Esse domingo é um dia especial”. Porque nesta data se comemora a superação da morte por Jesus, como, nos lembra o apóstolo Paulo, na Carta aos Colossenses, que a fé está baseada na Ressurreição do Senhor. “O ser humano, desde o início da história se endeusou querendo se tornar a regra do jogo da caminhada nesta vida terrena. E isso acontecendo, ao invés de produzir vida, produz, muitas vezes, morte e mecanismos de morte como mostra, por exemplo, um ranking em que o Brasil aparece em terceiro lugar na produção de armas do mundo e, assim, ganha dinheiro com a miséria de outros países”, apontou o arcebispo.

Não bastassem esses mecanismos de morte, o arcebispo chamou a atenção em relação aos métodos que compromete o ato de gerar a vida, bem como a falta de valores éticos e morais na convivência humana, que impede a graça na vida das pessoas. “Ele [Deus] disse e fez, pois nós nos realizamos somente quando superamos os mecanismos de morte e somos capazes de dar a vida em prol dos outros, como Ele [Jesus] fez em sacrifício da cruz. E, seguindo-O, nós não nos decepcionamos, porque Ele não é um simples fundador de religião humana”, declarou. O arcebispo destacou ainda a divindade de Jesus, ao superar a morte. “Mataram-no na natureza humana, mas não na divina. Ele, como tem a natureza divina, além da humana, ressuscitou a humana. E nós, pela fé, somos chamados a testemunhar isso”, exortou dom José.

Promover uma intensa reflexão sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo foi o objetivo da Via-Sacra realizada pela Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, na noite desta sexta-feira. A Via-Sacra, que narra os últimos passos de Jesus na terra e que deve provocar um exercício de compaixão e piedade praticado pelos cristãos, foi conduzida pelo pároco, padre Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo), e pelos
padres Wagner Dias e Ari Piedade.

Em cada uma das 14 estações, os padres refletiam sobre o drama da violência, da perseguição dos cristãos e da miséria entre outros assuntos. As reflexões foram acompanhadas pelo Ministério de Música que sensibilizou a todos os fiéis com o seu repertório.Via SacraMinisterio de musica

O arcebispo dom José Alberto Moura presidiu na tarde desta Sexta-feira Santa, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, a celebração da Paixão do Senhor. A celebração iniciou às 15h, horário em que se recorda a morte de Jesus, na Cruz.

Na reflexão, dom José falou sobre a morte de Jesus Cristo para a salvação de toda a humanidade. Mais de 500 anos antes de Jesus ter nascido o profeta Isaías já anunciava o que iria acontecer com o filho de Deus. “Jesus assumiu no nosso lugar tudo aquilo que é a miséria humana. Ele tomou sobre si os pecados da humanidade toda, no passado, presente e no futuro. O profeta apresenta a doação vitaréa, ou seja, a doação total de quem faz a nossa vez. Porque o ser humano foi criado a imagem e semelhança de Deus sendo chamado para viver a graça, mas o ser humano optou por outro caminho e então arruinou-se e perdeu a graça e sofremos as consequências de toda a história”, refletiu o arcebispo.

Ainda na homilia, dom José menciona o fato de Jesus, ao ser crucificado, assume toda a nossa culpa como se fosse ele o pecador e cumpre os desígnios de Deus. “Dessa forma contemplamos a cruz e já condenado, ele se coloca temente daquele lenho e se torna um instrumento para a nossa salvação. E aos pés da cruz, no momento da crucifixão precisamos olhar para Maria que estava, como o profeta Simeão havia dito, com a alma transpassada por uma espada. De tudo isso, precisamos tirar uma lição para as nossas vidas e compreendermos o quão pecadores somos”, destacou.

Ao som da matraca, os católicos participaram na manhã desta Sexta-feira da Paixão, da Procissão do Encontro na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. A imagem de Nosso Senhor dos Passos foi carregada pelos homens que, após concentração na Catedral, percorreram algumas ruas da região central e seguiram até a praça Flamaryon Wanderley, no bairro São José. Em clima de oração, os fiéis se emocionam com o encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores, que simboliza o momento em que Jesus se dirigia para o calvário.

Na sua reflexão, o arcebispo dom José Alberto Moura falou sobre a importância dos católicos contemplarem o encontro das imagens de Jesus, carregando a cruz, com Maria, toda sofredora. “Quando acontece um encontro como esse, embora doloroso, vale a pena o sofrimento e a cruz, porque proporciona um resultado que é glorioso para cada um. Jesus vai passando entre nós, e em nossas vidas, para que possamos O olhar bem e enxergar a missão que Ele cumpre pelo Pai, que O enviou para que nós nos condoêssemos com Ele e aprendermos a lição do amor”, exorta dom José.

O arcebispo mencionou ainda a necessidade de olhar o sofrimento de Cristo e também estar em comunhão com os irmãos que sofrem com as pesadas cruzes que carregam. “Precisamos olhar para Maria que compadece com o casal que tem dificuldades com os filhos acometidos pelas drogas e pelos vícios; com a mulher que sofre com a violência, muitas vezes do próprio marido; com os assassinatos dos jovens; com o desprezo das pessoas; com a prática do aborto e tantos outros males que aflige a sociedade, como a fome, a corrupção e a degradação dos biomas. Enfim, esse encontro é doloroso, mas se torna glorioso porque Jesus é a fonte do amor que vem de Deus”, comentou dom José que suplicou a intercessão de Maria para que “ajude a todos na caminhada e, assim, possa crescer em amor, solidariedade e justiça social”, completou.

Ao final da procissão, a imagem de Nosso Senhor dos Passos retornou para a Catedral e foi colocada no altar para a veneração de todos.

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O arcebispo de Montes Claros, dom José Alberto Moura presidiu, na noite desta quinta-feira (13), na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, a missa da Instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e do Lava-Pés.

Durante a homilia, dom José relembrou a última Ceia de Jesus com os apóstolos e ressaltou como foi importante o exemplo do Filho de Deus para a caminhada das pessoas no seu seguimento. “Na última ceia, Jesus mostrou como nos alimentarmos da sua carne e do seu sangue, mas para isso precisamos aceitar o desafio de servir um ao outro, como nos mostra o exemplo do lava-pés. Devemos ser como foi Jesus, que se fez servo e lavou os pés dos apóstolos, num ato de humildade”, exortou.

O arcebispo falou ainda da importância de cada um fazer o que Jesus Cristo mandou para que o cristão tenha a sua fé fortalecida. “É preciso que saibamos cuidar do nosso planeta, dos nossos biomas, para evitar que tirem a fonte da vida das águas deixando de ser um interesse simplesmente monetário. Precisamos ainda acabar com a corrupção que assola o nosso país, em nossas escolhas políticas”, advertiu dom José.

Na celebração, que integra o Tríduo Pascal – três dias que antecedem a Páscoa – fies de diferentes setores da sociedade, foram escolhidos para terem os pés lavados pelo arcebispo dom José Alberto Moura, que num ato de humildade, como fez Jesus – quando se reuniu com os 12 apóstolos durante a última ceia – lavou-lhes os pés.

Após a celebração, houve a transladação do Santíssimo Sacramento para o Salão Paroquia e iniciou a vigília Eucarística que segue até a meia-noite desta quinta-feira.

O arcebispo dom José Alberto Moura ministrou, nesta quarta-feira (12), na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, a Celebração Penitencial em preparação para a Páscoa. A celebração foi co-presidida pelo padre Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo), pároco da Catedral.

Na homilia, Dom José advertiu a todos para que se reconheçam pecadores. “Essa Celebração Penitencial é um
momento propício para que nos reconheçamos pecadores, pois Deus na sua infinita misericórdia nos perdoa. Ele quer o nosso bem, mesmo que tenhamos errado”, exortou o arcebispo.

Dom José ressaltou ainda que os pecadores não são perdoados somente pelos sacramentos da reconciliação e da confissão, mas também pela prática da caridade, da oração e da convivência no entendimento, Deus nos perdoa.

“Nós estamos em plena Semana Santa e justamente meditando o que Deus quer de nós. Ele quer a nossa conversão, que nos arrependamos de todo o mal e de nossos pecados para que, ao receber dEle o perdão, estejamos mais preparados para a celebração da Pascoa do Senhor. Essa celebração nos faz refletir sobre o mistério da salvação para termos frutos na nossa vida”, refletiu.

Antes da absolvição, Dom José conclamou as pessoas a recordarem-se de seus pecados, como, por exemplo, o desperdício de água que como penitencia passasse a adotar práticas sustentáveis com os recursos hídricos; quem foi indiferente com o pobre, a dar esmola; quem falou mal de uma pessoa, que reconhecesse o seu pecado e falasse algo bom.

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Ainda era madrugada, quando dezenas de pessoas iniciaram a Via-Sacra Matinal, nesta sexta-feira (7), presidida pelo pároco da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, padre Valdomiro Soares Machado (frei Valdo), acompanhado pelo vigário, padre Wagner Dias e pelo diácono Leonardo Cabral. A terceira edição da peregrinação teve como tema “Rumo a Semana Santa”.

O momento de fé e oração, teve início na primeira estação da Via-Sacra, dentro da comunidade do Santuário Bom Jesus. Lembrando a Paixão e a Morte de Jesus, os fiéis começaram a percorrer o trajeto de cerca de um quilômetro.

Em cada uma das 15 estações, rezaram e refletiram sobre a Campanha da Fraternidade 2017, que tem como tema: “Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida” e lema: “Cuidar e guardar a criação” (Gn 2,15).

Frei Valdo disse que a ressurreição de Jesus representa a vitória e que a presença de tantas pessoas na Via-Sacra é sinal de fé. “A Via-Sacra possibilita a cada refletir sobre a sua vida e buscar viver de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo. A peregrinação é uma experiência muito importante para aumentar a nossa fé”, comentou.

No final da Via-Sacra foi servido um café especial para as pessoas que participaram da peregrinação.

Peregrinação iniciou na Comunidade Santuário Bom Jesus e percorreu as estações até a Catedral
Peregrinação iniciou na Comunidade Santuário Bom Jesus e percorreu as 15 estações até a Catedral

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             A Semana Santa se aproxima e a Catedral de Nossa Senhora Aparecida quer destacar o SÁBADO SANTO, A VIGÍLIA PASCAL, como momento forte de reflexão.  Por meio da Vigília Pascal, cristãos e cristãs realizam, ritualmente, o que na fé já vivenciam, e passam, com o Cristo, das trevas à luz e da morte à vida. Por essa razão, ela constitui uma das experiências mais fundamentais da Igreja. É “a mãe de todas as vigílias”, no dizer de Santo Agostinho. Ou, no dizer poético de Santo Astério de Amaseia, “noite que não conheces trevas, espantas todo sono e nos levas a velar com os anjos; noite pascal, por todo um ano esperada”.

            O ponto de referência é o Êxodo, cumprido e realizado na Páscoa de Cristo. A procissão luminosa, precedida pelo Círio Pascal, com a antiga coluna de fogo que guiava os israelitas, torna-se sinal deste êxodo que se realiza na vida da comunidade reunida. O batismo evoca a passagem do Mar Vermelho, onde os cristãos atravessam as águas do mal e renascem para uma vida nova. A Eucaristia, novo maná, alimenta o novo povo de Deus pelo deserto da vida.

            Conforme Santo Agostinho exortava a sua comunidade: “Nossa fé, já fortalecida pela ressurreição de Cristo, expulsa de nós todo o sono; e esta noite, iluminada que é de nossa santa vigília, se enche de toda claridade; ele nos dá a esperança que, com a Igreja inteira, sobre toda a face da terra, nós não seremos mais surpreendidos pela noite, quando o Senhor voltar”.

            A Vigília Pascal tem uma dimensão profética, de sinal para o mundo, com uma dimensão cósmica. Um antigo sermão pascal, assim proclamava: “Ó solenidade nova e universal, assembléia de toda a criação, alegria e honra do universo!”. Por ela, a Igreja faz chegar a Deus o louvor de todas as criaturas e de todas as nações.

            A Vigília Pascal introduz as comunidades na celebração do domingo da ressurreição e dos cinquenta dias do tempo pascal, conforme recordam as palavras do Salmo 118: “Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos!”.

             FELIZ PÁSCOA!

Pe. Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo)

Pároco da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida

Com o propósito de conhecer para evangelizar, os membros da Pastoral da Acolhida da paróquia Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, participaram na noite de quinta-feira (30), de uma formação sobre o Ciclo da Páscoa. O padre Wagner Eduardo Dias, que ministrou a formação, falou sobre o período que a Igreja reserva para celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. “O Ciclo da Páscoa compreende a Quaresma (que se inicia na Quarta-feira de Cinzas), a Semana Santa (que se inicia com a Missa da Instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e do Lava-pés) e o Tempo Pascal (que compreende os dias do domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes)”, comentou Padre Wagner. Ainda segundo o sacerdote, durante a Quaresma há algumas orientações da Igreja que devem ser seguida pelas equipes Litúrgico-Celebrativa sobre a orientação do celebrante.  “Durante a Quaresma, que encerra com o início da Missa de Lava-pés, não se canta Aleluia (Louvor a Deus – alegria) nem o Glória. Durante a Quaresma não se celebra a memória ou festa de nenhum santo, para não comprometer o sentido de penitência, as únicas exceções são a Solenidade de São José e da Anunciação do Senhor”, esclarece. Ainda no período quaresmal, a orientação da Igreja é que não se bata palmas durantes as celebrações por ser um tempo de penitência e de contrição. “Durante a Quaresma, a Igreja deve promover uma reflexão mais contemplativa, mas caso haja as palmas deve-se prevalecer a união com o povo durante a celebração, para tanto, estas devem ser contidas”, instrui Padre Wagner.

Foi celebrada na noite que quarta-feira (29), uma missa em Ação de Graças no Salão Paroquial da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, em comemoração aos 40 anos do Grupo de Oração São Pio X.

A celebração foi presidida pelo pároco da Catedral, Padre Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo), que destacou os 40 anos do Grupo de Oração São Pio X e sua importância para a paróquia. “Ao longo dos últimos quatro anos que estou na Catedral, venho acompanhando de perto o trabalho do Grupo de Oração São Pio X, que tem uma dimensão muito importante na missão de anunciar a Palavra de Deus”, destacou.

O sacerdote comentou ainda sobre a importância de um grupo de oração e de sua intercessão numa paróquia, que muito colabora para que a ação do Espírito Santo aconteça nas demais pastorais. “O trabalho dos grupos de oração possibilita que o Evangelho de Jesus seja anunciado em outros lugares fora da paróquia, sendo uma Igreja em saída, como pede o Papa Francisco”, ressaltou.

Para a coordenadora do grupo, Heloína Nunes da Rocha, a data é muito importante para o grupo que foi o primeiro em Montes Claros oficialmente vinculado à Renovação Carismática Católica. “O Grupo de Oração São Pio X se reúne movidos pela fé, cujo carisma é a oração pelos doentes, pelos padres e pelas demais pastorais da nossa paróquia. É uma intercessão diária que conta com a participação de integrantes de vários bairros de Montes Claros, entre eles Chiquinho Guimarães, Santos Reis e Esplanada”, comentou.

O Grupo de Oração São Pio X se reúne todas as terças-feiras a partir das 20h.

Participe você também!

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