Paróquia Catedral

Ressuscitados com Cristo para a vida nova nós nos alegramos e encontramos o sentido para a vida

“Cristo ressuscitou, somos chamados a serem testemunhas de sua ressurreição”, disse o arcebispo de Montes Claros dom José Alberto Moura durante a Celebração da Páscoa do Senhor, neste domingo (16), na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.

Na homilia, dom José acentuou: “Esse domingo é um dia especial”. Porque nesta data se comemora a superação da morte por Jesus, como, nos lembra o apóstolo Paulo, na Carta aos Colossenses, que a fé está baseada na Ressurreição do Senhor. “O ser humano, desde o início da história se endeusou querendo se tornar a regra do jogo da caminhada nesta vida terrena. E isso acontecendo, ao invés de produzir vida, produz, muitas vezes, morte e mecanismos de morte como mostra, por exemplo, um ranking em que o Brasil aparece em terceiro lugar na produção de armas do mundo e, assim, ganha dinheiro com a miséria de outros países”, apontou o arcebispo.

Não bastassem esses mecanismos de morte, o arcebispo chamou a atenção em relação aos métodos que compromete o ato de gerar a vida, bem como a falta de valores éticos e morais na convivência humana, que impede a graça na vida das pessoas. “Ele [Deus] disse e fez, pois nós nos realizamos somente quando superamos os mecanismos de morte e somos capazes de dar a vida em prol dos outros, como Ele [Jesus] fez em sacrifício da cruz. E, seguindo-O, nós não nos decepcionamos, porque Ele não é um simples fundador de religião humana”, declarou. O arcebispo destacou ainda a divindade de Jesus, ao superar a morte. “Mataram-no na natureza humana, mas não na divina. Ele, como tem a natureza divina, além da humana, ressuscitou a humana. E nós, pela fé, somos chamados a testemunhar isso”, exortou dom José.

Promover uma intensa reflexão sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo foi o objetivo da Via-Sacra realizada pela Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, na noite desta sexta-feira. A Via-Sacra, que narra os últimos passos de Jesus na terra e que deve provocar um exercício de compaixão e piedade praticado pelos cristãos, foi conduzida pelo pároco, padre Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo), e pelos
padres Wagner Dias e Ari Piedade.

Em cada uma das 14 estações, os padres refletiam sobre o drama da violência, da perseguição dos cristãos e da miséria entre outros assuntos. As reflexões foram acompanhadas pelo Ministério de Música que sensibilizou a todos os fiéis com o seu repertório.Via SacraMinisterio de musica

O arcebispo dom José Alberto Moura presidiu na tarde desta Sexta-feira Santa, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, a celebração da Paixão do Senhor. A celebração iniciou às 15h, horário em que se recorda a morte de Jesus, na Cruz.

Na reflexão, dom José falou sobre a morte de Jesus Cristo para a salvação de toda a humanidade. Mais de 500 anos antes de Jesus ter nascido o profeta Isaías já anunciava o que iria acontecer com o filho de Deus. “Jesus assumiu no nosso lugar tudo aquilo que é a miséria humana. Ele tomou sobre si os pecados da humanidade toda, no passado, presente e no futuro. O profeta apresenta a doação vitaréa, ou seja, a doação total de quem faz a nossa vez. Porque o ser humano foi criado a imagem e semelhança de Deus sendo chamado para viver a graça, mas o ser humano optou por outro caminho e então arruinou-se e perdeu a graça e sofremos as consequências de toda a história”, refletiu o arcebispo.

Ainda na homilia, dom José menciona o fato de Jesus, ao ser crucificado, assume toda a nossa culpa como se fosse ele o pecador e cumpre os desígnios de Deus. “Dessa forma contemplamos a cruz e já condenado, ele se coloca temente daquele lenho e se torna um instrumento para a nossa salvação. E aos pés da cruz, no momento da crucifixão precisamos olhar para Maria que estava, como o profeta Simeão havia dito, com a alma transpassada por uma espada. De tudo isso, precisamos tirar uma lição para as nossas vidas e compreendermos o quão pecadores somos”, destacou.

Ao som da matraca, os católicos participaram na manhã desta Sexta-feira da Paixão, da Procissão do Encontro na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. A imagem de Nosso Senhor dos Passos foi carregada pelos homens que, após concentração na Catedral, percorreram algumas ruas da região central e seguiram até a praça Flamaryon Wanderley, no bairro São José. Em clima de oração, os fiéis se emocionam com o encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores, que simboliza o momento em que Jesus se dirigia para o calvário.

Na sua reflexão, o arcebispo dom José Alberto Moura falou sobre a importância dos católicos contemplarem o encontro das imagens de Jesus, carregando a cruz, com Maria, toda sofredora. “Quando acontece um encontro como esse, embora doloroso, vale a pena o sofrimento e a cruz, porque proporciona um resultado que é glorioso para cada um. Jesus vai passando entre nós, e em nossas vidas, para que possamos O olhar bem e enxergar a missão que Ele cumpre pelo Pai, que O enviou para que nós nos condoêssemos com Ele e aprendermos a lição do amor”, exorta dom José.

O arcebispo mencionou ainda a necessidade de olhar o sofrimento de Cristo e também estar em comunhão com os irmãos que sofrem com as pesadas cruzes que carregam. “Precisamos olhar para Maria que compadece com o casal que tem dificuldades com os filhos acometidos pelas drogas e pelos vícios; com a mulher que sofre com a violência, muitas vezes do próprio marido; com os assassinatos dos jovens; com o desprezo das pessoas; com a prática do aborto e tantos outros males que aflige a sociedade, como a fome, a corrupção e a degradação dos biomas. Enfim, esse encontro é doloroso, mas se torna glorioso porque Jesus é a fonte do amor que vem de Deus”, comentou dom José que suplicou a intercessão de Maria para que “ajude a todos na caminhada e, assim, possa crescer em amor, solidariedade e justiça social”, completou.

Ao final da procissão, a imagem de Nosso Senhor dos Passos retornou para a Catedral e foi colocada no altar para a veneração de todos.

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O arcebispo de Montes Claros, dom José Alberto Moura presidiu, na noite desta quinta-feira (13), na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, a missa da Instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e do Lava-Pés.

Durante a homilia, dom José relembrou a última Ceia de Jesus com os apóstolos e ressaltou como foi importante o exemplo do Filho de Deus para a caminhada das pessoas no seu seguimento. “Na última ceia, Jesus mostrou como nos alimentarmos da sua carne e do seu sangue, mas para isso precisamos aceitar o desafio de servir um ao outro, como nos mostra o exemplo do lava-pés. Devemos ser como foi Jesus, que se fez servo e lavou os pés dos apóstolos, num ato de humildade”, exortou.

O arcebispo falou ainda da importância de cada um fazer o que Jesus Cristo mandou para que o cristão tenha a sua fé fortalecida. “É preciso que saibamos cuidar do nosso planeta, dos nossos biomas, para evitar que tirem a fonte da vida das águas deixando de ser um interesse simplesmente monetário. Precisamos ainda acabar com a corrupção que assola o nosso país, em nossas escolhas políticas”, advertiu dom José.

Na celebração, que integra o Tríduo Pascal – três dias que antecedem a Páscoa – fies de diferentes setores da sociedade, foram escolhidos para terem os pés lavados pelo arcebispo dom José Alberto Moura, que num ato de humildade, como fez Jesus – quando se reuniu com os 12 apóstolos durante a última ceia – lavou-lhes os pés.

Após a celebração, houve a transladação do Santíssimo Sacramento para o Salão Paroquia e iniciou a vigília Eucarística que segue até a meia-noite desta quinta-feira.

O arcebispo dom José Alberto Moura ministrou, nesta quarta-feira (12), na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, a Celebração Penitencial em preparação para a Páscoa. A celebração foi co-presidida pelo padre Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo), pároco da Catedral.

Na homilia, Dom José advertiu a todos para que se reconheçam pecadores. “Essa Celebração Penitencial é um
momento propício para que nos reconheçamos pecadores, pois Deus na sua infinita misericórdia nos perdoa. Ele quer o nosso bem, mesmo que tenhamos errado”, exortou o arcebispo.

Dom José ressaltou ainda que os pecadores não são perdoados somente pelos sacramentos da reconciliação e da confissão, mas também pela prática da caridade, da oração e da convivência no entendimento, Deus nos perdoa.

“Nós estamos em plena Semana Santa e justamente meditando o que Deus quer de nós. Ele quer a nossa conversão, que nos arrependamos de todo o mal e de nossos pecados para que, ao receber dEle o perdão, estejamos mais preparados para a celebração da Pascoa do Senhor. Essa celebração nos faz refletir sobre o mistério da salvação para termos frutos na nossa vida”, refletiu.

Antes da absolvição, Dom José conclamou as pessoas a recordarem-se de seus pecados, como, por exemplo, o desperdício de água que como penitencia passasse a adotar práticas sustentáveis com os recursos hídricos; quem foi indiferente com o pobre, a dar esmola; quem falou mal de uma pessoa, que reconhecesse o seu pecado e falasse algo bom.

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Ainda era madrugada, quando dezenas de pessoas iniciaram a Via-Sacra Matinal, nesta sexta-feira (7), presidida pelo pároco da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, padre Valdomiro Soares Machado (frei Valdo), acompanhado pelo vigário, padre Wagner Dias e pelo diácono Leonardo Cabral. A terceira edição da peregrinação teve como tema “Rumo a Semana Santa”.

O momento de fé e oração, teve início na primeira estação da Via-Sacra, dentro da comunidade do Santuário Bom Jesus. Lembrando a Paixão e a Morte de Jesus, os fiéis começaram a percorrer o trajeto de cerca de um quilômetro.

Em cada uma das 15 estações, rezaram e refletiram sobre a Campanha da Fraternidade 2017, que tem como tema: “Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida” e lema: “Cuidar e guardar a criação” (Gn 2,15).

Frei Valdo disse que a ressurreição de Jesus representa a vitória e que a presença de tantas pessoas na Via-Sacra é sinal de fé. “A Via-Sacra possibilita a cada refletir sobre a sua vida e buscar viver de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo. A peregrinação é uma experiência muito importante para aumentar a nossa fé”, comentou.

No final da Via-Sacra foi servido um café especial para as pessoas que participaram da peregrinação.

Peregrinação iniciou na Comunidade Santuário Bom Jesus e percorreu as estações até a Catedral
Peregrinação iniciou na Comunidade Santuário Bom Jesus e percorreu as 15 estações até a Catedral

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             A Semana Santa se aproxima e a Catedral de Nossa Senhora Aparecida quer destacar o SÁBADO SANTO, A VIGÍLIA PASCAL, como momento forte de reflexão.  Por meio da Vigília Pascal, cristãos e cristãs realizam, ritualmente, o que na fé já vivenciam, e passam, com o Cristo, das trevas à luz e da morte à vida. Por essa razão, ela constitui uma das experiências mais fundamentais da Igreja. É “a mãe de todas as vigílias”, no dizer de Santo Agostinho. Ou, no dizer poético de Santo Astério de Amaseia, “noite que não conheces trevas, espantas todo sono e nos levas a velar com os anjos; noite pascal, por todo um ano esperada”.

            O ponto de referência é o Êxodo, cumprido e realizado na Páscoa de Cristo. A procissão luminosa, precedida pelo Círio Pascal, com a antiga coluna de fogo que guiava os israelitas, torna-se sinal deste êxodo que se realiza na vida da comunidade reunida. O batismo evoca a passagem do Mar Vermelho, onde os cristãos atravessam as águas do mal e renascem para uma vida nova. A Eucaristia, novo maná, alimenta o novo povo de Deus pelo deserto da vida.

            Conforme Santo Agostinho exortava a sua comunidade: “Nossa fé, já fortalecida pela ressurreição de Cristo, expulsa de nós todo o sono; e esta noite, iluminada que é de nossa santa vigília, se enche de toda claridade; ele nos dá a esperança que, com a Igreja inteira, sobre toda a face da terra, nós não seremos mais surpreendidos pela noite, quando o Senhor voltar”.

            A Vigília Pascal tem uma dimensão profética, de sinal para o mundo, com uma dimensão cósmica. Um antigo sermão pascal, assim proclamava: “Ó solenidade nova e universal, assembléia de toda a criação, alegria e honra do universo!”. Por ela, a Igreja faz chegar a Deus o louvor de todas as criaturas e de todas as nações.

            A Vigília Pascal introduz as comunidades na celebração do domingo da ressurreição e dos cinquenta dias do tempo pascal, conforme recordam as palavras do Salmo 118: “Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos!”.

             FELIZ PÁSCOA!

Pe. Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo)

Pároco da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida

Com o propósito de conhecer para evangelizar, os membros da Pastoral da Acolhida da paróquia Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, participaram na noite de quinta-feira (30), de uma formação sobre o Ciclo da Páscoa. O padre Wagner Eduardo Dias, que ministrou a formação, falou sobre o período que a Igreja reserva para celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. “O Ciclo da Páscoa compreende a Quaresma (que se inicia na Quarta-feira de Cinzas), a Semana Santa (que se inicia com a Missa da Instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e do Lava-pés) e o Tempo Pascal (que compreende os dias do domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes)”, comentou Padre Wagner. Ainda segundo o sacerdote, durante a Quaresma há algumas orientações da Igreja que devem ser seguida pelas equipes Litúrgico-Celebrativa sobre a orientação do celebrante.  “Durante a Quaresma, que encerra com o início da Missa de Lava-pés, não se canta Aleluia (Louvor a Deus – alegria) nem o Glória. Durante a Quaresma não se celebra a memória ou festa de nenhum santo, para não comprometer o sentido de penitência, as únicas exceções são a Solenidade de São José e da Anunciação do Senhor”, esclarece. Ainda no período quaresmal, a orientação da Igreja é que não se bata palmas durantes as celebrações por ser um tempo de penitência e de contrição. “Durante a Quaresma, a Igreja deve promover uma reflexão mais contemplativa, mas caso haja as palmas deve-se prevalecer a união com o povo durante a celebração, para tanto, estas devem ser contidas”, instrui Padre Wagner.

Foi celebrada na noite que quarta-feira (29), uma missa em Ação de Graças no Salão Paroquial da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, em comemoração aos 40 anos do Grupo de Oração São Pio X.

A celebração foi presidida pelo pároco da Catedral, Padre Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo), que destacou os 40 anos do Grupo de Oração São Pio X e sua importância para a paróquia. “Ao longo dos últimos quatro anos que estou na Catedral, venho acompanhando de perto o trabalho do Grupo de Oração São Pio X, que tem uma dimensão muito importante na missão de anunciar a Palavra de Deus”, destacou.

O sacerdote comentou ainda sobre a importância de um grupo de oração e de sua intercessão numa paróquia, que muito colabora para que a ação do Espírito Santo aconteça nas demais pastorais. “O trabalho dos grupos de oração possibilita que o Evangelho de Jesus seja anunciado em outros lugares fora da paróquia, sendo uma Igreja em saída, como pede o Papa Francisco”, ressaltou.

Para a coordenadora do grupo, Heloína Nunes da Rocha, a data é muito importante para o grupo que foi o primeiro em Montes Claros oficialmente vinculado à Renovação Carismática Católica. “O Grupo de Oração São Pio X se reúne movidos pela fé, cujo carisma é a oração pelos doentes, pelos padres e pelas demais pastorais da nossa paróquia. É uma intercessão diária que conta com a participação de integrantes de vários bairros de Montes Claros, entre eles Chiquinho Guimarães, Santos Reis e Esplanada”, comentou.

O Grupo de Oração São Pio X se reúne todas as terças-feiras a partir das 20h.

Participe você também!

A Pastoral da Educação, Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso (PEEDI) da Arquidiocese de Montes Claros e curso de Ciências da Religião da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) realizam nesta quinta (30) e sexta-feira, o 2º Seminário Norte-Mineiro para Formação de Professores de Ensino Religioso (Senomifoper). O evento acontece na campus da Unimontes e tem como objetivo proporcionar um espaço de formação, divulgar produções que abordam o estatuto da disciplina de ensino religioso e promover reflexões entre os professores de ensino religioso, supervisores, pesquisadores, pais de alunas (os), alunas (os) e membros da comunidade.

Segundo o assessor arquidiocesano da PEEDIr, Valdomiro Soares Machado (Frei Valdo), o seminário é uma oportunidade que a Pastoral da Educação, Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso e o curso de Ciências da Religião propõem uma discussão sobre o ensino religioso na grade curricular das escolas do ensino básico. “Essa discussão é de fundamental importância para que o ensino religioso não confessional e com o proposito de estudar a religião como uma área de conhecimento, assim como a língua portuguesa, a geografia e a matemática que respeite a pluralidade religiosa”, destaca Frei Valdo.  Ele ainda chama a atenção para que não retire da Constituição Federal um direito do estudante que é ter acesso ao ensino religioso a partir de uma perspectiva ecumênica.

Com o propósito de promover uma discussão sobre os biomas e os reflexos da ação do homem sobre o meio ambiente, a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida realizou no último dia 25, no Centro Paroquial João Paulo II, a 1ª edição do Simpósio Biomas Brasileiros e Defesa da Vida.
O evento teve a participação de diversos profissionais que atuam em áreas relacionadas com as questões ambientais, entre ele o ambientalista, Sóter Magno; o professor e coordenador do curso de Agronomia da UFMG, Paulo Sérgio Nascimento; do presidente do Núcleo Regional do Pequi e Frutos do Cerrado, José Antonio Alves dos Santos; do engenheiro Neucy Fagundes, do Centro de Agricultura Alternativa (CAA) e; da professora Adriana, do Departamento de Biologia da Unimontes.

No último dia 20 de março, a Igreja comemorou a Solenidade de São José, esposo da Virgem Maria. Anualmente, esta festividade é celebrada no dia 19 de março, mas neste ano de 2017, como a data cairia num domingo, considerado, por excelência, como o dia do Senhor, a comemoração a São José foi transferida para a segunda-feira seguinte.

Uma exceção, entretanto, pôde ser observada: em todas as paróquias e comunidades que têm São José por padroeiro, a sua solenidade, conforme autorização expressa da Liturgia da Igreja, aconteceu no domingo mesmo do dia 19 de março. Assim, por exemplo, aconteceu na Comunidade São José, no bairro São José, em Montes Claros, que, durante os dias 10 a 18, celebrou a Novena de seu Padroeiro, e no dia 19, a sua grande festa.

Durante os dias da Novena, que teve como tema: “os desafios de evangelizar” e como lema “a evangelização através dos sacramentos”, a Comunidade de São José pôde refletir, com a ajuda dos diversos padres, e também do Arcebispo Dom José Alberto Moura, que celebrou a Santa Missa no último dia da novena, sobre a importância dos sacramentos na vida da Igreja e sobre o papel de São José na evangelização.

Todo o carinho da Igreja por São José não é por acaso. Apesar de seu nome ser citado poucas vezes no Novo Testamento, São José deixou ao cristianismo um grande e indelével legado. Primeiro como marido, que cuidou, protegeu e amou castamente a sua esposa; depois como pai, que abriu mão de tudo para salvar a vida de seu filho contra as ameaças de Herodes; e também como homem de fé, que amou e serviu a Deus acima de todas as coisas.

Encerrou-se a festa de São José. Mas o respeito e a veneração que nós, católicos, lhe devotamos, esses durarão por toda a eternidade.

Viva São José!

 

Pe. Wagner Eduardo Dias

Vigário Paroquial da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.

Com o tem “Comunidade São José: um desafiode evangelizar, a Comunidade Paroquial São José realizará de 10 a 19 de março de 2017 a 20ª Novena e Festa do Padroeiro da Comunidade São José.

PROGRAMAÇÃO

CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA, ÀS 19 HORAS, TODOS OS DIAS

10/03 (sexta-feira) – 1º dia: Batismo: Ponto de partida para uma vida cristã

11/03 (sábado) – 2º dia: Batismo: Nascimento para uma vida nova

12/03 (domingo) – 3º dia: Crisma: Confirmação da caminhada de fé

13/03 (segunda-feira) – 4º dia: Eucaristia: Lembrança e presença de Jesus conosco

14/03 (terça-feira) – 5º dia: Eucaristia: Exigência de partilha e fraternidade

15/03 (quarta-feira) – 6º dia: Penitência: O pecado existe, é contra a vida e contra Deus

16/03 (quinta-feira) – 7º dia: Unção dos Enfermos: Sacramento da esperança, fé e solidariedade

17/03 (sexta-feira) – 8º dia: Ordem: Sacramento para o serviço à comunidade

18/03 (sábado) – 9º dia: Matrimônio: O desafio da fidelidade no amor e expressão do amor de Deus

19/03 (domingo) – MISSA DO GLORIOSO SÃO JOSÉ

06h – Alvorada

07h – Missa dos Enfermos

18h30min – Procissão (saindo do Santuário do Bom Jesus para a Capela São José)

19h30min – Solene Missa de encerramento

BARRAQUINHAS COM COMIDAS TÍPICAS TODOS OS DIAS NO CENTRO COMUNITÁRIO

Na última quarta-feira, 22 de fevereiro, o Papa Francisco nomeou como Arcebispo coadjutor da Arquidiocese de Montes Claros Dom João Justino de Medeiros Silva.

A posse do Arcebispo Coadjutor será no dia 13 de maio, na Festa do Centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima, às 9 horas, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.

Toda a Igreja particular de Montes Claros acolheu com muito carinho a notícia da vinda de Dom João para a Arquidiocese, que muito irá contribuir junto ao pastoril de Dom José Alberto Moura, que em 2018 fará 75 anos e de acordo com o Código de Direito Canônico deverá apresentar a sua renúncia..

Mensagens de internautas de várias cidades não param de chegar nas redes sociais da Catedral, desejando felicitações ao novo Bispo.

Dom João Justino de Medeiros Silva é doutor e mestre em Teologia, pela Universidade Gregoriana de Roma. Ingressou no Seminário Arquidiocesano Santo Antônio em 1984 onde cursou Filosofia e Teologia. Gradou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Juiz de Fora e em Pedagogia pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES/JF). Foi perito da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da CNBB. Na Arquidiocese de Juiz de Fora, foi Vigário Episcopal para a Cultura, Educação e Juventude e secretário do Colégio de Consultores. Foi professor e coordenador do curso de Teologia do CES/JF. Em 2004, tornou-se reitor do Seminário Arquidiocesano de Juiz de Fora (MG). Na cidade mineira, também foi pároco-solidário na Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Benfica e Paróquia do Bom Pastor. Também foi Vigário Paroquial na Paróquia de São Pedro.

Filho do casal Justino Emílio de Medeiros Silva e Maria de Lourdes Medeiros Silva, dom João Justino nasceu no dia 22 de dezembro de 1966 em Juiz de Fora (MG). Foi ordenado padre em 13 de dezembro de 1992. O Papa Bento XVI o nomeou bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte no dia 21 de dezembro de 2011. Dom João Justino recebeu a ordenação episcopal no dia 11 de fevereiro de 2012, na Catedral de Santo Antônio, em Juiz de Fora (MG).

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