Orações Específicas

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Equilibrando vida ativa e vida contemplativa em vez de preocupar-se e inquietar-se com tantas coisas…

Santa Marta de Betânia era irmã de Maria e de Lázaro, grandes amigos de Jesus. Lázaro, aliás, é o homem a quem Jesus ressuscitou quatro dias após ele ter morrido.

Foi a Santa Marta que o próprio Cristo disse:

Marta, Marta, tu te inquietas e te preocupas com tantas coisas, quando só uma basta. Tua irmã Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada“.

Ele se referia ao comportamento agitado de Marta, que estava preocupada em receber e servir muito bem a Jesus, enquanto sua irmã aproveitava a visita para estar serenamente ao lado do Mestre.

Na espiritualidade da Igreja, este episódio costuma ilustrar a necessidade de equilibrar com harmonia a vida ativa e a vida contemplativa, priorizando a quietude de espírito e a consciência da presença de Deus em meio às agitações do cotidiano.

Marta, sempre fiel a Jesus, foi uma das mulheres que acompanharam de perto a Sua Paixão, Morte e Ressurreição, com grande firmeza e coragem. O nome desta irmã de Lázaro e Maria vem do aramaico e significa “mestra” ou “senhora”.

A lição de serenidade que Jesus nos deu através de Santa Marta é um convite a não nos inquietarmos nem nos preocuparmos com tantas coisas, quando só uma basta: estar perto de Deus!

A Casa Santa Marta

A partir da eleição do Papa Francisco, tornou-se mundialmente conhecida a Casa Santa Marta, que serve como hospedaria no Vaticano para bispos e sacerdotes em visita à Santa Sé. É lá que reside, atualmente, o próprio Santo Padre: Francisco preferiu as suas modestas instalações para ficar mais próximo das pessoas no dia a dia. Na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco costuma celebrar diariamente a Santa Missa nos dias ordinários em que está no Vaticano.

Oração a Santa Marta pela família

Ó Santa Marta, bem-aventurada,

que tantas vezes tiveste a honra

e a alegria de hospedar Jesus

em tua própria família,

de doar teu serviço a Ele

e que, juntamente com teus

santos irmãos Lázaro e Maria,

desfrutaste da divina

conversa e doutrina de Jesus,

roga por mim e pela minha família,

para que nela se conserve a paz

e o amor mútuo;

para que todos os seus membros

sigam a vontade de Deus.

Que o Senhor livre minha família

de toda desgraça espiritual e temporal.

Ajuda-me no cuidado dos meus filhos,

no amor ao meu cônjuge,

e alcança de Deus a graça

de ver todos unidos

sob o olhar paternal de Deus,

aqui nesta terra,

para depois voltar a vê-los

reunidos na morada eterna.

Amém.

(Fonte: Aleteia)

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Demos graças a Deus Pai

Porque eterno é seu Amor!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém

Hino
Já o dia nasceu novamente.
Supliquemos, orando, ao Senhor
que nos guarde do mal neste dia
e por atos vivamos o amor.

Ponha freios à língua e a modere,
da discórdia evitando a paixão;
que nos vele o olhar e o defenda
da vaidade e de toda a ilusão.

Sejam puros os seres no íntimo,
dominando os instintos do mal.
Evitemos do orgulho o veneno,
moderando o impulso carnal.

Para que, no final deste dia,
quando a noite, em seu curso, voltar,
abstinentes e puros, possamos
sua glória e louvores cantar.

Glória ao Pai, ao seu Unigênito
e ao Espírito Santo também.
Suba aos Três o louvor do universo
hoje e sempre, nos séculos. Amém.

Salmo 146(147A)
A vós, ó Deus, louvamos, a vós, Senhor, cantamos.

Louvai o Senhor Deus, porque ele é bom,
cantai ao nosso Deus, porque é suave:
ele é digno de louvor, ele o merece!
O Senhor reconstruiu Jerusalém,
e os dispersos de Israel juntou de novo;

ele conforta os corações despedaçados,
ele enfaixa suas feridas e as cura;
fixa o número de todas as estrelas
e chama a cada uma por seu nome.

É grande e onipotente o nosso Deus,
seu saber não tem medida nem limites.
O Senhor Deus é o amparo dos humildes,
mas dobra até o chão os que são ímpios.

Entoai, cantai a Deus ação de graças,
tocai para o Senhor em vossas harpas!
Ele reveste todo o céu com densas nuvens,
e a chuva para a terra ele prepara;

faz crescer a verde relva sobre os montes
e as plantas que são úteis para o homem;
ele dá aos animais seu alimento,
e ao corvo e a seus filhotes que o invocam.

Não é a força do cavalo que lhe agrada,
nem se deleita com os músculos do homem,
mas agradam ao Senhor os que o respeitam,
os que confiam, esperando em seu amor!

Glória ao Pai…

Leitura breve Rm 8,18-21
Eu entendo que os sofrimentos do tempo presente nem merecem ser comparados com a glória que deve ser revelada em nós. De fato, toda a criação está esperando ansiosamente o momento de se revelarem os filhos de Deus. Pois a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua livre vontade, mas por sua dependência daquele que a sujeitou; também ela espera ser libertada da escravidão da corrupção e, assim, participar da liberdade e da glória dos filhos de Deus.

Penso em vós no meu leito, de noite, nas vigílias, suspiro por vós.
Para mim fostes sempre um socorro!

BENEDICTUS
Anunciai ao vosso povo a salvação e perdoai-nos, ó Senhor, nossos pecados!

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar os quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai…

Preces
Bendigamos a Deus, vida e salvação do seu povo; e o invoquemos, dizendo:

R. Senhor, vós sois a nossa vida!

Bendito sejais, Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que na vossa misericórdia nos fizestes renascer para uma viva esperança,
– mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. R.

Vós, que em Cristo renovastes o homem, criado à vossa imagem,
– tornai-nos semelhantes à imagem do vosso Filho. R.

Derramai em nossos corações, feridos pelo ódio e pela inveja,
– a caridade do Espírito Santo. R.

Dai trabalho aos desempregados, alimento aos famintos, alegria aos tristes,
– e a toda a humanidade graça e salvação. R.
(Intenções livres)

Pai nosso …

Oração
Concedei-nos, ó Senhor, conhecer profundamente o mistério da salvação, para que, sem temor e livres dos inimigos, vos sirvamos na justiça e santidade, todos os dias da vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

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“Entrego-te todas as minhas ansiedades e preocupações. Cura-me de toda preocupação excessiva”

Senhor, só tu conheces o meu coração, por isso, com fé e humildade, peço-te a graça de aprender a lan­çar sobre ti as minhas ansiedades e preocupações. Quero me abandonar em teus braços, confiar e aguardar serenamente a tua ação em minha vida! Guarda meus pensamentos, sentimentos e meus sentidos para que eu não tenha tanta preocupação. Ajuda-me a manter minha mente centrada no que é bom para mim e para o teu Reino.

Santifica-me, para que eu possa ser uma pessoa cheia do Espírito Santo, irradiando serenidade, calma e paz! Dá-me forças para que eu possa manter minhas emoções e pensamentos firmes na confiança em Deus. Senhor, agradeço porque sei que estás cuidando de mim. Vou procurar seguir cada passo que me mostrares ser necessário para que teu plano se cumpra na minha vida.

Confio em ti e em tua Palavra. Entrego-te todas as minhas ansiedades e preocupações. Cura-me de toda preocupação excessiva!

Confio e espero em ti.

Amém.

(Fonte: Aleteia)

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Somente por meio da oração é que temos acesso a Deus e podemos atingir o coração d’Ele

“Orai sem cessar. Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo.” (1 Tessalonicenses 5,17-18).

Somente por meio da oração é que temos acesso a Deus e podemos atingir o coração d’Ele. Para isso, no entanto, precisamos nos lançar com humildade e confiança, realizando a experiência de um filho que se joga nos braços do pai, sem medo do que possa acontecer.

Na Palavra que hoje refletimos, observamos que o apóstolo de Cristo assim já ensinava e se dirigia à comunidade Tessalônica daquele tempo, admoestando-os. Ainda hoje, o discurso de Paulo é perfeitamente aplicável em nossa realidade. Orar em todas as circunstâncias é um exercício de fé e humildade para aqueles que acreditam que, antes de tudo, é a vontade de Deus que prevalecerá.

Somente quem tem coragem de se fazer simples e submeter-se ao senhorio de Deus pode experimentar a oração como uma fórmula de compromisso e fidelidade diante d’Ele.

Nem sempre seremos atendidos da forma e no momento que nosso coração deseja e suplica, como se assim fosse o melhor para nós. Mas quando, de fato, a vontade de Deus se manifesta, mesmo que contrariando todas as nossas expectativas, verdadeiramente conseguimos atingir o Céu, porque a resposta trazida para nós foi a única maneira correta e segura dos planos divinos se cumprirem em nossa vida.

Façamos da nossa realidade uma oração ao ritmo da vida, para que, de fato, possamos rezar o que somos, e sermos o que iremos colher com os frutos da nossa oração. (Fonte: Canção Nova)

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Uma oração por todos os que agridem as outras pessoas – mesmo que sem querer

Há alguns dias, tenho tido situações difíceis e tenho precisado passar mais tempo com meu Senhor no sacrário, onde me coloco a refletir sobre esta passagem bíblica: “Vinde a mim, vós todos que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve”  (Mt 11,28-30).

Eu me sentia assim: cansado, inquieto, precisava de alívio.

Enquanto estava ajoelhado, a única coisa que pedia a Deus era que Ele me ajudasse a aceitar sua vontade, que me desse a fé que me faltava para saber que, apesar de não estar feliz com o que estava acontecendo, seus planos são perfeitos e, ao final de minha vida, entenderia os motivos pelos quais agora eu me lamento.

Justamente neste momento, escutei que, nas minhas costas, alguém estava soluçando. Não quis olhar para não ficar chato. E continuei rezando – agora também pela pessoa que estava atrás de mim.

Em pouco tempo, a jovem se aproximou e começou a desabafar comigo sobre suas dores. Era uma índia da serra de Hidalgo que veio estudar na universidade e morar com uma tia, que lhe prometeu ajuda.

No começo, tudo ia bem. Mas, pouco a pouco, a tia começou a mudar de atitude. Primeiro, disse que ela não poderia comer na mesa com todos, devia esperar e comer o que sobrasse. Depois, tirou-a do quarto e a mandou para um corredor com uns cobertores. Também não permitia que ela assistisse TV enquanto eles estivessem lá. Por último, exigiu que ela fizesse todos os trabalhos domésticos quando chegasse em casa.

A pobre menina estava muito triste. O que mais lhe doía é que não a tratavam como membro da família. Seus primos zombavam porque ela era índia e o tio não a considerava. Ela sofria uma infinidade de humilhações e, ultimamente, pensava até em suicídio.

Enquanto ela falava, chegavam à minha mente coisas que eu já tinha ouvido, como: “Padre, minha sogra não me aceita porque não sou da cidade”; “Meus pais não me amam porque não tenho boas qualidades como meus irmãos”; “Na minha família, meus filhos são zombados porque não têm roupas de marca”; “Desprezam-me porque não estudei”; “Não me aceitam porque meu esposo me deixou”; “Não me convidam para festas porque acham que não sou da mesma classe social”…

A discriminação que esta jovem sofre é um extremo. Mas quantas vezes no interior de nossas famílias, escolas e trabalhos discriminamos “discretamente”, com olhares, grosserias, piadinhas…? Embora pareça uma brincadeira inocente, as pessoas sofrem. Perguntem a mim, que sou padre, e ouço diariamente a dor das pessoas. As pessoas vivem destroçadas por causa destas atitudes.

Escutei a moça e lhe expliquei que ninguém tem o direito de fazê-la se sentir mal, pois Deus a criou para ser feliz. Pedi-lhe que orasse muito para que o bom Jesus olhasse com ternura para ela e a fizesse conhecer o verdadeiro valor que ela tem e que nunca mais permitisse que nem sua família nem ninguém tirasse a sua felicidade e seu esforço para alcançar seus sonhos. Pedi que juntos rezássemos por nós, mas também pela conversão de nossos agressores:

Senhor Jesus, te pedimos que nos fortaleças com teu Espírito Santo, de tal forma que ele nos proteja contra as ofensas que recebemos. Que nada nem ninguém nos deplore nos entristeça ou nos tire a alegria.

Suplicamos-te também que toques o coração de todas as pessoas que -intencionalmente ou sem querer- humilham, ferem e maltratam sua família, seus amigos ou conhecidos sem se dar conta do dano que lhes causam.

Tu, que fostes humilhado e maltratado na cruz, concede-nos a graça de Te vermos em nossos irmãos que sofrem pequenas ou grandes crucificações diariamente. Concede aos agressores a graça de descobrir que é a Ti que eles ferem. Dá-lhes tua sabedoria para transformar a violência em amor, a discriminação em compreensão, o ódio em ternura, a soberba em humildade e os sarcasmos em sorrisos.

Terminamos de rezar e ela, espontaneamente, me prometeu: “Eu me comprometo, diante de Deus e do senhor, a crer na dignidade que Deus me deu e, sobretudo, a não me lastimar mais da mesma maneira, porque eu também posso pecar, ao crer que sou superior a alguém”. (Fonte: Aleteia)

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Esta bela oração a Jesus, composta por uma freira, dissipará muitas nuvens de ansiedade!

A seguinte e belíssima oração foi composta por uma religiosa da congregação das Irmãs da Vida. Em formato de ladainha dirigida a Jesus, é uma prece que dissipará muitas nuvens de ansiedade!

Ladainha da Confiança

De acreditar que eu deva ganhar o Vosso amor,

Livrai-me, Jesus.

Do medo de não ser digno de amor,

Livrai-me, Jesus.

Da falsa segurança de que eu tenho o que é necessário,

Livrai-me, Jesus.

Do medo de que confiar em Vós me deixe mais indigente,

Livrai-me, Jesus.

De qualquer suspeita sobre as vossas palavras e as vossas promessas,

Livrai-me, Jesus.

De rejeição a depender de Vós como uma criança,

Livrai-me, Jesus.

Da recusa e relutância a aceitar Vossa vontade,

Livrai-me, Jesus.

Da ansiedade diante do futuro,

Livrai-me, Jesus.

Do ressentimento ou excessiva preocupação com o passado,

Livrai-me, Jesus.

Da busca incessante por mim mesmo no momento presente,

Livrai-me, Jesus.

De não crer no vosso amor e na vossa presença,

Livrai-me, Jesus.

Do medo de ser chamado a dar mais do que tenho,

Livrai-me, Jesus.

De acreditar que a minha vida não tenha significado ou valor,

Livrai-me, Jesus.

De temer o que o amor exige,

Livrai-me, Jesus.

Do desânimo,

Livrai-me, Jesus.

Vós estais sempre comigo, me sustentais e me amais.

Jesus, eu confio em Vós!

Vosso amor é mais profundo que os meus pecados e minhas quedas e me transforma.

Jesus, eu confio em Vós!

Não saber o que me espera amanhã é um convite a confiar em Vós.

Jesus, eu confio em Vós!

Estais comigo no meu sofrimento.

Jesus, eu confio em Vós!

Meu sofrimento, unido ao vosso, dará frutos nesta vida e na próxima.

Jesus, eu confio em Vós!

Não me deixareis órfão: estais presente na vossa Igreja.

Jesus, eu confio em Vós!

Vosso projeto é melhor que qualquer outra coisa.

Jesus, eu confio em Vós!

Sempre me ouvis e, na vossa bondade, me respondeis.

Jesus, eu confio em Vós!

Dai-me graça de aceitar o perdão e de perdoar os outros.

Jesus, eu confio em Vós!

Dai-me a força de que preciso para fazer o que me é confiado.

Jesus, eu confio em Vós!

Minha vida é um dom.

Jesus, eu confio em Vós!

Vós me ensinareis a confiar em Vós.

Jesus, eu confio em Vós!

Vós sois o meu Senhor e meu Deus.

Jesus, eu confio em Vós!

Eu sou vosso amado.

Jesus, eu confio em Vós!

(Fonte: Aleteia)

Durante séculos, muitos cristãos têm usado a medalha do famoso exorcista São Bento na luta espiritual contra as forças do mal. A seguir, são apresentadas 7 coisas que se deve saber sobre este objeto especial que possui muita tradição e história.

1. A origem da medalha é incerta

No século XVII, durante um julgamento de bruxaria na Alemanha, algumas mulheres acusadas testemunharam que não tinham poder sobre A Abadia de Metten porque estava sob a proteção da cruz.

Quando se investigou, foram encontradas nas paredes do recinto várias cruzes pintadas, rodeadas por letras que agora se encontram nas medalhas. Posteriormente, foi encontrado um pergaminho com a imagem de São Bento e as palavras completas das letras.

2. Com a medalha é possível obter indulgência plenária

A medalha como se conhece agora é a do jubileu que foi emitida em 1880 pelo 14º centenário do nascimento do santo e lançada exclusivamente pelo Abade Superior de Monte Cassino.

Com ela se pode obter a indulgência plenária na festa de São Bento (11 de julho), seguindo as condições habituais que a Igreja manda (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração segundo as intenções do Sumo Pontífice).

3. Quando São Bento fazia o sinal da cruz, obtinha proteção divina

Certa vez, tentaram envenenar São Bento (480-547). O santo, como era seu costume, fez o sinal da cruz sobre o vidro e o objeto se quebrou em pedaços.

Em outra ocasião, um pássaro preto começou a voar ao seu redor. São Bento fez o sinal da cruz e teve então uma tentação carnal na imaginação. Quando estava quase vencido, ajudado pela graça, tirou a roupa e se jogou em uma moita de espinhos e cardos, ferindo seu corpo. Depois disso, nunca mais voltou a se ver perturbado daquela forma.

4. A medalha tem grande poder de exorcismo

A medalha de São Bento é um sacramental reconhecido pela Igreja com grande poder de exorcismo. Os sacramentais “são sinais sagrados por meio dos quais, imitando de algum modo os sacramentos, se significam e se obtêm, pela oração da Igreja, efeitos principalmente de ordem espiritual”.

“Por meio deles, dispõem-se os homens para a recepção do principal efeito dos sacramentos e são santificadas as várias circunstâncias da vida” (Catecismo, 1667).

5. A medalha tem na frente a imagem de São Bento com uma cruz na mão direita e o livro das Regras de seus religiosos na outra mão

Ao lado do santo se diz: “Crux Sancti Patris Benedicti” (cruz do Santo Pai Bento). Pode-se ver também um corvo e um cálice do qual sai uma serpente. De maneira circular, aparece a oração: “Eius in óbitu nostro preséntia muniamur” (Na hora da nossa morte sejamos protegidos pela sua presença). Na parte inferior central se lê: “Ex. S. M. Cassino MDCCCLXXX” (Do Santo Monte Cassino 1880).

6. No verso está a cruz de São Bento com várias siglas

C.S.P.B. – “Cruz do Santo Pai Bento”.

C.S.S.M.L. – “A cruz sagrada seja minha luz” (na haste vertical da cruz).

N.D.S.M.D. – “Não seja o dragão meu guia” (na haste horizontal da cruz).

Em um círculo, começando no canto superior direito:

PAX – “paz”.

V.R.S. – “Retira-te, satanás”

N.S.M.V. – “nunca me aconselhes coisas vãs”.

S.M.Q.L. – “É mau o que me ofereces”

I.V.B. – “bebe tu mesmo os teus venenos”.

7. A medalha deve ser abençoada por um sacerdote com uma oração especial

Exorcismo da medalha:

 – O nosso auxílio está no nome do Senhor

– Que fez o céu e a terra.

– Exorcizo-te, Medalha, por Deus Pai + onipotente, que fez o céu e a terra, o mar e tudo o que contêm.

Todas as forças malignas e todos os exércitos diabólicos, com todos os seus poderes e persuasões sejam afugentados e extirpados por meio da fé e do uso desta Medalha, a fim de que todos os que a usam tenham saúde de corpo e de espírito: Em nome do Pai + e do Filho + e do Espírito Santo +. Amém.

– Ouvi, Senhor, a minha oração.

– E chegue a vós o meu clamor.

– O Senhor esteja convosco,

– E com o teu espírito.

Pai Nosso…

Oremos: Deus eterno e todo-poderoso, pela intercessão de Nosso Pai São Bento, vos suplicamos: seja esta Sacra Medalha com suas inscrições e caracteres abençoada por Vós +, a fim de que seus portadores, movidos pela fé, possam realizar boas obras, obter santidade de corpo e de alma, receber a graça da santificação e as indulgências concedidas, ter o vosso auxílio para afugentar o maligno com suas fraudes e ciladas e um dia comparecer à vossa presença santos e imaculados. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Que a vossa bênção, Deus Pai onipotente +, Filho e Espírito Santo, desça sobre esta Medalha e sobre quem a utiliza, e permaneça para sempre. (Fonte: ACIDigital)

Uma poesia para transformar em prece, com toda a sinceridade e alegria do seu coração

Eu encontrei o Amor! Toquei-O!

Toco-O todos os dias com os dedos da fé!

Encontrei uma vida cheia de sentido, alegria que não passa!

Venha o que vier, aconteça o que acontecer… Não passa!

Quantos sofrem por não conhecer esse Amor

Sem esperança, sem fé, sem Paz.

Humanidade que geme e sofre à espera de quem?

“Quem enviarei? Quem irá por mim? ”

Minha resposta de gratidão a Deus, é missão!

Oferta de vida!

Mais que resposta, necessidade minha!

“Ai de mim se não evangelizar!”

Quero gritar com a minha vida: Cristo é a nossa Paz!

Sem timidez gritar o Amor!

Com ousadia! E por que não com loucura!

Bendita loucura que moveu Francisco, o apaixonado!

O Amor não é amado!

Com criatividade! Dançar, atuar, cantar, escrever, pintar, curtir, compartilhar…

Vamos amar o Amor!

Com a têmpera dos mártires, derramando meu suor e se preciso meu sangue!

Vamos amar o Amor!

A minha vida já não é mais minha,

então me leves para onde quiseres!

Só a Ti vou seguir, morrer, viver!

Custe o que custar!

Eis-me aqui!

(Fonte: Aleteia via Shalom)

Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências do Seu Divino Amor sobre os que Lhe tributarem essa divina honra

devoção ao Sagrado Coração de Jesus é evocada em dois significativos episódios do Evangelho:

  • o gesto de São João, discípulo amado, que encosta a cabeça em Jesus durante a Última Ceia (cf. Jo 13,23);
  • o momento em que o soldado abre com uma lança o lado de Jesus crucificado (cf. Jo 19,34).

No primeiro acontecimento, vemos o consolo de Cristo na véspera da Sua morte.

No outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade.

Esses dois relatos do Evangelho nos preparam para o apelo que Jesus fez em 1675 a Santa Margarida Maria Alacoque:

“Eis este Coração que tanto tem amado os homens. Não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios e indiferenças. Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpus Christi) seja dedicada a uma festa especial para honrar o Meu Coração, comungando, neste dia, e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares. Eu te prometo que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências do Seu Divino Amor sobre os que Lhe tributarem essa divina honra e procurarem que ela Lhe seja prestada”.

Em sua aparição a Santa Margarida Maria Alacoque, Jesus fez 12 promessas do Seu Sagrado Coração.

São elas:

1ª Promessa: “A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração”;

2ª Promessa: “Eu darei aos devotos do Meu Coração todas as graças necessárias ao seu estado”;

3ª Promessa: “Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias”;

4ª Promessa: “Eu os consolarei em todas as suas aflições”;

5ª Promessa: “Serei refúgio seguro na sua vida e, principalmente, na hora da sua morte”;

6ª Promessa: “Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos”;

7ª Promessa: “Os pecadores encontrarão, no meu Coração, fonte inesgotável de misericórdia”;

8ª Promessa: “As almas tíbias se tornarão fervorosas pela prática dessa devoção”;

9ª Promessa: “As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição”;

10ª Promessa: “Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos”;

11ª Promessa: “As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração”;

E a grande Promessa:

12ª Promessa: “A todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, Eu darei a graça da perseverança final e da salvação eterna”.

Condições para obter as graças prometidas pelo Sagrado Coração de Jesus:

1. Receber sem interrupção a Sagrada Comunhão durante as nove primeiras sextas-feiras consecutivas.

2. Ter a intenção de honrar o Sagrado Coração de Jesus e de alcançar a perseverança final.

3. Oferecer cada Sagrada Comunhão como um ato de expiação pelas ofensas cometidas contra o Santíssimo Sacramento.

Oração ao Sagrado Coração de Jesus

Oh! Deus, que no Coração de vosso Filho, ferido por nossos pecados, vos dignais prodigalizar-nos os infinitos tesouros do amor, nós vos rogamos que, rendendo-lhe o preito de nossa devoção e piedade, também cumpramos dignamente para com ele o dever de reparação. Pelo mesmo Cristo Senhor nosso. Amém.

Sagrado Coração de Jesus, em Vós eu confio!

(Fontes: ACIDigital/Aleteia)

Embora possa ser considerada uma devoção pouco conhecida, Nossa Senhora de Fátima e depois também Jesus pediram à Irmã Lúcia para realizar e estender a devoção dos cinco primeiros sábados do mês em honra ao Imaculado Coração de Maria.

Precisamente, contando a partir desta semana, há cinco primeiros sábados até o centenário da última aparição de Fátima, em 13 de outubro.

O Sistema de Informação da Arquidiocese do México (Siame) explicou que esta devoção pede que, no primeiro sábado de cada mês, durante cinco meses, sejam realizados vários atos de piedade com a intenção de reparar os pecados contra o Imaculado Coração de Maria.

A seguir, tudo o que você precisa saber sobre esta tradição:

Como praticar a devoção?

Os atos de piedade de cada primeiro sábado do mês são: confessar-se (de preferência no mesmo dia ou alguns dias antes), comungar, rezar o Rosário e fazer companhia a Maria pelo menos quinze minutos meditando os mistérios do Rosário.

O que ganha a pessoa que pratica esta devoção?

A Virgem Maria promete ao seu filho “assisti-lo na hora da sua morte, com todas as graças necessárias para salvar a sua alma”, ou seja, terá a possibilidade de não morrer em pecado mortal. Esta devoção não é um “passe livre” para livrar do inferno aqueles que morrem sem se arrepender.

Por que no sábado?

Santo Tomás de Aquino dizia que no sábado depois da Sexta-feira Santa, a única que permaneceu firme em sua fé foi Maria e, por isso, a Igreja, para honrá-la, dedica-lhe esse dia.

Por que são cinco sábados?

Jesus apareceu à Irmã Lúcia na noite de 29 para 30 de maio de 1930 e explicou que “existem cinco tipos de ofensas e blasfêmias contra o Imaculado Coração de Maria”.

A primeira é contra a sua Imaculada Conceição; a segunda é contra a sua Virgindade Perpétua; a terceira é contra a sua Maternidade Divina, recusando reconhecê-la como Mãe de todos os homens; em quarto lugar, as ofensas de quem ensina crianças a desprezarem e terem ódio da Virgem; e, finalmente em quinto lugar, aos que a insultam diretamente em suas sagradas imagens. (Fonte: ACIDigital)

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Ainda que não seja mais recitada ao final das Missas, como acontecia antigamente, a oração a São Miguel Arcanjo continua sendo um auxílio poderoso “na batalha contra as forças das trevas e contra o espírito deste mundo”

Depois de receber em 1884 uma visão terrível de forças diabólicas prestes a serem soltas na Terra, o Papa Leão XIII escreveu de próprio punho a oração a São Miguel, ordenando que ela fosse recitada logo em seguida a todas as Missas rezadas no rito latino. A oração ao Arcanjo tornou-se parte das chamadas “orações leoninas”, as quais foram deixadas de lado pela reforma litúrgica da década de 1960.

Em 1994, porém, o Papa São João Paulo II fez notar a ausência dessa oração e pediu que ela fosse novamente recitada pelos fiéis. Foi no dia 24 de abril, no Vaticano, depois da tradicional oração do Regina Caeli:

“Que a oração nos fortaleça para aquela batalha espiritual de que fala a Carta aos Efésios: ‘Fortalecei-vos no Senhor e no poder da sua virtude’ ( Ef 6, 10). É a essa mesma batalha que se refere o Livro do Apocalipse, colocando diante de nossos olhos a imagem de São Miguel Arcanjo (cf. Ap 12, 7). Tinha certamente bem presente diante de si essa cena o Papa Leão XIII, quando, no final do século passado, introduziu em toda a Igreja uma oração especial a São Miguel: ‘São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate contra a maldade e as ciladas do demônio…’
Ainda que hoje essa oração não seja mais recitada ao término da celebração eucarística, convido todos a não esquecê-la, mas a recitá-la para obter a ajuda na batalha contra as forças das trevas e contra o espírito deste mundo.”

Curiosamente, uma década apenas depois que essa oração deixou de ser recitada nas paróquias após as Missas, o bem-aventurado Papa Paulo VI reconhecia, com pesar, as vitórias que Satanás e suas forças estavam obtendo sobre a Igreja. Em uma homilia no dia 29 de junho de 1972, ele alertava:

Por alguma brecha a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus. Subsiste a dúvida, a incerteza, a problemática, a inquietação, o confronto. Não se tem mais confiança na Igreja; põe-se a confiança no primeiro profeta profano que nos vem falar em algum jornal ou em algum movimento social, para recorrermos a ele e lhe pedirmos se tem a fórmula da verdadeira vida. E não advertimos, em vez disso, que já somos os donos e os mestres [dessa fórmula]. Entrou a dúvida nas nossas consciências, e entrou pelas janelas que deviam, em vez disso, serem abertas à luz.
[…]
Na Igreja reina este estado de incerteza. Acreditava-se que, depois do Concílio, viria um dia de sol para a história da Igreja. Em vez disso, veio um dia de nuvens, de tempestade, de escuridão, de busca, de incerteza. Pregamos o ecumenismo, e nos distanciamos sempre mais dos outros. Procuramos cavar abismos em vez de aterrá-los. Como aconteceu isso? Confiamo-vos um nosso Pensamento: houve a intervenção de um poder adverso. Seu nome é o diabo.”

A oração a São Miguel foi composta pelo Papa Leão XIII no dia 13 de outubro de 1884, exatamente 33 anos antes do Milagre do Sol, em Fátima. Seguem a versão latina original da oração e a sua tradução portuguesa:

Sancte Michael Archangele, defende nos in proelio, contra nequitiam et insidias diaboli esto praesidium. Imperet illi Deus, supplices deprecamur: tuque, Princeps militiae caelestis, Satanam aliosque spiritus malignos, qui ad perditionem animarum pervagantur in mundo, divina virtute, in infernum detrude. Amen.
São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede nosso refúgio contra a maldade e as ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós príncipe da milícia celeste, pelo Divino Poder, precipitai no inferno a Satanás e a todos os espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.
(Fonte: Aleteia)

A mensagem de Nossa Senhora de Fátima sobre o poder do Santo Rosário foi revelado no primeiro dia das aparições, em 13 de maio de 1917.

Naquela ocasião, Lúcia perguntou se ela e Jacinta iriam ao céu e a Virgem confirmou que sim, mas quando perguntou por Francisco, a Mãe de Deus respondeu: “Também irá, mas tem que rezar antes muitos rosários”.

A Virgem de Fátima, naquela ocasião, abriu suas mãos e comunicou aos três uma luz divina muito intensa. As crianças caíram de joelhos e adoraram a Santíssima Trindade e o Santíssimo Sacramento. Depois, a Virgem assinalou: “Rezem o Rosário todos os dias para alcançar a paz no mundo e o fim da guerra”.

Na segunda aparição, a Virgem Maria apareceu depois que eles rezaram o Santo Rosário. E na terceira ocasião, Nossa Senhora lhes disse: “Quando rezarem o Rosário, digam depois de cada mistério: ‘Meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu, especialmente as mais necessitadas’”.

Para a quarta aparição, muitos já sabiam das aparições da Virgem aos pastorinhos. Então, Jacinta perguntou à Mãe de Deus o que queria que se fizesse com o dinheiro que as pessoas deixavam na Cova de Iria. A Virgem lhes indicou que o dinheiro era para a Festa de Nossa Senhora do Rosário e que o restante era para uma capela que se devia construir.

Mais adiante, tomando um aspecto muito triste, a Virgem lhes manifestou: “Rezem, rezem muito e façam sacrifícios pelos pecadores, porque muitas almas vão ao inferno por não ter quem se sacrifique e reze por elas”.

Ao chegar o dia da quinta aparição, as crianças conseguiram chegar à Cova de Iria com dificuldade, devido às milhares de pessoas que lhes pediam que apresentassem suas necessidades para Nossa Senhora. Os pastorinhos rezaram o Rosário com as pessoas e a Virgem, ao aparecer-lhes, incentivou novamente as crianças a continuar rezando o Santo Rosário para alcançar o fim da guerra.

Na última aparição, antes de produzir o famoso milagre do sol, no qual o astro pareceu se desprender do céu e cair sobre a multidão, a Mãe de Deus pediu que fizessem naquele lugar uma capela em sua honra e apresentou-se como a “Senhora do Rosário”.

Posteriormente, tomando um aspecto mais triste, disse: “Que não se ofenda mais a Deus Nosso Senhor, que já é muito ofendido”. Isto aconteceu em 13 de outubro de 1917. (Fonte: ACIDigital)

Você sabia que cada país tem seu próprio anjo da guarda?

São Tomás de Aquino, o Doutor Angélico, que escreveu um magnífico tratado sobre os Anjos, ensina-nos que não somente os homens, mas também as nações, as cidades e as instituições da Igreja, todos têm um Anjo da Guarda, escolhido por Deus, para guardá-las e reger os seus destinos segundo a finalidade para a qual Ele as constituiu.

Portugal foi a primeira nação a prestar culto oficial e litúrgico ao seu Anjo custódio com Missa e ofício divino próprios, sob o Papa Leão X. Essa festa é um feriado nacional, celebrado atualmente no dia 10 de junho.

O Anjo da Guarda do Brasil era celebrado no dia 7 de setembro, muito honrado no período do Império. Embora esse anjo não tenha sido identificado como o Arcanjo Rafael, alguns bispos consagraram o Brasil a esse arcanjo, como protetor da nação brasileira. Tanto assim que, durante a Revolução de 1930, os brasileiros invocaram a proteção de São Rafael. Foram 21 dias de confronto sangrento: o movimento armado liderado pelos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul, culminou com o golpe de estado, que depôs o presidente Washington Luís e impediu a posse de Julio Prestes. A conclusão do conflito se deu no dia 24 de outubro, data em que se festejava São Rafael Arcanjo.

Outra informação relevante que vale uma verificação é que na basílica velha de Aparecida, aos pés de Nossa Senhora, está o Arcanjo Rafael.

Existe uma imagem do Anjo da Guarda do Brasil cuja origem não conseguimos ainda identificar, mas consta em um folheto com sua descrição, que reproduzimos aqui:

Numa mão o Anjo segura a Santa Cruz como que a implantando. Isso recorda o fato histórico e marcante da primeira grande Cruz levantada em terras brasileiras por ocasião da primeira santa Missa celebrada na praia da Coroa Vermelha no litoral sul da Bahia em 26 de abril de 1500. Portanto, símbolo querido e já presente desde o início da colonização. O Brasil no início foi chamado de “Terra de Santa Cruz”, por isso aos pés do Anjo a frase: Terra Sanctae Crucis.

Na outra mão o Anjo sustenta a pequenina imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que de forma especial resume e caracteriza a “espiritualidade” da nação brasileira. Podemos pensar que, se os Anjos das nações, direta ou indiretamente, intervêm na formação da nação a ele confiada, podemos acreditar que este Anjo de alguma forma guiou as redes dos pescadores que achariam a preciosa imagem. Por isso a capa do Anjo tem forma de rede, que também nos Evangelhos aparece e é de profundo significado. Quem podia imaginar que de um fato tão pequeno surgiria a Padroeira e Rainha do Brasil, tão amada pelos brasileiros! A túnica do Anjo representa o “pau Brasil” de quem o Brasil toma o nome.

No seu conjunto, seja pela Cruz em forma de bastão, os peixes e o amor ardente que brota do “coração” do Anjo como uma brasa ardente, tendo em conta a oração da Súplica Ardente aos Santos Anjos, de alguma forma emerge da imagem a figura do Arcanjo São Rafael. Não que seja ele mesmo, mas certamente pode existir certa ligação entre os dois Anjos, uma vez que o Brasil foi por alguns bispos no passado consagrado a esse Arcanjo, como protetor da nação brasileira e guia dos Tobias, Ragueis e Saras brasileiros.

Por fim, vemos embaixo do manto protetor do Anjo o mapa do Brasil, mostrando assim a sua proteção e carinho pela pátria.

ORAÇÕES

1. Deus Eterno e Onipotente, que destinastes a cada nação o seu Anjo da Guarda, concedei que, pela intercessão e patrocínio do Anjo do Brasil, sejamos livres de todas as adversidades. Por Jesus Cristo nosso Senhor. Amém.
(antiga Oração Coleta da Missa em honra ao anjo da Guarda do Brasil)

2. Ó Deus, cuja providência não conhece limites,
Vós nos concedestes um anjo que vela sobre a nossa nação;
nós Vos suplicamos que, com o auxílio deste divino guardião,
conservemos a fé, a esperança e a caridade,
vivendo na paz e na concórdia nesta terra de Santa Cruz.
Por nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho na unidade do Espírito Santo.
Amém.

3. Santo Anjo do Brasil, vós fostes encarregado pelo PAI ETERNO de guardar esta Terra de Santa Cruz e ajudá-la a crescer e desenvolver-se conforme Seus desígnios benevolentes.

Nós cremos no vosso poder junto de DEUS e confiamos na vossa prontidão em socorrer-nos. Sede, pois, nosso guia para que cumpramos convosco a nossa missão no mundo.

Ajudai a Igreja no Brasil a anunciar CRISTO com franqueza e alegria e penetrar toda a sociedade com o fermento do Evangelho.
Afastai, com a força da Santa Cruz, todos os poderes inimigos que ameaçam o povo brasileiro.

Unimos as nossas preces às vossas. Apresentai-as diante do Trono de DEUS, para que, unidas ao sacrifício de JESUS, oferecido diariamente em nossos altares, alcancem aquelas graças que mais precisamos nesta hora de combate espiritual.

E guardai-nos, sempre debaixo do manto protetor de Nossa Senhora Aparecida, nossa Mãe e Rainha, para que permaneçamos fiéis no caminho de JESUS, o único que nos conduz da terra ao Céu. Lá na assembleia de todos os povos, unidos como uma só família de DEUS, louvaremos e agradeceremos convosco ao PAI Eterno, com seu FILHO e ESPÍRITO de Amor, por toda a eternidade. Amém.
(Com Aprovação eclesiástica. Aparecida, 28 de maio de 2012. Dom Raymundo Damasceno de Assis.) (Fonte: Aleteia)

No centenário das Aparições de Nossa Senhora, o Santuário de Fátima anunciou a concessão, por mandato do Papa Francisco, da indulgência plenária, de 27 de novembro de 2016 a 26 de novembro de 2017. Durante este Ano Jubilar, a indulgência será concedida:

– aos fiéis que visitarem em peregrinação o Santuário de Fátima e participarem devotamente de alguma celebração ou oração em honra da Virgem Maria, rezarem a oração do Pai Nosso, recitarem o Símbolo da Fé (Credo) e invocarem Nossa Senhora de Fátima;

– aos fiéis que visitarem devotamente uma imagem da Virgem de Fátima exposta à veneração em igrejas, capelas ou locais adequados nos dias do aniversário das Aparições (dia 13 de cada mês, de maio a outubro de 2017), participarem de celebrações ou orações em honra da Virgem Maria, rezarem a oração do Pai Nosso, recitarem o Símbolo da Fé (credo) e invocarem Nossa Senhora de Fátima;

– aos fiéis que por razão de idade, doença ou graves motivos não possam se locomover, estejam arrependidos de seus pecados e tenham a firme intenção de colocar em prática, logo que possível, as três condições indicadas diante de uma pequena imagem da Nossa Senhora de Fátima; e nos dias das Aparições, se unirem espiritualmente às celebrações jubilares, oferecendo com confiança a Deus misericordioso, por meio de Maria, suas orações, sofrimentos e dificuldades.

Para obter a indulgência plenária, os fiéis sinceramente arrependidos e animados pela caridade devem atender as seguintes condições: confissão sacramental, comunhão eucarística e orações segundo as intenções do Papa. (Fonte: Rádio Vaticano)

Francisco apresenta-se como ‘bispo vestido de branco’ e evoca sofrimentos da humanidade

O Vaticano divulgou a oração que o Papa vai fazer na Capelinha das Aparições, a sexta-feira (12), na sua primeira intervenção pública em Fátima, pelas 18h15.

Francisco começa por evocar a “Senhora da veste branca”, no local onde há cem anos mostrou “os desígnios da misericórdia do nosso Deus”, e apresenta-se como “bispo vestido de branco”.

“Seremos, na alegria do Evangelho, a Igreja vestida de branco, da alvura branqueada no sangue do Cordeiro derramado ainda em todas as guerras que destroem o mundo em que vivemos”, vai recitar o Papa.

A oração, disponível no Missal oficial da viagem, da responsabilidade do Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice (Santa Sé) apresenta as causas da paz e as “dores da família humana.

O Papa recorda o exemplo dos “bem-aventurados Francisco e Jacinta”, os pastorinhos que vai canonizar a 13 de maio, e de todos os que se entregam à mensagem do Evangelho.

“Percorreremos, assim, todas as rotas, seremos peregrinos de todos os caminhos, derrubaremos todos os muros e venceremos todas as fronteiras, saindo em direção a todas as periferias, aí revelando a justiça e a paz de Deus”, acrescenta o texto.

A oração conclui-se com uma consagração do Papa à “Virgem do Rosário de Fátima”, antes de venerar a imagem da Capelinha e ali depositar um presente de homenagem.

Francisco vai estar em “oração silenciosa” antes de se retirar para a Casa de Nossa Senhora das Dores.

O Papa regressa ao local, às 21h30, para a bênção das velas antes da recitação do rosário, acendendo ele próprio uma vela.

“Dignai-Vos abençoar estas velas, que acendemos em Vosso louvor; e por intercessão da Virgem Mãe, que aqui se manifestou revestida da Vossa luz, fazei que perseveremos na fé, até que um dia, quando o Senhor vier, possamos ir ao Seu encontro, com todos os Santos, no Reino dos Céus”, vai rezar com os peregrinos.

Francisco vai fazer então a sua segunda intervenção em Fátima, antes da recitação do rosário, seguindo-se a procissão das velas e a Missa presidida pelo cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano. (Agência Ecclesia)

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