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EM ORAÇÃO…

A Arquidiocese de Montes Claros informa que o padre Henrique Munáiz Puig de 86 anos encontra-se internado na Santa Casa desse município sob cuidados médicos. A equipe da Capelania esteve com ele essa tarde de quarta-feira, 18 de outubro, dia de São Lucas e dia do médico. O religioso sorriu, rezou e comungou. Em conversa com Carmem Lúcia, coordenadora da Capelania, o padre está reagindo. Roguemos a Deus que guie os especialistas da medicina que estão cuidando dele. Padre Henrique está se recuperando bem. Rezemos pela saúde do sacerdote tão amado e admirado por todos.

HISTÓRICO: Natural da Espanha, cidade de Pontevedra, Henrique Munáiz Puig nasceu no dia de Natal, 25 de dezembro de 1930. Veio para o Norte de Minas nos idos de 1965. Desde então, sua missão e dedicação presbiteral foi com o compromisso social. Por onde passou deixou sua marca, a marca do amor ao próximo.

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Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros

http://arquimoc.com/sacerdote-do-amor-se-recupera-bem/

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Horário das celebrações na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida:

Segunda-feira: 7h (Na Cripta, ao fundo da Igreja) / 18h30

Terça-feira: 7h / 18h30

Quarta-feira: 7h / 18h30

Quinta-feira: 7h / 18h30

Sexta-feira: 7h / 18h30

Sábado: 7h / 17h

Domingo: 7h / 9h / 18h / 20h

 

REDAÇÃO CENTRAL, 01 Out. 17 / 11:00 am (ACI).- Em um recente artigo sobre a Semana Nacional da Vida, o Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, Dom Fernando Arêas Rifan, convocou todos a lutar “pela vida, contra o aborto”.

No texto, o Prelado afirma que “diante da atual banalização da vida e de opiniões favoráveis ao aborto, defendido por inúmeras pessoas influentes, é importante lembrar que a Igreja compreende as situações difíceis que levam mães a abortar, mas, por uma questão de princípios, defende com firmeza a vida do nascituro”.

Dom Rifan cita a encíclica Evangelium Vitae, de São João Paulo II, na qual o Pontífice expressa ser “verdade que, muitas vezes, a opção de abortar reveste para a mãe um caráter dramático e doloroso: a decisão de se desfazer do fruto concebido não é tomada por razões puramente egoístas ou de comodidade, mas porque se quereriam salvaguardar alguns bens importantes como a própria saúde ou um nível de vida digno para os outros membros da família. Às vezes, temem-se para o nascituro condições de existência tais que levam a pensar que seria melhor para ele não nascer”.

Entretanto, sublinha o Papa polonês no documento, “essas e outras razões semelhantes, por mais graves e dramáticas que sejam, nunca podem justificar a supressão deliberada de um ser humano inocente”.

Em seguida, como lembra Dom Rifan, “usando da prerrogativa da infalibilidade, o Papa define: ‘Com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus sucessores, em comunhão com os Bispos – que de várias e repetidas formas condenaram o aborto e que… apesar de dispersos pelo mundo, afirmaram unânime consenso sobre esta doutrina – declaro que o aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente”.

A Encíclica completa que “tal doutrina está fundada sobre a lei natural e sobre a Palavra de Deus escrita, é transmitida pela tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal”.

Nesse sentido, Dom Fernando Rifan convida todos a agradecer “ao Criador pelo dom da vida que nos deu” e renovar “o nosso compromisso de lutar pela vida daqueles que, como nós fomos também, ainda não têm voz, mas que são chamados a um dia agradecerem a Deus por tão grande dom”.

A Semana Nacional da Vida é promovida pela Comissão para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), entre os dias 1º e 7 de outubro, culminando no Dia do Nascituro, em 8 de outubro.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Este gesto de humildade teve origem nos tempos de Jesus. As crianças corriam para ele quando o viam, e os pais orientavam para que elas beijassem a mão dele. Jesus colocava suas mãos sobre as cabeças dos pequenos, pedindo que Deus os abençoasse. Depois, ficou o costume de beijar as mãos dos apóstolos, continuando até hoje com os padres, seus sucessores.

Mãos consagradas

É costume sempre ao fim de uma ordenação sacerdotal que os fiéis se aproximem dos novos padres e beijem as mãos deles, porque elas acabaram de ser consagradas.

Durante a consagração dos óleos, na Sexta-feira Santa, derrama-se perfume sobre eles. Com este perfume, o Crisma tem um novo odor, o bom odor de Cristo, de que fala São Paulo.

As mãos de um padre foram consagradas pelos óleos do Crisma. Além disso, elas administram o poder e a graça de Deus na Eucaristia, o perdão dos pecados e a transmissão dos sacramentos. Por isso é que se beija a mão do sacerdote, porque essa mão está cheia do poder de Deus.

Sábia lição

O padre José Rodrigo López Cepeda conta que, quando chegou ao México, foi nomeado vigário de uma zona rural e visitava 24 comunidades dedicadas às atividades do campo.

No primeiro ano, foi convidado por sr. Nicanor – um fazendeiro de intensos olhos azuis e pele branca – para conhecer sua propriedade. Ele já tinha mais de 60 anos, mas seu físico, acostumado ao trabalho, era o de um homem jovem e forte. Na fazenda, era respeitado por sua prudência e sabedoria empírica.

O padre José Rodrigo não se esquece da primeira vez que se aproximou dele e estendeu a mão.  “Eu o cumprimentei como faria com qualquer outra pessoa, mas ele fez um gesto que logo eu tratei de evitar”.

É que sr. Nicanor quis beijar a mão do padre. Com força, o sacerdote quis impedir. Talvez porque tenha vindo da Espanha, onde toda forma de clericalismo mudou, devido à indiferença e até à rejeição aos religiosos.

Mas, sem pensar, sr. Nicanor pegou fortemente na mão do padre, levou-a à boca e a beijou. Logo, ele olhou nos olhos do sacerdote e disse com certa autoridade na voz: “Não beijo você. Beijo o Senhor, através de suas mãos consagradas”.

Fonte: Aleteia

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REDAÇÃO CENTRAL, 27 Set. 17 / 05:30 pm (ACI).- Uma equipe de cientistas europeus confirmou parte da lenda do saco de pão que São Francisco de Assis enviou, com a ajuda de um anjo, aos frades franciscanos oprimidos pela fome e pelo isolamento em um mosteiro italiano, no inverno de 1224.

Em um artigo publicado na revista Radiocarbon, da Universidade de Cambridge, os cientistas, liderados por Kaare Lund Rasmussen, professor associado da University of Southern Denmark, destacaram que esta é a primeira vez que o “saco de pão São Francisco” foi estudado pela ciência.

Segundo a lenda, São Francisco estava na França e enviou o saco cheio de pães aos seus irmãos famintos no mosteiro de Folloni, perto de Montella, na Itália.

O saco de pão foi conservado no mosteiro até hoje.

Os cientistas explicaram: “Analisamos amostras do saco para obter uma data de radiocarbono (14C) e procurar vestígios de pão”.

O estudo revelou que o saco de pão realmente era do período de 1220 a 1295, “o que coloca o têxtil no período de tempo apropriado segundo a lenda”, explicaram.

Além disso, a análise química revelou a presença de ergosterol, “um biomarcador conhecido da fabricação da cerveja, do cozimento ou da agricultura”.

“Neste artigo demonstramos a validade do ergosterol como um biomarcador da presença de pão no passado”, assinalaram.

Em conclusão, os cientistas assinalaram que “parece que há uma boa correspondência entre a lenda franciscana e os dois métodos científicos mais decisivos que são relevantes para analisar o saco de pão”.

“Embora não seja uma prova, a nossa análise mostra que o saco de pão realmente poderia ser autêntico”.

Em declarações recolhidas pela University of Southern Denmark, Kaare Lund Rasmussen adverte que, embora o saco corresponda ao período da lenda, o fato de que foi enviado por São Francisco e levado por um anjo é mais um tema de fé do que da ciência.

Fonte: http://www.acidigital.com/

Que tipo de vida espiritual você quer para os seus filhos e como pretende transmiti-la a eles?

espiritualidade na vida familiar é uma grande ferramenta para viver com maior plenitude e dar à vida um sentido transcendente.

Apresentamos, a seguir, uma série de dicas muito concretas e práticas que podem servir de apoio para os pais de família, educadores, catequistas e para todas as pessoas envolvidas na formação integral, precisamente para “formar” esta espiritualidade em todos os membros da família:

1. Revise suas próprias crenças. Pergunte-se quão convencido você está daquilo em que crê, do que professa e em que grau você o pratica. Pergunte-se que tipo de vida espiritual você quer para os seus filhos e como lhes dará isso. Lembre-se que o exemplo e o que os seus filhos veem são os fatores que mais educam. Você vai à Missa aos domingos? Reza com frequência? Vive constantemente na presença de Deus?

2. Inclua a espiritualidade na vida dos seus filhos desde cedo. As crianças muito pequenas não compreendem quem é Deus, mas se você lhes falar dele, começarão a se familiarizar e a conhecê-lo. Conte-lhes a história sagrada em forma de conto; fale da vida dos santos; reze com os seus filhos.

3. Aproveite as atividades da vida cotidiana para ensiná-los a viver uma espiritualidade natural e espontânea. Ensine-os a agradecer por tudo o que têm: pais, amigos, avós, cachorro, talentos… Ensine-os a dar aos que têm menos, a compartilhar, a amar.

4. Dê aos eventos sagrados toda a importância que merecem: Batismo, Primeira Comunhão, Confirmação… Destaque a grandeza que eles merecem, ensine que o mais importante é receber a graça de Deus e que é por isso que preparam um evento bonito, alegre, com todos os amigos e familiares. Mostre que tais momentos precisam de preparação e alegria, porque Jesus é o melhor que há. Você, como pai ou mãe, precisa estar convencido(a) disso para poder transmitir essa alegria, esse amor, essa importância.

5. Apoie-se em instituições, pessoas ou catequistas que possam colaborar com você nesta formação espiritual. Recorra à sua paróquia, onde certamente haverá algum movimento bem estabelecido que lhe dê todos os elementos para alcançar isso com maior facilidade, conseguindo torná-lo interessante.

6. Faça que tudo isso seja divertido, atraente. Que realmente gostem. Adapte a informação e a formação à idade dos seus filhos. Atualize-se: que seus comentários e exemplos se adaptem ao que eles vivem, escutam, percebem… Que não vejam a espiritualidade como algo do passado, coisa de velhinhos, que não tem relação nenhuma com sua vida. Pelo contrário: que a vejam como a arma maravilhosa que dá sentido às suas vidas.

7. Ensine-os uma forma simples de orar. Que conversem com Deus como conversam com um amigo. Que vejam Jesus como seu confidente, seu melhor amigo. Que reconheçam que Jesus pode escutá-los, ajudá-los, levá-los a ser melhores.

8. Confira um caráter “espiritual” a todas as festividades religiosas. Procure fazer um contrapeso com tanto materialismo e comercialização apresentados pela sociedade. O Natal é importante porque é o nascimento de Jesus. A Páscoa é importante porque Jesus ressuscita… E assim em cada festividade: preencha-as de conteúdo espiritual, sem tirar os presentes, a diversão. Que seus filhos entendam que é tudo bonito porque se tem Deus.

9. Com os jovens, aproveite suas inquietudes intelectuais, sua capacidade crítica, seu comportamento rebelde, para que estudem, aprofundem, pesquisem e finalmente se convençam da grandeza de Cristo. É preciso desafiá-los para que percebam que Jesus é quem dará sentido às suas vidas.

10. Tudo isso com um grande amor e respeito pelos nossos filhos, porque eles são merecedores do grande amor de Deus. Precisam conhecê-lo, senti-lo, amá-lo. Como pais católicos, este é o nosso dever e nosso compromisso com Deus.

(Artigo publicado originalmente por Desde la Fe)

“Na tentação não há diálogo, reza-se”, afirmou o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada na Casa Santa Marta, no Vaticano.

Nesse sentido, o Santo Padre propôs esta breve jaculatória para fazer frente às tentações: “Ajuda-me Senhor, sou fraco. Não quero me esconder de você”. Rezar dessa maneira, assinalou, supõe um ato de “coragem” que permitirá “vencer o diabo”.

A partir da leitura do Livro do Gênesis, o Papa comparou as tentações de Adão e Eva com as sofridas por Jesus no deserto. O Santo Padre explicou que o diabo, na forma de serpente, fez-se atrativo a Adão e Eva e, com sua astúcia, conseguiu os enganar. O diabo “é o pai da mentira. É um traidor”, assegurou.

Francisco detalhou os perigos de dialogar com o diabo, que fez Eva se sentir bem para começar a falar com ela. Depois, passo a passo, levou-a ao seu terreno.

Pelo contrário, com Jesus essa estratégia não funcionou. O demônio também tentou falar com Jesus, “porque quando o diabo engana uma pessoa o faz com o diálogo”. Assim, tentou enganar o Senhor, mas Ele não cedeu.

O Santo Padre contrapôs a nudez de Adão e Eva, fruto do pecado, com a nudez de Cristo na cruz, fruto da obediência a Deus: “Também Jesus acabou nu mas na cruz, por obediência ao Pai, outra estrada”.

O Papa lamentou a corrupção que há no mundo por culpa do pecado, por culpa do diálogo dos homens com o diabo.

“Muitos corruptos, existem muitas pessoas importantes corruptas no mundo, que conhecemos suas vidas através dos jornais. Talvez começaram com uma pequena coisa, não sei, não ajustando bem o balanço e o que era um quilo façamos novecentos gramas, mas era um quilo! A corrupção começa de pequenas coisas como esta, com o diálogo: Não, não é verdade que esta fruta vai fazer mal a você! Coma! É boa! É pouca coisa, ninguém vai perceber!”, disse em referência à tentação do diabo à Eva.

“E pouco a pouco cai-se no pecado, na corrupção”, lamentou.

“O diabo é um mau pagador, não paga bem! É um trapaceiro! Ele promete tudo e deixa você nu. A serpente, o diabo é inteligente: você não pode dialogar com o diabo. Todos nós sabemos o que são as tentações, todos nós sabemos, porque todos nós temos. Muitas tentações de vaidade, de orgulho, cobiça, avareza”.

“Com o Diabo não se dialoga”, foi a conclusão do Pontífice.

Fonte: ACI Digital  

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Pequenos divertimentos que podem fazer a viagem um pouco mais tranquila, principalmente em longas distâncias

Viajar em família é uma delícia. Poder aproveitar com todo mundo alguns dias de descanso e levar as crianças para conhecerem novos lugares e culturas, é demais! Os preparativos para o início da aventura em família e mesmo a ansiedade para chegar ao destino fazem com que elas fiquem bastante animadas. E essa animação pode ser difícil de conter dentro de um carro, se esse for o meio de transporte escolhido. Pensando nas tantas horas de viagem que podem estar na sua agenda de férias, trouxemos aqui algumas brincadeiras para entreter a turminha:

Era uma vez…

Uma história deve ser construída por todos, com personagens ou paisagens que estejam sendo vistas da janela do carro. A mãe ou o pai podem começar falado: “Era uma vez um cavalo…” e na sequência o próximo jogador repete a frase e continua a história. O jogo continua até que a história faça algum sentido, ou quem iniciou decida pelo fim dela.

Mala cheia

Parecida com a brincadeira anterior, nesse jogo o primeiro participante diz “vou fazer uma viagem e levar um papel”. O próximo jogador tem de continuar a frase, acrescentando um objeto cujo nome comece coma última letra do anterior. Aqui, a intenção é que chegue ao ponto de não haver mais palavras para completar. Ah! E se errou…sai da brincadeira e o pessoal começa de novo.

Quem eu sou

Em um saquinho coloque várias fotos de personagens ou pessoas famosas. Uma pessoa da família fecha os olhos, sorteia uma imagem e mostra a imagem aos amigos, sem olhar. Então pergunta: “Quem eu sou?” Então, o restante das pessoas do carro começa a dar pistas. Quando um descobre, outro é escolhido para advinhas.

Sentinela

Uma pessoa olha ao redor e escolhe algum elemento. Então ele diz: “Eu sou o sentinela e vi um bicho voador”. Cada jogador faz uma pergunta para tentar descobrir o que o outro viu e ele só pode responder com “sim” ou “não”. Quem acertar primeiro será o próximo sentinela e vai propor um novo desafio.

Duas verdades e uma mentira

Uma pessoa conta alguns fatos sobre ela. Duas são verdadeiras e uma é mentira. Então todos mostram ao mesmo tempo com os dedos se a afirmação um, dois ou três é a falsa. A pessoa que contou diz qual é e passa para a outra pessoa dizer três frases.

Bingo de placas

Em cartelas de bingo, marca-se o primeiro número das placas dos carros que aparecerem na estrada. Um adulto pode ir dizendo os números para todos procurarem em suas cartelas. Quem fechar uma linha inteira ganha um brinde e quem fizer a cartela cheia, ganha uma revistinha de atividades.

Stop

Para facilitar, aqui não se usa papel (mas também há essa possibilidade). A ideia é que uma pessoa defina uma letra e então todos dizem nomes de animais, alimentos, nomes de pessoas e cidades, até não haver mais possibilidades. Quando acaba, começa tudo de novo.

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Originalmente publicado por Angélica Favretto em Sempre Família 

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Um conto para inspirar você

Diz uma lenda que dois amigos viajavam pelo deserto, quando em determinado ponto da viagem, bastante cansados, um agrediu o outro. O ofendido , sem nada dizer, pegou o seu cajado e escreveu na areia:

“Hoje, o meu melhor amigo me derrubou no chão.”

Passado algum tempo, seguiram viagem pelo deserto, até chegar a um oásis. Lá, se banharam à vontade, até que o amigo que havia sido agredido, começou a se afogar. O outro nadou até ele e o trouxe até a margem, são e salvo. Foi quando o amigo resgatado pegou seu saibro e escreveu em uma pedra, cercada de vegetação:

“Hoje, o meu melhor amigo salvou a minha vida.”

O primeiro perguntou: “Por que, quando você foi agredido, você escreveu seu sentimento na areia, e quando foi salvo, escreveu na pedra”? O outro respondeu, sorrindo: “Quando um grande amigo nos ofende, devemos registrar esse dano na areia, para que o vento do esquecimento e do perdão se encarreguem de apagá-lo. Mas quando um amigo nos faz algo grandioso, devemos registrar esse momento na pedra da memória e do coração, onde vento nenhum do mundo pode apagar!

(Autor desconhecido)

Fonte: ALETEIA TEAM