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O amor duradouro começa em cada pessoa, já que a autoestima é a base para poder estabelecer relações sólidas e maduras que podem perdurar no tempo

Quase todos buscamos uma pessoa que se encaixe perfeitamente com a gente para começar uma história de amor duradoura, que perdure no tempo. No entanto, e como bem sabemos, o assunto é mais complicado do que parece.

Estabelecer relações sentimentais duradouras não é algo simples. Com a nossa capacidade de fazer isso se misturam experiências e aspectos emocionais, físicos e psicológicos tão complexos que poucas vezes conseguimos controlar.

Ainda que pensemos que se trata de uma questão de sorte, de destino ou das pessoas que cruzam nosso caminho, a realidade é que tudo começa dentro nós mesmos.

Algumas chaves para conseguir o amor duradouro

Cuidar da nossa autoestima

Se buscamos desesperadamente a alguém seguro e que goste de nós, talvez o problema esteja em nós mesmos.

Nesses casos, o melhor é esclarecer o panorama e nos perguntar do que é que realmente precisamos antes de tomar decisões apressadas. Se enfrentamos uma situação de baixa autoestima, então não estamos preparados para uma relação saudável.

Pelo contrário, as pessoas que têm autoestima não estão pensando o tempo todo em encontrar alguém. Não precisam de uma pessoa que esteja ao seu lado a todo momento. Elas escolhem isso, mas não dependem disso.

Não idealizar o amor

A forma como vemos o amor pode ser outro inconveniente para encontrá-lo. Existem muitas ideias preconcebidas, preconceitos e aprendizagens culturais erradas sobre o que uma relação em casal deve ser.

“Encontrar o príncipe azul”“casar e viver feliz para sempre” e o clássico “se você me ama, não olhará para ninguém mais” são apenas algumas expressões que evidenciam o problema. O pior é quando fundamentamos nossa vida emocional nesses mitos.

Lamentavelmente, em muitos casos, as coisas não funcionam assim. Cada pessoa tem uma perspectiva afetiva única e diferente. Além disso, a dinâmica das relações interpessoais é muito mais complexa do que um conto de fadas.

O parceiro não é um objeto

A combinação entre a baixa autoestima e paixão quase sempre culmina em ciúme. Há quem tende a pensar que uma relação séria implica na aceitação de todos os caprichos e isso é completamente falso.

  • Na realidade, a construção de um casal não implica em uma situação de posse, porque nenhum ser humano é uma propriedade.
  • Inclusive ainda quando se está em uma relação, cada sujeito é um ser livre, autônomo e com direito de tomar suas próprias decisões.

Os ciúmes descontrolados já terminaram mais relacionamentos do que o que se pode imaginar. O amor duradouro tem a ver com a criação de consensos e negociações onde cada parte se sente livre, respeitada e querida.

Assumir a crise

O amor duradouro tem várias etapas e isso significa que nem tudo será perfeito.

A atração, a paixão e a materialização do parceiro como um elemento que define nossas ações são apenas um resumo de tudo o que ocorre entre os seres humanos que se comprometem.

Se perguntarmos a quem conseguiu ter relações longas, essa pessoa confirmará que as crises são uma parte importante de cada relação, porque a forjam.

Manter-se unidos depois delas faz com que o vínculo seja cada vez mais forte.

No entanto, para isso, as soluções não podem estar baseadas no que apenas um dos envolvidos quer. Antes de nos focarmos no que queremos da nossa “cara metade”, devemos nos perguntar “O que eu posso fazer para que tudo melhore”.

O amor duradouro é o que se alimenta

É fácil se entregar e se apaixonar no começo de uma relação por sermos influenciados pelos estados hormonais intensos e ilusões renovadas que alimentam nosso espírito.

No entanto, o difícil é fazer com que isso continue com o passar dos anos.

As relações duradouras são aquelas nas quais o carinho é alimentado ao longo dos anos. Jamais podemos dar por terminadas as carícias, os elogios, a compreensão e o resto das demonstrações afetivas.

Fazê-lo deveria ser um prazer, e também uma disciplina. Outra forma de alimentar o carinho é aprender a se colocar no lugar do outro e evitar as brigas desnecessárias, substituindo o conflito pela negociação ativa.

Ninguém disse que seria fácil

Poder se dar bem com uma pessoa para se ter uma relação de casamento ou de namoro duradoura não é nada simples. O que se busca é entender-se em um conjunto de questões vitais: psicológicas, emocionais, espirituais, morais, sexuais e sociais.

Isso não significa que seja impossível e há muitas possibilidades quando fazemos nosso melhor esforço ao lado de um candidato com o qual temos afinidades importantes.

Depois disso, o trabalho será compreender as diferenças e seguir construindo.

(via Melhor com saúde)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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A postura da mulher pode influenciar e muito a vida do marido

Ninguém é fruto de um acaso, e todos nós trazemos na alma o desejo natural de felicidade, que é alcançado com a realização do chamado recebido do Criador, desde que, começamos a existir. A postura da mulher traz em si a essência do que Deus criou.

Assim, não podemos igualar o chamado de uma pessoa com o chamado de outra, muito menos a vocação do homem com a vocação da mulher. São realidades profundamente distintas e igualmente enriquecedoras. Quando cada um assume seu papel, todos se enriquecem. Reconhecer isso já é um grande passo para a realização plena como pessoa criada e amada por Deus, independente do sexo.

Enquanto o homem, por exemplo, traz em si a inclinação natural para ser o provedor do lar, e suas prioridades estão ligadas ao cumprimento de tarefas, a vocação da mulher é amar incondicionalmente, a ponto de dar a vida se preciso for. É claro que, também, o homem é chamado ao amor, mas, quanto à mulher, além do chamado existe ainda a necessidade de amar. São João Paulo II afirma, na Teologia do Corpo, que “a mulher não pode encontrar a si mesma, senão doando amor aos outros”.

Ressuscitar, amparar e amar é o que dá sentido à vida

É também por isso que, quando falamos da postura da mulher na vida do marido, precisamos considerar o papel que ela é chamada a exercer. Victor Hugo, grande poeta francês, afirma que “o homem é a mais elevada das criaturas de Deus, mas a mulher é o mais sublime dos ideais. Deus fez para o homem um trono; para a mulher, um altar. O homem é o cérebro; a mulher, o coração. O cérebro produz a luz; o coração produz o amor. A luz fecunda; o amor ressuscita”. E ressuscitar, amparar e amar é o que dá sentido à vida.

Embora, na atualidade, seu papel esteja seriamente comprometido pelo modernismo e relativismo, seu valor não pode ser subestimado pelo que ela faz, sabe ou veste. Seu valor está escrito no coração de Deus, que com ela fez uma parceria pela vida. Deixo aqui algumas dicas que podem ajudar você, mulher, a ser o “Socorro de Deus” na vida do seu marido:

1- Encontre seu lugar e permaneça nele

Ninguém pode dar aquilo que não possui. Portanto, se você deseja ajudar seu marido, procure antes ser ajudada. Busque a cura interior, reconcilie-se com sua história, peça e ofereça perdão a quem precisar, e lance um novo olhar sobre o mundo.

Você é uma pessoa amada, infinitamente, por Deus e enviada por Ele com a missão de amar. A partir dessa aceitação, Deus mesmo o conduzirá a passos concretos na direção do seu devido lugar no relacionamento.

2- Reconheça o valor do seu cônjuge, elogie

Palavras de incentivo e gratidão fazem bem a qualquer pessoa, mas quando brotam do coração de quem amamos, tem o poder de curar nossa alma. Seu marido precisa ser elogiado e reconhecido por aquilo que é e faz, para continuar dando passos. Então, não perca a oportunidade de elogiar e dizer-lhe “muito obrigada”, mesmo que seja pelas coisas simples do dia a dia. A gratidão e o reconhecimento abrem portas para o amor florescer.

3- Tenham disciplina, mas priorizem o amor

A maioria das mulheres gosta de manter a casa arrumada com as coisas no seu devido lugar. Ótimo! Porém, mais importante que isso é fazer com que seu esposo se sinta bem em casa, sem a tensão constante de não poder desarrumar nada. Aposto que ele prefere ficar ao seu lado de bom humor, do que ter a casa impecável e você estressada.

Para um homem que ama, o sorriso e a postura da mulher vale mais que tudo.

4- Seja fiel

O compromisso em amar, respeitar e ser fiel ao seu esposo é algo sério que você assumiu diante de Deus, não o quebre por nada neste mundo. Lembre-se que ser fiel envolve todos os aspectos da vida, desde o material até as aspirações mais profundas de sua alma.

Esteja ao seu lado e jamais fale mal de seu marido para alguém. Se ele cair, estenda-lhe a mão e não o condene. Todos nós comentemos erros na tentativa de acertar.

5- Respeite as diferenças

Naturalmente, o universo masculino é diferente do universo feminino. Exigir que seu marido pense e aja igual a você não é uma boa ideia. Procure ouvir as razões dele, observe-o, esteja atenta aos seus gostos, respeite suas escolhas e tente entender o mundo dele, ou melhor fazer parte do mundo dele. Com isso quem ganha é você.

São as pequenas renúncias em nome do amor que trazem alegria e força ao relacionamento. Ser feliz é muito melhor do que ter sempre razão.

6- Cultive a amizade

Acredito muito no valor e nos benefícios da amizade, e não imagino como seria viver a vida inteira com alguém que não fosse meu amigo. É com o amigo que conseguimos ser quem somos, abrir o coração, falar da vida e dos sonhos, com a certeza de que somos acolhidos.

Se você já é amiga do seu esposo, cultive a amizade; se ainda não é, procure conquistar essa graça. “O amigo é uma poderosa proteção, quem o achou, encontrou um tesouro” (Eclesiástico 6,14).

7- Seja um presente

Presente é para ser doado, e dentro do casamento o maior presente que podemos dar é nossa entrega total no relacionamento, inclusive vivendo com plenitude a sexualidade. Cuidar da saúde, vestir-se com zelo e manter acesa a chama do amor, é uma escolha que você pode fazer, todos os dias, para tornar seu casamento uma expressão do amor de Deus neste mundo.

Se parece um desafio colocar essas dicas em prática, lembre-se de que, você não estará sozinha. Busque a graça de Deus pela oração e leitura da Palavra, pois é d’Ele que virá sempre toda força e sabedoria para cumprirmos nossa missão neste mundo. Dê um passo de cada vez e siga em frente; sem jamais deixar de amar, porque quem ama sempre vence!

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

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Meu cônjuge precisa saber de tudo?

A Igreja ensina que o pecador está obrigado a contar os seus pecados ao sacerdote na confissão, para que Deus o perdoe mediante um sincero arrependimento, mas não obriga que um cônjuge, que cometeu alguma falta, conte ao outro o seu erro. Isso depende da decisão de cada um, da necessidade do outro saber do fato cometido, especialmente para ajudá-lo a vencer o tipo de queda em que caiu ou também para a união do casal.

Há cônjuges maduros que estão preparados para receber uma notícia desagradável, sem se abalar profundamente e sem prejudicar a família, mas há outros que não têm a mesma maturidade e podem perder a paz. Tudo isso precisa ser analisado e, se necessário, ser objeto de um bom aconselhamento. O mais importante, portanto, é que quem errou logo se arrependa e se confesse diante de Deus e do seu ministro, para receber o perdão e a paz de consciência. Revelar ou não ao outro o seu erro deve ser objeto de reflexão e bom aconselhamento. Não é um decisão sempre fácil, por isso é necessário pedir ajuda.

O pecado do adultério

No caso do grave pecado de adultério, quando foi apenas um falta sem que houvesse um caso que se repetisse, alguns sacerdotes orientam que o culpado não conte ao cônjuge o seu erro, para evitar que haja uma separação do casal e o prejuízo para os filhos. Há cônjuges que aceitam perdoar a queda do outro, mediante um arrependimento sincero declarado e o desejo de não mais repetir o erro. No entanto, há cônjuges que não aceitariam dar o perdão ao culpado, mesmo diante de um pedido de perdão e arrependimento, e buscam a separação. É por isso que algum sacerdote pode aconselhar o pecador a não contar seu pecado ao outro, mas isso é uma decisão do cônjuge culpado.

Para uma reflexão mais aprofundada sobre essa questão, é bom lembrar que o Catecismo diz que a Igreja pode perdoar qualquer pecado se a pessoa se arrepender e quiser mudar de vida:

§982. “Não há pecado algum, por mais grave que seja, que a Santa Igreja não possa perdoar. Não existe ninguém, por mau e culpado que seja, que não deva esperar com segurança a seu perdão, desde que seu arrependimento seja sincero.” Cristo, que morreu por todos os homens, quer que, em Sua Igreja, as portas do perdão estejam sempre abertas a todo aquele que recua do pecado”.

O que diz o Código de Direito Canônico da Igreja?

É interessante refletir também sobre o que diz o Código de Direito Canônico da Igreja quando fala da separação de um casal por causa do adultério:

Cânon. 1151- “Os cônjuges têm o dever e o direito de manter a convivência conjugal, a não ser que uma causa legítima os escuse. Cânon. 1152 – § 1. Embora se recomende vivamente que o cônjuge, movido pela caridade cristã e pela solicitude do bem da família, não negue o perdão ao outro cônjuge adúltero e não interrompa a vida conjugal; no entanto, se não tiver expressa ou tacitamente perdoado sua culpa, tem o direito de dissolver a convivência conjugal, a não ser que tenha consentido no adultério, lhe tenha dado causa ou tenha também cometido adultério.

§ 2. Existe perdão tácito se o cônjuge inocente, depois de tomar conhecimento do adultério, continuou espontaneamente a viver com o outro cônjuge com afeto marital; presume-se o perdão, se tiver continuado a convivência por seis meses, sem interpor recurso à autoridade eclesiástica ou civil.

§ 3. Se o cônjuge inocente tiver espontaneamente desfeito a convivência conjugal, no prazo de seis meses, proponha a causa de separação à competente autoridade eclesiástica, a qual, ponderadas todas as circunstâncias, veja se é possível levar o cônjuge inocente a perdoar a culpa e a não prolongar para sempre a separação.

A Igreja sempre espera que o perdão supere o ódio e a reconciliação aconteça mesma no caso de um adultério ocorrido. Evidentemente, com o devido arrependimento e mudança de vida. É sempre uma mostra de grandeza de alma saber perdoar, mesmo quando a pessoa foi ferida gravemente na sua intimidade.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

Amar é tão simples. As pessoas é que complicam.

Amar é tão simples. As pessoas é que complicam, as pessoas é que idealizam demais e esquecem de viver a realidade que, por mais complicada que possa parecer, continua linda de viver. As pessoas se esquecem de que o amor precisa ser alimentado não com presentes e jantares caros. Não, o amor não precisa ser financiado para se manter.

O problema é que as pessoas se esquecem do chocolate favorito quando vão ao mercado, se esquecem de que aquela camiseta do Star Wars vai fazer o coração do outro bater mais forte e que o sorriso vai ser desenhado aos poucos em seu rosto como quem diz obrigada.

As pessoas se esquecem da cor favorita, da sobremesa preferida, se esquecem de que um filme de comédia romântica, em um final de tarde no domingo, faz bem. As pessoas se esquecem de elogiar aquele vestido novo, de dizer o quanto está linda naquele pijama velho que a deixa ainda mais bonita.

As pessoas se esquecem da importância de assistir um jogo de futebol com o parceiro, de gritar com ele quando o seu time faz um gol e de vibrar com os “quase” gols.

As pessoas se esquecem de tirar um tempo de qualidade para escutar o outro. As pessoas se esquecem de dar uma flor dessas que a gente rouba do quintal dos outros (risos). De elogiar o perfume novo e de dizer aos pés do ouvido o quanto ama esse alguém.

Não precisa de buquê no trabalho, não precisa levar para jantar em um restaurante caro, não precisa encher de joias, comprar presentes caros. Não precisa disso para manter a chama do amor acesa. Não é isso que faz pegar fogo.

Um beijo na testa faz o coração de qualquer mulher se acalmar, um abraço quando as coisas não estão bem faz com que a gente se sinta protegido e assistir aquele filme que o outro tanto quer, também sabe agradar.

Beijos ao pé da orelha causam arrepios e o toque sincero faz o corpo balançar. O problema é que as pessoas são intensas demais no começo de um relacionamento e fazem de tudo para conquistar o outro, mas não sabem como lidar com todo o sentimento que, às vezes – na maioria das vezes – parece não caber dentro da gente.

E aí vem os inúmeros presentes, os inúmeros agrados, os inúmeros elogios e depois de um tempo, a insegurança vai embora e a gente se esquece de que é preciso conquistar todos os dias. Mas isso, ao contrário do que muita gente pensa, não é um fardo, obrigação e está longe de ser um sacrifício.

É a simplicidade que emociona, é o beijo de bom dia, é o “sonhei com você”, é o elogio sincero e inesperado, é o cuidado, é fazer aquele mousse de maracujá, preparar uma janta em casa mesmo e dizer: “Só tinha ovos, fiz um omelete delicioso pra nós dois. Espero que goste”. Um recado deixado no meio dos seus livros é o suficiente para fazer o nosso coração sorrir.

Vai, manda um SMS no meio da tarde dizendo que não consegue parar de pensar nele, compra o seu chocolate favorito e aparece de surpresa. Vai, compra uma rosa – não um buquê- e deixa um bilhete dizendo o quanto você a ama.

Não deixe cair na mesmice, continue fazendo aquele belo sorriso brotar, aqueles lindos olhos brilharem. Vai, continua fazendo aquele corpo balançar com o teu toque. Vai, mantém essa chama acesa e deixe incendiar. O amor se alegra com a simplicidade e são as pequenas coisas que fazem o nosso coração sorrir sem medo, como quem tem alguém ao seu lado querendo fazer morada.

(Thamilly Rosendo, via Resiliência Mag)

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O primeiro e mais importante conselho: a família é o principal negócio da vida

O trabalho dignifica o ser humano e é o meio para proporcionar o bem-estar material à família. Mas nem sempre é fácil, para o homem e para a mulher, chegar a esse equilíbrio trabalho-família, levando em consideração as exigências do mundo empresarial do mundo de hoje.

As seguintes recomendações pretendem servir de reflexão sobre o negócio mais importante da vida: a família.

Ser eficientes durante o horário comercial: durante a jornada de trabalho, é preciso dedicar a ela toda a concentração e empenho possíveis, de maneira que sejam as horas mais produtivas possíveis e, assim, poder terminar tudo e tempo de ir para casa com calma.

Estabelecer limites e prioridades: a família é o cliente mais importante; portanto, deve ocupar seu lugar na agenda com caráter prioritário e sem opção de ser trocada por assuntos do trabalho.

Para garantir que este compromisso seja inamovível, sugere-se estabelecer encontros com data e hora, como se fosse um compromisso profissional. Isso envolve, além disso, aprender a defender este espaço; muitas vezes, será preciso saber dizer “não” a eventos ou convites que não são determinantes para a vida profissional e, ao contrário, são de grande proveito no lar.

Não levar trabalho para casa:  somente em circunstâncias extremas, que o exijam. É preciso aprender a concluir as tarefas laborais para poder curtir a família, sobretudo nesta era das comunicações, na qual é preciso saber “desconectar-se”: desligar o celular, não ficar revisando e-mails, afastar-se um pouco do computador, para não acabar deteriorando o espaço familiar.

Compartilhar os triunfos e as fracassos: não é justo chegar ao lar mal-humorado devido às dificuldades do trabalho. O cônjuge é um apoio e a pessoa mais indicada para escutar e talvez dar um conselho quando estas situações se apresentam, mas sempre com respeito, confiança e amor.

Contar ao cônjuge sobre as preocupações do trabalho: grandes ou pequenos, elas podem tirar o sono; contar ao cônjuge sobre tais dificuldades permitirá que a compreensão e a empatia fluam no casal, evitando, assim, muitos conflitos. É preciso levar em consideração que, diante de um comportamento agressivo ou retraído sem explicações, a imaginação não demora em começar a voar…

Estar em casa de corpo e alma: alguns pais caem no erro de chegar em casa para assistir televisão ou ficar navegando na internet. Quando se está em casa, é preciso dedicar tempo de qualidade, tanto ao cônjuge como aos filhos. O jantar, por exemplo, é um momento especial para que todos estejam juntos à mesa e comentem as experiências que cada um viveu no dia.

Se não é possível ter uma refeição diária juntos, é preciso buscar outro espaço que permita o diálogo e o lazer em família. O importante é evitar que todos cheguem em casa e fiquem trancados nos respectivos quartos. Cuidado: é preciso lutar por ser uma família “unida”, e não uma família apenas “junta”.

Tempo a sós com o cônjuge: este não é apenas um conselho, mas o resultado de diversas pesquisas que demonstram que um encontro semanal com o esposo(a), sem filhos nem distrações, une o casal e o fortalece – e isso acaba sendo benéfico para os filhos também.

Fonte: LAFAMILIA.INFO

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Uma dica: o contrário do amor é o egoísmo. Vamos falar de dinheiro no relacionamento?

Misturar as palavras dinheiro e casamento é tão complicado quanto misturar política e religião. E é um problema real, hoje, para muitíssimos casais: fala-se cada vez mais do “meu” e do “teu” e cada vez menos do “nosso”.

Para a sociedade de hoje, dinheiro é poder. Esta premissa, no entanto, traz consequências devastadoras quando a transformamos em regra de convivência familiar.

Não vamos abordar aqui os casos de patologia, mas simplesmente a falta de generosidade e de vontade para compartilhar – ou o excesso de desejo de dominar.

O egoísmo é o pior mal que pode haver numa relação familiar. A pessoa egoísta não é egoísta só com seus bens materiais, mas também com a “quantidade” e a qualidade de amor que oferece à família. Por exemplo, é muito raro ver um avarento ser generoso com seu tempo. E essas personalidades focadas em si mesmas provocam problemas graves no matrimônio.

A falta de generosidade afeta vários âmbitos relacionais, como a comunicação, o espaço, o tempo, os olhares, a atenção, o carinho, o respeito… E a lista segue.

O egoísmo não é só dos outros: é bem provável que, em muitos casos, sejamos nós os egoístas – embora prefiramos apontar o dedo para o próximo. Um exemplo trivial, que foi (e ainda é) relativamente comum ao longo das últimas décadas: a esposa sai para fazer compras supérfluas sem considerar o valor do dinheiro nem se importar com as necessidades familiares reais que poderiam estar sendo cobertas. Por sua vez, de maneira igualmente tóxica, o esposo considera tudo prescindível e não gosta de oferecer à esposa nenhuma pequena satisfação material. Cada um está olhando para si próprio.

Ser generoso é olhar para o outro: mais especificamente, para a necessidade real do outro. Não é dar o que sobra, o que não exige esforço, mas também não é satisfazer caprichos.

Qual seria o modelo perfeito de gestão econômica num casamento?

Considerando que os dois cônjuges são responsáveis, podem ser de ajuda as seguintes dicas:

1 – Elaborar um orçamento familiar

Isto é imprescindível. Os dois precisam estar de acordo quanto aos gastos e priorizar o bem-estar da família. Com isto claro, os próximos passos são mais fáceis de seguir.

 

2 – Contas bancárias compartilhadas

Não importa quem ganha mais: todo o dinheiro gerado por ambos deve servir para o bem de ambos – e, obviamente, dos filhos. Se o orçamento familiar for usado corretamente, não deverá decorrer nenhum problema desta forma de organização bancária.

3 – Emergências e imprevistos

O orçamento familiar deve considerar uma reserva para imprevistos, e, quando eles surgirem, o casal deve discutir junto como enfrentá-los.

4 – Viagens e pequenos “luxos”

Se houver excedentes, o casal deve decidir junto como gastar esse dinheiro, que também faz parte do patrimônio familiar.

5 – Generosidade que vai além da família

Compartilhar com os outros, que podem ter necessidades inimagináveis, é um ato de amor que traz como principal benefício o crescimento e fortalecimento da própria família, porque nos leva a crescer na virtude e, portanto, a nos tornar pessoas cada vez mais plenas. Sempre existe alguém a quem podemos ajudar.

6 – Ter uma sensata escala de prioridades

O que vale mais: acumular dinheiro com avareza ou usá-lo com sabedoria para proporcionar experiências em família? Ou, em outro extremo, o que vale mais: gastar dinheiro como se não houvesse amanhã ou manter uma prudente reserva para o futuro? É sempre necessário ficar de olho no sadio equilíbrio.

Todos os casais podem e devem desterrar qualquer indício de egoísmo. Não é opcional. “O egoísmo fomentado pela sociedade de consumo e pelo comodismo deve ser contra-atacado pela entrega incondicional de quem age de modo responsável e generoso, como filho de Deus. Esta é a raiz de uma boa convivência familiar” (David Isaacs, em seu livro “Virtudes para a convivência familiar”).

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Fonte: CATHOLIC LINK / ALETEIA TEAM

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O maior desafio de um casal está mais perto do que você pode imaginar

Por Jonathan B. Coe | Recentemente, um amigo meu, católico praticante, pediu-me para ser testemunha em seu casamento, a acontecer no próximo mês de dezembro. Senti-me honrado, mas imediatamente o ex-pastor dentro de mim — converti-me do protestantismo em 2004 — começou a pensar: “Se eu tivesse meia hora para falar com um casal de noivos cristãos, que conselho eu daria a eles antes de selarem os votos matrimoniais?” Como resultado dessa meditação, escrevi as seguintes linhas, as quais agora publico em primeira mão.

Como alguém que já passou por um divórcio e depois recebeu, alguns anos atrás, uma declaração de nulidade da Igreja Católica, abordo o tema desse sacramento com tremor e consciência de quão frágil pode ser essa união. Figurativamente falando, eu ando, como Jacó, “mancando por causa da coxa” (Gn 32, 32), e o pouco de sabedoria que tenho sobre esse grande mistério, não foi sem sacrifício que o recebi. Capitães do mar que passaram por naufrágios têm histórias pra contar.

Há uma história ligada a G. K. Chesterton repetida tantas vezes que muitas pessoas acreditam que seja verdadeira, ainda que não haja disso nenhuma prova documental. Certa vez, um jornal diário de grande circulação na Inglaterra, London Times, fez uma pesquisa com alguns escritores famosos perguntando-lhes: “O que há de errado com o mundo hoje?”. A resposta de Chesterton foi simples:

Prezado Senhor,

Eu.

Atenciosamente,
G. K. Chesterton

Um casal pode enfrentar muitos desafios — dificuldades com os sogros, crises econômicas, questões de saúde —, mas, mais frequentemente do que imaginam, será de dentro de seus próprios corações que virão os seus maiores problemas. A Igreja Católica ensina que “pelo Batismo todos os pecados são perdoados: o pecado original e todos os pecados pessoais, bem como todas as penas devidas ao pecado”, mas “permanecem no batizado certas consequências temporais do pecado, assim como uma inclinação para o pecado a que a Tradição chama concupiscência” (Catecismo da Igreja Católica, § 1263-1264).

Concupiscência é a herança que recebemos de nossos primeiros pais e que se caracteriza por “transferência de culpa”: quando Deus confrontou Adão, este acusou Eva e a mulher, por sua vez, acusou a serpente. O casal que se coloca diante do altar sabendo que os seus maiores problemas emergem de um coração que “é o que há de mais enganador, e não há remédio, quem o pode entender?” (Jr 17, 9), já começa com uma grande vantagem. Essa é uma das razões pelas quais católicos praticantes — e cristãos devotos em geral — possuem taxas significativamente baixas de divórcios. A fé praticada todos os dias lembra o casal da concupiscência permanente e insidiosa contra a qual eles devem lutar, prevenindo-os do erro de ficar trocando acusações mútuas e intermináveis.

O escritor e psicólogo protestante Larry Crabb explica que o principal motor da concupiscência “é o egocentrismo justificado, o egoísmo arraigado que se considera perfeitamente razoável e até aceitável ter, face ao modo como fomos tratados”. Faz parte de nosso DNA adâmico. Para exemplificar, o autor conta a história de um amigo que lhe confessou ter cometido adultério, dizendo que “sua mulher não o apoiava nas tensões com que ele tinha de lidar diariamente, a ponto de seu desejo de ser estimado por uma mulher ficar fora de controle”. Depois de vários anos aconselhando casais, Larry descobriu que pessoas que traem seus cônjuges geralmente “vêem o seu pecado como se fosse uma ‘necessidade’ para o bem-estar de sua alma, como se ele fosse algo mais compreensível do que errado”.

Sempre que me deparo com algum jovem casal de namorados, luzes vermelhas de alerta se acendem diante de mim. Observando o comportamento que um mantém em relação ao outro, é como se eles dissessem: “Esta pessoa fará todos os meus sonhos virarem realidade”; “Esta pessoa fará de mim a pessoa mais feliz do mundo”. Isso faz-me pensar o quanto é importante que as pessoas realmente procurem aconselhar-se com algum bom sacerdote ou alguma pessoa virtuosa de sua confiança, antes de se aventurarem numa empreitada tão séria como é o Matrimônio.

Muitos talvez tenham crescido com significantes necessidades emocionais não correspondidas em suas famílias de origem, e estejam esperando ver esse vazio preenchido por seus futuros cônjuges. Acontece porém que, como escreve C. S. Lewis, nossa espécie foi criada na perfeição do Éden e para o Céu. Portanto, nesta existência decaída, sempre haverá o sentimento de que “algo está faltando”, não obstante as inúmeras bênçãos com que sejamos agraciados. Este mundo não é o bastante.

Por causa desses fatores, nosso futuro cônjuge pode acabar se tornando um ídolo. Podemos cair na ilusão de que o outro seja capaz de saciar todas as nossas necessidades não correspondidas. Real e infelizmente, as pessoas fabricam para si deuses muito ruins. Se eu tivesse meia hora com um casal de noivos, eu os encorajaria a trabalharem duro em duas coisas: (1.º) Seja tão feliz o quanto puder independentemente do seu futuro cônjuge. As quatro maiores fontes de felicidade para o homem são a sua fé, a sua família, os seus amigos e o seu trabalho. Maximize, portanto, a sua felicidade pessoal nessas áreas e, então, (2.º) volte-se para o seu companheiro com uma agenda para servi-lo. Seja proativo em identificar quais são as necessidades dele ou dela e viva a Paixão de Cristo no seu relacionamento — isto é, encarne a humildade e o amor sacrificial pelo outro, ainda que você não esteja “a fim”.

A Missa é um “tutorial” de como fazer isso: nela, todos os domingos, o sacrifício de Cristo na cruz é representado e renovado por nós. Se as duas partes em um relacionamento imitarem essa entrega, não só estarão começando muito bem o sacramento do Matrimônio, como deixarão uma profunda mensagem contracultural à nossa civilização, tão marcada pelo narcisismo. Como já dito, trata-se apenas de um bom começo, mas, como os pães e os peixes daquele menino do Evangelho, Cristo pode muito bem multiplicá-los, saciar a multidão e ainda fazer restarem doze cestos cheios de sobras — e essas, por sua vez, nós as podemos distribuir a todos os viandantes fatigados e famintos que encontrarmos ao longo do caminho.

(Fonte: Crisis Magazine | Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere)

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Para ler e compartilhar com quem você ama

Todos conhecemos ao menos duas pessoas que foram feitas uma para a outra. São almas gêmeas, que nutrem respeito e amor mútuos. O carinho entre eles é como o vinho: fortalece com o passar do tempo, abrindo novas fases de sentimentos e emoções.

O Incrível.club revela a seguir os segredos dos casais felizes. É uma lista de hábitos saudáveis que traz harmonia a qualquer relacionamento.

Seja você mesmo. Seja sincero.

Sempre queremos parecer melhores do que somos na realidade: ocultamos histórias desagradáveis e erros que cometemos. Não tente ser perfeito. O melhor é ser você mesmo. Muitos vivem usando máscaras, com medo de se mostrar aos outros. Isso, em primeiro lugar, é muito cansativo. Em segundo lugar, dificulta uma relação honesta e simples.

É muito importante ser sincero. Não tenha medo de revelar seus sentimentos ao seu parceiro, pois ele ou ela é a pessoa mais próxima a você. Se tem algo lhe preocupando ou faltando para você, fale sobre isso. Ninguém sabe ler pensamentos, e o primeiro passo para resolver um problema é falar sobre ele.

Seja positivo

Pessoas alegres emanam felicidade e boas energias. Dá vontade de estar o tempo todo ao lado de gente assim. Por outro lado, as queixas e reclamações constantes dão lugar a emoções negativas, pioram o humor e os relacionamentos.

Estimule a atitude positiva perante a vida, e não deixe que seu parceiro desanime. Seja otimista, pois independentemente do que aconteça, vocês têm um ao outro. Você sempre pode fazer piadas sobre os problemas com seu companheiro, rir a dois, tirar conclusões e seguir em frente!

Seja atento, apoie seu parceiro

Todos vivemos alguns fracassos que afetam nosso ânimo e autoestima. Faça com que seu companheiro sinta o seu apoio e compreensão. Assim, tudo fica mais fácil e seu parceiro irá se sentir muito melhor.

Dê também atenção aos desejos e necessidades de quem está ao seu lado. Você deve aceitar que o outro não é um reflexo seu nem sua propriedade. Trate os desejos dele ou dela com compreensão, ainda que sejam diferentes dos seus.

Demonstre seus sentimentos

É muito importante lembrar ao seu companheiro que você admira tudo o que ele ou ela faz por você. Agradeça até pelos gestos menores. Não veja tudo de bom que acontece entre vocês como algo natural e automático, diga a sua alma gêmea o quanto você a valoriza.

Demonstre seus sentimentos. Não tenha vergonha de dar amor e carinho, pois isso é fundamental para criar um vínculo forte entre os dois. Faça com que seu companheiro sinta o quanto é especial para você.

Respeite o espaço pessoal do seu parceiro

Duas pessoas não podem e não devem estar juntas 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não se oponha aos interesses do seu amado, e também não renuncie aos seus hobbies. Vocês se apaixonaram um pelo outro assim como são, com todos os hábitos e interesses. Não se deve sacrificar as próprias vontades em nome de uma relação forte. Ninguém valoriza este tipo de coisa.

Seu parceiro não quer ser a causa dos seus sacrifícios. Nem ouvir frases como: «Por sua causa, eu…». Apenas seja feliz. Seu relacionamento deve agregar algo novo aos dois, e não retirar aquilo que já possuem.

A importância do respeito mútuo

É preciso respeitar a opinião e as decisões do outro, mesmo que você não concorde com elas. Respeite sua família e amigos.

O respeito cria uma ligação forte e de confiança entre o casal.

Não esqueça da importância do respeito até mesmo durante uma briga. As discussões geralmente trazem reprovações mútuas. Tenha cuidado com as palavras. A irritação passa, mas é difícil desfazer as ofensas. Não importa quantas vezes você peça perdão após uma briga, as palavras duras deixam cicatrizes profundas na alma do seu ser amado.

Não deixe que o ciúme entre em seu coração

Tente não sentir ciúmes. Com isso, você enfrenta o seu medo de ser abandonado, seus complexos e a falta da confiança em si mesmo. Não acuse nem atormente o outro com cenas de ciúmes. A desconfiança machuca seu amor e acaba provocando justamente os pensamentos que você quer evitar.

O que fazer se o seu parceiro tem ciúmes? Tente acalmá-lo, demonstre o quanto o ama, faça-o ver o absurdo dos seus temores.

Não deixe que o ciúme destrua o relacionamento.

Aceite seu companheiro do jeito que ele é

Não tente mudar seu parceiro, aceite suas peculiaridades e hábitos, pois são eles que tornam uma pessoa única. Não brigue com seu companheiro pelos hábitos que ele ou ela tiver. E, caso você veja que o outro tem um hábito ruim e que uma mudança seria positiva, é sempre possível conversar tranquilamente e corrigir pequenas coisas.

Perdoe os defeitos. Não fique reprovando seu ser amado, é melhor sempre focar nos pontos positivos. Não tenha vergonha de fazer elogios.

Crie lembranças a dois

Não há nada capaz de lhe unir mais ao seu parceiro do que as experiências e lembranças em comum. As viagens, aulas de dança, de mergulho, participação em concursos… façam juntos tudo aquilo que acham interessante e divertido.

Encha sua vida com algo colorido. Até porque é pouco provável que só assistir TV juntos irá deixar uma marca especial na memória.

Transforme sua vida num conto de fadas

Surpreenda sua cara-metade com detalhes agradáveis. Tente trazer coisas novas ao relacionamento com mais frequência.

Alguma surpresa, recados carinhosos, lembrancinhas, pequenas festas sem motivo especial… Tudo isso alegra seu parceiro, cria momentos românticos e tempera com amor a vida cotidiana.

Passe mais tempo com seu companheiro

Não se distraia quando estiver curtindo um tempo ao lado do seu parceiro. O trabalho e as preocupações diárias tomam muito tempo. Então, quando estiver com seu amado,desligue a TV, deixe o celular de lado e aproveite a companhia do seu amor.

Ao longo do dia, se for possível, demonstre atenção e afeto, ainda que a distância. Nem mesmo um trabalho agitado deve ser um obstáculo para isso. Até porque escrever uma mensagem carinhosa na hora de um intervalo não custa nada.

Sonhe com seu parceiro

Pense em alguns dos objetivos que você e seu amado têm em comum. O que vocês dois gostariam de conquistar dentro de 5, 10 ou 20 anos?

Não estabeleça metas a partir de noções comuns sobre felicidade sucesso. Concentre-se naquilo que faz você e seu companheiro realmente felizes.

(via Incrível.club)

Ilustradora: Astkhik Rakimova

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O primeiro e mais importante conselho: a família é o principal negócio da vida

O trabalho dignifica o ser humano e é o meio para proporcionar o bem-estar material à família. Mas nem sempre é fácil, para o homem e para a mulher, chegar a esse equilíbrio trabalho-família, levando em consideração as exigências do mundo empresarial do mundo de hoje.

As seguintes recomendações pretendem servir de reflexão sobre o negócio mais importante da vida: a família.

Ser eficientes durante o horário comercial: durante a jornada de trabalho, é preciso dedicar a ela toda a concentração e empenho possíveis, de maneira que sejam as horas mais produtivas possíveis e, assim, poder terminar tudo e tempo de ir para casa com calma.

Estabelecer limites e prioridades: a família é o cliente mais importante; portanto, deve ocupar seu lugar na agenda com caráter prioritário e sem opção de ser trocada por assuntos do trabalho.

Para garantir que este compromisso seja inamovível, sugere-se estabelecer encontros com data e hora, como se fosse um compromisso profissional. Isso envolve, além disso, aprender a defender este espaço; muitas vezes, será preciso saber dizer “não” a eventos ou convites que não são determinantes para a vida profissional e, ao contrário, são de grande proveito no lar.

Não levar trabalho para casa:  somente em circunstâncias extremas, que o exijam. É preciso aprender a concluir as tarefas laborais para poder curtir a família, sobretudo nesta era das comunicações, na qual é preciso saber “desconectar-se”: desligar o celular, não ficar revisando e-mails, afastar-se um pouco do computador, para não acabar deteriorando o espaço familiar.

Compartilhar os triunfos e as fracassos: não é justo chegar ao lar mal-humorado devido às dificuldades do trabalho. O cônjuge é um apoio e a pessoa mais indicada para escutar e talvez dar um conselho quando estas situações se apresentam, mas sempre com respeito, confiança e amor.

Contar ao cônjuge sobre as preocupações do trabalho: grandes ou pequenos, elas podem tirar o sono; contar ao cônjuge sobre tais dificuldades permitirá que a compreensão e a empatia fluam no casal, evitando, assim, muitos conflitos. É preciso levar em consideração que, diante de um comportamento agressivo ou retraído sem explicações, a imaginação não demora em começar a voar…

Estar em casa de corpo e alma: alguns pais caem no erro de chegar em casa para assistir televisão ou ficar navegando na internet. Quando se está em casa, é preciso dedicar tempo de qualidade, tanto ao cônjuge como aos filhos. O jantar, por exemplo, é um momento especial para que todos estejam juntos à mesa e comentem as experiências que cada um viveu no dia.

Se não é possível ter uma refeição diária juntos, é preciso buscar outro espaço que permita o diálogo e o lazer em família. O importante é evitar que todos cheguem em casa e fiquem trancados nos respectivos quartos. Cuidado: é preciso lutar por ser uma família “unida”, e não uma família apenas “junta”.

Tempo a sós com o cônjuge: este não é apenas um conselho, mas o resultado de diversas pesquisas que demonstram que um encontro semanal com o esposo(a), sem filhos nem distrações, une o casal e o fortalece – e isso acaba sendo benéfico para os filhos também.

Fonte: LAFAMILIA.INFO

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Sentiam-se atraídos um pelo outro.

Veneravam-se esteticamente.

Ele era um belo exemplar de homem.

Ela, uma linda moça.

Além disso, sentiam enorme atração física, e, mais que isso, necessidade um do outro.

O que mais faltava para um bonito casamento?

O tempo revelou que faltava “amizade”…

Achavam que o que sentiam era sinal de amor, quando, na verdade, era sinal de paixão.

A paixão dificilmente consegue se transformar em amizade, porque é egoísta, imediatista e possessiva.

O amor não só consegue, como é amizade, porque é altruísta, quer o bem do outro e respeita o outro.

Por isso mesmo, um casamento pode estar cheio de paixão e carinho e talvez não satisfaça os dois;

porque paixão e carinho nem sempre significam amizade.

E, às vezes, um casamento nada tem de impetuoso, pode até faltar a ele a graça de um namoro juvenil, mas, se os dois se querem como amigos sinceros, chegarão aos vinte e cinco e aos cinquenta anos.

Marido e mulher que não conseguem ser amigos, acabam em cobrança cruéis e vinganças ainda mais cruéis.

Marido e mulher que conseguem ser amigos descobrem, com o tempo, que o elo do matrimônio, mais que o desejo, que também precisa existir, é o respeito pelo outro, por seu modo de ser e por suas ideias.

Se não existe amizade, dificilmente existe um verdadeiro casamento.

Matrimônio é amizade: a mais profunda possível, mas “amizade”…

Por isso, os dois erraram.

Pensavam que amizade fosse uma coisa e amor fosse outra.

Não entenderam que os grandes amores encerram grandes amizades. Não entenderam que é possível ser amigo sem sexo nem matrimônio, mas que é impossível ser marido e mulher de verdade, sem amizade…

O mundo está cheio de casais que perderam a amizade…

Texto retirado do livro: Amizade Talvez Seja Isso, Pe. Zezinho, scj

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