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Happy senior woman and man enjoying in the park.

Filmes de romance frequentemente retratam o casamento como um processo em que o entusiasmo dos recém-casados acaba dando lugar, inevitavelmente, a um relacionamento amargo. Isso corresponde à realidade?

Filmes de romance frequentemente retratam o casamento como um processo em que o entusiasmo dos recém-casados acaba dando lugar, inevitavelmente, a um relacionamento amargo.

Essa não é, porém, a experiência mais frequente entre aqueles que são casados há muitos anos. Foi isso que concluiu um estudo da Universidade do Estado da Pensilvânia, dirigido pelo professor de sociologia da família e demografia Paul Amato.

A pesquisa, intitulada Changes in Spousal Relationships over the Marital Life Course (“Mudanças nos relacionamentos conjugais durante o curso da vida marital”), acompanhou 1617 pessoas, incluindo divorciados, viúvos e 205 casais, durante um período de 20 anos.

“O leque de resultados possíveis em casamentos de longa duração é amplo”, admite Amato em uma entrevista realizada por Alysse ElHage para o Institute for Family Studies.

“Alguns casais permanecem em casamentos que não são particularmente satisfatórios, enquanto outros descobrem que seus atribulados casamentos melhoram com o decorrer dos anos. O que o nosso estudo pode dizer é que ser feliz, compartilhar atividades com o cônjuge e ter um casamento pacífico depois de 20, 30 ou 40 anos é algo bastante habitual.”

O estudo constata que, de fato, os primeiros 20 anos contêm períodos de maiores desafios. A criação dos filhos, dificuldades econômicas ou obrigações de trabalho podem acrescentar significativas doses de estresse à relação, o que exige um maior esforço dos casais.

“Quando os casais se comprometem a seguir juntos durante as épocas difíceis, permanecem fiéis e se esforçam de forma ativa para resolver seus problemas, então os resultados positivos a longo prazo – embora não garantidos – são habituais”, diz Amato.

À medida em que a relação amadurece a as circunstâncias de vida mudam, a experiência mais comum é que a estabilidade jogue a favor dos cônjuges.

“Ao contrário do que muitos creem, a qualidade da vida matrimonial não tem por que decair: ela costuma permanecer alta e até melhorar ao longo das décadas”, conclui o pesquisador.

(via Sempre Família)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Precisamos ensinar aos nossos filhos que uma vida boa significa muito mais do que ter um ótimo trabalho

 

Os  padrões de ensino visam preparar um aluno, começando com o jardim de infância, para a carreira que ele terá eventualmente – seja isso após o ensino médio ou após o ensino superior.

A grande maioria das escolas, públicas ou privadas, seculares ou católicas, tem objetivos semelhantes. Atualmente, a educação é para o bem-estar de ter a melhor carreira possível.

Eu quero que meus filhos também tenham grandes carreiras, mas não porque ter um emprego estável significa qualquer coisa em si mesmo. Não, eu só quero que meus filhos sejam felizes. Minha avó costumava dizer: “O dinheiro não pode fazer você feliz, mas não ter dinheiro pode deixá-la na miséria!”. Eu gostaria de protegê-los desse tipo particular de infelicidade, se eu puder. Uma boa carreira não é um objetivo ruim e as escolas e os pais têm razão em querer dar a seus alunos todas as vantagens práticas que puderem.

Infelizmente, todo o sucesso no mundo não é garantia de felicidade, então, e se pudéssemos fazer melhor? E se pudéssemos educar nossos filhos para se tornarem felizes, não apenas em direção a uma ótima carreira que, esperamos, contribuirá para a felicidade deles?

A educadora Karen Landry, escrevendo para a Newman Society, diz que a educação pode fazer exatamente isso, e nesse sentido é chamada de artes liberais. Para um cristão, ela explica: “A verdadeira felicidade é encontrada em Deus. Feitas à Sua imagem e semelhança, nossas almas devem refletir Sua ordem divina. A alma, orientada para Deus, apaixonada por Deus e sujeita à Sua vontade, é feliz”. Ela continua: “Uma educação artística liberal é um meio de ensinar o aluno a ser feliz aprendendo a amar o que é bom, verdadeiro e bonito. Deus é a Origem de toda bondade, verdade e beleza – e isso significa amá-Lo e ordenar a sua vida em conformidade”.

Você pode ver por que a maioria das escolas não é capaz (mesmo se estiverem dispostos) a ensinar a essa compreensão da felicidade. E, certamente, fico feliz que sejam ensinadas aos alunos habilidades práticas e concretas que ajudarão a apoiá-los na vida adulta. Mas nós, como pais, precisamos ter em mente que as escolas não estão oferecendo educação em felicidade; elas estão oferecendo uma educação para o sucesso profissional e, cruzando os dedos, esperando que o sucesso ofereça ao aluno uma vida feliz.

Não precisamos simplesmente cruzar os dedos e esperar. Os pais, escreve São João Paulo II, são os “primeiros e mais importantes educadores de seus filhos”, mesmo quando delegaram essa tarefa a outros professores. Isso nos faz ensinar aos nossos filhos que viver uma vida boa significa muito mais do que apenas ter um bom emprego.

Como fazemos isso? É assustador, especialmente quando a energia dos nossos filhos já é ocupada com seu dia escolar. Por sorte, as artes liberais, sendo ordenadas para o florescimento humano, têm uma maneira de encaixar em qualquer lugar onde são encontradas a bondade, verdade e beleza.

Landry escreve: “No coração de uma educação artística liberal encontra-se o envolvimento do aluno… com experiência pessoal de verdade, bondade e beleza de inúmeras maneiras: música, poesia, dança, drama e esportes, para citar alguns. Diariamente, esses encontros moldam suas afeições, ordenam suas almas e incentivam a autorreflexão”.

É a experiência desses três aspectos fundamentais do mundo que é a educação real. Mesmo que você não possa enviar seus filhos para uma escola orientada para as artes liberais, nada pode impedi-los de acessar a verdade, a beleza e a bondade. Tanto quanto você puder, exponha seus filhos à beleza. Conheça a verdade com eles, experimente a bondade e fale sobre tudo isso; nunca pare de ter uma conversa tão importante sobre o lugar central que essas três coisas devem ocupar em nossas vidas. Ensine a eles o que cada uma significa e modele esses valores em sua própria vida.

Este é o cerne do que as artes liberais enfatizam, e pode ser um lembrete constante para você e seus filhos das prioridades reais da vida – encontrar a felicidade em Deus e desenvolver uma compreensão de quem você é e foi feito para ser.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Entenda a diferença – e se permita ser mais feliz, inclusive nas horas difíceis!

Dentro da espiritualidade cristã, Deus é a própria Felicidade, pois Ele é a Realização Plena do Ser e a felicidade consiste em realizar-se plenamente.

Atenção: a felicidade não consiste em “ter-se realizado plenamente” – ela consiste em “realizar-se plenamente”, em “estar-se realizando plenamente”. A felicidade é um processo em andamento, é um agora, é um hoje, e não o efeito estático de um “ontem ideal”. Deus é Felicidade Plena porque Deus É – sempre! E nós podemos ser felizes ao participar o mais plenamente possível do ato de ser (e ser é muito mais que ter, fazer, saber…).

Felicidade, portanto, tem a ver com a intensidade com que somos.

Por isso mesmo, nem sempre a felicidade se manifesta de maneira “festiva” e exteriormente “exultante”: muitas vezes, nossos sentimentos podem estar “em baixa”, com as típicas e naturais variações do humor que afetam todo ser humano. Acontece que a felicidade não é um “sentimento”, nem um quadro médico de perfeito equilíbrio dos hormônios ou dos neurotransmissores: a felicidade é uma atitude consciente, é uma decisão consciente de vida, é a postura de quem reconhece com realismo, serenidade e maturidade que está em processo contínuo de “realizar-se”, de crescer no próprio ser, inclusive em meio às provações e dificuldades mais desafiadoras.

Mesmo nos momentos de profundo desânimo sentimental, nos quais a “sensação” de alegria se apaga em trevas espessas, a pessoa que é feliz em seu espírito e em sua consciência se mantém serena, estável: ela enfrenta com determinação e força as “sabotagens” do humor e dos sentimentos, pois não perde de vista a constatação objetiva de que as circunstâncias externas serão sempre variáveis – e de que é nelas que exercitamos, vivencialmente, o ato presente de ser, de “realizar-nos”, o ato presente de escolher livremente, agora, entre aquilo que importa de verdade (ser) e aquilo que é auxiliar (ter, saber, fazer…).

A felicidade é uma questão de perspectiva no momento presente; é uma atitude positiva e decidida, sempre no agora, de aprendizado, de escolha, de crescimento, de superação e de aperfeiçoamento contínuo, quaisquer que sejam as circunstâncias; a felicidade não é um distante e abstrato ponto futuro de chegada: a felicidade é o próprio trajeto, é o próprio processo de realizar-se, consciente e perseverante. Agora. Não ontem, nem amanhã.

É claro que também há momentos, e são muitos, nos quais a felicidade coincide com a alegria – mas felicidade e alegria não são a mesma coisa. Alegria é um estado de bom humor, de sentimentos “leves”; por isso mesmo, é uma “sensação” que vai e vem. Aproveite os momentos de alegria e seja grato por experimentá-los. Mas, para a sua felicidade verdadeira, não os confunda com… a felicidade verdadeira.

Fonte: Aleteia

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Se a alma morre, o restante perde a sua utilidade. Vamos procurar obter vitaminas suficientes para que isso nunca aconteça.

O coração exige nutrientes e, embora possa soar um pouco cafona, eu sei que o meu precisa principalmente de vitaminas. Estas não são quaisquer vitaminas, mas são do tipo A, B, C. Isto é, para sobreviver, eu preciso de abraços, bondade e carinho.

Humanamente falando, não acredito que exista alguém no mundo que não precise disto. As emoções que nos invadem se alimentam do contato direto com os outros e nos enchem quando vêm em nome do amor. São tão necessárias quanto respirar.

Qualquer tipo de amor sempre inclui essas três vitaminas. De fato, se você pensar em algum tipo que não conta com elas, provavelmente você não está falando de amor, mas sim de algo que talvez se pareça com ele, mas que nesse estado nunca poderá completá-lo tanto quanto o sentimento verdadeiro e compartilhado.

A minha vitamina A: abraços sem medida

Então, uma das vitaminas mais importantes que todo corpo haverá de receber é aquela que absorvemos através dos abraços. Sim, esses que unem até as partes mais quebradas da alma para que se refaçam novamente, e nunca se rompam totalmente. Você já sabe, aqueles que fazem você se sentir menos sozinho ou ter menos frio porque acompanham e reconfortam.

Procuro sem limites esse tipo de abraços, próximos e sem limitações, porque os que mais valem a pena são os espontâneos e, às vezes, tímidos. Tenho certeza de que tanto você como eu não queremos abraços premeditados ou calculados, por mais bonitos que pareçam olhando de fora.

O que é bonito é que se sente ao recebê-los, já que são vitaminas que nos trazem muitos benefícios saudáveis. Por exemplo, melhoram nosso próprio estado de ânimo, aumentam a serotonina do corpo, relaxam os músculos, diminuem a pressão arterial, lutam contra a tensão nervosa, etc.

A minha vitamina B: bondade do coração

Da mesma forma que a anterior, a vitamina B é necessária: a que provêm daquelas pessoas que praticam a qualidade do bem. Quando o corpo está rodeado de gente boa de coração, conseguimos que o nosso próprio também seja um pouco mais generoso, que bata com menos temor.

Alguém bondoso é agradável e mostra compaixão, disposto a ajudar sem pedir nada em troca: agradável e generoso. Para isso eu – que procuro um pouco de tudo isto na minha vida – me apaixono com facilidade por aqueles que, com empatia, praticam a bondade.

Eles me fazem ser um pessoa melhor e por isso reconheço que gosto deles e os aprecio na minha vida. Sempre os escolho como fonte de aprendizagem, e graças a eles posso crescer todos os dias.

A minha vitamina C: carinho, com sinceridade

Por fim, de nada valeriam as vitaminas A e B se não viessem de mãos dadas de uma pequena dose de carinho. O afeto e a ternura são capazes de dar ânimo de diferentes formas: uma carícia, um sorriso, palavras oportunas…

O carinho dos outros nos dá felicidade e nos faz sentir queridos, por isso é indispensável para o meu corpo. Esta expressão de afeto e reconhecimento faz com que nos sintamos especiais entre a multidão e nos oferece a vitalidade suficiente para não cair diante das adversidades.

A personalidade se rejuvenesce com o carinho porque nos sentimos valorizados, apreciados e cheios de confiança. Esta vitamina é um bálsamo para a autoestima, tanto se sai de nós quanto se entra. O importante é que esteja no ar que nos rodeia.

Por todas estas razões, não deixe de cuidar da alimentação do coração. É verdade que precisamos de muitas outras coisas para avançar na vida, mas se a alma morre, o restante perde a sua utilidade. Vamos procurar obter vitaminas suficientes para que isso nunca aconteça.

Fonte: Aleteia – via Mente Maravilhosa

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Como lidamos com as dúvidas que temos, quando sentimos que não somos bons o bastante, infelizes com alguns aspectos de nós mesmos?

Quanto mais eu falo com as pessoas sobre suas dificuldades, mais eu percebo que todos temos um pouco de insatisfação com relação a nós mesmos.

Eu tenho, e eu aposto que todo mundo que está lendo isso também tem. Considere algumas das maneiras de estar insatisfeitos diante de nós mesmos:

– Temos um constante sentimento de que deveríamos ser melhores, fazer melhor, ser mais produtivos, mais conscientes, e assim vai.
– Duvidamos de nós mesmos quando temos que falar em um grupo ou em público, e sentimos que não somos bons o bastante para contribuir.
– Estamos infelizes com alguns aspectos de nós mesmos, como nossos corpos, a aparência do nosso rosto, o modo como procrastinamos ou como ficamos com raiva ou perdemos a paciência como parceiros ou pais.
– Achamos que precisamos melhorar.

Essa é uma condição constante, e até mesmo se recebemos o elogio de alguém, achamos uma maneira de minimizá-los em nossas mentes, porque achamos que não somos bons o suficiente para aquele elogio.

Isso afeta nossas vidas de tantas maneiras: podemos não ser bons em fazer amigos, falar em público ou em grupo, encontrar um parceiro, fazer o que temos paixão, encontrar contentamento conosco e com nossas vidas.

E não gostamos de nos sentir dessa forma, então fugimos. Encontramos distração e conforto na comida, álcool, drogas ou nas compras, atacamos outras pessoas quando estamos na defensiva. Isso está no núcleo de quase todos os nossos problemas.

Então como lidamos com esse problema estrutural? A resposta é profundamente simples, apesar de não ser fácil.

Antes de eu explicar como lidar com o problema, devemos discutir algo primeiro – a ideia de que precisamos estar insatisfeitos diante de nós mesmos para fazer melhorias em nossas vidas.

Infelicidade com o Eu como um motivador

Eu costumava pensar, como muitas pessoas pensam, que se estamos infelizes diante de nós mesmos, nos guiamos para melhorar. E se, do nada, ficássemos contentes conosco, pararíamos de fazer qualquer coisa.

Eu não acredito mais nisso. Eu acredito que às vezes somos levados a fazer melhorias porque estamos insatisfeitos conosco, e isso não é ruim. Temos a esperança por algo melhor.

Mas considere que:

– Quando estamos insatisfeitos conosco mesmos, é difícil ficarmos felizes quando fazemos algo bom. Ainda estamos insatisfeitos. Então, fazer algo bom não chega a ser a recompensa que deveria ser.
– Temos o hábito de fugir desse sentimento ruim de nós mesmos, então a procrastinação e a distração se tornam o modo padrão, e isso fica no caminho de nossos esforços. Na verdade, nós nunca solucionaremos os problemas da distração e procrastinação até que aprendamos a lidar com esse problema de infelicidade.
– A infelicidade pode atrapalhar nossas tentativas de nos conectarmos com outros (porque pensamos que não somos bons o bastante, então sentimos ansiedade em conhecer outras pessoas). Não podemos resolver isso, não importa quanto você queira melhorar, até que tratemos do problema inerente.
– Até quando queremos melhorar, o sentimento de insatisfação não vai embora. Então tentamos melhorar mais, e ainda assim ele não vai embora. Na minha experiência, ele nunca vai, até que você esteja pronto para enfrentá-lo face a face.
– Durante esse incrível período de autoaperfeiçoamento guiado pela insatisfação, não nos amamos. E isso é triste.

Então é possível fazer as coisas e fazer melhorias sem estar insatisfeito consigo mesmo? Eu descobri que a resposta definitiva é “sim”.

Você pode se exercitar e comer bem não porque você não gosta do seu corpo e quer torná-lo melhor… mas porque você se ama e quer inspirar sua família. Você pode se exercitar por amor pelas pessoas que isso irá ajudar. Você pode se organizar, sair da dívida, ler mais, e meditar, não porque você está insatisfeito, mas porque você ama os outros e a si.

Na verdade, eu iria dizer que você está mais propenso a fazer todas essas coisas se você se amar, e menos propenso se você não gostar de si.

Lidando com a insatisfação

O que podemos fazer em relação à contínua insatisfação diante de nós mesmos? Como lidamos com as dúvidas que temos, quando sentimos que não somos bons o bastante, infelizes com algumas partes de nós mesmos?

Acontece que esses sentimentos são oportunidades perfeitas para aprender sobre nós mesmos e como ser amigos com nós mesmos.

Aqui está como:

1. Toda vez que tivermos esses sentimentos, podemos parar e apenas perceber.
2. Interiorize o sentimento, observe como ele se comporta no seu corpo. Esteja curioso sobre como isso faz você se sentir fisicamente.
3. Em vez de fugir desse sentimento, permaneça com ele. Em vez de rejeitá-lo, tente se abrir para ele e aceitá-lo.
4. Abra-se para a dor desse sentimento, e veja isso como um caminho para abrir seu coração. Dessa forma, manter contato com a dor é um ato libertador.
5. Veja esse sentimento difícil como um sinal de um bom coração, suave, delicado e amoroso. Você não se importaria em ser uma boa pessoa, ou uma pessoa “boa o bastante”, se você não tivesse um coração bom. Existe uma bondade básica por trás de todas as nossas dificuldades, e só precisamos permanecer e perceber a bondade.
6. Sorria para si, e cultive uma simpatia incondicional para tudo que você vê.

Veja, eu não estou dizendo que isso é um método fácil, ou que irá curar nossas dificuldades de uma só vez. Mas pode começar a formar uma relação confiável conosco mesmos, o que pode fazer uma diferença incrível.

Eu recomendo que você pratique isso toda vez que você notar uma autocrítica, dúvida, infelicidade consigo, dureza com o que você enxerga em si. Leva apenas um minuto, enquanto você encara o que sente e permanece com isso, com simpatia incondicional.

Se você realmente quiser focar nessa mudança poderosa, reflita sobre isso uma vez por dia relatando isso ao fim de cada dia, revisando como você fez e o que você pode fazer para lembrar de praticar.

No final, eu acho que você descobrirá que o amor é um motivador mais poderoso do que a infelicidade consigo. E eu espero que você encontre uma amizade consigo que irá irradiar nas relações que você tem com todas as outras pessoas que você conhece e encontra.

Fonte: Administradores

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Descubra como a gratidão melhora a vida

A emoção de expressar o valor daquilo que se tem, reconhecendo sua importância, dá nome a um dos sentimentos mais bonitos que conhecemos no ser humano, a gratidão.

E além de ser uma palavra bonita e cheia de positividade, é uma das chaves que deveria fazer parte do caminho de todos aqueles que buscam a felicidade e a vida plena. Afinal, quem não gosta de se sentir grato?

Agradecer nos tira da posição de vítima dos acasos da vida e nos coloca no papel de protagonista, apresentando uma gama imensa de elementos do mundo que tornam nossas queixas mais insignificantes. Tal como o filósofo Alphonse Karr ensinava, é quando paramos de reclamar dos espinhos das rosas e admiramos as rosas dos espinheiros.

Mas se a gratidão melhora a vida e é um caminho a se seguir para uma vida mais plena, você já pensou no quanto ela está presente em você?

Hoje lançamos a seguinte proposta: agradecer mais!

Caso não estiver se sentindo muito bem e não conseguir pensar em motivos e razões para ser grato, listamos alguns que podem lhe ajudar:

Estar vivo

Lembro que quando era criança, aproximadamente com 8 ou 9 anos, estava brincando com meu irmão no clube. Como era a piscina dedicada a saltos ornamentais, sua profundidade chegava a 5 metros, ou seja, não tinha a menor possibilidade de dar pé. No meio da brincadeira, meu irmão começou a se apoiar nos meus ombros e, logo eu estava mais tempo dentro d’água do que fora, sem respirar e tentando voltar loucamente para a superfície… lembro que a vida [até então curta] passou inteirinha pela minha mente enquanto ouvia as risadas daquele que não entendia o que estava acontecendo embaixo d’água.

Viver uma experiência de risco de vida (seja uma doença ou um acidente grave) faz com que qualquer um passe a entender melhor o valor da vida. Aqueles minutos que poderiam ser os finais são desesperadores, fazendo com que o seu único objetivo seja sobreviver.

Claro que é comum deixar de agradecer algo tão natural, mas a possibilidade de estar vivo e poder viver o amanhã é um motivo e tanto para agradecermos.

Estar cercado de pessoas que te amam

Acabar uma relação ou perder alguém especial é sempre motivo para questionar se podemos amar e ser amados. A resposta mais clara é que sim, estamos cercados de pessoas que nos amam muito e que às vezes deixamos em segundo plano por causa de um relacionamento amoroso mal sucedido.

Somos frutos do amor de uma mãe e descobrimos o amor no ambiente familiar, um tipo de amor que nunca vai acabar. Também descobrimos o amor com pessoas que aparecem pela vida, algumas se tornam amigos, outras colegas e outras viram namorado ou namorada. Lembre-se de ser agradecido por cada uma dessas pessoas que te cercam e te amam. Seja grato também por poder amar elas.

Ter coisas que ama

Você pode sonhar e desejar o novo iPhone, um novo Playstation e um guarda roupa cheio de peças novas daquela marca que você tanto ama, mas o que acha de parar de pensar naquilo que gostaria de ter e olhar com mais carinho para o que tem? Sua casa, seus móveis, suas roupas, seu celular, seus livros, seus relógios, seu gatinho vira-lata…

Sonhar com mais do que se tem é natural, mas não esqueça de olhar com carinho para aquilo que já conquistou e no valor de tudo quando entrou na sua vida.

Estar em uma das fases mais confortáveis da humanidade

Houve um tempo em que o homem saía para caçar ursos ou tigres com uma pequena lança de madeira e comíamos carne crua por não dominar o fogo. Em outro tempo, morríamos contaminados após beber a água do rio que beirava nossa casa por conta de um animal morto em sua corrente. Em um tempo, tivemos que viajar por dias andando a pé para visitar algum parente em outra cidade, se não tivéssemos condições de comprar algum cavalo ou mula extra além da que levava nossas coisas. Em outro momento, fazíamos nossas necessidades em baldes durante a noite e jogávamos pela janela pela manhã.

Coisas tão comuns como ter acesso a um chuveiro quente, a um microondas e a um automóvel ou transporte público são conquistas recentes. Sinta-se agradecido por viver em um tempo assim.

Estar saudável

Acordar de manhã, levantar da cama, tomar banho, escovar os dentes, preparar o café da manhã, comer e sair para trabalhar. Se você soubesse o tanto de gente que sonha com isso…

Ser grato diante de pequenas coisas que podemos fazer só por estarmos saudáveis é o mínimo.

Ter aprendido com superações

Se a vida é um aprendizado, só aprendemos naqueles momentos em que nos superamos. Passar por tristezas e desafios que nem imaginávamos ter o poder de superar nos transforma como pessoas, normalmente para melhor.

Se estiver passando por um momento difícil, procure em seu passado tudo aquilo que já superou e você vai entender melhor como encontrar a gratidão por esse aprendizado.

Aproveitar as pequenas alegrias do cotidiano

Ouvir a chuva enquanto dorme, ver a luz do sol iluminando o quarto pela manhã e sentir cheiro de café tomando a cozinha: por que não aproveitar esses pequenos momentos agradáveis e ser grato a eles?

Ter bons motivos para agradecer

Tenho certeza que nessa pequena lista encontrou alguns motivos para sentir gratidão. Espero que tenha muitos mais motivos que os listados aqui e aproveite também para deixar suas dicas do que agradecer.

Seja grato por cada momento, porque agradecer pela felicidade a deixa ainda maior.

Fonte: Eu te amo hoje

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Deus tem um convite especial para você nos dias de tristeza

Quem já não teve um dia triste em sua vida? Podem existir ou não razões concretas, mas essas pequenas variações de humor são normais e precisam ser administradas com sabedoria. Não estou falando da depressão, uma doença que deve ser tratada, mas daquele desânimo passageiro que nos deixa um pouco “para baixo”.

O próprio Jesus sentiu uma profunda tristeza quando se aproximou o momento em que seria morto na cruz. Conta a Bíblia que Ele convidou três dos Seus melhores amigos para ir a um lugar afastado onde queria rezar, mas não queria estar sozinho.

Toda pessoa enfrenta um dia triste pelo menos algumas vezes na vida

Quem já não teve um dia triste em sua vida? Podem existir ou não razões concretas, mas essas pequenas variações de humor são normais e precisam ser administradas com sabedoria. Não estou falando da depressão, uma doença que deve ser tratada, mas daquele desânimo passageiro que nos deixa um pouco “para baixo”.

O próprio Jesus sentiu uma profunda tristeza quando se aproximou o momento em que seria morto na cruz. Conta a Bíblia que Ele convidou três dos Seus melhores amigos para ir a um lugar afastado onde queria rezar, mas não queria estar sozinho.

Não se isole

Esse é o primeiro erro que, normalmente, cometemos quando a tristeza bate à nossa porta. Nós a convidamos para entrar e ficamos curtindo-a de maneira solitária, com nossos “botões”. A solução é ter a humildade de pedir a ajuda de Deus e dos amigos.

Rezar é o primeiro remédio, realmente eficaz, diante da tristeza. Deus nos ouve e encontra sempre uma maneira, surpreendente, de nos consolar. O que acontece é que, muitas vezes, estamos tão chateados, que nem temos inspiração para dizer nada a Deus. E precisa?! Nesses momentos, todas as palavras dizem quase nada e uma palavra parece que já é demais.

Então, como rezar?

Uma sugestão é abrir a Bíblia e ler um Salmo qualquer. Você verá que a tristeza estava no coração dos autores de muitos daqueles poemas sagrados. Alguns estavam até indignados com Deus. Escutamos frases extremamente verdadeiras como: “debaixo dos salgueiros penduramos nossas harpas e nos pusemos a chorar. Como cantar em uma terra estranha?”.

É sinal de maturidade espiritual mostrar o coração para Deus do jeito que ele se encontra. O Senhor não quer nos ver maquiados ou com algum tipo de máscara. O próprio apóstolo Paulo, quando nos aconselha, reconhece que, nem sempre, estamos tão bem: “Está alegre? Cante! Está triste? Reze!”.

Santos e sábios procuraram entender essa dinâmica interior. Inácio de Loyola, por exemplo, a chamou de “moções”. Seriam movimentos de ânimo que variam de consolação para desolação. Vale a pena conhecer os Seus Exercícios Espirituais, nos quais ele estabelece regras para discernir o significado desses “sentimentos místicos”.

Dizem que até a grande Santa Teresa d’Ávila viveu grandes momentos de tristeza espiritual. Apesar disso, manteve-se fiel. Esse é um sinal muito seguro de que o amor é autêntico. Quando vivemos momentos de euforia, não podemos ter certeza de que aquilo que estamos fazendo é movido por “puro amor”.

Aproveite a hora de tristeza e desolação para purificar as suas motivações. Lembre-se: nada como um dia depois do outro.

(Trecho extraído do livro “Pronto, falei!”, via Canção Nova)

Fonte: ALBAN

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São muitas as experiências positivas que você pode permitir a si mesmo ao longo de sua existência – e a capacidade que você tem para realizá-las é fascinante

São muitas as experiências positivas que você pode permitir a si mesmo ao longo de sua existência e, ao mesmo tempo, a capacidade que você tem para realizá-las é fascinante, apostando em seu crescimento pessoal. Definitivamente, são emoções e sentimentos que você pode gerar com simplicidade e que potencializam seu ser a aprender a viver de forma bonita.

Dentro deste âmbito, na hora de tomar responsabilidade sobre nós mesmos para evoluir “positivamente”, é importante se lembrar da importância das necessidades pessoais. Se você não se valoriza, se cuida e apoia a si mesmo, não estará se respeitando e estará sabotando sua essência vital.

Por isso, é necessário lembrar que podemos, sim, nos responsabilizar por nossas próprias necessidades e, ao mesmo tempo, do cuidado por aqueles que nos cercam. Dessa forma você terá mais capacidade de se animar e fazer com que as pessoas gostem de você, sendo livre para experimentar as quatro experiências que todos nós merecemos ter e sentir por nós mesmos. Iremos compartilhá-las a seguir.

“Somente sob uma calma interna o homem foi capaz de descobrir e formar entornos tranquilos”.– Stephen Gardiner-

Experiências que devem fazer parte de nossas vidas

1.Viver o presente passando tempo com as pessoas apropriadas

O aqui e o agora constituem a magia do presente para permitir que nos sintamos vivos. Nos referimos a sentir o momento com o coração e com sinceridade, deixando de dar tanta atenção à necessidade de planejar constantemente e esperar pelo futuro.

O agora é o único momento garantido para você e que verdadeiramente vale a pena experimentar por si próprio. Nos referimos a aquilo que acontece no momento e que constantemente deixamos passar, sem sermos conscientes disso. Por isso, viva e aproveite o presente com aquelas pessoas que fazem você se sentir mais vivo e mais autêntico.

Junto de pessoas que o acompanham diariamente, dando apoio-lhe e fazendo parte de quem você deseja ser, sem pedir nada em troca. Faça isso com as ferramentas básicas para compreender, mas não se deixe levar por aquelas pessoas que só geram desconfortos emocionais, pessoas com personalidades tóxicas.

2.Valorize o aprendizado positivo que seus erros venham a lhe ensinar e priorize sua própria felicidade

Você é dono da sua própria existência. Cuidar e apoiar a si mesmo é a matéria na qual, em plena era de estados emocionais comuns como a ansiedade e o estresse, precisamos prestar mais atenção. Deixar-nos levar e não atender nossas próprias necessidades nos leva a uma não valorização, a não nos amarmos.

Por isso é normal, em alguns momentos, passarmos por situações ruins. Para superá-las com sucesso precisamos ter à mão as ferramentas básicas que permitam entender a nós mesmos. Fingir ser perfeito também gera situações de ansiedade, que apenas bloqueiam e nos impedem de sermos nós mesmos.

Comecemos, então, a pensar que os erros são um presente, já que constituem as pedras dos degraus do progresso. Errar em algum momento indica que estamos no caminho, nos esforçando e tentando alcançar o que queremos sem nos rendermos. Proponha a si mesmo correr riscos, atreva-se a sair da sua zona de conforto, e se você cair, não deixe de se levantar e tentar novamente. Pode ser que um desses erros seja o caminho que leva ao seu maior sucesso.

3.Seja honesto consigo mesmo, enfrentando seus problemas com humildade

Quando falamos de honestidade, nos referimos àquela capacidade que nos permite perceber o que é errado, o que não é e o que pode ser mudado. Seja honesto com aquilo que você deseja, com quem você pretende ser e com quem você foi no passado, tirando disso o aprendizado que lhe permite evoluir positivamente.

Mentir para si mesmo também é uma falta de respeito. Você já sabe que a pessoa que sempre vai estar ao seu lado é você mesmo, aceite isso. Além disso, se você se permitir ser aberto consigo mesmo, será capaz de se conhecer melhor e será mais fácil impedir que seus problemas lhe façam muito mal.

Costumamos nos queixar diariamente das coisas que não acontecem como gostaríamos que acontecessem, nos esquecendo do grande detalhe de que os problemas não desaparecem a menos que tomemos alguma ação. Se me permite dar-lhe um grande conselho “Faça o que puder, quando puder e reconheça o que você mesmo fez”Dê pequenos passos na direção que você acredita ser a correta, ainda que precise de um pequeno retrocesso para tomar impulso.

4. Comece a ser você mesmo e seja mais amável consigo mesmo

A forma como você trata e ama a si mesmo estabelece um certo nível para aqueles que estão ao seu redor. O amor por si mesmo, permitindo-se ser quem você verdadeiramente é, em essência, precisa começar a partir de você. Não espere isso de ninguém.

Fingir ser como os demais querem que você seja ou tentar satisfazer todas as necessidades das outras pessoas só irá fazê-lo perder o “ser” que você mesmo é. Não se afaste da sua essência e abrace a si mesmo, seja sincero e sempre coloque todo o seu coração naquilo que faz.

“A tranquilidade perfeita consiste em uma boa ordem da mente, em seu próprio reino”.
-Marco Aurélio-

Fonte: Mente Maravilhosa

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Ser solteira não é nem de longe sinônimo de solidão

Tem coisa mais chata que aquela pergunta da sua tia em um almoço de família no domingo: E os namoradinhos? Tem. É aquela pergunta de quem não te vê há meses, te encontra na rua e solta aquela frase que deveria ter ficado apenas no pensamento: E aí, está namorando?

Eu queria registrar a cara de decepção das pessoas quando respondo a essas perguntas com um não. E logo em seguida, vem aquela fala doce em tom de desculpas como se isso fosse um erro.

“Ah mais você é tão bonita, como assim não tem ninguém”, “Ó quem muito escolhe acaba sendo escolhido.” Aposto que você já foi bombardeada(o) com essas frases que nos causam riso.

Depois de um tempo a gente cansa de dar sempre as mesmas respostas e as pessoas confundirem isso com desculpas. Não vejo problema algum em querer um tempo pra si, em querer se dedicar a um projeto ou querer viajar pelo mundo sem ninguém. Eu não preciso estar casada aos 30, com filhos, uma carreira profissional de sucesso, a tese de mestrado pronta e me preparando para defender o doutorado.  Eu posso querer ficar em casa no feriado, atualizando as minhas séries ao invés do meu currículo. Eu posso gostar da companhia dos meus amigos e adorar ir ao cinema assistir um romance e chorar feito um bebê não como quem está desesperado por um amor, mas como quem achou aquela história bonita. Eu prefiro um coração feliz a um coração machucado e sinceramente, eu me divirto com as minhas séries.

Essa visão errônea das pessoas de que quem está solteiro necessariamente está sozinho, mostra a visão destorcida do amor. O amor não é uma questão de tentativas com medo de ficar só. O amor nem de longe é refugio, abrigo, por medo da solidão. As pessoas colocam a responsabilidade de ser feliz nas mãos do outro, achando que um relacionamento é a chave para aliviar toda angustia, tristeza e dor. Antes de ser um bom par é fundamental ser um bom impar, gostar da tua companhia, gostar daquilo que você vê no espelho todos os dias e da pessoa incrível que você tem se tornado. É fundamental se conhecer e se amar. Gostar do teu cabelo dessarumado, do teu jeito bagunçado e da sua loucura.

As pessoas sempre irão arrumar um jeito de saber das “atualizações” de nossa vida. Hoje você está solteira, então a pergunta da vez é: Quando você vai namorar? E aí você entra em um relacionamento e surge outra questão: Quando você irá se casar? E então você se casa e vem o tal: “Quando vocês irão ter filhos?” e por aí se segue a lógica de quem parece esperar muito de nós e de nossas vidas, QUANDO na verdade é só curiosidade alheia pela vida do outro.

Relacionamento não é sinônimo de felicidade. A gente sabe quando tem e quando é amor. Depois de tantos tombos a gente prefere dar um tempo como quem deseja se recompor. Como quem se olha no espelho e só enxerga espinhos e sabe que precisa se ver flor. Depois de alguns “quases” a gente dá uma desacelerada como quem não quer embarcar em nada só porque o coração acelerou, ele nos engana às vezes. Eu quero nós, porque laços se desfazem depois de um tempo, perdendo a sua forma bonita. E eu? Eu, não quero um amor passageiro.

Eu posso estar feliz aos 25 mesmo sem planos para depois da faculdade, posso estar solteira aos 30 e sonhar com casamento. Ser solteira não é nem de longe sinônimo de solidão.

Eu posso desejar hoje alguém, mas posso nem pensar nisso, pela rotina, pelo cansaço ou por falta de interesse mesmo. Posso encontrar alguém amanhã e começar uma história de amor, mas não antes de começar essa história por mim mesma, amando o meu jeito desorganizado e desejando transbordar.

Um coração entregue a Deus sabe que não adianta ter pressa, por mais que o coração se apresse e a ansiedade queira nos dominar, tudo tem o seu tempo certo. Eu não quero alguém para sarar as minhas dores, curar as minhas feridas e me completar. Eu quero companheirismo, eu quero tempo de qualidade. Eu dispenso as desculpas, a falta de interesse e o medo de embarcar. Deixa tua bagagem no passado, agora é uma nova história. Eu quero alguém disposto, alguém que me traga certezas ao invés de duvidas, que apareça ao invés de desaparecer sem ao menos dizer o porquê. Eu estou solteira e estou feliz porque não há nada pior do que se sentir só mesmo tendo uma “companhia.”.

(Por Thamilly Rozendo, via Logo Eu)

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Se fomos criados para a felicidade, por que Deus permite que soframos?

A pessoa humana foi criada para a felicidade. Ninguém gosta de tristeza,  sofrimento ou dor. Porém, tais movimentos nos levam a pensar sobre nossa atitude diante do sofrimento e da dor. É possível tomar consciência de que o sofrimento está presente no mundo em múltiplas formas e manifestações e, que não podemos fugir dele de forma alguma. Sendo assim, resta-nos três caminhos: a revolta, a indiferença ou a aceitação. A revolta leva a pessoa ao desespero; a indiferença nos torna estáticos, deterministas, estoicos; a aceitação comunica-nos a paz e alegria profundas próprias do cristãos: seguidores e imitadores de Jesus Cristo.

O sofrimento na Biblia

O homem bíblico, desde o Gênesis ao Apocalipse, pergunta-se por que o sofrimento e como libertar-se dele. Antes da vinda de Jesus o sofrimento aparece como uma estrada sem saída, fruto do pecado e como castigo de Deus pelo bem não realizado. O grito que perpassa toda a Sagrada Escritura é o pedido a Deus que nos liberte da dor e que nos dê a força necessária para suportá-la. Os salmos são o livro do homem sofredor que, na sua breve existência, depara-se com todo tipo de dor: física, moral, espiritual, a solidão, o abandono dos amigos, a lepra que devasta, a perseguição dos inimigos…O livro de Jó, que podemos considerar como o grande tratado antropológico da dor, faz-nos ainda mais críticos diante do sofrimento.

O sentido de impotência que nos advém quando nos deparamos com a dor deixa-nos ainda mais angustiados. O que fazer diante das pessoas que sofrem, e como reagir diante do nosso próprio sofrimento? Se Deus-amor não quer que o homem sofra, por que permite o sofrimento? São perguntas que, provavelmente, nunca terão uma resposta que nos deixe totalmente satisfeitos.
A repugnância à dor está inscrita no nosso coração e todos somos chamados a lutar contra ela. Superar a dor é caminho promissor para se chegar à felicidade plena.

Jesus nos ensina a amar a cruz

O encontro com Jesus de Nazaré, o amor que tenho para com Ele, a leitura do Evangelho e o desejo de imitar sua vida têm-me feito compreender melhor o caminho da dor. Aliás, fora de Jesus, não creio que encontremos resposta para coisa alguma. A vida tende para Jesus e por Ele somos atraídos e seduzidos. Contemplando-o nos vários momentos de sua existência terrena sabemos descobrir o caminho novo. A novidade trazida por Jesus é que Ele encerra o tempo das promessas e abre o tempo da realidade. Ele nos ensina como viver, amar, sofrer, morrer e ressuscitar.

A grandeza de Jesus é que Ele, encarnando-se, assumiu a nossa natureza humana plena, total, com todas as limitações, menos o pecado. De fato, o pecado não faz parte da natureza humana, ele entrou no mundo pela desobediência. Alguém como Jesus, que nunca desobedeceu ao projeto do Pai, não poderia ter o pecado na sua humanidade. Ele “se fez pecado” por nós e nos redimiu de todos os nossos pecados.

O projeto trazido por Jesus é libertar o homem do pecado, e para que isso possa acontecer Ele iniciou a sua história entre nós através do caminho da cruz e do sofrimento.

“Jesus tinha a condição divina, e não considerou o ser igual a Deus como algo a que se apegar ciosamente. Mas esvaziou-se a si mesmo, e assumiu a condição de servo, tomando a semelhança humana. E, achado em figura de homem, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz! Por isso Deus o sobre exaltou grandemente e o agraciou com o Nome que é sobre todo o nome, para que, ao nome de Jesus, se dobre todo o joelho dos seres celestes, dos terrestres e dos que vivem sob a terra, e, para glória de Deus, o Pai, toda língua confesse: Jesus é o Senhor.” (Fil 2,6-12).

O nascimento, a fuga ao Egito, o trabalho em Nazaré, as incompreensões por parte do povo, dos seus seguidores e do poder constituído em Israel, formam a história de dor de Jesus, que tem o cume na morte de cruz. O caminho apresentado por Jesus aos seus seguidores é: renúncia de si mesmo, carregar a cruz e seguí-lo no seu nomadismo, onde não tem nem uma pedra para reclinar a cabeça… O amor à paixão de Jesus não é opcional na vida cristã, mas necessário para poder compreender o sentido da vida de Jesus.

Através da leitura do Evangelho, compreendemos que Jesus não queria sofrer e que em momento algum provocou o sofrimento, seu ou dos outros, e que fez o possível para aliviar a dor dos outros. Ele mesmo “gemeu e suplicou” ao Pai que o libertasse da cruz, do beber o cálice e da morte. Mas, consciente que era possível salvar a humanidade por este caminho, Ele assume a dor com a alegria interior de quem realiza na fidelidade a vontade do Pai.

Tenho encontrado muitas pessoas esmagadas pela dor e interiormente felizes. Uma das frases que ajudam-me a compreender o sentido da dor é de Santa Teresinha: “Cheguei a um ponto em que o sofrimento me dá alegria”. A alegria de participar ativamente da paixão de Jesus. É o amor que leva a dar toda a vida pelo outro. É o amor do Pai que envia seu Filho Jesus. É o amor do Espírito Santo que consagra Jesus na sua missão e o amor de Jesus que dá toda a sua vida para nossa libertação e salvação. A força do amor é sempre maior do que qualquer sofrimento e, no amor, o sofrimento se faz alegria e vida.

O amor por Jesus gera os mártires da Igreja em todos os tempos e em todos os lugares do mundo. O sofrimento é possível entender na dimensão do amor: “Não há maior amor do que dar a vida por aquele que se ama”. O servo sofredor de Javé, o Cordeiro manso levado ao matadouro apresentado por Isaías se faz realidade na pessoa do Verbo encarnado que, por amor, não volta atrás, mas oferece o seu rosto para que lhe arranquem a barba. Quando o peso das minhas “cruzinhas” se faz pesado aos meus frágeis ombros, o que mais gosto é de contemplar o crucifixo e saber que Ele, o Cristo, por amor morreu por mim. É nesse momento que a dor se faz leve e fonte de uma alegria imensa e incompreensível.

“O sofrimento não me é desconhecido. Nele encontro a minha alegria, porque na cruz se encontra Jesus e Ele é amor. E que importa sofrer quando se ama?” (Santa Teresa de los Andes)

À luz de Jesus se entende a dor como fruto de amor e presente de Deus. Todos os santos, os grandes místicos nascidos do encontro com Jesus, pedem a dor como participação do sofrimento. A purificação é consequência do amor. Deus nos purifica porque nos ama, e existe em nós o desejo de nos purificar para “vermos desde já a Deus”. O concílio Vaticano II, na constituição Gaudium et Spes, coloca em destaque como não é possível resolver os problemas existenciais, como o sofrimento, sem Jesus.

“Na verdade, os desequilíbrios que atormentam o mundo moderno se vinculam com aquele desequilíbrio mais fundamental radicado no coração do homem. Com efeito, no próprio homem muitos elementos lutam entre si. Enquanto, de uma parte, porque criatura, experimenta-se limitado de muitas maneiras, por outra parte, porém, sente-se ilimitado nos seus desejos e chamado a uma vida superior. Atraído por muitas solicitações, é ao mesmo tempo obrigado a escolher entre elas renunciando a algumas. Pior ainda: enfermo e pecador, não raro faz o que não quer, não fazendo o que desejaria. Em suma, sofre a divisão em si mesmo, da qual se originam tantas e tamanhas discórdias na sociedade. Certamente muitíssimos, cuja vida se impregnou de materialismo prático, afastam-se da percepção clara deste estado dramático, ou, oprimidos pela miséria, são impedidos de considerá-lo. Muitos pensam encontrar tranquilidade nas diversas explicações do mundo que lhes são propostas. Outros porém esperam uma verdadeira e plena libertação da humanidade somente pelo esforço humano. Estão persuadidos de que o futuro reino do homem sobre a terra haverá de satisfazer todos os desejos de seu coração. Não faltam os que, desesperados do sentido da vida, louvam a audácia daqueles que, julgando a existência humana desprovida de qualquer significado peculiar, esforçam-se por lhe atribuir toda significação só do próprio engenho. Contudo, diante da evolução atual do mundo, cada dia são mais numerosos os que formulam perguntas primordialmente fundamentais ou as percebem com nova acuidade. O que é o homem? Qual é o significado da dor, do mal, da morte que, apesar de tanto progresso conseguido, continuam a subsistir? Para que aquelas vitórias adquiridas a tanto custo? O que pode o homem trazer para a sociedade e dela esperar? O que se seguirá depois desta vida terrestre?” (Gaudim et Spes, 10).

Fonte: COMUNIDADE SHALOM

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Para ler e compartilhar com quem você ama

Todos conhecemos ao menos duas pessoas que foram feitas uma para a outra. São almas gêmeas, que nutrem respeito e amor mútuos. O carinho entre eles é como o vinho: fortalece com o passar do tempo, abrindo novas fases de sentimentos e emoções.

O Incrível.club revela a seguir os segredos dos casais felizes. É uma lista de hábitos saudáveis que traz harmonia a qualquer relacionamento.

Seja você mesmo. Seja sincero.

Sempre queremos parecer melhores do que somos na realidade: ocultamos histórias desagradáveis e erros que cometemos. Não tente ser perfeito. O melhor é ser você mesmo. Muitos vivem usando máscaras, com medo de se mostrar aos outros. Isso, em primeiro lugar, é muito cansativo. Em segundo lugar, dificulta uma relação honesta e simples.

É muito importante ser sincero. Não tenha medo de revelar seus sentimentos ao seu parceiro, pois ele ou ela é a pessoa mais próxima a você. Se tem algo lhe preocupando ou faltando para você, fale sobre isso. Ninguém sabe ler pensamentos, e o primeiro passo para resolver um problema é falar sobre ele.

Seja positivo

Pessoas alegres emanam felicidade e boas energias. Dá vontade de estar o tempo todo ao lado de gente assim. Por outro lado, as queixas e reclamações constantes dão lugar a emoções negativas, pioram o humor e os relacionamentos.

Estimule a atitude positiva perante a vida, e não deixe que seu parceiro desanime. Seja otimista, pois independentemente do que aconteça, vocês têm um ao outro. Você sempre pode fazer piadas sobre os problemas com seu companheiro, rir a dois, tirar conclusões e seguir em frente!

Seja atento, apoie seu parceiro

Todos vivemos alguns fracassos que afetam nosso ânimo e autoestima. Faça com que seu companheiro sinta o seu apoio e compreensão. Assim, tudo fica mais fácil e seu parceiro irá se sentir muito melhor.

Dê também atenção aos desejos e necessidades de quem está ao seu lado. Você deve aceitar que o outro não é um reflexo seu nem sua propriedade. Trate os desejos dele ou dela com compreensão, ainda que sejam diferentes dos seus.

Demonstre seus sentimentos

É muito importante lembrar ao seu companheiro que você admira tudo o que ele ou ela faz por você. Agradeça até pelos gestos menores. Não veja tudo de bom que acontece entre vocês como algo natural e automático, diga a sua alma gêmea o quanto você a valoriza.

Demonstre seus sentimentos. Não tenha vergonha de dar amor e carinho, pois isso é fundamental para criar um vínculo forte entre os dois. Faça com que seu companheiro sinta o quanto é especial para você.

Respeite o espaço pessoal do seu parceiro

Duas pessoas não podem e não devem estar juntas 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não se oponha aos interesses do seu amado, e também não renuncie aos seus hobbies. Vocês se apaixonaram um pelo outro assim como são, com todos os hábitos e interesses. Não se deve sacrificar as próprias vontades em nome de uma relação forte. Ninguém valoriza este tipo de coisa.

Seu parceiro não quer ser a causa dos seus sacrifícios. Nem ouvir frases como: «Por sua causa, eu…». Apenas seja feliz. Seu relacionamento deve agregar algo novo aos dois, e não retirar aquilo que já possuem.

A importância do respeito mútuo

É preciso respeitar a opinião e as decisões do outro, mesmo que você não concorde com elas. Respeite sua família e amigos.

O respeito cria uma ligação forte e de confiança entre o casal.

Não esqueça da importância do respeito até mesmo durante uma briga. As discussões geralmente trazem reprovações mútuas. Tenha cuidado com as palavras. A irritação passa, mas é difícil desfazer as ofensas. Não importa quantas vezes você peça perdão após uma briga, as palavras duras deixam cicatrizes profundas na alma do seu ser amado.

Não deixe que o ciúme entre em seu coração

Tente não sentir ciúmes. Com isso, você enfrenta o seu medo de ser abandonado, seus complexos e a falta da confiança em si mesmo. Não acuse nem atormente o outro com cenas de ciúmes. A desconfiança machuca seu amor e acaba provocando justamente os pensamentos que você quer evitar.

O que fazer se o seu parceiro tem ciúmes? Tente acalmá-lo, demonstre o quanto o ama, faça-o ver o absurdo dos seus temores.

Não deixe que o ciúme destrua o relacionamento.

Aceite seu companheiro do jeito que ele é

Não tente mudar seu parceiro, aceite suas peculiaridades e hábitos, pois são eles que tornam uma pessoa única. Não brigue com seu companheiro pelos hábitos que ele ou ela tiver. E, caso você veja que o outro tem um hábito ruim e que uma mudança seria positiva, é sempre possível conversar tranquilamente e corrigir pequenas coisas.

Perdoe os defeitos. Não fique reprovando seu ser amado, é melhor sempre focar nos pontos positivos. Não tenha vergonha de fazer elogios.

Crie lembranças a dois

Não há nada capaz de lhe unir mais ao seu parceiro do que as experiências e lembranças em comum. As viagens, aulas de dança, de mergulho, participação em concursos… façam juntos tudo aquilo que acham interessante e divertido.

Encha sua vida com algo colorido. Até porque é pouco provável que só assistir TV juntos irá deixar uma marca especial na memória.

Transforme sua vida num conto de fadas

Surpreenda sua cara-metade com detalhes agradáveis. Tente trazer coisas novas ao relacionamento com mais frequência.

Alguma surpresa, recados carinhosos, lembrancinhas, pequenas festas sem motivo especial… Tudo isso alegra seu parceiro, cria momentos românticos e tempera com amor a vida cotidiana.

Passe mais tempo com seu companheiro

Não se distraia quando estiver curtindo um tempo ao lado do seu parceiro. O trabalho e as preocupações diárias tomam muito tempo. Então, quando estiver com seu amado,desligue a TV, deixe o celular de lado e aproveite a companhia do seu amor.

Ao longo do dia, se for possível, demonstre atenção e afeto, ainda que a distância. Nem mesmo um trabalho agitado deve ser um obstáculo para isso. Até porque escrever uma mensagem carinhosa na hora de um intervalo não custa nada.

Sonhe com seu parceiro

Pense em alguns dos objetivos que você e seu amado têm em comum. O que vocês dois gostariam de conquistar dentro de 5, 10 ou 20 anos?

Não estabeleça metas a partir de noções comuns sobre felicidade sucesso. Concentre-se naquilo que faz você e seu companheiro realmente felizes.

(via Incrível.club)

Ilustradora: Astkhik Rakimova

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Anote aí e compartilhe com quem você ama

Ei, quer ser feliz? Então anote aí:

1. Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura. Deixe seu médico se preocupar com eles. Para isso ele é pago.

2. Frequente, de preferência, seus amigos alegres. Os “baixo-astrais” puxam você para baixo.

3. Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo. E o nome desse diabo é Alzheimer.

4. Curta coisas simples.

5. Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego; ria para você mesma no espelho, ao acordar e que o sorriso seja sua última ‘atitude’ antes de dormir.

6. Lágrimas acontecem. Aguente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é você mesmo. Esteja vivo enquanto você viver e seja uma boa companhia para si mesmo.

7. Esteja sempre rodeado daquilo de que você gosta: pode ser família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio, sua mente, seu paraíso.

8. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a da maneira mais simples: caminhe, sorria, beba água, ore, veja comédias, leia piadas ou histórias de aventuras, romances e comédias.

9. Não faça viagens de remorsos. Viaje para o shopping, para cidade vizinha, para um país estrangeiro, pega carona numa cauda de cometa, imagine os mais diversos objetos formados pelas nuvens no céu, mas evite as viagens ao passado, pois você pode ficar retido na estação errada. Escolha as lembranças que quer ter; não se deixe dominar por elas ou perderá o direito à escolha.

10. Diga a quem você ama que você realmente o ama, e diga isso em todas as oportunidades, através do olhar, do toque, das palavras, das ações diárias e do carinho. Seja feliz com seu próprio sentimento e não exija retribuição; você terá, de graça, o que o outro sentir; nada mais, nada menos.

(Autor desconhecido)

Fonte: ALETEIA TEAM

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A #4 pode transformar o seu dia e a #6 te dá um novo olhar diante da vida

É realmente surpreendente a facilidade que temos para esquecer as verdades mais importantes sobre a vida. Com o tempo passamos a ignorá-las, não damos a elas o valor que merecem e voltamos aos antigos hábitos. É como se a gravidade nos atraísse para eles, para a nossa “zona de conforto” onde estão os vícios que alimentamos durante anos.

É por isso que hoje nós queremos compartilhar com você algumas verdades sobre a vida que nunca é demais lembrar. São algumas certezas que, com suas nuances, são praticamente verdades universais.

Seja humilde para admitir seus erros, inteligente para aprender com eles e maduro o suficiente para corrigi-los.

Verdades sobre a vida que vêm e que vão

Por que é necessário recordar sempre essas verdades? Porque nos ajudarão a nos concentrarmos em nossos objetivos para alcançarmos nossas metas, acreditarmos em nós mesmos e crescermos. Elas são o nosso verdadeiro impulso para alcançar qualquer coisa que quisermos.

Além disso, lembrar-se destas verdades sobre a vida vai nos ajudar a alcançar um maior equilíbrio emocional. O bem-estar que experimentamos quando alcançamos esse equilíbrio nos fará sentir muito satisfeitos com nós mesmos.

1. Você não precisa de uma desculpa para perdoar

Por que sempre precisamos de uma desculpa para perdoar? Porque, às vezes, as pessoas nos magoam tanto que é impossível esquecer. Isto leva ao ressentimento que nos transforma em pessoas amargas e tristes. Sem perceber, estaremos alimentando o ressentimento, a raiva e o ódio.

Por que é tão difícil perdoar? Porque o nosso orgulho nos impede de esquecer e deixar para trás as experiências negativas causadas pelas outras pessoas. Acreditamos que perdoar é uma forma de nos humilharmos diante do outro e não nos damos conta de que é um ato de amor muito libertador.

“Virar a página” o ajudará a deixar para trás essa carga pesada de emoções negativas. Não espere qualquer desculpa para perdoar e começar a transformar todas essas emoções negativas em positivas.

2. Você está vivendo a vida que criou

Você acha que não tem sorte? Você acredita que o mundo está contra você? Diferentemente do que você pode acreditar, a vida que você vive é uma escolha sua e só você pode mudá-la se não está satisfeito. O que está esperando para mudar?

Há muitas pessoas que acreditam que o destino lhes pregou uma peça e que tiveram que enfrentar situações cheias de negatividade e maus momentos. O que elas não sabem é que elas próprias criaram isso, e que podem mudar tudo a qualquer momento.

Assuma o controle, não se conforme e nem se arrependa pelo que você tem permitido. Não existe má sorte, existe um medo de correr riscos e tomar decisões. Mesmo que você não acredite, existe uma saída! Aprenda a correr riscos e vai perceber que tudo pode melhorar.

3- Aceite que a vida é injusta

A vida é injusta e, infelizmente, não está em nossas mãos mudar isso. Estamos sempre pensando e esperando que tudo mude: rejeitar as situações simplesmente porque nós não gostamos delas nunca será algo positivo.

Costumamos prestar muito mais atenção nas circunstâncias mais complicadas, como o divórcio, desgosto, um acidente … Isto parece ofuscar as experiências positivas e nos esquecemos de que temos mais experiências positivas do que negativas ao longo da vida.

Precisamos aceitar a vida como ela é, com os seus detalhes bons e ruins. Tudo tem seu lado bom, mesmo que não consigamos perceber em um primeiro momento. Pense que uma decepção pode não ser uma situação desagradável, mas uma oportunidade para vivermos novas experiências.

4- Viva o momento, é tudo o que temos

Muitas pessoas vivem no passado ou pensam muito sobre o seu futuro e se esquecem de viver o presente. Temos somente este momento, o aqui e agora, e se você não aproveitar, mais cedo ou mais tarde pode se arrepender.

Não há necessidade de viver no limite a cada dia, porque temos muitas responsabilidades que não podemos ignorar. Avaliar tudo o que temos agora e aproveitar ao máximo as pessoas que estão ao nosso redor nos fará muito mais felizes.

Se o passado o persegue, liberte-se dele, aprenda com as experiências vividas e deixe-o ir. No entanto, se o futuro é o seu grande problema, coloque em prática essa pequena frase que nossas mães nos disseram tantas vezes: “tente não deixar para amanhã o que você pode fazer hoje”.

5. Estar ocupado não é o mesmo que ser produtivo

Às vezes confundimos ser ocupado com ser produtivo e não percebemos que se fôssemos produtivos teríamos muito mais tempo disponível. Quando aproveitamos as horas de trabalho, temos mais tempo para nós mesmos.

Se não somos produtivos, o estresse e a ansiedade tomam conta da nossa vida e adiamos situações que gostaríamos de desfrutar, como um jantar com aqueles amigos que não vemos há tanto tempo.Organizar melhor a nossa vida e introduzir algumas técnicas para que o nosso trabalho e tempo sejam mais proveitosos nos ajudará a nos sentirmos melhor e termos mais tempo para nós mesmos e para as pessoas que amamos.

6. Os grandes sucessos são precedidos pelos fracassos

Quando começamos a andar tropeçamos mil vezes, mas o resultado final é positivo: aprendemos a andar. O mesmo acontece em todos os aspectos de nossa existência: os erros são necessários para que possamos atingir a meta final. Com os fracassos aprendemos a valorizar tudo o que conseguimos.
O grande problema surge quando acreditamos que cada fracasso é um erro que deve ser corrigido imediatamente. A vergonha nos bloqueia e não conseguimos seguir em frente.
Por isso, é importante perceber cada um dos seus fracassos como uma oportunidade para alcançar os seus objetivos. Os fracassos não são seus inimigos, são seus aliados. Não tenha medo, apoie-se neles.

7. Você é o reflexo das pessoas com quem se relaciona

Acreditamos que as pessoas com as quais nos relacionamos não influenciam as nossas decisões, a nossa forma de agir e viver. Tudo isso é um engano. Você acredita que, se conviver com pessoas tóxicas, não se transformará em uma delas?
Você pode até não se tornar uma pessoa tóxica, mas talvez sofra as consequências de estar perto delas. Você deixará de sorrir, se tornará uma pessoa triste e pode até se sentir culpada por circunstâncias que não lhe dizem respeito …Definitivamente, as pessoas com as quais interagimos podem nos influenciar positiva ou negativamente. Tudo depende de nós mesmos, porque podemos escolher e, se por acaso não pudermos, está em nossas mãos deixar que isso nos afete ou não.
Eu não mudei, somente aprendi, e aprender não é mudar, é crescer.

Estas são algumas verdades sobre a vida que podem nos ajudar a cada dia. Lembrar-se delas todos os dias e repeti-las como se fossem um mantra pode ser muito benéfico. Às vezes nos esquecemos, mas em alguns momentos elas podem ser realmente necessárias. Será que você pode adicionar mais algumas verdades a esta lista?

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Conheça a área da psicologia que se dedica a descobrir como podemos ser mais felizes – e aproveite estas dicas

As melhores coisas de nossa existência, na verdade, nunca são coisas: são momentos, lições, lembranças, abraços. Tudo isso acontece quando nos sentimos verdadeiramente livres e receptivos ao que nos rodeia, sem medos, sem atitudes que nos limitam, sem preconceitos…

Uma das premissas que definem a psicologia positiva é a eterna questão de como ser mais feliz. Martin Seligman, o maior representante dessa tendência e célebre psicólogo famoso antes de tudo por seus trabalhos sobre depressão e o desamparo aprendido, nos ensina que um modo de conseguir a felicidade é mediante o comprometimento. Seria essa a capacidade para alcançarmos os aspectos mais positivos e simples da vida tais como sonhar, abraçar e rir…

As melhores coisas dessa vida são de graça e não podem ser vistas, porque as oferecemos e as sentimos com os olhos fechados: beijar, abraçar, sonhar…

Por mais curioso que seja, nem sempre é fácil nos darmos conta de como esse tipo de ato tão simples enriquece nossa alma. Às vezes perdemos o rumo de tal modo que no final acabamos construindo uma vida em que não somos felizes de verdade. Nós mesmos criamos nossas próprias prisões e cenários em que perdemos o valor das coisas mais simples, das coisas mais autênticas…

A psicologia positiva e o valor das pequenas coisas

Até não muito tempo atrás a psicologia se centrava antes de tudo em descrever o que se relacionada ou a patologias ou a aspectos negativos como a depressão, o estresse e a ansiedade. A quase ninguém havia ocorrido ensinar para as pessoas algo tão essencial como aprender a ser feliz. Era como se cada um de nós chegasse ao mundo com um chip já instalado de fábrica que nos ensinava a alcançar esse estado de felicidade de uma forma natural.

O ser humano tem uma estranha habilidade para não ser feliz ou ao menos para não se sentir tão realizado ou satisfeito como desejaria. Por isso, em 1999 a Organização Gallup fundou o Instituto para Psicologia Positiva, e em 2006 Martin Seligman se converteu em um dos principais representantes dessa tendência que incide em diferentes aspectos da vida humana, como na relação entre a riqueza e a felicidade, que não é necessariamente uma relação direta, ou como a modernidade e a tecnologia não fazem as pessoas mais alegres…

Um aspecto essencial que nos ensina a Psicologia Positiva é que as emoções negativas nos ajudam a sobreviver de forma individual. O medo nos empurra a fugir, a tristeza a reconhecer que algo vai mal para nos reconstruirmos por dentro. Por sua vez, as emoções positivas nos permitem a conexão com os demais para sobrevivermos como espécie. Por isso os abraços, as palavras gentis, os carinhos, a amizade, o amor…

As melhores coisas nunca são coisas

Tal Ben Sha-har é outra referência no campo de estudo da felicidade e da liderança. O professor de Harvard e suas aulas sempre batem recordes de matrícula pelo grande interesse que suas teorias provocam, as mesmas que geraram livros como “Seja mais feliz” ou “Não busque a perfeição”.

Aproveite as pequenas coisas da vida: algum dia você se dará conta de que essas são as melhores.

Fica claro que ao grande público já não interesse tanto saber o que é uma depressão, ou quais são todos os sintomas do estresse. As pessoas querem que as ensinem como ser um pouco mais felizes ou ao menos como conseguir se sintonizar com o interior e o exterior para se sentir bem.

Lugares onde podem encontrar a felicidade

As melhores coisas são aquelas que não são planejadas e que surgem de forma espontânea. Um dos focos de estresse e insatisfação mais comuns é o fato de colocarmos altas metas e expectativas ou nos comprometermos a alcançar objetivos totalmente irrealistas.

  • A necessidade de aparentar juventude eterna, de acumular coisas, de alcançar medalhas… Tudo isso tem um limite, esse limite é não cair no perfeccionismo neurótico, mas sim no positivo, aquele que é realista, que agradece o que consegue, o que alguém consegue alcançar e o que o rodeia.
  • Não temos que ter medo do medo. Já ensinamos isso antes: as emoções negativas como o medo são toque de atenção individual que temos que saber atentar e aceitar, para depois passar por cima. Se vivemos, por exemplo, com medo de errar, jamais aprenderemos algo, jamais daremos um passo em direção à oportunidade ou à mudança.
  • Conheça suas emoções e faça uso delas. Já sabemos que as emoções negativas são armas para o autoconhecimento, e no que diz respeito a emoções positivas, devemos ver as mesmas como canais de crescimento e de expansão. O simples fato de as sentirmos e de as desenvolvermos cada dia através dos afetos, da comunicação empática, do respeito e do carinho nos permitirá conectar-nos com os outros para poder crescer por dentro e por fora, e assim sermos muito mais livres.

(Adaptado de Mente Maravilhosa)

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Qual delas você ainda não pratica?

    1.  Assuma a responsabilidade pelos seus atos.
    2.  Seja bem humorado. Encare as situações da vida com bom humor. O mundo já está cheio de caras tristes, então por que não mostrar um sorriso no rosto?
    3. Não deixe nada para a última hora.
    4. Não se vitimize. Não vale a pena reclamar sobre uma unha quebrada. Em vez de ficar se lamentando da vida, que tal aproveitá-la?
    5. Não minta. Parece meio bobo, mas querendo ou não, uma mentira leva à outra e quando você se dá conta está preso em uma bola de neve da qual não consegue mais se livrar, então evite mentir.
    6. Seja ativo. O mundo já está cheio de passividade. Não diga ” Talvez eu consiga fazer isso”, diga “Eu vou tentar fazer isso”.
    7. Aprenda a dizer não.
    8. Não dê tanta importância para o que os outros falam de você. Você é mais importante que isso e o seu tempo é precioso, então não o desperdice com tolices.
    9. Não segure o amor preso dentro de você, o mundo precisa de mais amor, então ame!
    10. Não busque apenas coisas materiais, isso não vale a pena. O mais importante são as coisas que não vemos, mas sentimos.
    11. Entenda que não há atalhos, se você tiver que cruzar uma montanha para atingir o seu objetivo, você vai ter que cruzar a montanha. Ficar sentado esperando não vai te levar a nada, então aja, pois é a ação que move o mundo.
    12. Faça o que você gosta. Pode parecer clichê, mas até onde sei, você só tem uma vida, então aproveite-a da melhor forma possível.
    13. A Terra não gira só porque você está trabalhando e as estrelas não vão cair do céu se você tirar uma pausa, então tire um tempo para si mesmo. É bom relaxar de vez em quando.
    14. Tente olhar as coisas por diferentes ângulos, pois nem tudo merece o seu choro. Obtenha uma perspectiva que lhe permita ver as coisas por diferentes lados, assim, terá uma visão mais clara sobre os problemas.
    15. Lembre-se de que pessoas fortes têm passados difíceis. Somente planaltos oferecem descanso. O pico da montanha é íngreme, mas geralmente a vista vale a pena. Então, será que você está subindo ou apenas descansando? Não se conforme com pouco, vá em busca dos seus sonhos.
    16. Seja verdadeiramente gentil, não apenas “por educação”, não faça as coisas apenas para “ser legal”, a gentileza envolve muito mais do que isso, pois é um ato que envolve emoção.
    17. Se livre de tudo aquilo que não lhe acrescenta em nada como pessoa. É aquele velho ditado: ou soma ou some!
    18. Tenha amigos de verdade e aproveite a vida com as pessoas que você ama.

(Por Raquel Lopes, via Psiconlinews)

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