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Ideologia de gênero

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FORTALEZA, 05 Mar. 18 / 07:00 pm (ACI).- Nos últimos dias, o município de Fortaleza (CE) se viu diante de um debate em torno de projeto de lei que poderia abrir as portas para a ideologia de gênero nas escolas, o qual foi derrotado; diante disso, o vereador e missionário da Comunidade Shalom Jorge Pinheiro alertou que os católicos devem “assumir seu posto de batalha nesta guerra”.

O projeto que instituía o programa “Escola Sem Censura” foi apresentado pela vereadora Larissa Gaspar (PPL) e permitiria que os professores ensinassem o que quisessem aos seus alunos, impedindo qualquer descontentamento por parte dos pais, o que traria sérios problemas quando se tratasse dos temas vinculados à sexualidade, tal como a ideologia de gênero ou relações pré-matrimoniais.

Segundo explicou o vereador católico Jorge Pinheiro, trata-se de uma proposta que “se originou da propositura de Lei Federal de igual conteúdo, de autoria do Deputado Jean Wyllys”, que visa instituir diretrizes “norteadoras à atuação dos professores”.

Ao citar o artigo 2º de tal projeto, o político ressaltou que o objetivo era “garantir a liberdade ao docente para ensinar o que quiser aos alunos, assegurando que são ‘vedadas, em sala de aula ou fora dela, em todos os níveis e modalidades de educação do Município, as práticas de quaisquer tipos de censuras de natureza política, ideológica, filosófica, artística, religiosa e/ou cultural a estudantes e docentes, ficando garantida a livre expressão de pensamentos e ideias’”.

Nesse sentido, assinalou, “segundo a proposta, ao professor estaria garantida a liberdade absoluta para ensinar o que quiser, sem a possibilidade de sofrer qualquer reclamação ou controle (‘censura’), seja pelo diretor ou coordenador pedagógico, e muito menos pelo aluno ou por seus pais”.

E para garantir este chamado direito ao docente, “o projeto prevê que o Executivo deverá criar um canal para apuração de denúncias contra aqueles que queiram ‘censurar’ o professor”, acrescentou.

Assim, conforme alertou o vereador Jorge Pinheiro, que também é missionário da Comunidade Católica Shalom, tal projeto abriria as portas das escolas para a ideologia de gênero, uma vez que “nos incisos V e VI do Art. 1º do ‘Escola Sem Censura’ são estabelecidos os princípios que devem ser observados pelos professores e, dentre eles, está firmado o da educação contra o preconceito acerca da identidade e/ou expressão de gênero”.

Além disso, ressaltou, “mesmo que não houvesse na propositura a previsão de ensino sobre ideologia de gênero, o simples fato de poder ensinar sem censura ou controle, permitiria ao professor ensinar ideologia de gênero aos alunos, e nem os pais e nem mesmo o diretor da escola poderiam se opor”.

Entretanto, este projeto recebeu parecer contrário da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de Fortaleza e, após recurso apresentado pela vereadora Larissa Gaspar, foi votado no plenário, onde também foi rejeito pela maioria dos vereadores, com uma votação de 18 a 6.

Para o vereador Jorge Pinheiro, este resultado foi reflexo de uma atenção “à esmagadora maioria da população, que é contrária à implantação da ideologia de gênero e outros absurdos em sala de aula”.

Jorge Pinheiro, que é membro consagrado da Comunidade Shalom há mais de 20 anos, advertiu que, em relação às tentativas de implantar a ideologia de gênero da educação os católicos devem “assumir seu posto de batalha nesta guerra; não podemos ficar calados enquanto alguns poucos que fazem barulho determinem como será a educação das nossas crianças e, assim, os rumos da nossa sociedade”.

“No momento atual, o que tenho visto são pessoas cada vez mais perdidas, sem saber quem são, sem sentido de vida, sem nortes. E a ideologia de gênero é uma corrente que vem deixar tudo ainda mais confuso, na linha mais absurda do relativismo, apregoando uma identidade fluídica, onde eu sou o que eu sinto que sou ou o que eu penso que sou”, assinalou.

Porém, explicou que “a verdade é que ‘eu sou o que Deus pensa de mim’”, citando Santa Teresinha do Menino Jesus. “Se a ideologia de gênero já é algo que confunde a cabeça de um adulto, imagine a confusão que acarreta na cabeça de uma criança”.

Por isso, neste ano eleitoral, convocou os fiéis a estarem atentos aos posicionamentos dos candidatos, por exemplo, “em relação a questões como defesa da vida (contra a prática do aborto e sua legalização), se são contrários à implantação da ideologia de gênero nas escolas ou na sociedade”.

“Não basta não ser favorável, é preciso ser contra, pois essas ideologias ganham espaço por causa da omissão de muitos políticos que não se posicionam”, completou.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Sobre a  ideologia de gênero nas escolas, Francisco diz que “é terrível”. Para Bento XVI, “esta é a época do pecado contra Deus Criador”

Esse assunto, mais uma vez, passou despercebido por muitos! Por que os jornais, as grandes TVs não falam sobre esse assunto? Será que seus patrocinadores são os mesmos das cartilhas de ideologização? O tema da ideologia de gênero nas escolas foi abordado em uma reunião com bispos poloneses, durante a viagem do Papa Francisco, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia, na Polônia.

Muitos problemas escondem ideologias. São verdadeiras colonizações ideológicas presentes na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina, na África, na Ásia. “E uma delas – digo-a claramente por ‘nome e apelido’ – é o gênero! Hoje, às crianças – às crianças! –, nas escolas, ensina-se isto: o sexo, cada um pode escolhê-lo”, denunciou. O Pontífice acrescentou que, essa forma organizada de ideologização, está presente em cartilhas bancadas por pessoas e instituições, apoiadas por países muito influentes, “e isso é terrível”, afirmou.

Ideologia de gênero

Francisco citou uma conversa que teve com o Papa Emérito, Bento XVI. “Ele está bem e tem um pensamento claro”, acrescentou. “Dizia-me ele: ‘Santidade, esta é a época do pecado contra Deus Criador’, contou. Tal afirmação é inteligente, seguindo a lógica de que Deus criou o homem e a mulher; Deus criou o mundo assim, assim e assim; e nós estamos a fazer o contrário. Deus deu-nos um estado ‘inculto’ para que o fizéssemos tornar-se cultura; depois, com esta cultura, fazemos as coisas que nos levam ao estado ‘inculto’! Devemos pensar naquilo que disse o Papa Bento: ‘É a época do pecado contra Deus Criador’! E isto ajudar-nos-á”, explicou o Papa Francisco.

Esse assunto quase não aparece nas principais manchetes e não é comentado por personalidades, no entanto, em meu livro “Papa Francisco às Famílias”, resgatei o assunto que pode ser consultado facilmente no site do Vaticano. O tema é tão sério, que Papa Francisco o comparou a uma ação nazista. A partir de uma necessidade da população, tais ideologias encontram oportunidades de entrar e fortalecer-se por meio das crianças. Ditaduras do século passado, como a Juventude Hitleriana, fizeram o mesmo, causando sofrimentos e tirando a liberdade de muitas pessoas. Impérios colonizadores buscam tirar a identidade das pessoas e impor uma igualdade.

Educação

Em 1995, uma Ministra da Educação pediu um grande empréstimo para construir escolas para os pobres. “Deram-lhe o empréstimo com a condição de que, nas escolas, houvesse um livro para as crianças de certo grau de escolaridade. Era um livro escolar, um livro didaticamente bem preparado, onde se ensinava a teoria do gênero. Essa senhora precisava do dinheiro do empréstimo, mas havia aquela condição. Sagaz, disse que sim, e fez preparar outro livro, tendo dado os dois, e assim resolveu o problema”, contou o Pontífice.

O Papa explicou o motivo da colonização ideológica ser perigosa: “invadem um povo com uma ideia que não tem nada a ver com o povo; com grupos do povo, sim; mas não com o povo. E colonizam o povo com uma ideia que altera ou quer alterar uma mentalidade ou uma estrutura”. Nosso papel de pais é termos uma postura ativa na educação de nossos filhos, acompanhando o que estão recebendo nas escolas, ajudando nas tarefas, transmitindo os ensinamentos de nossa fé. É preciso também que nos responsabilizemos em cooperar na educação dos amiguinhos de nossos filhos. A Igreja espera que sejamos promotores do que é bom e defendamos a família de tudo o que atenta à sua identidade e missão.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

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MADRI, 12 Jan. 18 / 03:30 pm (ACI).- O Arcebispo de Toledo (Espanha), Dom Braulio Rodríguez, enviou uma carta pastoral para alertar sobre o “avanço vertiginoso” da ideologia de gênero que é imposta através de “matérias inquietantes ou projetos de lei”; e, por isso, incentivou os pais a exercer o direito de educar os seus filhos segundo as suas convicções.

Em sua carta, Dom Rodríguez explica aos católicos de Toledo sobre a importância de compartilhar “a responsabilidade da educação, pois somos a Igreja do Senhor”.

Nesse sentido, assinala que essa necessidade de corresponsabilidade aumentou na sociedade nos últimos anos, especialmente entre os pais que querem usar a sua liberdade para escolher o tipo de educação apropriada para eles, segundo seus critérios.

O Prelado adverte aos pais “que ainda não perceberam a situação de risco dos seus filhos de serem educados moralmente por outros em relação a um dos aspectos mais importantes da pessoa humana: sua sexualidade e a maneira de educar esta dimensão afetivo-sexual de maneira apropriada”.

Ele adverte que a ideologia do gênero “avança vertiginosamente” e indica que é “rechaçável” o fato de que na educação afetivo-sexual “leve-se em consideração somente os critérios dessa ideologia e da sua metodologia, bastante discutível e perigosa” .

O Arcebispo explica que, para resolver o problema da igualdade dos sexos não devemos considerar apenas o tema de gênero e propõe outras formas de abordá-lo, como a partir da “antropologia cristã, de base humanística e que respeita quem é o ser humano”.

Por isso, adverte contra a imposição de “matérias inquietantes ou projetos de lei para uma sociedade livre de violência de gênero”. Estes “preocupam e muito, pois podem supor uma diminuição da liberdade nos pais e, em seus filhos, uma educação moral e afetivo-sexual tendeciosa”, adverte.

Além disso, o Arcebispo recordou que, nas últimas reuniões pastorais na Arquidiocese de Toledo, essas questões foram mencionadas a fim de “divulgar a verdade”.

“Sem conhecê-los, não podemos ajudar os nossos filhos, os nossos alunos e os nossos cristãos a viver a sua vocação humana e cristã”, assegura o Prelado.

Além disso, insiste na importância de ver “como as autoridades públicas estão se aproximando dos problemas e da educação afetivo-sexual”, porque, segundo explica, “serão cada vez maiores as disfunções nas relações entre homem e mulher”.

“O problema não se resolve superando as desigualdades – isso sempre é louvável porque todos somos iguais na dignidade – entre homem e mulher, mas em alcançar uma complementaridade que, sem dúvida, está inscrito no ser de cada pessoa, independentemente do sexo”, insistiu .

Fonte: http://www.acidigital.com/

ASSUNÇÃO, 03 Nov. 17 / 02:00 pm (ACI).- A Conferência Episcopal do Paraguai (CEP), reunida em sua 216ª Assembleia Plenária Ordinária, divulgou os temas que serão apresentados ao Papa Francisco em sua próxima visita ad limina, que será realizada entre os dias 5 e 12 de novembro.

Os Bispos, reunidos do dia 23 ao 27 de outubro, destacaram como um dos temas principais a situação da família ante a ofensiva da ideologia do gênero.

Em sua mensagem, afirmaram que as premissas e os postulados desta ideologia “comprometem gravemente a compreensão do homem e da mulher em sua identidade e no vínculo manifestado no matrimônio e na família”.

Os Prelados asseguraram que “não é correto privar os pais e tutores do seu direito e da sua responsabilidade de educar os nossos filhos, e impor uma concepção contrária à verdade biológica”.

Também não podemos apelar a explicações ou “eufemismos que procuram simular ou substituir a instituição familiar, manipular as consciências e instalar práticas contrárias à defesa da vida e de cada pessoa”.

Diante desta situação, declararam que uma valorização autêntica da sexualidade “não passa por uma libertação de estereótipos nem pela negação das diferenças”, e defenderam o “respeito por cada pessoa no seu processo de maturidade” em relação à sua identidade sexual.

“Não promovemos nenhuma forma de discriminação nem pretendemos privar ninguém dos seus direitos legítimos”, disseram os Bispos.

Entretanto, “as exigências do respeito e de convivência democrática devem ser capazes de admitir diferenças sem distorcer a verdade, sem ofensas às convicções legítimas da fé cristã”.

Entre outros temas a serem discutidos com o Papa também estão as eleições gerais do próximo ano, a educação e os jovens da Igreja.

Os Bispos do Paraguai pediram aos fiéis “para que assumam a nossa convivência com respeito e sem temores, a fim de buscar sempre, além das inegáveis ??diferenças, o bem de todos”.

“Por tudo isso, vamos a Roma com nossos corações cheios e abertos à ação do Espírito Santo. Pedimos que rezem por nós. E nós rezaremos por vocês”, concluíram a sua mensagem.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Vaticano, 05 Out. 17 / 04:30 pm (ACI).- O Papa Francisco criticou a ideologia de gênero ao denunciar que se reabriu “o caminho para a dignidade da pessoa neutralizando radicalmente a diferença sexual e, portanto, a compreensão do homem e da mulher não é correta”.

“Em vez de contrastar as interpretações negativas da diferença sexual, que mortificam seu valor irredutível para a dignidade humana, deseja-se cancelar o fato de tal diferença, propondo técnicas e práticas que a tornam irrelevante para o desenvolvimento da pessoa e para as relações humanas”.

Em um encontro com a Assembleia Plenária da Pontifícia Academia para a Vida, no Vaticano, presidida por Dom Vincenzo Paglia, o Papa fez uma entusiasmada defesa da vida e alertou contra movimentos que tentam mudar sua realidade.

Francisco criticou que “a utopia do ‘neutro’, remove seja a dignidade humana da constituição sexualmente diferente, seja a qualidade pessoal da transmissão generativa da vida”.

“A manipulação biológica e psíquica da diferença sexual, que a tecnologia biomédica permite vislumbrar como totalmente disponível à escolha da liberdade – emquanto não o é! – corre o risco assim de desmontar a fonte de energia que alimenta a aliança do homem e da mulher e a torna criativa e fecunda”.

O Bispo de Roma também deixou claro que, quando recebemos a vida como um dom, esta “nos regenera”, porque “nos enriquece”, e advertiu que, se essa realidade for rechaçada, “a nossa história não será renovada”.

Além disso, pediu para cuidar dos diversos estágios da vida, especialmente as crianças e idosos. “Uma sociedade na qual tudo isso só pode ser comprado e vendido, burocraticamente regulado e tecnicamente predisposto, é uma sociedade que já perdeu o sentido da vida”.

Em sua opinião, por isso “constroem cidades cada vez mais hostis às crianças, e comunidades mais inóspitas para os idosos, com muros sem portas e janelas” que, em vez de “proteger, na verdade sufocam”.

Fratura geracional

Por outro lado, o Pontífice refletiu sobre as novas tecnologias e a sua relação com a vida e falou acerca do “poder” das biotecnologias, “que agora permitem manipulações da vida até ontem impensáveis”.

“É urgente intensificar o estudo e o confronto sobre os efeitos de tal evolução da sociedade no sentido tecnológico para articular uma síntese antropológica que esteja à altura deste desafio do nosso tempo”.

“A inspiração de condutas coerentes com a dignidade humana diz respeito à teoria e à prática da ciência e da técnica em sua abordagem em relação à vida, ao seu sentido e valor”.

Francisco denunciou que o homem parece estar “na rápida disseminação de uma cultura obsessivamente centrada na soberania do homem em relação à realidade”.

Em seguida, denunciou a “egolatria”, isto é, “uma verdadeira adoração do ego”. “Esta perspectiva não é inofensiva, mas ela plasma um sujeito que olha constantemente para o espelho, até se tornar incapaz de dirigir o olhar para os outros e para o mundo”.

Além disso, denunciou o “materialismo tecnocrático” do qual sofrem mulheres e crianças em todo o mundo e reafirmou a ideia de que “um autêntico progresso científico e tecnológico deveria inspirar políticas mais humanas”.

Diante desta situação, “o mundo precisa de crentes que, com seriedade e alegria, sejam criativos e propositivos, humildes e corajosos, resolutamente decididos a recompor a fratura entre as gerações”.

“A condição adulta é uma vida capaz de responsabilidade e amor, seja em direção da geração futura seja em direção daquela passada. A vida dos pais e das mães em idade avançada, espera-se, seja honrada pelo que generosamente deu, não ser descartada por aquilo que não tem mais”.

Teologia da Criação

Francisco sublinhou a importância de uma teologia da Criação e da Redenção que “saiba se traduzir em palavras e gestos do amor por cada vida e por toda vida”.

Por isso, recordou que o relato bíblico da Criação precisa ser “reeleito novamente” para “apreciar toda a amplitude e profundidade do gesto do amor de Deus que confia à aliança do homem e da mulher na criação”.

“Esta aliança certamente é selada pela união de amor, pessoal e fecundo, que marca o caminho da transmissão da vida através do matrimônio e da família”.

O Papa também afirmou que “o homem e a mulher são chamados não apenas a falar-se de amor, mas a falar-se com amor, do que eles devem fazer para que a convivência humana se realize na luz do amor de Deus por cada criatura”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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