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Maria

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REDAÇÃO CENTRAL, 09 Jun. 18 / 05:00 am (ACI).- No dia após a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja celebra a festa do Imaculado Coração de Maria, a fim de mostrar que estes dois corações são inseparáveis e que Maria sempre leva a Jesus.

Esta celebração foi criada pelo Papa Pio XII, em 1944, para que, por intercessão de Maria se obtenha “a paz entre as nações, liberdade para a Igreja, a conversão dos pecadores, amor à pureza e a prática da virtude”.

São João Paulo II declarou que esta festividade em honra à Mãe de Deus é obrigatória e não opcional. Ou seja, deve ser realizada em todo o mundo católico.

Durante as aparições da Virgem de Fátima aos três pastorinhos em 1917, Nossa Senhora disse a Lúcia: “Jesus quer servir-Se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração”.

“A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu Trono”.

Em outra ocasião, disse-lhes: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: ‘Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria’”.

Muitos anos depois, quando Lúcia era uma postulante no Convento de Santa Doroteia, em Pontevedra (Espanha), a Virgem lhe apareceu com o menino Jesus e, mostrando-lhe o seu coração rodeado por espinhos, disse: “Olha, minha filha, o meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos me cravam com blasfêmias e ingratidões”.

“Tu, ao menos, vê de me consolar e diz que, todos aqueles que durante cinco meses no primeiro sábado, se confessarem, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um terço e me fizerem 15 minutos de companhia, meditando nos 15 mistérios do rosário com o fim de me desagravar, eu prometo assistir-lhes à hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas’”.

Fonte: https://www.acidigital.com/

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Sacerdotes, religiosas e religiosos, funcionários do Vaticano e seus familiares: todos participaram cantando e rezando o terço

Uma procissão luminosa no final desta tarde de 31 de maio, nos Jardins Vaticanos, encerrou o mês de Maria.

Com início na igreja de Santo Estêvão dos Abissínios, atrás da Basílica de São Pedro, a caminhada seguiu até a Gruta de Lourdes, onde houve um momento de oração com o Canto das Ladainhas e uma breve reflexão do Vigário do Papa para a Cidade do Vaticano, o cardeal Angelo Comastri.

Participaram da caminhada, cantando e rezando o terço, sacerdotes, religiosas e religiosos, funcionários do Vaticano e seus familiares.

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 fonte: https://pt.aleteia.org/

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REDAÇÃO CENTRAL, 02 Jun. 18 / 05:00 am (ACI).- Embora possa ser considerada uma devoção pouco conhecida, Nossa Senhora de Fátima e depois também Jesus pediram à Irmã Lúcia para realizar e estender a devoção dos cinco primeiros sábados do mês em honra ao Imaculado Coração de Maria.

O Sistema de Informação da Arquidiocese do México (SIAME) explicou que esta devoção pede que, no primeiro sábado de cada mês, durante cinco meses, sejam realizados vários atos de piedade com a intenção de reparar os pecados contra o Imaculado Coração de Maria.

A seguir, tudo o que você precisa saber sobre esta tradição:

Como praticar a devoção?

Os atos de piedade de cada primeiro sábado do mês são: confessar-se (de preferência no mesmo dia ou alguns dias antes), comungar, rezar o Rosário e fazer companhia a Maria pelo menos quinze minutos meditando os mistérios do Rosário.

O que ganha a pessoa que pratica esta devoção?

Virgem Maria promete ao seu filho “assisti-lo na hora da sua morte, com todas as graças necessárias para salvar a sua alma”, ou seja, terá a possibilidade de não morrer em pecado mortal. Esta devoção não é um “passe livre” para livrar do inferno aqueles que morrem sem se arrepender.

Por que no sábado?

Santo Tomás de Aquino dizia que no sábado depois da Sexta-feira Santa, a única que permaneceu firme em sua fé foi Maria e, por isso, a Igreja, para honrá-la, dedica-lhe esse dia.

Por que são cinco sábados?

Jesus apareceu à Irmã Lúcia na noite de 29 para 30 de maio de 1930 e explicou que “existem cinco tipos de ofensas e blasfêmias contra o Imaculado Coração de Maria”.

A primeira é contra a sua Imaculada Conceição; a segunda é contra a sua Virgindade Perpétua; a terceira é contra a sua Maternidade Divina, recusando reconhecê-la como Mãe de todos os homens; em quarto lugar, as ofensas de quem ensina crianças a desprezarem e terem ódio da Virgem; e, finalmente em quinto lugar, aos que a insultam diretamente em suas sagradas imagens.

fonte: https://www.acidigital.com/

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Grandioso é o mistério da Virgem Maria! Como compreender que ela foi assunta aos céus?

A Santa Igreja ensina que, a Virgem Maria, “preservada imune de toda a mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrena, foi assunta de corpo e alma à glória celeste. E para que, mais plenamente estivesse conforme Seu Filho, Senhor dos senhores1 e vencedor do pecado e da morte, foi exaltada pelo Senhor como Rainha do Universo”2. O dogma da Assunção significa que, a Santíssima Virgem foi assumida por Deus no Reino dos Céus. Significa, também, que Ela foi glorificada de corpo e alma na Jerusalém celeste. Depois de sua vida terrena, a Mãe do Senhor encontra-se antecipadamente no estado escatológico dos justos na ressurreição final. Nesse sentido, a crença no dogma da Assunção enche de esperança o nosso coração. Une a dimensão antropológica, o sentido da nossa existência terrena, o destino escatológico com o fim último da nossa humanidade redimida pela Cruz de Cristo.

A respeito dos fundamentos bíblicos do dogma da Assunção de Maria não há uma unanimidade. Alguns autores colocam como fundamento bíblico final da doutrina da Assunção a descrição do livro do Apocalipse: “Então, apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida com o sol, tendo a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas”3. Outro recorrem ao livro do Gênesis como fundamento: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”4.

Doutrina dos Santos Padres

Tendo em vista as dificuldades de interpretação que estes fundamentos bíblicos trazem em si, o Papa Pio XII procedeu com um método misto, não meramente bíblico. O Pontífice considerou, de modo especial, a Doutrina dos Santos Padres. Esta, que desde o século II afirma uma especial união de Maria, a Nova Eva, com Cristo, o Novo Adão, na luta contra o diabo5. Esta luta contra o demônio há de terminar com a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte6. Ela, Maria, por Sua associação na obra de Seu Filho, participa dessa vitória. A “especial participação de Maria na vitória de Cristo não poderia considerar-se completa sem a glorificação corporal de Maria”7.

Como seu Filho Jesus Cristo, a Virgem Maria partiu deste mundo voltando “para a casa do Pai”8. Tudo isso não está distante de nós, embora possa parecer. Todos nós somos filhos de Deus, todos nós somos irmãos e irmãs de Jesus. Somos também filhos e filhas de Maria, nossa Mãe. Todos nós desejamos a felicidade, e a felicidade para a qual todos nós tendemos é Deus. Todos nós estamos a caminho da felicidade, que chamamos céu, o qual, na realidade, é a vida com Deus. Que Nossa Senhora nos ajude, nos dê coragem para fazer com que cada momento da nossa existência seja um passo neste êxodo, nessa saída em busca da felicidade, nesse caminho rumo a Deus. A Virgem Maria nos ajude também a tornar presente a realidade do céu, a grandeza do Senhor na vida do nosso mundo.

Carne de Jesus, inseparável da carne da Virgem Maria

No fundo, essa realidade faz parte do nosso dinamismo pascal, de cada um de nós que deseja tornar-se celeste, totalmente feliz, em virtude da Ressurreição de Cristo. Este é o início e a antecipação de um movimento que diz respeito a cada ser humano e ao mundo inteiro. Nossa Senhora, “aquela de quem Deus tinha tomado a carne e cujo coração fora trespassado por uma espada no Calvário, encontrava-se associada, por primeiro e de modo singular, ao mistério dessa transformação para a qual todos nós tendemos, muitas vezes, também nós trespassados pela espada do sofrimento neste mundo”9.

A Virgem Maria, a nova Eva, seguiu Jesus Cristo, o novo Adão, no sofrimento, na Paixão. Desse modo, também na alegria definitiva. Cristo é a primícia da obra da salvação, mas a sua carne ressuscitada é inseparável da carne da sua Mãe terrena, a Virgem de Nazaré. Em Nossa Senhora, toda a humanidade está envolvida na Assunção a Deus. E, com ela toda a criação, cujos gemidos e sofrimentos são, como diz São Paulo, as dores do parto da nova humanidade10. Dessa forma, nascem os novos céus e a nova terra, onde já não haverá mais pranto nem lamentações, porque não haverá mais morte11.

Grandioso mistério de amor

Como é grandioso o mistério de amor que se repropõe à nossa contemplação na Assunção da Virgem Maria! Seu Filho Jesus Cristo venceu a morte com a onipotência do seu amor, pois só este é onipotente. Este amor levou o Senhor a morrer por nós e, dessa forma, vencer a morte. Somente “o amor faz entrar no reino da vida! E Maria entrou após o Filho, associada à sua glória, depois que foi associada à sua paixão”.

Nossa Senhora entrou no céu com um desejo incontrolável e deixou o caminho aberto para todos nós. Por isso, no dia da Assunção, a invocamos como “Porta do céu”, “Rainha dos anjos” e “Refúgio dos pecadores”. Diante desse grande mistério do amor de Deus, “não são os raciocínios que nos fazem compreender essas realidades tão sublimes, mas sim a fé simples, pura, e o silêncio da oração que nos põe em contacto com o Mistério que nos ultrapassa infinitamente”12.

Peçamos a Santíssima Virgem Maria que nos conceda hoje o dom da sua fé, que nos faz viver já nesta dimensão entre o finito e o infinito. Roguemos a Nossa Senhora a fé que transforma também o sentimento do tempo e do transcorrer da nossa existência. Supliquemos a ela aquela fé na qual sentimos intimamente que a nossa vida não se encontra encerrada no passado, mas está orientada para o futuro, para Deus, onde Jesus Cristo e, depois d’Ele, a Virgem Maria nos precederam.

O “morrer” como ingresso na Vida Eterna

“Contemplando Nossa Senhora da Assunção no Céu compreendemos melhor que, a nossa vida de todos os dias, não obstante seja marcada por provações e dificuldades, corre como um rio rumo ao oceano divino para a plenitude da alegria e da paz. Entendemos que o nosso morrer não é o fim, mas o ingresso na vida que não conhece a morte. O nosso crepúsculo no horizonte deste mundo é um ressurgir na aurora do mundo novo, do dia eterno”13.

Conscientes dessas realidades, rezemos com confiança a Virgem Maria, Mãe da Igreja. Peçamos que, enquanto ela nos acompanha nas dificuldades do nosso viver e morrer diários, ela nos conserve constantemente orientados para a verdadeira pátria da bem-aventurança, como ela fez durante toda a sua existência terrena.

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

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Mãe de Cristo e Mãe de Deus, se equivalem, pois significam a mesma realidade e são, por isso, perfeitamente sinônimas

Todos os títulos e grandezas de Maria dependem do fato colossal de sua maternidade divina. Maria é imaculada, cheia de graça, Co-redentora da humanidade, Rainha dos Céus e da Terra e Medianeira universal de todas as graças, etc., porque é a Mãe de Deus. A maternidade divina A coloca a tal altura, tão acima de todas as criaturas que São Tomás de Aquino, tão sóbrio e discreto em suas apreciações, não hesita em qualificar sua dignidade como sendo de certo modo infinita. E seu grande comentarista, o Cardeal Caietano, diz que Maria, por sua maternidade divina, alcança os limites da divindade. Entre todas as criaturas, é Maria, sem dúvida alguma, a que tem maior afinidade com Deus.

Assim, no dizer de outro eminente mariólogo “o dogma mais importante da Virgem Maria é sua maternidade divina”. É o primeiro alicerce sobre o qual se levanta o edifício da grandeza mariana. É este um fato que excede de tal modo a força cognoscitiva do homem que deve ser enumerado entre os maiores mistérios de nossa fé.

Que uma humilde mulher, descendente de Adão como nós, se torne Mãe de Deus, é um mistério tão sublime de elevação do homem e de condescendência divina, que deixa atônita qualquer inteligência, angélica ou humana, no séculos e na eternidade.

Maria, verdadeira Mãe de Deus

Para que uma mulher possa dizer-se verdadeiramente mãe, é necessário que subministre à sua prole, por via de geração, uma natureza semelhante (ou seja, consubstancial) à sua.

Suposta esta óbvia noção da maternidade, não é tão difícil compreender-se de que modo a Virgem Santíssima possa ser chamada verdadeira Mãe de Cristo, tendo Ela subministrado a Cristo, por via de geração, uma natureza semelhante à sua, ou seja, a natureza humana.

A dificuldade surge, porém, quando se procura compreender de que modo a Virgem Santíssima pode ser chamada verdadeira Mãe de Deus, pois não se vê bem, à primeira vista, de que modo Deus possa ser aqui gerado. Não obstante isso, se se observar atentamente, as duas fórmulas: Mãe de Cristo e Mãe de Deus, se equivalem, pois significam a mesma realidade e são, por isso, perfeitamente sinônimas. Nossa Senhora, com efeito, não é denominada Mãe de Deus no sentido de que houvesse gerado a Divindade (ou seja, a natureza divina do Verbo) e sim no sentido de que gerou, segundo a humanidade, a divina pessoa do verbo.

O sujeito da geração e da filiação não é a natureza, mas a pessoa. Ora, a divina pessoa do Verbo foi unida à natureza humana, subministrada pela Virgem Santíssima, desde o primeiro instante da concepção; de modo que a natureza humana de Cristo não esteve jamais terminada, nem mesmo por um instante, pela personalidade humana, mas sempre subsistiu, desde o primeiro momento de sua existência, na pessoa divina do Verbo. Este e não outro é o verdadeiro conceito da maternidade divina, tal como foi definida pelo Concílio de Éfeso, em 431.

Em suma, “Maria concebeu realmente e deu à luz segundo a carne à pessoa divina de Cristo (única pessoa que há nEle), e, por conseguinte, é e deve ser chamada com toda propriedade Mãe de Deus.

Não importa que Maria não haja concebido a natureza divina enquanto tal (tampouco as outras mães concebem a alma de seus filhos), já que essa natureza divina subsiste no Verbo eternamente e é, por conseguinte, anterior à existência de Maria. Ela, porém, concebeu uma pessoa – como todas as demais mães -, e como essa pessoa, Jesus, não era humana, mas divina, segue-se logicamente que Maria concebeu segundo a carne a pessoa divina de Cristo, e é, portanto, real e verdadeiramente Mãe de Deus.

Fonte: https://www.comshalom.org/

Há duas versões para a origem desta prece, que é uma das mais belas do tesouro da Igreja

Salve, Rainha, Mãe de misericórdia! Vida, doçura, esperança nossa, salve!

Salve-Rainha é uma das mais belas orações cristãs. Mas qual é a sua origem?

Não há certeza completa, pois dois autores costumam ser apontados: o monge beneditino Hermano Contracto, segundo alguns historiadores, e, segundo outros, o bispo de Le Puy, dom Ademar de Monteuil.

Versão 1: o monge Hermano Contracto

O religioso beneditino a teria escrito por volta de 1050, no mosteiro de Reichenau, no Sacro Império Romano-Germânico. Na época, os povos da Europa central enfrentavam calamidades naturais, epidemias, miséria, fome e a contínua ameaça dos nômades do Leste, que invadiam os povoados, saqueavam e matavam.

Hermano Contracto sofria de deformações físicas que o levavam a caminhar e a escrever com grande dificuldade. Acredita-se que essas características fossem de nascença. Segundo a tradição, ao constatar seu raquitismo, a mãe, Miltreed, o consagrou a Maria e o educou na devoção a ela. Apesar da deficiência física, chegou a ser mestre dos noviços na ordem beneditina.

Foi entre sofrimentos e esperanças que o monge teria composto a Salve Rainha – exceto a tríplice invocação final (“Ó clemente! Ó piedosa! Ó doce Virgem Maria!”), que foi acrescentada mais de um século depois, por São Bernardo de Claraval.

Versão 2: dom Ademar de Monteuil

O bispo de Le Puy era membro do Concílio de Clermont, o sínodo que determinou a realização da primeira cruzada a fim de defender os peregrinos que iam à Terra Santa e cujas viagens vinham se tornando cada vez mais perigosas. Dom Ademar participou da primeira cruzada como legado apostólico e teria composto a Salve Rainha como hino dos cruzados.

Tal como na versão que atribui a composição ao monge Hermano Contracto, a Salve Rainha terminava nas palavras “…e, depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre“.

O acréscimo de São Bernardo

A Salve-Rainha já tinha se popularizado fazia décadas entre os cristãos.

Na véspera do Natal de 1146, São Bernardo de Claraval, enviado à Alemanha como legado papal, entrava solenemente na cidade de Spira depois de uma viagem memorável, da qual foram relatados numerosos milagres. O bispo, o clero e o povo foram ao encontro do santo e o conduziram, ao toque dos sinos e com sagrados cânticos, até o imperador e os príncipes germânicos, que o receberam com todas as honras devidas ao enviado pontifício.

Enquanto o coro entoava a Salve-Rainha, o abade São Bernardo ficou profundamente comovido e, acabado o canto, prostrando-se três vezes, acrescentou a cada vez uma das aclamações, enquanto caminhava até o altar sobre o qual brilhava a imagem de Maria.

A tríplice invocação passou a partir de então a fazer parte da oração.

A Salve-Rainha em latim

Salve, Regina, mater misericordiae!
Vita, dulcedo et spes nostra, salve!
Ad te clamamus, exsules filii Evae.
Ad te suspiramus, gementes et flentes
in hac lacrimarum valle.Eia, ergo, advocata nostra,
illos tuos misericordes oculos
ad nos converte.
Et Iesum, benedictum fructum ventris tui,
nobis post hoc exsilium ostende.
O clemens! O pia! O dulcis Virgo Maria.Ora pro nobis, Sancta Dei Genetrix,
ut digni efficiamur promissionibus Christi.Amen.

A Salve-Rainha em português

Salve, Rainha, Mãe de Misericórdia!
Vida, doçura e esperança nossa, salve!
A vós bradamos, os degredados filhos de Eva;
a vós suspiramos, gemendo e chorando
neste vale de lágrimas.Eia, pois, advogada nossa,
Esses vossos olhos misericordiosos
a nós volvei
e, depois desse desterro,
mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre.
Ó clemente! Ó piedosa! Ó doce Virgem Maria!Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,
para que sejamos dignos das promessas de Cristo.Amém.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Uma linda meditação sobre as Bodas de Caná, para crescer em devoção a Nossa Senhora

São João conta, no seu Evangelho, que Jesus foi convidado, juntamente com sua Mãe, a uma festa de bodas em Caná. Era recente ainda a vocação dos Apóstolos, mas já acompanhavam o Mestre e, conforme o costume da época, foram convidados também para o casamento (cf. Jo 2, 1-11).

A cena é conhecida. Num dado momento da ruidosa festa campesina, fica faltando vinho. Ninguém o percebe. Ninguém, a não ser Maria. Com delicada intuição, pressente que a alegria dos esposos pode ficar toldada por uma imprevidência. Maria faz “seu” o problema, assume-o com sensibilidade materna, com um interesse impregnado de coração. E não hesita em falar confiadamente a Jesus: Eles não têm vinho.

As suas palavras não são um simples comentário preocupado, mas encerram um discreto pedido. Assim o entende Jesus, quando lhe responde: Que importa isso a mim e a ti, mulher? Ainda não chegou a minha hora.

A nossa lógica bem-comportada subscreveria as palavras de Jesus. Elas têm a aparência de uma compreensível e amável censura a um pedido saído do coração da mãe, mas pouco razoável.

Maria, no entanto, não as entende assim. E Ela é quem tem a sintonia mais perfeita com a alma do Filho. Por isso, não duvida em solicitar imediatamente aos que servem: Fazei tudo o que Ele vos disser. Mostra saber que será escutada, sem que para isso possa ser obstáculo a dificuldade mencionada por Jesus: “Não chegou a minha hora”.

O atendimento de Jesus ao pedido da Mãe não demora. Sob o olhar sorridente de Maria, Cristo manda aos servidores que encham de água seis grandes recipientes de pedra. Ordena-lhes depois que tirem a água já convertida em vinho e a apresentem ao mestre-sala, que não sai do seu assombro por julgar que os donos da festa tinham deixado o bom vinho guardado até agora.

A cena termina com um comentário de João: Este primeiro milagre, fê-lo Jesus em Caná da Galileia, e manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele (Jo 2, 11).

Jesus sempre escuta Maria

Sem dúvida, há uma “mensagem” muito clara nesse milagre. É patente que Maria está ativamente presente no começo do ministério público de Cristo, e está presente de uma forma central, não marginal. Prestemos atenção:

● É por intercessão dEla que Cristo adianta misteriosamente a “hora” de iniciar os seus milagres, que serão “sinais” (cfr. Jo 6, 26) da sua divindade e testemunhos visíveis da veracidade da sua doutrina.

● É pela intervenção dEla que Cristo realiza o primeiro sinal que fará com que os discípulos creiam em Jesus.

● Finalmente, manifesta-se nesse instante a disposição de Jesus de acolher todos os pedidos que, mesmo em coisas pouco relevantes – “não têm vinho” –, cheguem a Ele por intermédio da solicitude da Mãe, que se mostra amorosamente atenta às necessidades espirituais e materiais dos homens, seus filhos.

«Maria – comenta a propósito desta cena São João Paulo II – põe-se de permeio entre o seu Filho e os homens na realidade das suas privações, das suas indigências, dos seus sofrimentos. Põe-se de permeio, isto é, faz de mediadora, não como uma estranha, mas na sua posição de mãe, consciente de que como tal pode – ou antes, “tem o direito de” – fazer presentes ao seu Filho as necessidades dos homens (…) E não é tudo: como Mãe, deseja também que se manifeste o poder messiânico do Filho, ou seja, o seu poder salvífico que se destina a socorrer as desventuras humanas, a libertar o homem do mal que, sob diversas formas e diversas proporções, faz sentir o peso na sua vida»[1].

Contemplando esta passagem do Evangelho, a imaginação evoca algumas das cenas mais simples da piedade popular, que por vezes escandalizam os “sábios”. Como num filme, focalizamos mentalmente os rostos enxutos, requeimados pelo sol do sertão, de um grupo de romeiros que acaba de descer do ônibus na esplanada do Santuário de Aparecida. Os devotos, entrando na basílica, cravam o olhar esperançado no retrato da Mãe, a pequenina imagem de barro escurecido. E, de cada coração, eleva-se uma súplica: pelas necessidades cotidianas, pela saúde, pela volta ao bom caminho do marido, de um filho… “Dai-nos a bênção, ó Mãe querida!” Eles sabem por dentro, têm a certeza, de que – assim como em Caná – a Virgem Santa não deixará de dizer ao Filho: “Não têm…”. E o Filho a atenderá, o Filho lhe “obedecerá”… Não é evidente a sintonia existente entre a sincera devoção popular e o Santo Evangelho?

Em Caná, Cristo disse com atos, mais expressivos do que as palavras, que, na realização da sua obra salvadora em favor dos homens, deseja que ocupe um lugar de destaque a mediação maternal de sua Mãe. Não era necessário que fosse assim, mas Deus quis que assim fosse.

Maria tem verdadeiramente uma função de mediação materna entre Cristo e os homens. Não é certamente uma função autônoma, nem obscurece o fato incontestável de que Jesus Cristo é o único Mediador propriamente dito entre Deus e os homens (cf. I Tim 2, 5). Mas, mesmo assim, fica em pé a existência de uma autêntica mediação de Maria, subordinada mas entranhadamente unida à mediação de Cristo[2].

A mediação de Maria está nos desígnios de Deus. Não foi imaginada pela devoção dos cristãos, em épocas mais ou menos tardias. Pelo contrário, foi sendo descoberta pela fé, cada vez com maior profundidade, como um tesouro escondido, o que é muito diferente.

Bem entendia esta verdade São Bernardo, o “trovador da Virgem”, quando pregava que Maria é «o aqueduto que, recebendo a plenitude da própria fonte do coração do Pai, no-la faz acessível… Com o mais íntimo, pois, da nossa alma, com todos os afetos do nosso coração e com todos os sentimentos e desejos da nossa vontade, veneremos Maria, porque esta é a vontade daquele Senhor que quis que tudo recebêssemos por Maria»[3].

O conselho de Maria

Antes de concluirmos o comentário às bodas de Caná, detenhamo-nos por uns instantes a olhar outras riquezas dessa cena.

Tem sido observado com razão que nessa passagem de Caná se encontram as únicas palavras dirigidas por Maria aos homens que o Evangelho registra: Fazei tudo o que Ele vos disser (Jo 2, 5). Aí está o sentido da mediação de Maria: levar as almas para Cristo, mover os corações dos homens a aderir à vontade de Cristo e a “fazê-la” de fato: “tudo o que Ele vos disser”.

Ao mesmo tempo, aí se compreende qual é o eixo da verdadeira devoção a Nossa Senhora, e o teste da sua autenticidade. A autêntica devoção a Maria sempre conduz a Cristo. É função do amor maternal de Maria “gerar” constantemente “irmãos” de seu Filho, que se disponham a viver até às últimas consequências a Verdade e a Vida que Jesus lhes oferece.

Por isso, a devoção a Maria Santíssima não só não afasta ou desvia as almas da união com Cristo pela fé e pelo amor – e nisso reside a essência da vida cristã –, mas a facilita sobremaneira, tornando-a mais acessível e mais suave, e também mais eficaz. «A Jesus, sempre se vai e se “volta por Maria»[4]”.

«A nossa alma – diz São Luís Maria Grignion de Montfort – só encontrará Deus em Maria… Só Deus habita nela e, longe de reter uma alma para si, Ela – muito ao contrário – a impele para Deus e a une a Ele”[5].

 


[1] Encíclica Redemptoris Mater, n. 21

[2] Constituição Lumen gentium, n. 62

[3] São Bernardo, Sermo in Nativitate B. V. Mariae; in Migne, Patrologia Latina, 183, 437, ns. 4 e 7;].

[4] São Josemaría Escrivá, Caminho, 6ª. ed., Quadrante, São Paulo, 1983, n. 495.

[5] Traité de la vraie dévotion à la Sainte Vierge, Ed. Secrétariat de Marie Médiatrice, 4ª. ed., Lovaina, 1952, cap. I, art. 1.

(via Pe. Faus)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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VATICANO, 29 Jan. 18 / 08:30 am (ACI).- O Papa Francisco destacou a importância da Virgem Maria para o cristão. Recordou que foi o próprio Jesus quem, na cruz, deu Maria aos discípulos como Mãe e que, portanto, o caminho do cristão deve se sustentar nela, porque, “é um grande perigo para a fé viver sem Mãe”.

O Santo Padre celebrou no domingo, 28 de janeiro, na Basílica Pontifícia de Santa Maria Maior, em Roma, Missa por ocasião da Festa da Transladação do Ícone da Salus Populi Romani (Protetora do Povo Romano), recentemente restaurado por especialistas dos Museus Vaticanos.

Na homilia, o Pontífice refletiu sobre as palavras da antífona mariana mais antiga que se reza na Igreja: “Sob teu amparo nos acolhemos Santa Mãe de Deus, não desprezes nossas súplicas nas necessidades, antes bem livra-nos sempre de todos os perigos, oh Virgem gloriosa e bendita!”.

Acolhemo-nos

O Papa exortou a acudir à Virgem nos momentos de perigo. “Nos momentos turbulentos, é preciso nos acolhermos sob o manto da Santa Mãe de Deus”, afirmou.

Nesse sentido, explicou que a expressão “acolher-se sob o manto”, usada com frequência na Igreja, tem um belo significado histórico e cultural. Assinalou que, “durante muito tempo, os perseguidos e os necessitados procuravam refúgio junto das mulheres nobres da alta sociedade: quando o seu manto, que era considerado inviolável, se estendia em sinal de acolhimento, a proteção era concedida”.

“O mesmo, fazemos nós em relação a Nossa Senhora, a mulher mais sublime do gênero humano. O seu manto está sempre aberto para nos acolher e recolher-nos”.

“A Mãe – destacou – guarda a fé, protege as relações, salva nas intempéries e preserva do mal. Onde Nossa Senhora é de casa, o diabo não entra; onde está a Mãe, a perturbação não prevalece, o medo não vence”.

Não desprezes nossas súplicas

“Quando nós a imploramos, Maria intercede por nós”, assegurou Francisco. O Santo Padre destacou o título que a tradição cristã oriental grega dedica à Virgem: “Grigorusa, que significa ‘aquela que intercede prontamente’”.

“A Virgem não demora, leva imediatamente a Jesus a necessidade concreta daquelas pessoas, como nas Bodas de Caná: ‘Não têm vinho!’. Assim faz, sempre que a invocamos: quando nos falta a esperança, quando escasseia a alegria, quando se esgotam as forças, quando se obscurece a estrela da vida, a Mãe intervém”.

Porque Maria “está atenta ao cansaço, sensível às turbulências, próxima do coração. E nunca, nunca despreza as nossas orações; não deixa perder-se uma sequer. É Mãe, nunca Se envergonha de nós; antes, só espera poder ajudar os seus filhos”.

Livra-nos de todos os perigos

O Papa recordou que “o próprio Senhor sabe que precisamos de refúgio e proteção em meio a tantos perigos. Por isso, no momento mais alto, na cruz, disse ao discípulo amado, a cada discípulo: ‘Eis a tua Mãe!’. A Mãe não é um dom opcional, é o testamento de Cristo. E nós precisamos dela”.

Além disso, advertiu que “é um grande perigo para a fé viver sem Mãe, sem proteção, deixando-nos arrastar pela vida como as folhas pelo vento. O Senhor sabe disso e recomenda-nos acolher a Mãe. Não é um galanteio espiritual, é uma exigência de vida. Amá-la não é poesia; é saber viver. Porque, sem Mãe, não podemos ser filhos. E, antes de tudo, nós somos filhos, filhos amados, que têm Deus por Pai e Nossa Senhora por Mãe”.

O Pontífice concluiu afirmando que, “se não a seguirmos, extraviamo-nos, porque é um sinal da vida espiritual. Quem melhor do que ela pode nos acompanhar no caminho?”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Estes “nãos” revelam a humildade da Mãe de Deus e valorizam ainda mais o seu “sim”

“Os dias claros não seriam tão belos sem o contraste com os dias nublados”, dizia minha mãe. E é verdade: se amanhece chovendo e, no outro dia, o sol brilha, nós agradecemos mais ainda quando nos lembramos do dia anterior.

Assim também pode acontecer na nossa relação com a Virgem Maria. Para valorizar o “sim” que ela deu ao Senhor, vamos refletir sobre estes 10 “nãos”, que também lhe são inerentes:

  1. NÃO impôs condições. Ao saber que tinha sido eleita para ser a Mãe de Deus, Maria não exigiu nada, não colocou objeções nem pretextos. Só aceitou. Era o seu desejo de cumprir a vontade de Deus.
  2. NÃO se envaideceu. As jovens de seu tempo desejavam ser a Mãe do Messias. Ao ser eleita, não perdeu o chão, não se achou melhor que as outras. Ela se reconheceu – e não era falsa modéstia – como a escrava do Senhor.
  3. NÃO espalhou a notícia. Não contou nada para ninguém, nem para José. Soube se calar e deixar que todos ficassem sabendo somente quando Deus quis.
  4. NÃO focou em si mesma. Ela não quis descansar nem ganhar mimos. Ao saber que sua prima Isabel, que era mais velha,  estava grávida, foi apressadamente ajudá-la.
  5. NÃO pediu privilégios. Ao saber que deveria fazer um cadastramento em Belém, poderia der pedido a Deus que enviasse um anjo “gestor” ou um “coiote” celestial para ajudar no processo. Quando tiveram que sair  para o Egito por culpa de Herodes, Maria não propôs que o matassem. Quando Jesus, aos 12 anos, se perdeu deles, não pediu um GPS para localizá-lo, mas saiu para procurar o menino. Ela nunca pediu um tratamento VIP para evitar alguma dificuldade.
  6. NÃO se prendeu aos “e se”. Quando teve que dar à luz em condições muito diferentes das quais tinha se preparado, não se frustrou pensando: “e se a casa tivesse berço, e se minha mãe pudesse me ajudar”. Ela ia aceitando tudo o que Deus queria – e fazia o melhor com o que tinha.
  7. NÃO se isolou. Ela poderia ter se fechado com José e o Menino Jesus para aproveitar sozinhos a felicidade. Mas, desde o começo, ela entregou Jesus aos demais, aos pastores, aos Magos do Oriente e, mais tarde, a todo o mundo.
  8. NÃO pediu que Deus mudasse os planos. Maria revelou à santa Teresa que, quando Simeão mencionou a espada, ela teve a visão da Paixão. Viu a cruz que esperava Jesus. A Virgem poderia ter suplicado a Deus que não permitisse aquilo. Mas aceitou.
  9. NÃO rejeitou a ideia de ser nossa Mãe. Na cruz, seu Filho a encomendou ao seu discípulo amado e, por meio dele, a todos nós. Que difícil aceitar ser Mãe daqueles por cujos pecados Jesus morreu! Mas, novamente, ela disse “sim”. E não foi de má vontade. Maria revelou a são João Diego que era uma honra ser nossa Mãe. Que amor grandioso!
  10. NÃO deixa de nos amar e de interceder por nós. Maria não guardou rancor dos discípulos que abandonaram Jesus na cruz. Depois da Ascensão, dedicava-se a rezar com e por eles. E imaginemos o quanto ela ficou alegre por vê-los cheios do Espírito Santo, saindo a pregar. E, quando foi elevada ao céu, poderia ter se esquecido de nós. Mas não foi isso o que aconteceu. Ela está por dentro de todas as nossas necessidades, angústias e dificuldades. E roga a Deus por nós. Vive na pátria celestial, mas atenta a tudo o que acontece por aqui.

Peçamos, então, que Maria nos ajude a imitá-la em seu seus “SIMs” e em seus “NÃOs”. E acrescentemos outros três NÃOs: não a esqueçamos, não deixemos de amá-la e não deixemos nunca de recorrer à sua amorosa intercessão maternal.

Artigo originalmente publicado por SIAME, traduzido e adaptado ao português por Aleteia.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

REDAÇÃO CENTRAL, 23 Dez. 17 / 05:00 am (ACI).- Sábado é tradicionalmente o dia dedicado à Virgem Maria. Neste sábado, em especial, preparando a chegada de Jesus, compartilhamos esta oração mariana para agradecer Àquela que fez tudo para nos dar o Salvador e para que, por sua intercessão, Jesus também nasça em nossos corações.

1. INTRODUÇÃO

A família se reúne em um lugar adequado na casa, em torno de uma imagem de Santa Maria.

Todos (fazendo o sinal da Cruz): Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

O pai da família (explica aos presentes o significado da liturgia com as palavras): Ao darmos graças a Deus que nos deu seu Filho, devemos também dar graças à Virgem Maria. Com o seu “Sim” às palavras do Arcanjo, por obra do Espírito Santo, tornou-se a Mãe de Deus e nossa Mãe. Na noite de Belém, “irradiou sobre o mundo a luz eterna, Jesus Cristo, nosso Senhor”. Demos graças a Santa Maria, porque Ela deu tudo por nossa reconciliação, e rezemos para que nossos corações estejam sempre prontos para acolhê-la e com Ela a seu Divino Filho.

A mãe da família: Obrigada por ser Santa Maria. Obrigada por ter se aberto a graça e escuta da Palavra, desde o princípio. Obrigada por ter acolhido em teu ventre puríssimo Aquele que é a Vida e o Amor. Obrigada por manter o teu “Faça-se” através de todos os acontecimentos de tua vida. Obrigada por teus exemplos, dignos de serem acolhidos e vividos. Obrigada por tua simplicidade, por tua doçura, por tua magnífica sobriedade, por tua capacidade de escuta, por tua reverência, por tua fidelidade, por tua grandeza e por todas aquelas virtudes que trazem a beleza em si e que Deus nos permite ver em Ti. Obrigada por teu olhar materno, por tuas intercessões, tua ternura, teu auxílio ajuda e orientação. Obrigada por tanta bondade. Enfim, obrigada por ser Santa Maria, Mãe do Senhor Jesus e nossa. Amém.

2. INVOCAÇÃO DA FAMÍLIA

Olhando para a imagem da Virgem, a família eleva a seguinte súplica comum.

Primeiro membro da família: Peçamos ao Senhor Jesus, Salvador do mundo, recorrendo confiantes à intercessão de sua Santa Mãe. Digamos:

R. Que a vossa Santa Mãe, Senhor, interceda por nós.

Salva-nos, Senhor, por tua anunciação-encarnação. R.

Salva-nos, Senhor, por teu nascimento em Belém. R.

Salva-nos, Senhor, por tua apresentação no templo. R.

Salva-nos, Senhor, por teu santo batismo. R.

Salva-nos, Senhor, por tua paixão e cruz. R.

Salva-nos, Senhor, por tua morte e sepultamento. R.

Salva-nos, Senhor, por tua santa ressurreição. R.

Salva-nos, Senhor, por tua gloriosa ascensão. R.

Salva-nos, Senhor, pelo dom do Espírito Santo. R.

Salva-nos, Senhor, quando vier em tua glória. R.

Segundo membro da família: Às nossas preces, responderemos:

R. Que interceda por eles tua Santa Mãe.

Conceda ao Santo Padre, o Papa Francisco, e a nosso Bispo (diz o nome do Prelado) vida e saúde e os renove em seus ministérios e em suas santidades de vida. R.

Ilumine as mentes dos governantes em busca do bem comum, paz e reconciliação. R.

Escuta o clamor dos que sofrem, a oração dos perseguidos por causa de sua fé, a preces das vítimas inocentes. R.

Guia à conversão os que estão distantes de Ti. R.

Mostre a luz do teu rosto para aqueles que te buscam com sinceridade de coração. R.

E, finalmente, ajuda-nos nossa Mãe para que nosso lar seja como o de Nazaré, um cenáculo de comunhão no amor.

Todos: Nós recorremos à vossa proteção, Santa Mãe de Deus; não despreze as súplicas que dirigimos a ti em nossas necessidades; mas, livrai-nos sempre de todos os perigos, oh Virgem gloriosa e bendita.

O pai da família:  Oh Deus, que se manifestou ao mundo nos braços da Virgem Mãe de teu Filho, glória de Isabel e luz dos povos; faça com que, na escola de Maria, aprendamos a aderir ao Senhor Jesus e reconhecer Nele o único Salvador do mundo ontem, hoje e sempre. Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos. Amém.

Todos (fazendo o sinal da Cruz): Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Maria acreditou no que Deus estava fazendo, e a alegria da salvação se firmou em seu coração.

De onde vem a alegria de Maria? Qual foi a importância dessa alegria durante todo o itinerário da sua vida? Que poder exerceu a alegria na vida da Mãe de Jesus? E por que afirmamos que Maria era uma pessoa alegre?

Nas Escrituras está claro que a alegria é um dom de Deus, um fruto do Espirito Santo. Em Maria, é possível ver essa alegria que transborda e contagia porque, por sua pureza, ela reflete perfeitamente a ação de Deus. Logo depois que o Espírito Santo agiu preenchendo-a, tornando-a Mãe do Salvador, Maria de Nazaré, grávida, pôs-se a caminho, plena de alegria (não seria esse o motivo da pressa descrita em Lc 1,39?), para visitar Isabel. Mas Maria não tinha que cuidar do seu enxoval de noiva?

A alegria nos faz livres. Quando Maria chega a Ain Karen, a cidade de Isabel e Zacarias, depois de percorrer um árduo e montanhoso caminho, ela está tão feliz que sua saudação não é usual, mas tem algo de extraordinário. Isabel percebe e é tomada por sua alegria. A criança, o precursor João Batista, ainda no ventre de sua mãe, pula e já anuncia que a presença de Deus traz a verdadeira alegria.

Nos “Escritos” da Comunidade Católica Shalom é possivel encontrar algo parecido. O fundador, Moysés Azevedo, tenta descrever “o que se passa em seu coração” e diz perceber Deus dando um presente, que é novo e maravilhoso, único, um milagre. É possivel sentir a alegria através de suas palavras ao afirmar que Deus nos dá um caminho de felicidade através da Obra Nova, caminho seguro pois é o de Jesus e foi o de Maria.

A alegria de Maria, de Moysés e de todos os profetas vem da ação do Espírito Santo que lhes dá a fé. É preciso crer para se alegrar. Maria acreditou no que Deus estava fazendo, e a alegria da salvação se firmou em seu coração. Uma alegria que se consolidou na docilidade ao Espírito Santo e no serviço aos mais necessitados. A alegria é precursora do serviço. Quem não a tem não está apto para servir, não suporta, pois é ela quem torna o peso leve e o fardo suave.

Na alegria, Maria enfrentou as dúvidas de José. E será que não foi a alegria estampada no rosto da Imaculada que mais o desconcertava diante do impossível? Uma alegria que não transparecia traição, mas paixão pelo novo. Como José deve ter voltado feliz ao saber o motivo da alegria de Maria que também se tornou a sua. Como deve ter sido essa a atmosfera da casa de Nazaré, a alegria, pois o Reino de Deus fez morada no meio de nós.

Na alegria, a Virgem Maria viveu, acolheu, ofertou, silenciou, esperou, sofreu e viu a Ressurreição. Alegria da fé, alegria da esperança e da caridade.

Ó alegria de Maria, vem sobre nós!

Fonte: https://www.comshalom.org/

Já parou para pensar que foi a Virgem Santíssima que deu um dos primeiros passos para a salvação do mundo?

Ezequiel, profetizando sobre Maria diz: “O Senhor disse-me: este pórtico ficará fechado. Ninguém o abrirá, ninguém aí passará, porque o Senhor Deus de Israel, aí passou; ele permanecerá fechado. O príncipe, entretanto, enquanto tal, poderá aí assentar-se para tomar sua refeição diante do Senhor.”

Agora isso está cumprido. Não apenas por Nosso Senhor vir de sua carne e ser seu Filho, mas, além disso, por ela ter tido um lugar na economia da Redenção; está cumprido em seu espírito e vontade, bem como em seu corpo.
Eva teve uma parte na queda do homem, embora fosse Adão nosso representante, cujo pecado nos fez pecadores. Foi Eva quem tudo iniciou ao tentar Adão! A Escritura diz: “A mulher, vendo que o fruto da árvore era bom para comer, de agradável aspecto e mui apropriado para abrir a inteligência, tomou dele, comeu e o apresentou também ao seu marido, que comeu igualmente.”
Convinha, em seguida, pela misericórdia de Deus, que como a mulher iniciou a destruição do mundo, assim também a mulher deveria iniciar sua recuperação.
Como Eva abriu o caminho para o ato fatal do primeiro Adão, assim Maria deveria abrir o caminho para a grande realização do segundo Adão: justamente Nosso Senhor Jesus Cristo, que veio para salvar o mundo, morrendo na cruz por ele.
Por isso, Maria é chamada pelos Santos Padres uma segunda e melhor Eva, por ter dado o primeiro passo para a salvação da humanidade, a qual Eva levou à ruína.
Como e quando Maria tomou parte, e a parte inicial, na restauração do mundo? Foi quando o anjo Gabriel veio a ela anunciar a grande honra que lhe cabia como sua parte.
São Paulo nos exorta: “Oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus.”
E assim, no que diz respeito à Santíssima Virgem, era o desejo de Deus que ela aceitasse, voluntariamente e com pleno entendimento,
ser a Mãe de Nosso Senhor, não sendo um mero instrumento passivo, cuja maternidade não teria nenhum mérito e nenhuma recompensa.
Não era um destino fácil estar tão intimamente próxima do Redentor dos homens, como foi vivenciado mais tarde, quando ela padeceu com Ele. Portanto, ponderando bem as palavras do anjo, antes de dar-lhe sua resposta, primeiro ela pergunta se tão grande serviço implicaria na perda daquela virgindade, sobre a qual ela tinha feito seus votos.
Quando o anjo lhe respondeu que não, então, com pleno consentimento de um coração cheio, cheio do amor de Deus para com ela, e por sua própria humildade, ela disse: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.”
E foi por essa aceitação que ela se tornou “A Porta do Céu”.
Fonte: Livro: “Rosa Mística – Meditações sobre a Ladainha de Nossa Senhora”, Cardeal John Henry Newman. Ed. Cultor de Livros
Via ADF 
Fonte: https://pt.aleteia.org/

Entrevista do Pe. Olmes Milani, CS. Missionário nos Emirados Árabes para a Rádio Vaticano.

Amigas e amigos, é com alegria que os saúdo, desejando a paz e harmonia entre as religiões. Para decepção nossa, constatamos que a Mãe de Jesus e nossa, é um fator de discórdia e, até de ódio, entre nós cristãos.

Contudo, nesse tempo que exerço a missão nos Emirados Árabes Unidos, um país muçulmano, estou me convencendo de que a figura de Maria deveria receber mais destaque, no diálogo entre o Cristianismo é o Islã. Existem motivos para isso. Vejamos.

A Mãe de Jesus é venerada pelas duas grandes religiões. No Alcorão ela é mencionada 40 vezes aproximadamente: 16 de forma explícita e mais 24 nas afirmações de que Jesus é seu filho.

Tanto no Alcorão como nas tradições islâmicas, Maria é respeitada. A ela é dado o título honorífico “Sayyidatuna que significa” Nossa Senhora”.

A devoção a Maria está presente, em diversos lugares, em países de maioria islâmica. No Egito, milhares de cristãos e muçulmanos peregrinam ao santuário sobre o Monte Al Tir, na província de Al Minya, no dia da comemoração do nascimento de Maria. Diz a tradição que a Sagrada Família viveu lá, quando fugiu da matança promovida pelo Rei Herodes.

No Paquistão, Maria é nome de cidade, Mariamabad, que atrai muitos cristãos e muçulmanos.

Qualquer pessoa que visitar o Santuário de Nossa Senhora do Líbano em Harissa, no Líbano, verá muitos muçulmanos entre os peregrinos.

Turistas que chegam às Igrejas católicas, nos países do Golfo Pérsico, constatarão uma gruta com a Imagem de Maria à entrada do complexo. Com frequência, principalmente, mulheres muçulmanas, vestidas tipicamente, são vistas venerando Maria, especialmente às quartas-feiras, quando é rezada a novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

No ano de 2010, o dia 25 de março, Festa da Anunciação, foi declarado feriado nacional no Líbano. O fato curioso é que um dos promotores mais fortes foi um muçulmano, Cheque Moamé Nokkari, professor de estudos islâmico- cristãos. Cheque Moamé Nokkari declarou: “Tenho alguma coisa em meu coração dizendo que Maria é aquela que vai nos unir”.

São suas também as palavras: “Deus deu-nos Eva, como mãe da humanidade. Ele também nos deu outra mãe, a carinhosa e unificadora mãe que é nossa Mãe Maria.”.

*Missionário Pe. Olmes Milani, CS. Das Arábias para a Rádio Vaticano.

Fonte: https://www.comshalom.org/

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O amor é a alma da reparação

A reparação é fundamentalmente um ato de amor. Esse carisma da reparação é antigo e sempre novo. Antigo, porque, desde quando os nossos primeiros pais pecaram, desobedecendo a ordem de Deus Pai, surgiu a grande necessidade da reparação (cf. Gn 3,6-7). Até que chegasse a plenitude dos tempos com o anúncio do Anjo, em que Nosso Senhor Jesus Cristo, o grande reparador, encarnou-se no ventre da Virgem Maria, nosso Pai celeste enviou homens e mulheres que, por virtude do Espírito Santo, buscaram implantar a reparação nos corações humanos. Eles convidavam, constantemente, a humanidade a voltar-se para Deus, a pedir perdão dos pecados, sobretudo, confiando no Seu amor misericordioso, que sempre está disposto a perdoar e a reconstruir a pessoa humana, desde que se tenha um coração contrito e arrependido.

O carisma da reparação é sempre novo e atual, pois, como pessoas pecadoras e frágeis, sempre precisaremos reparar nossos pecados. A partir da encarnação de Jesus, sobretudo na Sua Paixão e Morte, Ele convida todo o gênero humano a viver este carisma, acolhendo, primeiramente, Seu amor demonstrado até as últimas consequências. Por meio desse acolhimento, tornamo-nos um só com Ele, associando-nos à Sua obra redentora.

O amor é a alma da reparação, como Jesus nos mostrou; portanto, nossas orações e sacrifícios oferecidos a Deus por nós próprios, por nossos familiares, amigos e pela humanidade, transformam-se em reparação, desde que estejam fundados no amor a Jesus. Sendo assim, nossas orações e sacrifícios se tornam redentores, ou seja, por meio deles, associamo-nos à economia da salvação de Jesus, até que Ele volte, na Sua última vinda gloriosa. Sobre essa realidade, Nossa Senhora disse quando apareceu em Fátima, Portugal, para os pastorinhos em agosto de 1917: “Rezai, rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas.” (Memórias da Ir. Lúcia, p. 179)

A ofensa ao coração de Jesus e de Maria

Maria apareceu em Fátima, de maio a outubro de 1917, como fiel mensageira do Altíssimo, trazendo, em suas doces e graves palavras, a fé na misericórdia de Deus, que está sempre disposto a perdoar o homem arrependido; a esperança de que a humanidade levasse a sério os seus apelos urgentes, assumindo o carisma da reparação por meio da oração e de sacrifícios oferecidos a Deus; e o amor aos princípios evangélicos de Seu Filho Jesus, para que, com o coração centrado n’Ele, a humanidade reencontre a graça da paz, constantemente ameaçada por ideologias diabólicas.
Nossa Senhora enfatizou sobre a necessidade de fazermos reparação em todas as suas aparições, afirmando, na aparição de outubro, que Deus estava muito ofendido por causa dos pecados da humanidade: “Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido” (Memórias da Ir. Lúcia, p. 181).

Em Pontevedra, Espanha (1925), Nossa Senhora apareceu novamente para Irmã Lúcia, última vivente dos três pastorinhos de Fátima, quando ela estava no convento das Doroteias, para revelar como o seu Coração Imaculado queria reparação. Dessa vez, apareceu com o Menino Jesus, que foi o primeiro a mostrar como o Coração de Sua Santíssima Mãe estava ofendido: “Tem pena do Coração de tua Santíssima Mãe, que está coberto de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos Lhe cravam, sem haver quem faça um ato de reparação para os tirar”. E a Virgem Maria prossegue com o diálogo:
“Olha, minha filha, o Meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos Me cravam, com blasfêmias e ingratidões. Tu, ao menos, vê de Me consolar e diz que todos aqueles que, durante cinco meses, ao primeiro sábado, se confessarem, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um Terço e Me fizerem quinze minutos de companhia, meditando nos quinze mistérios do Rosário, com o fim de Me desagravar, eu prometo assistir-lhes, na hora da morte, com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas”. (Memórias da Ir. Lúcia, p. 192)

Essa aparição é muito importante, pois, a partir dela, compreendemos que, ao oferecer a Deus atos reparadores, nós O consolamos e também consolamos o Coração de Maria Santíssima, ofendido diretamente e indiretamente por nós, pecadores. Diretamente, pois são muitas as blasfêmias cometidas contra o Seu Imaculado Coração, como Jesus revelou à Ir. Lúcia. “Minha filha, são cinco as espécies de ofensas e blasfêmias proferidas contra o Imaculado Coração de Maria.

1. As blasfêmias contra a Imaculada Conceição;
2. Contra a sua Virgindade;
3. Contra a maternidade divina, recusando, ao mesmo tempo, recebê-La como Mãe dos homens;
4. Os que procuram publicamente infundir nos corações das crianças a indiferença, o desprezo e até o ódio para com esta Imaculada Mãe;
5. Os que a ultrajam diretamente nas suas sagradas imagens.”
(Carta da Ir. Lúcia ao Pe. José Bernardo Gonçalves, SJ, 12.6.1930, no livro A Grande Promessa, pp. 31-32)

Os pecados que atingem indiretamente o Coração Imaculado de Maria são todos aqueles praticados contra o próprio Deus, pois, uma vez que Maria Santíssima é Imaculada, todo pecado contra Deus a atinge.

Nessa aparição de Pontevedra, vemos que Nossa Senhora faz um apelo para encarnarmos o carisma da reparação através de atos reparadores centrados em Cristo, para consolar o Seu Coração Imaculado. Os atos reparadores são estes: a Confissão, a Eucaristia, a oração do Santo Terço e a meditação dos mistérios da vida de Cristo contidos na Sagrada Escritura. Isso nos leva a crer que em Maria tudo é relativo a Cristo, e que Jesus se fez Homem em seu ventre, para nos dar um coração novo, capaz de amar e reparar nossos próprios pecados e os do nosso próximo.

Convidamos você a abraçar essa espiritualidade reparadora a pedido de Jesus e Maria, fazendo-se presente no Santuário do Pai das Misericórdias nos primeiros sábados de cada mês a partir das 10h. Em novembro será no dia 4.

Rezaremos o Santo Terço contemplado, seguido de uma catequese sobre a espiritualidade de Fátima; depois, teremos os 15 minutos de Meditação da Palavra. Concluiremos este momento com uma Missa votiva a Nossa Senhora, às 12h. O primeiro ato reparador a ser vivido deve ser a confissão, para recebermos a comunhão em estado de graça.

Para confessar-se, o peregrino pode ir aos nossos confessionários ou onde lhe for mais acessível. Confira os horários no nosso site: paidasmisericordias.com.

Se você já vive a Devoção Reparadora dos Cinco Primeiros Sábados e quer testemunhar as graças que tem recebido a partir desta espiritualidade, envie o seu testemunho para o e-mail [email protected]
Que, em tudo, possamos reparar o Imaculado Coração de Maria!

Áurea Maria
Comunidade Canção Nova

Fonte: https://santuario.cancaonova.com/

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Peça aquela graça especial à Protetora dos Enfermos

Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes,
que vos dignastes aparecer a Bernadete,
no lugar solitário de uma gruta,
para nos lembrar que é no sossego e recolhimento
que Deus nos fala e nós falamos com Ele,
ajudai-nos a encontrar o sossego
e a paz da alma que nos ajude a conservar-nos
sempre unidos em Deus.
Nossa Senhora da gruta,
dai-me a graça que vos peço
e tanto preciso:

(pedir a graça)

Nossa Senhora de Lourdes,
rogai por nós.
Amem!

Fonte: Aleteia Brasil

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