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As mulheres precisam respeitar seus limites e evitar a autocobrança excessiva

Muitas vezes o excesso de cobrança é, em nós, estimulado e acentuado por realidades que experienciamos ainda na infância, quando nossas famílias, ou as pessoas próximas a nós nos comparam com outras crianças, exigindo que produzíssemos resultados sempre melhores em relação aos outros, com isso, não levando em conta as dificuldades particulares que enfrentávamos. Em inúmeras circunstâncias e, em virtude de processos como esses, desde a mais tenra idade, muitas mulheres acabaram internalizando a inconsciente “regra” de que só seriam amadas se fossem “perfeitas” em tudo e que, somente seriam aceitas se destacassem-se mais do que os outros.

Para superar a autocobrança excessiva, será preciso desconstruir esses conceitos errôneos, buscando um processo profundo de autoconhecimento das próprias fraquezas e virtudes, seguido de um consequente processo de autoaceitação. Assim, o coração feminino poderá, gradativamente, internalizar a mensagem de que “não precisa ser perfeito em tudo”, e nem precisa agradar a todos em um processo de busca incessante de aceitação.

Assista ao vídeo: Perfeccionismo e excesso de cobrança

O que muito, também, poderá contribuir para superar esse processo, será a atitude de aprender a definir metas reais para a própria rotina e para a vida em geral. Metas que realmente possam ser cumpridas e que não sejam um peso ou uma fonte de frustração. Trata-se de um saudável e sábio exercício, aprender a ser mais gentil e amável consigo
mesmo, assim, melhor respeitando e “blindando” a própria saúde física e emocional. Compreender que, a vida não é uma corrida e eu não preciso estar sempre em primeiro lugar, é essencial para que possamos viver melhor e mais em paz; sem amarrar fardos pesados e insuportáveis sobre nossos ombros, que roubam nossa paz e nos tornam escravos de uma busca insana de aprovação.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

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VATICANO, 08 Mar. 18 / 03:10 pm (ACI).- O Papa Francisco quis fazer uma pequena homenagem às mulheres no seu Dia Internacional através da sua conta na rede social Twitter, cujas mensagens são divulgadas em nove idiomas.

“Agradeço a todas as mulheres que, todos os dias, procuram construir uma sociedade mais humana e acolhedora”, disse o Pontífice através de @Pontifex_pt.

O Dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de março.

Em várias ocasiões, o Papa falou sobre a dignidade das mulheres. Por exemplo, em uma das suas homilias na Casa de Santa Marta, afirmou que “o homem não traz harmonia: é ela. É ela que traz a harmonia, que nos ensina a acariciar, a amar com ternura e que faz do mundo uma coisa bela”.

O Pontífice também explicou que “a mulher não existe para lavar a louça. Não: a mulher é para trazer harmonia. Sem a mulher não há harmonia”.

Em outra ocasião, durante uma Audiência Geral das quartas-feiras, em janeiro de 2017, afirmou categoricamente que “as mulheres são mais corajosas do que os homens”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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“A cada uma de vocês eu dirijo esta carta, sob o sinal da solidariedade e da gratidão”: São João Paulo II e sua preciosa Carta às Mulheres

A cada uma de vocês eu dirijo esta carta, sob o sinal da solidariedade e da gratidão“: assim começa a famosa Carta do Papa São João Paulo II às Mulheres, de 29 de junho de 1995, Solenidade de São Pedro e São Paulo.

A carta foi escrita por ocasião da IV Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em Pequim em setembro daquele mesmo ano, e é uma mostra da visão e da proposta cristã a respeito da mulher no meio de um mundo desnorteado e confuso, com ideias das mais dispersas sobre quem é o ser humano, seja mulher, seja homem.

Apresentamos aqui somente um extrato muito significativo dos primeiros parágrafos, focados simples e singelamente em agradecer!

O ponto de partida deste diálogo ideal não pode ser senão um obrigado (…).Obrigado ao Senhor pelo seu desígnio sobre a vocação e a missão da mulher no mundo, torna-se também um concreto e directo obrigado às mulheres, a cada mulher, por aquilo que ela representa na vida da humanidade.Obrigado a ti, mulher-mãe, que te fazes ventre do ser humano na alegria e no sofrimento de uma experiência única, que te torna o sorriso de Deus pela criatura que é dada à luz, que te faz guia dos seus primeiros passos, amparo do seu crescimento, ponto de referência por todo o caminho da vida.Obrigado a ti, mulher-esposa, que unes irrevogavelmente o teu destino ao de um homem, numa relação de recíproco dom, ao serviço da comunhão e da vida.Obrigado a ti, mulher-filha e mulher-irmã, que levas ao núcleo familiar, e depois à inteira vida social, as riquezas da tua sensibilidade, da tua intuição, da tua generosidade e da tua constância.Obrigado a ti, mulher-trabalhadora, empenhada em todos os âmbitos da vida social, económica, cultural, artística, política, pela contribuição indispensável que dás à elaboração de uma cultura capaz de conjugar razão e sentimento, a uma concepção da vida sempre aberta ao sentido do « mistério », à edificação de estruturas económicas e políticas mais ricas de humanidade.Obrigado a ti, mulher-consagrada, que, a exemplo da maior de todas as mulheres, a Mãe de Cristo, Verbo Encarnado, te abres com docilidade e fidelidade ao amor de Deus, ajudando a Igreja e a humanidade inteira a viver para com Deus uma resposta « esponsal », que exprime maravilhosamente a comunhão que Ele quer estabelecer com a sua criatura.Obrigado a ti, mulher, pelo simples facto de seres mulher!Com a percepção que é própria da tua feminilidade, enriqueces a compreensão do mundo e contribuis para a verdade plena das relações humanas.Mas agradecer não basta, já sei…

Quer continuar a ler essa carta preciosa de um Santo Papa a cada mulher?

Continue diretamente no site oficial do Vaticano, e em português:

CARTA DO PAPA JOÃO PAULO II
ÀS MULHERES

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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MADRI, 27 Fev. 18 / 05:00 pm (ACI).- No marco do Congresso Internacional sobre Gênero, Sexo e Educação, diversos especialistas se reuniram em Madri, Espanha, para desmentir os postulados da ideologia de gênero. Entre eles estavam o politólogo argentino Agustín Laje, o ex-transexual Walt Hayar e a pediatra Michelle Cretella, presidente do Colégio Americano de Pediatras.

No evento, realizado em 23 de fevereiro, foi lida a declaração de Madri pela Compreensão, o respeito e a liberdade à qual se aderiram 50 associações e na qual são defendidos os direitos frente ao “engano do gênero”.

“Queremos defender o direito das crianças a não serem manipuladas pela ideologia de gênero, o direito dos pais de educar seus filhos em liberdade e o direito e responsabilidade dos cientistas de poder trabalhar e expor seus estudos sem sofrer coações de leis de mordaça, simplesmente por fazer seu trabalho que consiste em buscar a verdade”.

Também declararam que, “em nome da liberdade, está se eliminando a liberdade. Com o pretexto de promover a igualdade e o respeito pela diversidade, tanto o sofrimento real de muitas pessoas como a sensibilidade da população são aproveitados pelos ativistas da ideologia de gênero para violar os direitos e liberdades fundamentais”.

Além disso, denunciaram que a “estratégia da ideologia de gênero inclui o engano e a coação”.

A pediatra Michelle Cretella, presidente do Colégio Americano de Pediatras, assegurou que as “escolas devem evitar a ideologia transgênero, porque é contrária à ciência e prejudicial para todas as crianças”.

“Os hábitos sociais não mudam o sexo. Os hormônios não mudam o sexo. A cirurgia não muda o sexo. Ser homem ou mulher é algo inato e imutável”, destacou a pediatra.

O ex-transexual Walt Heyer participou do congresso e assegurou que, em seu caso, mudou de sexo porque, a partir do coletivo LGBT, “me disseram que era a solução, mas não me falaram das consequências”.

“Percebi que quem não se sente cômodo com seu sexo é porque há algo por trás de tudo isso e precisa ser capaz de saber o que é, por que se sente assim, qual é a razão profunda… Porque mudar de sexo não vai resolver esse conflito”, assegurou.

Por sua parte, Glenn Stanton, diretor de ‘Enfoque a la familia’ (Foque a família), assegurou que “a teoria de gênero não é científica e está cheia de contradições”.

Stanton também afirmou que o fato de a ideologia de gênero ser uma mentira “não quer dizer que seus seguidores sejam mentirosos, mas que estão enganados”.

O doutor Paul Hruz explicou que, entre as pessoas que decidem mudar de sexo, há um índice “de mais de 90% de tendência ao suicídio do que no resto da população”, também em países onde existe uma grande aceitação do coletivo transexual.

Hruz é especialista em Endocrinologia Pediátrica e membro do Programa de Atenção Multidisciplinar de Transtornos do Desenvolvimento Sexual da Universidade de Washington, em Saint Louis (Estados Unidos).

Dr. Hruz destacou que “cada célula do corpo está geneticamente determinada pelo sexo. Por isso, a única coisa que se pode mudar é a aparência, mas não o sexo”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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A postura da mulher pode influenciar e muito a vida do marido

Ninguém é fruto de um acaso, e todos nós trazemos na alma o desejo natural de felicidade, que é alcançado com a realização do chamado recebido do Criador, desde que, começamos a existir. A postura da mulher traz em si a essência do que Deus criou.

Assim, não podemos igualar o chamado de uma pessoa com o chamado de outra, muito menos a vocação do homem com a vocação da mulher. São realidades profundamente distintas e igualmente enriquecedoras. Quando cada um assume seu papel, todos se enriquecem. Reconhecer isso já é um grande passo para a realização plena como pessoa criada e amada por Deus, independente do sexo.

Enquanto o homem, por exemplo, traz em si a inclinação natural para ser o provedor do lar, e suas prioridades estão ligadas ao cumprimento de tarefas, a vocação da mulher é amar incondicionalmente, a ponto de dar a vida se preciso for. É claro que, também, o homem é chamado ao amor, mas, quanto à mulher, além do chamado existe ainda a necessidade de amar. São João Paulo II afirma, na Teologia do Corpo, que “a mulher não pode encontrar a si mesma, senão doando amor aos outros”.

Ressuscitar, amparar e amar é o que dá sentido à vida

É também por isso que, quando falamos da postura da mulher na vida do marido, precisamos considerar o papel que ela é chamada a exercer. Victor Hugo, grande poeta francês, afirma que “o homem é a mais elevada das criaturas de Deus, mas a mulher é o mais sublime dos ideais. Deus fez para o homem um trono; para a mulher, um altar. O homem é o cérebro; a mulher, o coração. O cérebro produz a luz; o coração produz o amor. A luz fecunda; o amor ressuscita”. E ressuscitar, amparar e amar é o que dá sentido à vida.

Embora, na atualidade, seu papel esteja seriamente comprometido pelo modernismo e relativismo, seu valor não pode ser subestimado pelo que ela faz, sabe ou veste. Seu valor está escrito no coração de Deus, que com ela fez uma parceria pela vida. Deixo aqui algumas dicas que podem ajudar você, mulher, a ser o “Socorro de Deus” na vida do seu marido:

1- Encontre seu lugar e permaneça nele

Ninguém pode dar aquilo que não possui. Portanto, se você deseja ajudar seu marido, procure antes ser ajudada. Busque a cura interior, reconcilie-se com sua história, peça e ofereça perdão a quem precisar, e lance um novo olhar sobre o mundo.

Você é uma pessoa amada, infinitamente, por Deus e enviada por Ele com a missão de amar. A partir dessa aceitação, Deus mesmo o conduzirá a passos concretos na direção do seu devido lugar no relacionamento.

2- Reconheça o valor do seu cônjuge, elogie

Palavras de incentivo e gratidão fazem bem a qualquer pessoa, mas quando brotam do coração de quem amamos, tem o poder de curar nossa alma. Seu marido precisa ser elogiado e reconhecido por aquilo que é e faz, para continuar dando passos. Então, não perca a oportunidade de elogiar e dizer-lhe “muito obrigada”, mesmo que seja pelas coisas simples do dia a dia. A gratidão e o reconhecimento abrem portas para o amor florescer.

3- Tenham disciplina, mas priorizem o amor

A maioria das mulheres gosta de manter a casa arrumada com as coisas no seu devido lugar. Ótimo! Porém, mais importante que isso é fazer com que seu esposo se sinta bem em casa, sem a tensão constante de não poder desarrumar nada. Aposto que ele prefere ficar ao seu lado de bom humor, do que ter a casa impecável e você estressada.

Para um homem que ama, o sorriso e a postura da mulher vale mais que tudo.

4- Seja fiel

O compromisso em amar, respeitar e ser fiel ao seu esposo é algo sério que você assumiu diante de Deus, não o quebre por nada neste mundo. Lembre-se que ser fiel envolve todos os aspectos da vida, desde o material até as aspirações mais profundas de sua alma.

Esteja ao seu lado e jamais fale mal de seu marido para alguém. Se ele cair, estenda-lhe a mão e não o condene. Todos nós comentemos erros na tentativa de acertar.

5- Respeite as diferenças

Naturalmente, o universo masculino é diferente do universo feminino. Exigir que seu marido pense e aja igual a você não é uma boa ideia. Procure ouvir as razões dele, observe-o, esteja atenta aos seus gostos, respeite suas escolhas e tente entender o mundo dele, ou melhor fazer parte do mundo dele. Com isso quem ganha é você.

São as pequenas renúncias em nome do amor que trazem alegria e força ao relacionamento. Ser feliz é muito melhor do que ter sempre razão.

6- Cultive a amizade

Acredito muito no valor e nos benefícios da amizade, e não imagino como seria viver a vida inteira com alguém que não fosse meu amigo. É com o amigo que conseguimos ser quem somos, abrir o coração, falar da vida e dos sonhos, com a certeza de que somos acolhidos.

Se você já é amiga do seu esposo, cultive a amizade; se ainda não é, procure conquistar essa graça. “O amigo é uma poderosa proteção, quem o achou, encontrou um tesouro” (Eclesiástico 6,14).

7- Seja um presente

Presente é para ser doado, e dentro do casamento o maior presente que podemos dar é nossa entrega total no relacionamento, inclusive vivendo com plenitude a sexualidade. Cuidar da saúde, vestir-se com zelo e manter acesa a chama do amor, é uma escolha que você pode fazer, todos os dias, para tornar seu casamento uma expressão do amor de Deus neste mundo.

Se parece um desafio colocar essas dicas em prática, lembre-se de que, você não estará sozinha. Busque a graça de Deus pela oração e leitura da Palavra, pois é d’Ele que virá sempre toda força e sabedoria para cumprirmos nossa missão neste mundo. Dê um passo de cada vez e siga em frente; sem jamais deixar de amar, porque quem ama sempre vence!

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

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A lista pode ser extensa, mas, existem sete características que a maioria das mulheres procuram em um homem

A mulher, quando procura um homem para relacionar-se, seja amizade, namoro ou casamento, ela traz consigo alguns valores essenciais nessa escolha. É semelhante à experiência de escolher uma roupa para o baile de formatura ou uma festa esperada. Gastam-se horas pesquisando modelos, cores e tipos de tecido, até encontrar o vestido ideal. Se fazemos essa seleção com vestuários, muito mais deveríamos fazer com as pessoas que entrarão em nossa intimidade e deixarão suas marcas, sejam elas positivas ou negativas. Agora, quando o assunto é namoro, essa lista de prioridades fica ainda mais extensa. Muitas vezes, por não encontrar esse “homem”, as mulheres vão diminuindo os itens prioritários que são essenciais num relacionamento saudável. Portanto, atenção homens, vou elencar sete características que a maioria das mulheres procuram em vocês.

1. Íntimo de Deus

O homem temente a Deus, relaciona-se de maneira íntima com Ele e vive lutando para viver Seus mandamentos. É um homem de oração, que coloca o Senhor no centro de sua vida e, como consequência, de suas escolhas. É o líder espiritual que nada contra a correnteza das ideologias anticristãs. “Eu não me envergonho do evangelho, pois ele é a força salvadora de Deus para todo aquele que crê (…)” (Rm 1,16).

2. Esteriótipo físico

A mulher não se detém necessariamente ao estético, a questão é o quando ela se sente “mexida” por algum rapaz. É a famosa frase: “Ele mexe comigo”, é algo químico, biológico, que não tem muita explicação. É aquele “Q”, do tipo: “Hum, ele é diferente, eu me sinto atraída por ele!”. A atração física é um dos ingredientes que a mulher procura, mas não o único, como nos recorda o Papa emérito Bento XVI: “(…) a partir da atração inicial e do ‘sentir-se’ bem com o outro, educai-vos a ‘amar’ o outro, a ‘querer o bem’ do outro”.

3. Trabalhador

Essa é uma característica fundamental, pois, a mulher sente-se protegida ao lado de um homem que corre atrás do sustento do lar. “O trabalhador merece o seu salário” (1 Tm 5,18). Se, quando solteiro, o rapaz já busca a sua independência financeira e compra as suas coisas pessoais, é sinal de que, quando se casar terá condições de permanecer sustentando a família. O homem, que é passivo, não luta por um emprego, não quer se estabelecer na vida, é preguiçoso.

4. Fiel

“Aquele que é fiel será muito louvado” (Pr 28,20a). A fidelidade é uma característica primordial, porque a confiança é algo que se conquista com o tempo e, uma vez perdida, é muito difícil ser reconquistada. A Teologia do Corpo, de São João Paulo II, diz que um dos maiores medos da mulher é ser abandonada ou trocada por outra. Portanto, namorados, sejam fiéis às suas namoradas, e caso vocês queiram romper com o relacionamento, façam isso antes de se envolverem com outras mulheres. Para os casados, a fidelidade é um compromisso assumido diante de Deus e dos homens. É mais sério ainda!

5. Honesto

O homem honesto é aquele que conquista tudo que pode, sem o peso na consciência de ter passado as pessoas para trás. A honestidade no relacionamento é essencial para a construção de uma família cristã. O homem que mente para a mulher não é digno de confiança. É preciso honestidade no sentir, no falar e no agir.

6. Cavalheiro/Romântico

A maioria das mulheres traz em si a fantasia do príncipe encantado ou do Don Juan. Na vida real, há homens normais, que podem ser cavalheiros e românticos. Alguns exemplos para ilustrar o que quero dizer: abrir a porta do carro, puxar a cadeira para a mulher se sentar, surpreendê-la com uma rosa e uma carta de amor, levá-la para passear, carregar as malas pesadas em seu lugar e usar, com frequência, as palavras “perdão”, “obrigada” e “com licença”. O bom humor acrescenta muito ao relacionamento e ajuda a surpreender a amada. O amor alimenta-se de admiração e gestos concretos de amor.

7. Autoconfiante

O homem autoconfiante é aquele que passa segurança, pois sabe usar a razão na hora de agir. Não é um cara “viajado”, que vive no mundo da lua e não tem metas na vida. É o cara proativo, que tem iniciativas e não se deixa levar por qualquer ideologia e comentários. O homem autoconfiante é emocionalmente maduro e não tem crises de ciúmes exagerados. É seguro de si, pois sabe que quem o conduz é o próprio Deus!

Espero que essas sete características ajudem a você, homem de Deus, a encontrar a sua Maria. Lembrando que, para encontrá-la, você deve ser um José. É como o cara que procura uma princesa para namorar e se casar;  a pergunta que lhe faço é: “Você tem sido um príncipe?”.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

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Tudo, absolutamente tudo, muda na vida de uma mulher se ela tem fé

Já ouvi, muitas vezes, que a “fé é o exercício da memória”. É a capacidade de não somente lembrar-se do que é eterno e amável, mas também, de ser guiada por essas lembranças. Pela , sabemos que não são apenas lembranças, mas marcas profundas que trazemos pelas experiências que tivemos pelo caminho.

As lembranças que trazemos nos moldam sem que percebamos. Elas dão caminho para as nossas decisões, mas, também, às ações e reações. Por meio da memória, posso observar claramente como minha fé foi construída e entender que ela existe, e é vivida nas relações. Posso ter fé em mim mesma, fé em alguém e em Deus.

Tudo, absolutamente tudo, muda na vida de uma mulher se ela tem fé. Uma mulher que confia em Deus, confia em si mesma e também no outro, para estabelecer com ele relações duradouras e fecundas, podendo viver novas experiências ou dando a si outras chances quando as decepções chegam.

Nossa fé não pode depender de situações

Toda realidade interior, para manter-se viva e com qualidade de existência, necessita de alimento. A fé de uma mulher precisa de alimento nobre e seguro. Às vezes, temos a tentação de fazer com que a fé em alguém seja um alimento, mas, sabemos que o ser humano falha e nossa fé mais profunda não pode depender de instabilidades, incoerências ou decepções.

A convivência com pessoas que amamos provoca em nós vários gestos de confiança, mas toda fé depositada em um ser humano deve vir acompanhada de misericórdia e caridade, pois, o amor humano não subsiste sem uma elevada porção de compreensão, humildade e recomeços. Sim, uma mulher pode alimentar-se de bons relacionamentos para manter sua fé em pé e cada vez mais amadurecida e forte, porém, não deve depender da perfeição desses vínculos para ser fiel, porque eles realmente não existem com perfeição, somente com perfeito esforço.

Uma mulher inteligente ama a verdade

Uma mulher inteligente ama a verdade e a busca com toda intensidade de seu ser. Ela precisa estar atualizada diante de tantos estímulos modernos, que pretendem insistentemente dissolver sua vida interior. Ela precisa ler bons livros, que não alimentem somente seus afetos e sede de boas sensações e emoções, mas, que deem resistência e solidez à sua mentalidade; ela precisa ver bons filmes e estimular a abertura à sua realidade e, também, aos que estão à sua volta; ouvir pregações que a levem a um lugar cada vez mais sagrado em sua alma. Uma mulher inteligente precisa, constantemente, dar conteúdos bons a si mesma e alargar a capacidade de compreensão de sua alma, crescer espiritualmente não somente com as experiências providentes da vida, mas deliberadamente com esforço e vontade forte. Isso é alimentar sua fé.

Tudo vai ficar diferente em uma mulher quando ela passar a entender que nem tudo o que ela sente é real, e que a alma precisa de alimento sólido para amadurecer, crescer e, assim, fazer boas escolhas. Por isso, antes de se tornar uma mulher de fé, é preciso tomar uma decisão que implicará em gasto de tempo e esforço; a menos que essa mulher decida ficar “sempre a mesma”. O que não é real, porque, quem para no tempo anda para trás, com mais velocidade do que se imagina e sente.

Alimentar a fé não é uma atitude apenas emocional, não é um impulso sentimental. Mas sim uma decisão consciente e bem acordada. Do mais secreto lugar em uma alma feminina, no seu lugar mais consciente e comprometedor, é que uma mulher decide mudar. A fé é um dom de Deus, mas a melhora e o crescimento dela depende de uma decisão interna. É uma das decisões mais importantes da vida, pois muda um destino inteiro. Que você, mulher, decida-se a ser uma pessoa movida pela fé em Deus!

Isso sim é típico de uma mulher de fé, porque, ela se deixa mover pelo Espírito de Deus. Uma mulher de fé é uma mulher de decisão, ainda que discreta e silenciosa.

A partir de uma Mulher discreta, silenciosa e muito decidida, Deus pôde interferir na história da humanidade inteira! É preciso agir interiormente. Isso é uma mulher de fé. Você quer ser uma mulher assim?

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

A mulher é quem dá harmonia e sentido ao mundo. Foi o que assinalou o Papa Francisco em sua homilia da Missa celebrada na Casa Santa Marta.

O Pontífice indicou que é necessário evitar se referir à mulher falando somente sobre a função que realiza na sociedade ou em uma instituição, sem levar em consideração que a mulher, na humanidade, realiza uma missão que vai além e que nenhum homem pode oferecer: “O homem não traz harmonia: é ela. É ela que traz a harmonia, que nos ensina a acariciar, a amar com ternura e que faz do mundo uma coisa bela”.

Em sua reflexão sobre a Criação, a partir da leitura do Livro do Gênesis, o Papa Francisco se referiu ao papel da mulher na humanidade.

O Santo Padre relatou como o Gênesis explica que no princípio o homem estava só, então o Senhor lhe tirou uma costela e fez a mulher, que o homem reconheceu como carne de sua carne. “Mas antes de vê-la, sonhou com ela”.  “Quando não há mulher, falta a harmonia”, insistiu.

Papa Francisco destacou que o destino do homem e da mulher é ser “uma só carne”. Por exemplo, contou quando em uma audiência, enquanto saudava as pessoas, perguntou a um casal que celebrava 60 anos de matrimônio: “Qual de vocês teve mais paciência?”. “Eles que me olhavam, se olharam nos olhos, não me esqueço nunca daqueles olhos, hein? Depois voltaram e me disseram os dois juntos: ‘Somos apaixonados!’ Depois de 60 anos, isto significa uma só carne. Isso é o que traz a mulher: a capacidade de se apaixonar. A harmonia ao mundo”.

O Pontífice explicou que a mulher não existe para “lavar a louça. Não: a mulher é para trazer harmonia. Sem a mulher não há harmonia”. Neste sentido, ele condenou o crime da exploração de mulheres.

“Muitas vezes, ouvimos: ‘Não, é necessário que nesta sociedade, nesta instituição, que aqui tenha uma mulher para que faça isso ou aquilo… ’ Não, não! A funcionalidade não é o objetivo da mulher. É verdade que a mulher deve fazer coisas e faz coisas, como todos nós fazemos. O objetivo da mulher é criar harmonia e sem a mulher não há harmonia no mundo”.

“Explorar as pessoas é um crime que lesa a humanidade: é verdade. Mas explorar uma mulher é algo ainda pior: é destruir a harmonia que Deus quis dar ao mundo”.

O Papa concluiu a homilia mencionando que “no Evangelho, ouvimos do que é capaz uma mulher, hein? Aquela é corajosa! Foi adiante com coragem. Mas é algo mais: a mulher é a harmonia, é a poesia, é a beleza. Sem ela o mundo não seria bonito, não seria harmônico. Gosto de pensar, mas isso é algo pessoal, que Deus criou a mulher para que todos nós tivéssemos uma mãe”.

Fonte: ACI Digital

Foto: Daniel Ibáñez (ACI Prensa)

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Separar sua vida espiritual da sua vida profissional pode fazer você sentir como duas pessoas diferentes

Era Quarta-feira de Cinzas quando enfrentei o dilema. Eu queria receber as cinzas para marcar o início da Quaresma, mas simplesmente não poderia fazê-lo. Estava muito envergonhada.

O pensamento de aparecer para trabalhar com uma grande mancha preta na minha testa me fez suar frio. O que os colegas de trabalho achariam? Será que eles me perguntariam sobre isso? Será que as pessoas olhariam para mim nas reuniões? Será que elas pensariam que eu era muito devota?

Não me interpretem mal: não tenho vergonha da minha fé. Mas não quero ser o centro das atenções. Estou com medo de ofender alguém, ou deixar os colegas de trabalho desconfortáveis mostrando minha fé.

Então, eu não fiz. Não fui à igreja e não ouvi o padre dizer “pois tu és pó e ao pó tornarás” (Gn 3,19), enquanto passava cinzas na minha testa. Perdi um importante ritual da minha fé porque estava com medo.

Frequentemente luto com o quanto deixo minha fé aparecer no trabalho – ou se deveria deixá-la aparecer em tudo.

Tenho lidado com diferentes formas desta luta desde a infância – na escola ou em outros ambientes sociais. Cresci em uma Igreja Batista fundamentalista onde tinha que testemunhar e participar de visitas porta a porta. Parecia frio chamar os vizinhos para tentar convertê-los ao cristianismo – o pior pesadelo para um introvertido. Isso me traumatizou. Na escola eu pensava que era pecadora se não tentasse abertamente convencer meus amigos agnósticos a mudarem para a equipe cristã. Lembro-me desajeitadamente convidando uma amiga para ir à igreja comigo. Poderia dizer que ela não queria ir – mas se sentiu obrigada. Essas experiências me deixaram com uma forma de TEPT (transtorno de estresse pós-traumático) de evangelismo. Eu tremo ao pensar em forçar minha fé sobre alguém. Não admira que hesite em expor muito de minhas crenças no trabalho.

Ao mesmo tempo, também não quero sentir como se estivesse vivendo duas vidas: minha vida “profissional” e minha “outra” vida. Quero integrar minha vida. Então, qual é a resposta? Como posso ter a integridade – não ter que esconder partes de mim – quando se trata de fé e trabalho? E o que dizer de ser luz e sal? Sabendo que este estado de conflito do ser afeta muitas pessoas, decidi procurar respostas de estudiosos espirituais.

“Alguns dos antigos métodos de compartilhamento evangélico são imprudentes, se não forem abruptamente antiético”, diz Bill Peel, diretor do Center for Faith at Work at LeTourneau University, e autor do Workplace Grace: Becoming a Spiritual Influence at Work. Ele escreve que um bom modelo de evangelização no trabalho deve respeitar a integridade e a vulnerabilidade do descrente, ao mesmo que respeita o profissionalismo do local.

Na verdade, se um empregado tenta demasiadamente converter os colegas de trabalho, pode ir contra a lei. A mesma lei federal americana que proíbe os empregadores de discriminação contra funcionários com base em sexo, cor, nacionalidade e religião, exige que o empregador mantenha um ambiente de trabalho livre de assédio.

Assim, os gestores de RH têm que encontrar um equilíbrio delicado quando se trata de lidar com a evangelização no trabalho. Eles têm de permitir que os funcionários tenham liberdade religiosa, mas também têm de proteger os trabalhadores contra pressões.

Courtney Leyes escreve em HR Professionals Magazine que “é obrigação do empregador tomar medidas razoáveis para manter um ambiente de trabalho livre de assédio. Se houver queixa de conduta, o proselitismo é indesejável”, o profissional de RH não necessariamente deve permitir o proselitismo à custa de outros colaboradores.

Em seu artigo 10 Reasons it’s Wrong to Evangelize in the Workplace, John Shore diz: “a menos que parte da descrição do seu trabalho diga, ‘evangelizar seus colegas de trabalho’, você está efetivamente roubando de seu empregador quando gasta o tempo na empresa fazendo isso. Pior, você está deixando o seu empregador vulnerável a todos os tipos de problemas que ele não quer. Como um especialista em Recursos Humanos sucintamente coloca: ‘a religião, como a política, é um tema no ambiente de trabalho que gera tempestade’”.


Atração, não promoção

Então, ao invés de forçar a minha fé sobre meus colegas de trabalho, ou ir para o outro extremo e trancar minha fé por completo, no trabalho costumo aderir à ideia da “atração, não promoção”. Eu gosto do que São Francisco dizia: “pregue o Evangelho o tempo todo. Se necessário, use palavras”.

O escritor Bill Peel escreve: “devemos, primeiramente, fazer bem o nosso trabalho. Temos de fazer o nosso trabalho com integridade. E devemos mostrar às pessoas que nós nos importamos”.

Isso soa como um bom conselho para mim.

Ao contrário da visitação de porta em porta, que fui forçada a fazer quando criança, agora expresso minha fé mais silenciosamente. Eu tento fazer bem o meu trabalho e cuido daqueles com quem trabalho. Uso um crucifixo que me faz lembrar que sou filha amada de Deus. Posto coisas na minha página do Facebook sobre ir à missa, ou adiciono um link para um artigo ou livro que tem temas espirituais. Escrevi um livro sobre a grandiosidade de Deus e convidei alguns dos meus colegas de trabalho à minha festa de lançamento do livro. Ficaria surpresa se alguém no trabalho não soubesse que minha fé era importante para mim.

Tento encontrar “Deus” nos momentos ao longo do dia. Os exercícios espirituais de Santo Inácio de Loyola lembram-me de encontrar Deus em todas as coisas. Como o momento em que um amigo no trabalho me procurou para tomar um café e falar sobre o significado da vida. Ou quando um colega de trabalho me procurou para confessar sua depressão – e me perguntou como a minha fé me dava esperança. E ainda outra vez que uma amiga estava chorando no banheiro porque o namorado tinha acabado de terminar com ela. Espero que tenha sido capaz de mostrar o amor de Cristo a todos esses colegas de trabalho.

Vamos encarar – o local de trabalho pode ser brutal. É muitas vezes um mundo cão, e os valores daqueles que o cercam podem não corresponder aos seus. Somos chamados a ser luz e a brilhar intensamente. Mas há muitas maneiras de fazer isso. E quando não sei como, recordo do crucifixo ao redor do meu pescoço e rezo para que Deus me mostre o caminho.

Karen Beattie é autora do Rock-Bottom Blessings: Discovering God’s Abundance When All Seems Lost. Seus artigos de revistas e ensaios foram publicados em America, Christianity Today e Power of Moms. Ela vive no lado norte de Chicago com o marido, a filha de 5 anos e um gato idoso.

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Conquistar a esposa todos os dias com pequenos gestos de amor é dever de todo marido apaixonado; dizer eu te amo é importante, mas é possível fazer mais

A conquista diária do cônjuge é um dos pilares de um casamento feliz. Veja algumas dicas especialmente preparadas para homens que querem demonstrar o amor por suas esposas, todos os dias.

1. Valorize os sentimentos dela
Evite criticar ou ignorar as reações emocionais de sua esposa, mesmo diante de situações que você considera sem muita importância. Ela é diferente de você e tem maior necessidade de expressar-se.

2. Escute-a com paciência
Mulheres preferem contar situações e problemas com detalhes. Não peça a ela que sintetize tudo em uma única frase ou que vá direto ao ponto. Apenas a ouça com atenção e empatia.

3. Abrace-a
Pode parecer banal, mas muitos maridos não sabem que o simples ato de abraçar carinhosamente a esposa quando ela está triste ou insegura tem efeitos milagrosos. O abraço a fará sentir-se amada e amparada.

4. Ajude
Mulheres gostam de saber que podem contar com o apoio de seus maridos nas tarefas de casa e no cuidado com os filhos. Tomar para si trabalhos como lavar a louça, fazer o almoço, passar as roupas, inclusive sem que ela peça, são boas formas práticas de mostrar comprometimento com o lar.

5. Elogie
Todos gostam de receber elogios sinceros e sua esposa não é diferente. Busque nela algo que você sinceramente aprecia e diga. Além de fazê-la sentir-se bem, você mesmo acabará descobrindo mais motivos para amá-la.

6. Declare o seu amor
Demonstre seu amor por gestos e ações, mas também por palavras. Mesmo que tenha certeza de que sua esposa sabe que você a ama, dizer a frase “eu te amo” com convicção e carinho é fundamental.

Fonte: Sempre Família

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Um casamento alegre e forte exige desapegar-se de certas atitudes e ideias preconcebidas

Por Malini Bhatia*

O casamento é como uma dança – requer que ambos pratiquem e trabalhem em conjunto. Às vezes, um ou o outro irá tropeçar ao longo do caminho. É importante deixar os erros pelo caminho, de forma que a dança final possa ser um belo reflexo do amor de um pelo outro.

No meu papel como fundadora da marriage.com, eu tive a oportunidade de trabalhar com conselheiros que se especializaram em ajudar os casais a construir casamentos fortes. Mary Kay Cocharo, uma terapeuta que tem trabalhado com casais e famílias há mais de 25 anos, disse-me que, às vezes, construir um vínculo mais forte significa esquecer algumas noções preconcebidas sobre o casamento.

Curiosa, eu pedi para ela compartilhar sete dicas para os casais… Siga-as, e o seu casamento será mais forte:

1) A ideia de um par perfeito

Você realmente acha que o companheiro(a) perfeito existe? E se ele ou ela existe, o que faz pensar que eles gostariam de estar com você? É aqui que você desiste da ideia de que seu marido ou sua esposa deva se esforçar para ser uma versão “perfeita”.

“Parece-me que, muitas vezes, as mulheres, em particular, casam-se com o ‘homem dos seus sonhos’, e em seguida, colocam-no imediatamente em um programa de ‘reabilitação’ para fazê-lo mudar para o homem que projetaram! Isso, como você pode imaginar, confunde e irrita os homens”, diz Mary Cocharo.

Então, como é o marido ou esposa “perfeito”? Pergunte a 10 pessoas, e você obterá 10 respostas diferentes. Trish, de Los Angeles, disse que seu companheiro ideal seria alguém que fizesse pequenas coisas para ela. Seu marido, Carl, com quem ela é casada há cinco anos, disse que o par perfeito seria alguém que fosse muito amorosa. Ambos precisavam ser amados de suas próprias maneiras. Nenhum dos dois estava certo ou errado.

Ao invés de colocar a sua energia em tentar “consertar” ou “mudar” o seu cônjuge, esqueça essa ideia. Gaste sua energia celebrando o que você ama na pessoa que está com você, e fazendo de você mesma o melhor que possa ser.

2) Comparando o seu relacionamento com outros

Olhando ao redor em Nova Iorque, Mike não poderia deixar de notar outros casais. Este casal sempre está abraçado ou de mãos dadas. Outro casal foi simpático e extrovertido, sempre convidando outras pessoas para um jantar. Ainda outro casal parecia ter tudo – bons empregos, tempo para fazer exercícios etc. Às vezes ele volta para sua esposa, Nina, e pergunta por que eles não são mais como qualquer um desses casais.

É difícil não comparar seu relacionamento com outros. Mas se você quer um casamento feliz, você precisa abandonar as comparações. O que Mike não sabia era que o casal de mãos dadas estava trabalhando sua falta de intimidade; o casal que convida para a noite de diversão tem problemas para se comunicar, e ter outras pessoas por perto serve como uma boa distração; e o casal que parecia “ter tudo” estava, na verdade, cheio de dívidas e estresse.

Lembre-se que a grama do vizinho não é sempre mais verde. Você e sua esposa são pessoas únicas, e seu relacionamento é especial. Deixe de olhar para fora de seu relacionamento e foque apenas em vocês dois, assim você não terá a necessidade de comparar.

3) Necessidade de estar certo

Jacob e Sarah são casados há mais de 12 anos e vivem na Flórida. Eles lutaram com unhas e dentes por anos contra um problema em seu casamento – se deveriam ou não ter uma TV em seu quarto. Ele queria, porque gosta de relaxar e assistir a um show antes de adormecer em sua cama. Ela odeia a ideia, porque acha que o quarto deve ser uma zona livre de distração. Quem está certo?

A resposta curta é: os dois e nenhum dos dois. Esta é mais uma daquelas questões que não têm uma resposta certa ou errada (você descobrirá que o casamento está cheio desse tipo de resposta). Ainda assim, Sarah mostrou a Jacob estudos sobre como uma TV no quarto afeta o relacionamento tentando provar que ela estava certa. Mas o que ela realmente precisava fazer era tentar compreender as razões do marido, assim como ele às dela.

Existem alguns valores não negociáveis que devemos apoiar, mas, em um casamento, você deve considerar sempre a outra pessoa. Pergunte a si mesmo, é mais importante estar “certa” ou ter um casamento feliz? Será que esta coisa particular significa tanto para mim? Será que o que você está discutindo realmente importa, afinal?

4) Deixe as mágoas passadas

Casamentos simplesmente não podem seguir adiante se um dos parceiros se prende em mágoas passadas. Isso foi um grande problema com o casamento de oito anos de May e Alex. Ela simplesmente não deixava de lado um grande mal que ele tinha feito no passado, e isso estava prejudicando sua capacidade de seguir em frente.

Talvez tenham acontecido brigas ou incidentes no passado que você esteja guardando. Se você estiver preso a isso, é importante procurar um aconselhamento para descobrir como superar a situação.

Mary Cocharo observa: “Se você está vivendo um conflito, não significa que você escolheu a pessoa errada para se casar. Isto simplesmente não é verdade. Conflitos nos relacionamentos são o crescimento tentando brotar. É o seu convite para ser um parceiro melhor para sua amada”.

5) Pensando que vocês se parecem

Hillary adora sair e praticar exercícios, mas seu marido Paul, com quem se casou há seis anos, prefere ficar em casa, lendo ou assistindo à televisão. Nos primeiros anos de seu casamento, ela implorou para Paul ir com ela em caminhadas ou praticar esportes – ele concordou porque a amava e queria passar mais tempo com ela. Depois de um tempo, no entanto, ela percebeu que ele não estava gostando muito de seus passeios.

Então ela encontrou uma amiga que também gosta de caminhar e passou a ir com ela, como alternativa; Hillary também entrou em uma academia. Paul a encoraja a praticar exercícios, ele fica muito feliz e a cumprimenta quando ela chega em casa. Atualmente, eles passam tempo juntos indo ao cinema ou saindo para jantar.

Só porque você é casado não significa que você tem que fazer tudo junto. Na verdade, um pouco de tempo separados pode ajudá-los no desenvolvimento individual, o que contribui para uma experiência mais rica quando se reúnem.

6) Acreditando que o sexo sempre será fantástico

Cocharo aconselha: “Você precisa deixar de lado a ideia de que o sexo sempre será fantástico como era no início. O sexo pode ser realmente incrível no começo… mas tenha em mente que você ainda pode ter um sexo quente, conectado, emocionalmente ligado e mais tarde adicionar novas experiências em seu relacionamento também”.

7) A ideia de que ter filhos irá melhorar automaticamente o seu relacionamento

Cocharo sugere: “Esqueça a ideia de que as crianças vão melhorar o seu relacionamento. Não me interpretem mal, mas vocês com certeza ficarão ligados em torno do amor e do compromisso com o bebê. Mas vocês vão, muito provavelmente, também ficar privados do sono, irritados e sem muito tempo para o seu casamento como antes da chegada do bebê”.

Então, o que os novos pais devem fazer? “Este é um bom momento para simplificar o seu calendário social e se voltar para dentro, em direção ao relacionamento. Separar algum tempo apenas para vocês dois, mesmo que seja uma caminhada de 20 minutos ou um chamego de 10 minutos. As crianças ocupam e merecem um grande compromisso de tempo e energia de seus pais, mas não se esqueça que o fundamento da família é o relacionamento entre marido e mulher”.

*Malini Bhatia é fundadora da Marriage.com, um site que oferece recursos, informações e uma comunidade que apoia casamentos felizes e saudáveis. Malini tem experiência global em gestão e comunicação internacional. Casada há 11 anos, vive em Los Angeles com seu marido e suas duas filhas.

Fonte: ALETEIA TEAM

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O amor que levou um homem e uma mulher a um compromisso “para sempre” rompe o que era um sistema de vida no qual dominava o “tu” e o “eu”, para iniciar a vida de “nós”, cujo “tu” e o “eu” vivem de um modo diferente, mais íntimo, mais cordial, mais profundo.

Conforme passa o tempo, todos esperam um novo passo na vida do matrimônio jovem: o nascimento do primeiro filho. É um momento em que a esposa, vibra de emoção, e contagia o esposo, que também participa, do que vai acontecer no seio de sua esposa. O “tu” e o “eu”, já convertido em um “nós”, se abre e se enriquece diante da chegada do primeiro filho, que introduz muitas novidades para o casal até o momento mais ou menos harmônico.

Desde cedo, logo nos primeiros nove meses, serão um mistério compartilhado especialmente entre a mãe e o bebê. O pai, porém, não é um satélite externo a todo o que está ocorrendo. Sabe que este bebê é “nosso” filho. Sofre e sente as angústias da esposa. Alegra-se com os resultados positivos de um diagnóstico pré-natal, e se preocupa quando os médicos não se mostram otimistas. Compartilha, à medida de seu amor, a aventurar de uma nova vida que já iniciou e que logo poderá não só tocar através da pele da esposa, mas ver e apalpar diretamente, em um abraço de gozo e de alegria que é difícil de descrever.

Toda caminhada matrimonial implica esta abertura às vidas que vem do amor. Cada nova concepção repete a alegria da vida, dessa vida que nossos pais nos deram, dessa vida que tantos nos acolheram, dessa vida que também nós podemos dar graças ao amor que não se impõe limites.

Agora, o casal terá que reservar ao novo membro um espaço físico, psicológico e emocional entre eles, além de conservar e fazer crescer sua relação de esposos.

A melhor maneira para enfrentar essa nova forma de vida, é estar preparados e esperar o inesperado. E ir aprendendo como cuidar do bebê, fazer cursos juntos e ler sobre tudo que virá, pode poupar muitos gritos e mal-entendidos provocados pelo estresse que acarreta a adaptação a essa mudança.

Para manter uma boa relação como casal, temos aqui algumas sugestões que podem ajudar:

NÃO DEIXEM DE DIALOGAR

É fácil deixar de fazê-lo depois de ter um dia cheio de atividades, trabalho e cuidados com o bebê, no entanto, dediquem, mesmo que seja alguns minutos, para  dialogar e conhecer suas expectativas, medos, etc.

NÃO SE DESESPEREM

Aceitem que sua vida mudou radicalmente e não podem levar a mesma rotina de antes, inclusive como dona de casa, não tenha como prioridade ter a casa e a cozinha impecáveis, pois ao ver que não tem tempo para ele, só te trará desgostos.

DEEM TEMPO AO TEMPO

Eventualmente vocês e seu bebê estabelecerão uma rotina, o que facilitar ter mais tempo para desfrutar como casal.

PLANEJEM SAIR JUNTOS

Talvez demore um pouco de tempo voltarem a sair sozinhos, mas podem começar a planejar e buscar quem possa cuidar um pouco do bebê.

O que podem fazer antes de voltar a sair, é ter seus próprios momentos em casa, algum jantar romântico ou simplesmente assistir a um filme ou desfrutar com seu aperitivo favorito.

NÃO DEIXEM DE DIZER O MUITO QUE SE AMAM

Seja com palavras, com carícias, cartinhas ou detalhes que façam o outro ver o muito que o ama.

Lembrem que a relação mais importante na família é a dos cônjuges, é a base para desenvolver as demais relações entre a família.

Não se esqueçam que dentro de alguns anos, voltaram a estar sozinhos outra vez, quando seus filhos se casarem ou tiverem outros interesses. Não esperem até lá para desfrutar sua relação como casal.

NUTRAM SEU MATRIMÔNIO DESDE HOJE, QUANDO TÊM FILHOS

Através dos anos verão os frutos, filhos estáveis e independentes e sobretudo um matrimônio amoroso e feliz.

NUNCA DEIXEM DE REZAR

Lembrem-se que Deus da a graça necessária para manter a união de vocês e fortalecer seu amor. Quando rezam juntos, Deus, os ajudará nos momentos difíceis e os acompanhará nas alegrias.

Todos queremos que o novo milênio seja um pouco melhor, um pouco mais feliz. O será à medida que soubermos amar, abrir o coração ao outra, a outra, aos outros que vierem. Assim nascemos, milhares de milhões de seres humanos. Assim esperam poder viver, com a dignidade do amor, aqueles homens e mulheres que serão nossos filhos e os filhos de nossos filhos, e que dependem plenamente do nossa disponibilidade no amor. Dá-lo não custa nada, e pode conceder-nos muito mais do que possamos esperar. Basta fazer a experiência.

Por Fernando Pascual, L.C. e Eugenia Tamez

Fonte: http://www.iglesia.org/articulos/familia/item/411-cuando-dos-se-convierten-en-tres

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