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Namoro

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Namoro verdadeiro é iluminado por um ideal, um valor objetivo, a realização de si e do outro

O namoro é um encontro de duas pessoas. Encontro original, diferente,tocante, envolvente. Começa carregado de impulso, instinto, atração.Traz, porém consigo, horizontes maiores, surpresas arrebatadoras,descobertas e sonhos fascinantes. O namoro tem rumo, direção, objetivo.Não é um encontro qualquer. Não é epidérmico, nem destinado ao surfismo, à superficialidade, mas às profundezas e às alturas.

No namoro encontram-se duas histórias, duas consciências, dois futuros,duas necessidades, duas diferenças, dois mistérios que irão se olhar,se acolher, dialogar, sorrir, desabafar, confidenciar, confiar, decidir e conviver. O namoro é porta de entrada em direção à vida, ao amor, à família, à paternidade.

O namoro humano acontece mais na alma, no coração, na intenção, na consciência do que no corpo. Como é pobre, equivocada, vazia e frustrante a experiência do namoro onde só rola paixão, ciúme, sexo,transa. Egoísmo e imaturidade, despreparo e desconhecimento de si e do outro, fazem do namoro uma brincadeira erótica, cheia de enganos e desilusões. É preciso distinguir entre o que é gamar, gostar, amar. O coroamento do namoro é a decisão em contrair núpcias, formar família,transmitir e educar vidas e pessoas.

Namoro não é passa tempo, não é programa de fim de semana, não é mera camaradagem, companheirismo, aproveitamento, curtição, muito menos fuga de casa, medo de sobrar, imitação da moda (todo mundo faz), busca de auto-afirmação. Namoro é conhecimento mútuo, partilha de vida,esperança em ser mais, tempo de crescimento e amadurecimento.

O namoro verdadeiro é iluminado por um ideal, um valor objetivo, a realização de si e do outro. Pelo namoro as pessoas se preparam para a missão de ser esposos, de formar família e principalmente para responsabilidade e a beleza inaudita de serem pais de seus filhos.Muitos casamentos são forçados, apressados, imaturos, falsos,interesseiros, inseguros, despreparados porque o namoro e o noivado não foram além da carne, transformaram-se em erotismo, prazer, curtição, no sentido de “aproveitar a juventude”. Assim não pode dar certo.

Somos pessoas frágeis, feridas, portadoras de condicionamentos, imaturidades e até portadores de patologias profundas. Não é pois aconselhável namorar cedo demais. Namoro precoce é um risco. Logo aparecem as brigas, ciúmes, dificuldades de diálogo e até falta de assunto. Começa o afastamento das boas amizades, isolamento, as rupturas com a família,o desleixo nos estudos. Deste modo o namoro acaba em sofrimento e desgaste que envolve muita gente.

Precisamos devolver ao namoro o seu significado autêntico, livrá-lo da banalidade e de interesses egocêntricos. Namoro é uma experiência do amor humano que é visibilidade do amor de Deus pelo mundo. Se há alguém enamorado pela humanidade é Deus. Os namorados podem fazer uma grande experiência do amor de Deus através do namoro. O amor dos namorados ajuda-nos a descobrir o coração enamorado de Deus por seus filhos e filhas. É no namoro que está o início da educação de uma criança, e são colocados os alicerces de uma família estável, duradoura e feliz. Todos queremos ser decisivamente, autenticamente, pessoalmente amados. O caminho normal para esta experiência é o namoro que requer maturidade física,psicológica, ética e social. Namoro não é assunto privatizado, um relacionamento a dois, sem conseqüências para a vida. Pelo contrário, o que mais repercute na existência humana é o namoro porque é experiência de amor e caminho para a auto realização, para o bem da família e conseqüentemente da sociedade.

Em nossos dias, a experiência sexual é cada vez mais precoce e fortemente influenciada pela pornografia via internet, celular etc., por outro lado, a permissividade sexual dos adultos recebe também o nome de namoro. Chegou a hora de restituir ao namoro seu autêntico significado,ou seja, uma etapa, uma experiência de amar e ser amado com exclusividade, fidelidade, respeito, pois, amar é querer o bem do outro, amor de benevolência.

 Dom Orlando Brandes

Fonte: https://www.comshalom.org/

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É possível amar sua namorada sem ter relação sexual com ela

Quando se fala de namoro, logo se pensa num monte de coisa do tipo “pode ou não pode”, mais que isso, querem colocar em nossa cabeça que o namoro precisa ser um “teste drive” do outro, para ver o quanto, de fato, conseguiremos levá-la ao máximo de prazer!

Vou direto ao assunto e falarei aos “homens de plantão” que querem amar suas namoradas, e não usá-las, e já lhe digo: “é possível amar sua namorada sem ter de fazer sexo com ela”. Sim, é possível fazê-la profundamente desejada, amada e feliz sem ter de, com isso, apelar para uma relação sexual antes do casamento.

Está bem! Esse texto caiu em suas mãos e você não acredita nessa “historinha” do século passado. Quero desafiá-lo, então, a ir até o fim dessa página, porque, você pode estar vivendo uma mentira em seu namoro, pode estar enganado, pensando que está amando sua namorada quando a leva para o motel ou se tranca com ela no quarto, para as aventuras de um sexo sem amor.

Amar é esperar e dar de si ao outro, e não querer o outro para si. Sem muitas delongas, vamos lá!

10 formas de amá-la sem ter relações sexuais com ela antes do casamento:

Amar no olhar

Exercite a capacidade de vê-la como uma princesa, como uma filha de Deus, como alguém que, de fato, possui virtudes inimagináveis. Exercite a capacidade de demonstrar em seu olhar o quanto ela é importante para você, e como sua vida ganha sentido quando gasta tempo olhando para ela. Afinal, há quanto tempo você não passa mais de 5 minutos olhando para ela olho a olho?

Amar no ouvir

Mulheres gostam de falar, falar e falar. E nós homens precisamos exercitar a capacidade de ouvir até aquilo que elas não dizem de maneira verbal. Mulheres, na sua maioria, querem que as “adivinhemos” e que gastemos tempo ouvindo o que elas não dizem. Quando você conseguir isso, terá descoberto o fio de ouro da relação de vocês.

Amar no sentir

Antes de sentir o corpo nu de sua namorada (há um tempo reservado para isso, que se chama casamento), que tal sentir o coração dela? A maior e mais profunda penetração que você pode ter com ela não será a da relação sexual, isso será quando penetrar no coração dela e assim sentir os sentimentos que ela tem!

Amar no tocar

A nossa grande “neura”, enquanto homens (infelizmente, a sociedade nos forma assim), é tocar no corpo da namorada, a fim de alcançar as partes mais erógenas dela e, assim, deixá-la pronta para uma relação sexual. Mas isso, no namoro, é uso, não é amor. Quer amar sua namorada de verdade? Gaste tempo tocando na história dela, no que ela viveu e vive.

Amar no abraçar

Como um abraço é eficaz na arte de amar! Uma mulher envolvida por um abraço que envolve não somente seu corpo, mas tem a capacidade de envolvê-la no todo, sente-se não só protegida, mas profundamente valorizada. Seus braços têm a capacidade de envolver todo mistério e beleza de sua namorada?

Amar no beijar

Beijar é muito bom! Um beijo é mais que encontro de lábios, é encontro de desejos e anseios. Exercite nos beijos que dá em sua namorada a capacidade de despertar nela a alegria de estarem juntos. Uma mulher encontrada em um beijo se sente única e irrepetível.

Amar no cheirar

Não vá pensando que estou falando de fragrância francesa! Lógico que isso é muito bom também,porém, não é isso apenas. Eu me refiro ao sentir o que Paulo disse: “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo” (II Cor 2,15). Sentir nela o perfume de Jesus, do amor que Ele tem, dos sonhos que Ele traz, a fará insubstituível.

Amar no falar

Desde Eva, a mulher espera a fala de um homem. Foi na ausência da fala de Adão que Eva escolheu um caminho ruim. Sei que não somos tão bons no falar, e aí está justamente nossa maior arma. Exercite a capacidade de demonstrar o que sente, de falar realmente o que pensa. Não se canse de dizer “eu te amo”. Como disse Pier Giorgio, “o amor nunca diz ‘já chega’!”. Fale com ela de seus sonhos, dos seus desejos, da importância que ela tem em sua vida! Se soubéssemos a força de nossa voz…

Amar no pensar

Acredito que uma das maiores provas de amor é tentar pensar sobre o que o outro pensa. Não digo pensar igual, mas chegar ao lugar que o outro pensa. E quando se trata da sua namorada, pensar sobre o que ela pensa é ter a capacidade de chegar em suas motivações mais profundas. Depois de pensar sobre os pensamentos dela, suas ações serão bem mais assertivas.

Amar no sonhar

Quando se gasta tempo sonhando, projeta-se o futuro. Quando você tem a possibilidade de sonhar junto com sua namorada, o futuro se apresenta cheio de possibilidades. Não ter sexo no namoro o faz sonhar muito mais ainda com sua noite de núpcias! Ame-a nos sonhos que ela traz – e lhe digo não são poucos. E quando ela sentir que você sonha junto com ela, eu lhe garanto: vocês mirarão um céu a dois!

Acha pouco? Se colocar isso como meta do amor em seu namoro, você, de fato, será muito feliz, porque a estará fazendo feliz! E depois de casados, cada relação sexual será o transbordar de todas essas formas de amar, pois elas se convergirão e, assim, tocarão na plenitude do amor.

E aí? Depois dessas 10 formas de amar sem ter relações sexuais no namoro, eu lhe pergunto: você ama sua namorada?

Muitos casais de namorados, quando resolvem viver a castidade, terminam; não porque não tenha sido uma boa ação, mas foi uma ação que revelou uma relação que não tinha pessoas, apenas “sexo”.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

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Se você acha que outra pessoa é capaz de preencher seu vazio, precisa ver isso

Alguns estão à procura de outra pessoa para se sentirem preenchidos, realizados etc., mas isso é extremamente perigoso. Fazem do namoro ou casamento um deus, o que acaba se tornando algo demoníaco e idólatra. E isso lhe fará sofrer, já que criará expectativas perfeitas, em que a pessoa terá que preencher todo o seu vazio e corresponder às expectativas que você criou. De acordo com Lewis, “a amorosidade, como a tristeza, pode trazer lágrimas aos olhos”, e, de fato, trará.

Temos que ter em mente que nós, cristãos, não namoramos ou casamos para que a pessoa corresponda aos nossos caprichos pessoais ou para nos preencher, mas para honrar a Deus; ou seja, devemos viver “coram Deo” (diante de Deus, perante Deus). Devemos namorar e casar diante de Deus, isto é, tudo para Ele.

O motivo do nosso preenchimento tem de ser Jesus. O nosso coração está “inquieto enquanto não repousa em Ti”, disse Agostinho. Lewis, por sua vez, disse que “se encontramos em nós um desejo que nada neste mundo é capaz de nos satisfazer, a explicação mais provável é que fomos criados para um outro mundo”.

Dostoiévski, por seu turno, disse que “há, no coração do homem, um abismo do tamanho de Deus”. A Bíblia, em Eclesiastes 3,11, diz que Deus criou o ser humano com o anseio pela eternidade. Portanto, somente Deus pode preencher o vazio que há em você.

Por outro lado, é claro que, ao estarmos com a pessoa que amamos, aquilo nos tratará uma felicidade enorme, uma sensação de preenchimento e realização. Não há problema em se sentir realizado e preenchido, mas o trabalho, o namoro e casamento, ou qualquer outra coisa que não Deus, jamais pode ser o motivo principal disso.

(via Alma com flores)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Nenhuma relação poderá ser mantida por muito tempo apenas por uma das partes

A novidade dos primeiros momentos de namoro traz para a vida um colorido diferente, um estímulo que nem a distância nem as condições atmosféricas, por piores que possam parecer, poderiam fazer com que os enamorados adiassem um encontro.

Para os casais mais românticos, trocas de cartões apaixonados, flores e, ultimamente, as mensagens pelo WhatsApp e outros aplicativos, continuamente “explodem”, enchendo os corações dos apaixonados com mensagens de amor.

Após algum tempo, muitas vezes, lentamente, o romantismo, que se esperava durar por toda a vida, vai perdendo o empenho e a força. O desinteresse nos compromissos é justificado por “desculpinhas”, entre outras coisas, que originalmente não faziam parte do relacionamento. Há a impressão de que a relação parece estar sendo sustentada apenas por um dos namorados. As evidências apontam para caminhos que talvez o mais apaixonado dos dois não gostaria de assumir. Seja pelo longo tempo de convivência ou seja pela insistência em acreditar que ainda poderá haver o desejo de uma mudança concreta de comportamento do outro.

Cumplicidade é importante

A cumplicidade nos objetivos comuns é a base de todo relacionamento sadio. Cumplicidade esta que, acredito eu, repousa na predisposição às mudanças em razão da felicidade de quem amamos. Por que alguém haveria de insistir no namoro se não existe a mesma cumplicidade e empenho por parte do outro em manter o compromisso?

Acredito que nenhuma relação poderá ser mantida por muito tempo apenas por uma das partes. Por outro lado, o término de um relacionamento, normalmente, acontece somente por um dos namorados. Com isso, aquele(a) que ainda se sente apaixonado(a), como que tomado por uma cegueira, poderá buscar uma reaproximação, mesmo sabendo que estava sendo parcialmente correspondido(a) em seus anseios. Será uma situação de difícil “digestão”, a qual apenas ferirá a autoestima de quem foi abandonado.

Assim, será necessário um tempo para recompor suas emoções e até mesmo para avaliar o que foi vivido.

Meu namoro chegou ao fim. E agora?

Em nossas convivências pessoais, aprendemos a acolher e a assimilar situações que antes poderíamos pensar não ser capazes de administrá-las; entretanto, essas experiências nos farão mais maduros e seguros. Mesmo que esse processo possa ser doloroso, tudo será útil e nos servirá de parâmetros de avaliação sobre as qualidades e interesses desejados para um futuro relacionamento, assim como nos ensinará a ponderar sobre o nosso próprio comportamento e expectativas dentro da convivência numa vida a dois.

Ainda que você esteja meio atordoado(a) pelo sentimento ferido devido ao rompimento, a retomada das atividades simples de entretenimento e a convivência com amigos sempre serão importantes, pois, do contrário, o fechamento e o medo do mundo tendem a levá-lo(a) a situações mais delicadas e de desânimo.

O nosso crescimento pessoal se faz com experiências, e nem sempre o mundo nos poupará de viver somente as mais agradáveis.

Deus abençoe.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

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donation of life - red heart

Uma explicação simples sobre o sentido da sexualidade nos planos de Deus

Sexo!!!

Eu pensava que esse assunto já estava claro na mente dos fiéis, mas não. A bagunça ainda existe. Solteiros que acham que NÃO É pecado, e casados que pensam que É. Vamos clarear isso!

O sexo é uma graça de Deus. É através dele que a vida humana floresce. Nada que Deus criou é ruim em si mesmo, pois Ele é o Sumo Bem. No entanto, o pecado chegou pra desconstruir os planos do Criador. Como diz um tio meu, Deus fez a cana e o diabo inventou a cachaça.

No matrimônio, o sexo é um ato sagrado. Jesus revelou a uma alma mística que, quando a esposa se recusa sem motivos sérios, está impedindo que o esposo beba na fonte da vida, e vice-versa. Há casamentos sendo destruídos por uma má compreensão do sexo. Uma senhora chegava a fugir do marido quando ele a procurava. Pegava o terço e dizia: “Tá repreendido. Saia daqui…” Existem casais que não comungam após uma noite de amor. Outra senhora que cobria o crucifixo do quarto com uma toalha “para Jesus não ver”. Minha gente, a cama de um casal ‘casado’, é o altar da vida, é um lugar santificado. Tobias e Sara rezavam antes de se deitarem. Não é a toa que a Igreja diz que o casamento só é consumado na noite de núpcias. Acordem pra vida!

Já no caso dos solteiros, aí sim a coisa complica. Buscar o prazer no outro, sem ter um compromisso, é fazer da pessoa um objeto. Quando alguém se casa, está se dando ao outro por inteiro. É o mesmo que dizer: “Vou tocar no teu corpo porque te amo. Ele será meu, e o meu será teu, por toda a vida”. Sexo antes do compromisso matrimonial, é dizer: “Vou usar o teu corpo para satisfazer minhas paixões… você é meu copo descartável”. Por isso há tanta gente desestruturada, por ter sido usada e ferida naquilo que tem de mais íntimo. O corpo que nasceu para ser um jardim secreto de delícias, torna-se pasto de animais selvagens.

Quer escapar da Aids, da gravidez indesejada e dos traumas no namoro? Então previna-se! Seja casto (a) e busque um relacionamento em Deus. Deixe o ‘tico-tico no fubá’ para aquele (a) que tiver a coragem de te levar ao altar e dizer, diante de todos: “Recebe esta aliança como sinal do meu amor”.

(via Padre Gabriel Vila Verde)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

Amar é tão simples. As pessoas é que complicam.

Amar é tão simples. As pessoas é que complicam, as pessoas é que idealizam demais e esquecem de viver a realidade que, por mais complicada que possa parecer, continua linda de viver. As pessoas se esquecem de que o amor precisa ser alimentado não com presentes e jantares caros. Não, o amor não precisa ser financiado para se manter.

O problema é que as pessoas se esquecem do chocolate favorito quando vão ao mercado, se esquecem de que aquela camiseta do Star Wars vai fazer o coração do outro bater mais forte e que o sorriso vai ser desenhado aos poucos em seu rosto como quem diz obrigada.

As pessoas se esquecem da cor favorita, da sobremesa preferida, se esquecem de que um filme de comédia romântica, em um final de tarde no domingo, faz bem. As pessoas se esquecem de elogiar aquele vestido novo, de dizer o quanto está linda naquele pijama velho que a deixa ainda mais bonita.

As pessoas se esquecem da importância de assistir um jogo de futebol com o parceiro, de gritar com ele quando o seu time faz um gol e de vibrar com os “quase” gols.

As pessoas se esquecem de tirar um tempo de qualidade para escutar o outro. As pessoas se esquecem de dar uma flor dessas que a gente rouba do quintal dos outros (risos). De elogiar o perfume novo e de dizer aos pés do ouvido o quanto ama esse alguém.

Não precisa de buquê no trabalho, não precisa levar para jantar em um restaurante caro, não precisa encher de joias, comprar presentes caros. Não precisa disso para manter a chama do amor acesa. Não é isso que faz pegar fogo.

Um beijo na testa faz o coração de qualquer mulher se acalmar, um abraço quando as coisas não estão bem faz com que a gente se sinta protegido e assistir aquele filme que o outro tanto quer, também sabe agradar.

Beijos ao pé da orelha causam arrepios e o toque sincero faz o corpo balançar. O problema é que as pessoas são intensas demais no começo de um relacionamento e fazem de tudo para conquistar o outro, mas não sabem como lidar com todo o sentimento que, às vezes – na maioria das vezes – parece não caber dentro da gente.

E aí vem os inúmeros presentes, os inúmeros agrados, os inúmeros elogios e depois de um tempo, a insegurança vai embora e a gente se esquece de que é preciso conquistar todos os dias. Mas isso, ao contrário do que muita gente pensa, não é um fardo, obrigação e está longe de ser um sacrifício.

É a simplicidade que emociona, é o beijo de bom dia, é o “sonhei com você”, é o elogio sincero e inesperado, é o cuidado, é fazer aquele mousse de maracujá, preparar uma janta em casa mesmo e dizer: “Só tinha ovos, fiz um omelete delicioso pra nós dois. Espero que goste”. Um recado deixado no meio dos seus livros é o suficiente para fazer o nosso coração sorrir.

Vai, manda um SMS no meio da tarde dizendo que não consegue parar de pensar nele, compra o seu chocolate favorito e aparece de surpresa. Vai, compra uma rosa – não um buquê- e deixa um bilhete dizendo o quanto você a ama.

Não deixe cair na mesmice, continue fazendo aquele belo sorriso brotar, aqueles lindos olhos brilharem. Vai, continua fazendo aquele corpo balançar com o teu toque. Vai, mantém essa chama acesa e deixe incendiar. O amor se alegra com a simplicidade e são as pequenas coisas que fazem o nosso coração sorrir sem medo, como quem tem alguém ao seu lado querendo fazer morada.

(Thamilly Rosendo, via Resiliência Mag)

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Não quero apressar o relógio, pelo contrário, espero com paciência porque sei que Deus está cuidando de cada detalhe

Querido futuro amor,

Dizem que só amamos quem conhecemos e eu concordo, mas você quer saber? O meu amor por você aguarda para ser despertado, porque até o amor tem o seu tempo certo. Não quero apressar o relógio, pelo contrário, espero com paciência porque sei que Deus está cuidando de cada detalhe. Não me desespero por ainda não saber ao certo quem você é, onde está ou qual história tem vivido, mas sei que a nossa história terá o seu início no momento certo.

Você não precisa se preocupar com o meu coração a ponto de se entristecer, vez ou outra ele é machucado, decepcionado, mas acontece, não é mesmo?! Você não precisa se preocupar de forma que tire a sua paz, porque o meu coração está sendo cuidado por Deus e mesmo que algumas vezes as coisas apertem, Ele permanece cuidando.

Não espero que você seja perfeito, eu não espero por um homem perfeito, mas espero por um homem que me ame e que não diga apenas que me ame, mas que me faça me sentir amada. Você não vai precisar mudar quem você é para se encaixar no padrão do melhor homem do mundo para me agradar, você vai precisar ser apenas… você. Com os seus defeitos e falhas, suas manias e seus sonhos, sejam eles pequenos ou grandes.

Nós iremos crescer um ao lado do outro, não apenas em sabedoria, mas também em fé e amor. Iremos orar juntos, o que acha? Caminharemos com Deus. Quando você cair, irei estender a mão para ajudá-lo a se levantar e sei que você fará o mesmo comigo. Vou abraçá-lo quando precisar e sempre serei a sua amiga. Não iremos nos render aos dias ruins ou aos desentendimentos que, eu sei, irão acontecer, mas iremos nos refugiar em Deus nessas tempestades que a vida traz consigo.

Para ser sincera, não quero contar todos os detalhes do que espero e até mesmo sonho, mas preciso que saiba que não pretendo permitir que o medo me impeça de encontrar você. Talvez você esteja por perto. Talvez não esteja. E tudo bem, porque não o procuro desesperadamente, mas o espero com paciência. No tempo certo, o amor será despertado, cabe a nós confiarmos em Deus.

Fonte: Aleteia – via Alma com Flores

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Confira 5 dicas para não deixar seu casamento cair na rotina

Quem busca construir um casamento feliz, provavelmente, já percebeu que o amor é a base de tudo. Por sua própria natureza, ele é forte, dinâmico, criativo e, por isso, coloca-nos sempre em movimento. No entanto, para manter acesa a centelha do amor entre o casal, é preciso estar atento a alguns aspectos importantes, e um deles é fugir da rotina. O relacionamento passa naturalmente por fases, quando acontece, por exemplo, o enamoramento, um tempo cheio de descobertas, geralmente marcado pela jovialidade do casal com inúmeras opções de atividades, sobrando pouquíssimo tempo até mesmo para pensar em rotina. Depois, vem o noivado com as realidades próprias dessa fase, onde o conhecimento se aprofunda e já surgem as ideias para a construção do novo lar, o envolvimento com a família, a preparação da festa de bodas etc.; é também muito raro o casal ser atingido pela rotina nessa época.

Até mesmo nos primeiros meses ou anos de casados o clima de descobertas e entusiasmos mantêm o relacionamento em estilo “lua de mel”. Depois, vem a gravidez, os filhos, e as ocupações mudam de foco. Aí, se não estivermos atentos,  a rotina se instala e pode abalar as estruturas que o amor levou tanto tempo para firmar. Então, surge a pergunta: como fugir da rotina no casamento? Existem muitos passos que podem serem dados. Indico cinco, os quais considero mais importantes, e fico na torcida para que, colocando-os em prática, seu casamento seja fecundo, feliz e renovado pelo amor a cada dia!

1. Partilhar antes de tudo

Cada pessoa é única e seu jeito de amar e demonstrar amor também são exclusivos, por isso a partilha é fundamental. Quer fugir da rotina? Comece por uma boa conversa com seu cônjuge a respeito do relacionamento.

Tenha a coragem de perguntar o que ele pensa, o que sente e o que gostaria de fazer para avivar a chama do amor que os uniu. Muitas vezes, temos ideais maravilhosas quando o assunto é demonstrar amor, mas será que a pessoa amada concorda com nosso jeito de amar? É muito importante partilhar o que se pensa e sente para conhecer mais e crescer no amor.

2. Cuide bem do que é seu

[…] Penso que cuidar do casamento é como cultivar uma planta: você a recebe linda e cheia de vida, e, se continuar cuidando dela de maneira adequada, certamente vai viver bem e florescer diante dos seus olhos. Se não cuidar, ela vai gradativamente murchar e morrer. Então, se você quiser saber como sair da rotina no casamento, primeiro reveja suas atitudes. Pense como você tem cuidado da pessoa que Deus lhe deu.

3. Priorize o relacionamento

À medida que os compromissos próprios de uma vida a dois vão se tornando rotina, a tendência é o casamento entrar no pacote. Há sempre uma conta para pagar, uma casa para arrumar, um trabalho extra para fazer; e quando você finalmente tiver terminado tudo, o que mais deseja é simplesmente dormir.

Nessas situações, a tendência é ir deixando para amanhã o tempo exclusivo que dedicaria ao seu cônjuge. Porém, no dia seguinte, surgirão novas atividades e você provavelmente não vai ter um tempo livre. Então, a dica é: caia na real e coloque seu amor no topo da lista de prioridades. Se for preciso, até marque na agenda, mas não abra mão de um tempo dedicado só a ele. Converse, ouça, olhe nos olhos e fique juntos sem dividir o tempo com ninguém, inclusive com o celular, que, aliás, tem roubado o tempo de qualidade que o amor merece.

4. Passeiem juntos

Lembra do início do relacionamento quando só em pensar em sair juntos era motivo para ser feliz? Pois é, no casamento isso pode e deve continuar acontecendo. Mesmo que já tenham filhos e o dinheiro seja pouco, sair junto, nem que seja para tomar um suco na esquina, é uma das melhores dicas de como fugir da rotina.

Para isso, programe-se: vista-se bem, use um bom perfume e vá com boa vontade, de coração aberto, pensando na felicidade que é amar e ser amado. No encontro, evite conversar sobre os filhos e tarefas de casa. Se possível, pode até voltar no tempo e relembrar o que os uniu. Se foi o amor pelos livros, por exemplo, que tal visitar uma livraria? Se gostam de praia, que tal caminhar na areia do mar de mãos dadas? Agindo assim, vão manter o foco em uma atividade prazerosa e, além do mais, sair da rotina.

5. Demonstre amor com gestos

Dom Bosco tem uma frase famosa que diz: “Não basta que os jovens saibam que são amados, eles precisam sentir o amor”. Acredito que no relacionamento também é assim. Por mais que o outro saiba que você o ama, é preciso manifestar o amor; nessa hora, os pequenos gestos fazem toda diferença! Um telefone fora de hora só para dizer “eu te amo”, uma flor, um bilhetinho apaixonado, um presente fora de datas comemorativas, elogios espontâneos e tantas outras coisas simples que, oferecidas com amor, fazem toda diferença. Na verdade, o casal não precisa de grandes coisas para ser feliz, precisa é dar e receber atenção, dedicar-se e cuidar do outro, rompendo com a rotina no relacionamento todos os dias.

Todas essas dicas, apesar de importantes, não podem tirar a espontaneidade do casal. De vez em quando, deixe espaço para o improviso e dê liberdade para as coisas acontecerem naturalmente. Traçar a rotina de todos os fins de semana, por exemplo, faz com que pareça que todos são iguais e assim por diante. Então, fique atento, priorize realmente o amor em sua vida e verá que não é tão difícil assim fugir da rotina e ter um casamento feliz!

Fonte: Aleteia – via Canção Nova

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O enamoramento é… etapa de sonhos, sorrisos, ilusões e sensações agradáveis. Etapa necessária para começar uma relação a dois, mas o que é, na verdade, o enamoramento?

Acontece pela projeção de si mesmos, dada pelas duas pessoas envolvidas, tanto consciente como inconscientemente. É ver no outro o que eu gostaria de ter, ou não vejo em mim e o outro tem; assim como o que eu não gosto de mim e o outro tem.

Na verdade, no princípio do enamoramento, não posso ver no outro alguma coisa que eu mesmo não tenha, mas é a pura projeção de minha pessoa, da qual formo uma imagem psicoafetiva do outro. Esta imagem que eu formo do outro se focaliza somente na parte positiva, introduzindo um mecanismo de defesa chamado “negação”, que evita os aspectos que não me agradam de mim mesmo e, portanto, não vejo no outro, considerando-o como o alvo de minha felicidade, pelo que me dá, pelas sensações que produz em mim ao tê-lo perto, assim como ao receber detalhes de atenção e afeto.

Depois de um tempo, o enamoramento acaba e baixa o nível de sensações produzidas na pessoa por estar perto do outro ou, inclusive, simplesmente por pensar nele ou nela. Passa-se a ver o outro tal como é, com suas qualidades (antes, superdimensionadas) e seus defeitos (antes não vistos). Rompe-se esta imagem que tinha sido criada do outro e chega a dúvida: “Fiz uma boa escolha?”; ou chegam as mágoas porque “o outro me enganou”, ao mostrar algo que, na verdade, não era. Com certeza, esta primeira imagem era tão somente UMA imagem, a projeção positiva de mim mesmo, mas não era a outra pessoa.

A maturidade no amor se reconhece quando uma pessoa é capaz de se relacionar de maneira completa, aceitando os sentimentos positivos e negativos gerados pela pessoa real do outro, com sua personalidade específica, sendo maior a satisfação de se relacionar por este lado positivo que o outro tem e que agora eu também vejo. Implica, da mesma maneira, a aceitação de minhas próprias qualidades e defeitos que agora também o meu parceiro(a) pode ver e, até mesmo, faz com que eu as veja com mais claridade, permanecendo a satisfação de se relacionar pelos aspectos positivos.

Laing menciona que é preciso ter um sentimento sólido da realidade de nossa identidade para poder estabelecer uma verdadeira relação com o outro e não se sentir ameaçado de ficar perdido. Se não houver essa base de maturidade na própria pessoa, a relação será superficial e será escolhido alguém que não exija tampouco um amor profundo, pulando muitas vezes de uma relação à outra, na procura constante desse momento que conhecemos como enamoramento.

O amor, ao contrário do enamoramento, que procura me fazer sentir bem, tem outro objetivo: conseguir que o outro seja como é e seja o melhor que possa ser; produzindo em mim um sentimento de plenitude ao ir crescendo com o outro, apesar das dificuldades que vamos encontrando.

Enamorar-se é lindo; mas amar e ser amado é ainda mais.

Fonte: Comunidade Shalom – via RIIAL

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“O amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e bebe um golinho antes de lhe dar para saber se está realmente bom.” (Danny, 7 anos)

Saber amar é a maior conquista da vida. Quando aprendemos a amar – mas amar de verdade – obtemos um novo grau de compreensão acerca das relações da vida. Amar é emoção e também razão. Amar não pode ser definido por dicionário algum.

Eu acho trágica a forma como funcionam as relações hoje em dia. Claro, todos somos imperfeitos, mas a maioria tem uma visão romantizada demais do que é amor. Amar não é encontrar sua alma gêmea; amar não é dividir a vida com alguém – isso é apenas uma expressão do amor. Mas amar deveria ser tão natural como respirar, deveria ser automático.

O nosso mundo anda tão egoísta e tão desumano que fomos nos afastando e removendo de nós essa magnífica capacidade que temos. Somos chamados de trouxas, de babacas, de iludidos, de idiotas… e por aí vai: a lista é longa. Hoje em dia amar é banal, é ridículo. Pois que seja. Eu ainda acho que amar é a maior cura que você pode realizar na sua vida. Mas uma coisa é fato: ninguém ama ninguém sem antes se amar.

Amar é perdão, é admiração, é contemplação. E nossa, como é difícil perdoar, admirar e contemplar! Guardamos tanto rancor, tantas mágoas, tanto veneno e nem sequer percebemos que os danos são nossos. Sabe aquela frase “o que você pensa de mim é problema seu?”. Pois bem. Nós dizemos muito isso, mas não sabemos pensar no contrário – “o que eu penso de ciclano é problema meu”. As pessoas não têm nada a ver com isso, não mesmo. Amar é saber olhar o mundo com os olhos dos outros, é fazer-se menos egoísta, é fazer REALMENTE o bem, o que deve ser feito.

Todo dia eu escuto alguma fofoca, basicamente. E as pessoas costumam falar dos outros como se tivessem a vida perfeita. “Você viu o que aconteceu com ela? O marido a traiu. Também, baranga desse jeito, não era pra menos”; “Nossa, ele é tão quieto, o que tem de errado com ele?”. O único que posso pensar é: DEIXEM AS PESSOAS EM PAZ. Fiquem em paz. Se você é tão crítico, aproveite e faça as mudanças necessárias na sua vida; mas, por favor, deixem as pessoas em paz.

Cada um se veste como quer, cada um se relaciona com quem quiser, cada um frequenta os lugares que quer. Se não tá influenciando a sua vida, pra quê se meter? Deixa a pessoa se tatuar, ou deixe ela não gostar disso; deixe ela pintar o cabelo de arco-íris, ou deixe ela não gostar disso; deixe-a ser religiosa, ou deixe ela protestar contra isso. Tanta gente tira a vida dos outros por não concordar com a escolha do outro. Mas não adianta: a felicidade se chama amor.

A gente tem que saber conviver com o diferente, isso também é uma expressão do amor. Nós não somos deuses para julgarmos os outros pelos atos. Aceitar o diferente é um dom e uma forma de crítica. Sempre que você se pegar julgando, pense: ele está no seu direito.

Mas claro, para isso, há de se estar no direito. Não podemos ser levianos a ponto de acharmos que um ladrão ou um assassino ou um mentiroso está no seu direito. Não. O que eu digo tem a ver com tolerância. Vejo tantas correntes que, para lutar por seus ideais, precisam destruir outros. Isso é manifestação de ódio. Para exigir amor, você primeiro precisa dar. Para exigir respeito, você precisa dar. A gente só dá o que tem – lembre-se disso antes de julgar. Se você não está recebendo amor, reveja suas ações: provavelmente você não o está dando.

Fonte: Obvious

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Ser solteira não é nem de longe sinônimo de solidão

Tem coisa mais chata que aquela pergunta da sua tia em um almoço de família no domingo: E os namoradinhos? Tem. É aquela pergunta de quem não te vê há meses, te encontra na rua e solta aquela frase que deveria ter ficado apenas no pensamento: E aí, está namorando?

Eu queria registrar a cara de decepção das pessoas quando respondo a essas perguntas com um não. E logo em seguida, vem aquela fala doce em tom de desculpas como se isso fosse um erro.

“Ah mais você é tão bonita, como assim não tem ninguém”, “Ó quem muito escolhe acaba sendo escolhido.” Aposto que você já foi bombardeada(o) com essas frases que nos causam riso.

Depois de um tempo a gente cansa de dar sempre as mesmas respostas e as pessoas confundirem isso com desculpas. Não vejo problema algum em querer um tempo pra si, em querer se dedicar a um projeto ou querer viajar pelo mundo sem ninguém. Eu não preciso estar casada aos 30, com filhos, uma carreira profissional de sucesso, a tese de mestrado pronta e me preparando para defender o doutorado.  Eu posso querer ficar em casa no feriado, atualizando as minhas séries ao invés do meu currículo. Eu posso gostar da companhia dos meus amigos e adorar ir ao cinema assistir um romance e chorar feito um bebê não como quem está desesperado por um amor, mas como quem achou aquela história bonita. Eu prefiro um coração feliz a um coração machucado e sinceramente, eu me divirto com as minhas séries.

Essa visão errônea das pessoas de que quem está solteiro necessariamente está sozinho, mostra a visão destorcida do amor. O amor não é uma questão de tentativas com medo de ficar só. O amor nem de longe é refugio, abrigo, por medo da solidão. As pessoas colocam a responsabilidade de ser feliz nas mãos do outro, achando que um relacionamento é a chave para aliviar toda angustia, tristeza e dor. Antes de ser um bom par é fundamental ser um bom impar, gostar da tua companhia, gostar daquilo que você vê no espelho todos os dias e da pessoa incrível que você tem se tornado. É fundamental se conhecer e se amar. Gostar do teu cabelo dessarumado, do teu jeito bagunçado e da sua loucura.

As pessoas sempre irão arrumar um jeito de saber das “atualizações” de nossa vida. Hoje você está solteira, então a pergunta da vez é: Quando você vai namorar? E aí você entra em um relacionamento e surge outra questão: Quando você irá se casar? E então você se casa e vem o tal: “Quando vocês irão ter filhos?” e por aí se segue a lógica de quem parece esperar muito de nós e de nossas vidas, QUANDO na verdade é só curiosidade alheia pela vida do outro.

Relacionamento não é sinônimo de felicidade. A gente sabe quando tem e quando é amor. Depois de tantos tombos a gente prefere dar um tempo como quem deseja se recompor. Como quem se olha no espelho e só enxerga espinhos e sabe que precisa se ver flor. Depois de alguns “quases” a gente dá uma desacelerada como quem não quer embarcar em nada só porque o coração acelerou, ele nos engana às vezes. Eu quero nós, porque laços se desfazem depois de um tempo, perdendo a sua forma bonita. E eu? Eu, não quero um amor passageiro.

Eu posso estar feliz aos 25 mesmo sem planos para depois da faculdade, posso estar solteira aos 30 e sonhar com casamento. Ser solteira não é nem de longe sinônimo de solidão.

Eu posso desejar hoje alguém, mas posso nem pensar nisso, pela rotina, pelo cansaço ou por falta de interesse mesmo. Posso encontrar alguém amanhã e começar uma história de amor, mas não antes de começar essa história por mim mesma, amando o meu jeito desorganizado e desejando transbordar.

Um coração entregue a Deus sabe que não adianta ter pressa, por mais que o coração se apresse e a ansiedade queira nos dominar, tudo tem o seu tempo certo. Eu não quero alguém para sarar as minhas dores, curar as minhas feridas e me completar. Eu quero companheirismo, eu quero tempo de qualidade. Eu dispenso as desculpas, a falta de interesse e o medo de embarcar. Deixa tua bagagem no passado, agora é uma nova história. Eu quero alguém disposto, alguém que me traga certezas ao invés de duvidas, que apareça ao invés de desaparecer sem ao menos dizer o porquê. Eu estou solteira e estou feliz porque não há nada pior do que se sentir só mesmo tendo uma “companhia.”.

(Por Thamilly Rozendo, via Logo Eu)

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Para ler e compartilhar com quem você ama

Todos conhecemos ao menos duas pessoas que foram feitas uma para a outra. São almas gêmeas, que nutrem respeito e amor mútuos. O carinho entre eles é como o vinho: fortalece com o passar do tempo, abrindo novas fases de sentimentos e emoções.

O Incrível.club revela a seguir os segredos dos casais felizes. É uma lista de hábitos saudáveis que traz harmonia a qualquer relacionamento.

Seja você mesmo. Seja sincero.

Sempre queremos parecer melhores do que somos na realidade: ocultamos histórias desagradáveis e erros que cometemos. Não tente ser perfeito. O melhor é ser você mesmo. Muitos vivem usando máscaras, com medo de se mostrar aos outros. Isso, em primeiro lugar, é muito cansativo. Em segundo lugar, dificulta uma relação honesta e simples.

É muito importante ser sincero. Não tenha medo de revelar seus sentimentos ao seu parceiro, pois ele ou ela é a pessoa mais próxima a você. Se tem algo lhe preocupando ou faltando para você, fale sobre isso. Ninguém sabe ler pensamentos, e o primeiro passo para resolver um problema é falar sobre ele.

Seja positivo

Pessoas alegres emanam felicidade e boas energias. Dá vontade de estar o tempo todo ao lado de gente assim. Por outro lado, as queixas e reclamações constantes dão lugar a emoções negativas, pioram o humor e os relacionamentos.

Estimule a atitude positiva perante a vida, e não deixe que seu parceiro desanime. Seja otimista, pois independentemente do que aconteça, vocês têm um ao outro. Você sempre pode fazer piadas sobre os problemas com seu companheiro, rir a dois, tirar conclusões e seguir em frente!

Seja atento, apoie seu parceiro

Todos vivemos alguns fracassos que afetam nosso ânimo e autoestima. Faça com que seu companheiro sinta o seu apoio e compreensão. Assim, tudo fica mais fácil e seu parceiro irá se sentir muito melhor.

Dê também atenção aos desejos e necessidades de quem está ao seu lado. Você deve aceitar que o outro não é um reflexo seu nem sua propriedade. Trate os desejos dele ou dela com compreensão, ainda que sejam diferentes dos seus.

Demonstre seus sentimentos

É muito importante lembrar ao seu companheiro que você admira tudo o que ele ou ela faz por você. Agradeça até pelos gestos menores. Não veja tudo de bom que acontece entre vocês como algo natural e automático, diga a sua alma gêmea o quanto você a valoriza.

Demonstre seus sentimentos. Não tenha vergonha de dar amor e carinho, pois isso é fundamental para criar um vínculo forte entre os dois. Faça com que seu companheiro sinta o quanto é especial para você.

Respeite o espaço pessoal do seu parceiro

Duas pessoas não podem e não devem estar juntas 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não se oponha aos interesses do seu amado, e também não renuncie aos seus hobbies. Vocês se apaixonaram um pelo outro assim como são, com todos os hábitos e interesses. Não se deve sacrificar as próprias vontades em nome de uma relação forte. Ninguém valoriza este tipo de coisa.

Seu parceiro não quer ser a causa dos seus sacrifícios. Nem ouvir frases como: «Por sua causa, eu…». Apenas seja feliz. Seu relacionamento deve agregar algo novo aos dois, e não retirar aquilo que já possuem.

A importância do respeito mútuo

É preciso respeitar a opinião e as decisões do outro, mesmo que você não concorde com elas. Respeite sua família e amigos.

O respeito cria uma ligação forte e de confiança entre o casal.

Não esqueça da importância do respeito até mesmo durante uma briga. As discussões geralmente trazem reprovações mútuas. Tenha cuidado com as palavras. A irritação passa, mas é difícil desfazer as ofensas. Não importa quantas vezes você peça perdão após uma briga, as palavras duras deixam cicatrizes profundas na alma do seu ser amado.

Não deixe que o ciúme entre em seu coração

Tente não sentir ciúmes. Com isso, você enfrenta o seu medo de ser abandonado, seus complexos e a falta da confiança em si mesmo. Não acuse nem atormente o outro com cenas de ciúmes. A desconfiança machuca seu amor e acaba provocando justamente os pensamentos que você quer evitar.

O que fazer se o seu parceiro tem ciúmes? Tente acalmá-lo, demonstre o quanto o ama, faça-o ver o absurdo dos seus temores.

Não deixe que o ciúme destrua o relacionamento.

Aceite seu companheiro do jeito que ele é

Não tente mudar seu parceiro, aceite suas peculiaridades e hábitos, pois são eles que tornam uma pessoa única. Não brigue com seu companheiro pelos hábitos que ele ou ela tiver. E, caso você veja que o outro tem um hábito ruim e que uma mudança seria positiva, é sempre possível conversar tranquilamente e corrigir pequenas coisas.

Perdoe os defeitos. Não fique reprovando seu ser amado, é melhor sempre focar nos pontos positivos. Não tenha vergonha de fazer elogios.

Crie lembranças a dois

Não há nada capaz de lhe unir mais ao seu parceiro do que as experiências e lembranças em comum. As viagens, aulas de dança, de mergulho, participação em concursos… façam juntos tudo aquilo que acham interessante e divertido.

Encha sua vida com algo colorido. Até porque é pouco provável que só assistir TV juntos irá deixar uma marca especial na memória.

Transforme sua vida num conto de fadas

Surpreenda sua cara-metade com detalhes agradáveis. Tente trazer coisas novas ao relacionamento com mais frequência.

Alguma surpresa, recados carinhosos, lembrancinhas, pequenas festas sem motivo especial… Tudo isso alegra seu parceiro, cria momentos românticos e tempera com amor a vida cotidiana.

Passe mais tempo com seu companheiro

Não se distraia quando estiver curtindo um tempo ao lado do seu parceiro. O trabalho e as preocupações diárias tomam muito tempo. Então, quando estiver com seu amado,desligue a TV, deixe o celular de lado e aproveite a companhia do seu amor.

Ao longo do dia, se for possível, demonstre atenção e afeto, ainda que a distância. Nem mesmo um trabalho agitado deve ser um obstáculo para isso. Até porque escrever uma mensagem carinhosa na hora de um intervalo não custa nada.

Sonhe com seu parceiro

Pense em alguns dos objetivos que você e seu amado têm em comum. O que vocês dois gostariam de conquistar dentro de 5, 10 ou 20 anos?

Não estabeleça metas a partir de noções comuns sobre felicidade sucesso. Concentre-se naquilo que faz você e seu companheiro realmente felizes.

(via Incrível.club)

Ilustradora: Astkhik Rakimova

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Alguém que seja companhia para as tempestades e não apenas quando o sol queira brilhar

Namore alguém que desperte o teu riso fácil, alguém que ame o teu jeito bagunçado e que se importe com o que você sente. Alguém que não dê as costas para a sua dor e que te acolha mesmo não entendendo os seus porquês. Namore alguém que seja teu amigo, que goste da tua risada escandalosa e que veja graça nas suas piadas sem graça.

Namore alguém que emocionalmente te ame por inteiro, sem desculpas. Alguém que deixe os “e se” de lado e queira viver uma história ao seu lado.

Namore alguém que emocionalmente ame o seu jeito desastrado de ser porque sabe que mesmo quebrando tantas coisas e derrubando tantas outras, você jamais quebraria o mais importante: O seu coração.

Alguém que veja que por detrás dessa pose de durona há alguém com um coração disposto a amar, mas que talvez depois de tantos tombos preferiu recuar. Alguém que seja companhia para as tempestades e não apenas quando o sol queira brilhar.

Namore alguém que emocionalmente te ame sem precisar de maquiagem para ganhar elogios, sem precisar de roupas novas para reparar em você, alguém que veja a tua alma bonita e que saiba que você tem um coração enorme, disposto a transbordar.

Alguém que não dependa da tua beleza, do teu charme, dos teus encantos e da tua inteligência, para te amar. Mesmo você sendo uma avalanche de coisas lindas, causando sentimentos que o desmonte por inteiro, mesmo que você desperte um sorriso apenas com o teu jeito de olhar. Namore alguém que veja além de um corpo, uma admiração e uma atração. Namore alguém que veja e seja amor. Que olhe para aquilo que está além do que os olhos possam ver: A nossa alma bonita.

Namore alguém que emocionalmente te ame, mas que espiritualmente te fortaleça. Alguém que te incentive a ser melhor e que saiba o significado da palavra respeito. Alguém que olhe para você e veja ali a mais bela obra da criação, que veja o teu coração entregue a Deus e que deseje se achegar ao dele, antes de conquistá-lo.

Namore alguém que te ame da forma mais bonita, alguém que te ame em oração. Alguém que emocionalmente ame o seu sapato colorido mesmo achando que ele não combina com aquele seu vestido azul. Alguém que deseje ser cuidado e cuidar, ser abraçado e abraçar. Que desperte o teu sorriso e que saiba segurar a tua mão quando tudo estiver indo mal. Alguém que queira orar com você e por você como quem deseja ter essa história escrita por Deus. Namore alguém que emocionalmente te ame como quem tem uma grande mulher ao seu lado, mas que espiritualmente te fortaleça, como quem deseja paz, como quem sabe que o autor da criação tem arquitetado planos maravilhosos para essa criação tal singular: Você!

(Por Thamilly Rozendo, via Logo Eu)

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Conquistar a esposa todos os dias com pequenos gestos de amor é dever de todo marido apaixonado; dizer eu te amo é importante, mas é possível fazer mais

A conquista diária do cônjuge é um dos pilares de um casamento feliz. Veja algumas dicas especialmente preparadas para homens que querem demonstrar o amor por suas esposas, todos os dias.

1. Valorize os sentimentos dela
Evite criticar ou ignorar as reações emocionais de sua esposa, mesmo diante de situações que você considera sem muita importância. Ela é diferente de você e tem maior necessidade de expressar-se.

2. Escute-a com paciência
Mulheres preferem contar situações e problemas com detalhes. Não peça a ela que sintetize tudo em uma única frase ou que vá direto ao ponto. Apenas a ouça com atenção e empatia.

3. Abrace-a
Pode parecer banal, mas muitos maridos não sabem que o simples ato de abraçar carinhosamente a esposa quando ela está triste ou insegura tem efeitos milagrosos. O abraço a fará sentir-se amada e amparada.

4. Ajude
Mulheres gostam de saber que podem contar com o apoio de seus maridos nas tarefas de casa e no cuidado com os filhos. Tomar para si trabalhos como lavar a louça, fazer o almoço, passar as roupas, inclusive sem que ela peça, são boas formas práticas de mostrar comprometimento com o lar.

5. Elogie
Todos gostam de receber elogios sinceros e sua esposa não é diferente. Busque nela algo que você sinceramente aprecia e diga. Além de fazê-la sentir-se bem, você mesmo acabará descobrindo mais motivos para amá-la.

6. Declare o seu amor
Demonstre seu amor por gestos e ações, mas também por palavras. Mesmo que tenha certeza de que sua esposa sabe que você a ama, dizer a frase “eu te amo” com convicção e carinho é fundamental.

Fonte: Sempre Família

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Mais do que um prazo, o importante é ter clareza sobre a seriedade da relação e o desejo de oficializar o romance diante dos parentes

Enfim, um amor. Uma pessoa com quem podemos contar e planejar o futuro. Mas, antes de apresentar seu namorado para a família, é importante tomar alguns cuidados. O Sempre Família conversou com Rosana Braga, consultora do ParPerfeito, além de psicóloga e escritora. Nessa entrevista ela sugere a melhor forma de fazer essa apresentação e como planejar para que seu par se sinta à vontade.

Nessas respostas, Rosana oferece orientações para pessoas adultas, com condições ou maturidade suficientes para fazer escolhas e arcar com elas. “Se o casal é de adolescentes, as regras válidas são as dos pais e familiares mais próximos, ou seja, aqueles que se responsabilizam pelos adolescentes. A liberdade deve sempre vir junto com a responsabilidade e, por mais maduro e responsável que seja um adolescente, a supervisão de seus pais é fundamental”, diz Rosana.

1) O que deve ser levado em consideração antes de apresentar a pessoa para a família?

Antes de mais nada, é importante lembrar que cada pessoa tem seu próprio jeito de ser e seu próprio ritmo nos relacionamentos. Além disso, as famílias também têm dinâmicas, valores e regras bastante diferentes, que estão relacionadas a múltiplos fatores. Diria que esses são os dois primeiros pontos a serem considerados. Cada um sabe a família que tem! Fazer algumas perguntas pode ajudar muito a refletir para decidir sobre apresentar ou não essa pessoa para a família agora. Tais como: “eu realmente pretendo investir nesse relacionamento?”, “essa pessoa tem se adequado ao que eu busco para o meu futuro e para o futuro do relacionamento que mantenho com a minha família?”.

2) Como deve ser planejado esse momento? A família deve opinar? Ou isso deve ser organizado e preparado pelo casal?

Penso que, por ser um primeiro encontro, o melhor é que a família seja avisada antes da chegada do par. Claro que o parceiro também deve ser informado, já que essa inclusão acontece de forma muito mais agradável quando o casal já conversou sobre o assunto. Afinal de contas, incluir o relacionamento na família e vice-versa tende a ser um forte indicativo de compromisso para a maioria das pessoas. Mas, sobretudo, a decisão sobre qualquer coisa que se refira ao relacionamento é sempre do casal. Qualquer opinião de terceiros pode ser analisada e considerada, mas se tomada como decisão final, sem que esteja de acordo com os reais sentimentos e desejos da pessoa em si, tende a causar sofrimento e arrependimentos futuros.

3) Qual a ocasião ideal para apresentar o novo namorado? Por quê?

A ocasião ideal é uma percepção muito particular, considerando tudo o que já foi dito sobre a dinâmica familiar de cada um. Mas, em geral, festas familiares, como casamentos ou aniversários tendem a ser boas oportunidades para essa apresentação, já que se trata de um ambiente alegre, leve, onde a maioria da família está presente. Mas se a pessoa deseja que essa ocasião seja muito especial, então o ideal é preparar um jantar e fazer da chegada do par o motivo mais importante da reunião familiar.

4) Em que situação é melhor evitar apresentar essa pessoa? Por quê?

Em situações em que o clima está tenso por quaisquer motivos, tais como doenças familiares, velórios ou brigas. As pessoas não estarão abertas e dispostas a abrir espaço para desconhecidos. Afinal, a primeira impressão é importante e essa seria uma primeira impressão bastante constrangedora.

5) Quanto tempo o casal deve aguardar para apresentar o namorado para a família?

Isso depende de cada casal. O tempo é menos importante que a intensidade e a intenção de cada casal. Além disso, essa também é uma questão que depende muito dos valores de cada família. Vale considerar que se uma pessoa costuma ser do tipo “fogo de palha”, ou seja, vive se interessando e se desinteressando rapidamente pelas pessoas, o melhor é esperar um tempo mínimo para apresentar o novo namorado à família. Caso contrário, tenderá a perder o crédito e a disposição deles para acolher novos parceiros.

6) Qual acordo ou conversa o casal deve ter antes disso acontecer?

Tudo o que o casal considerar que pode atrapalhar o grande dia deve ser conversado previamente. É preciso tomar cuidado para não tentar antecipar e prever tudo pode tirar do outro a oportunidade de ter suas próprias impressões.

 7) Quais orientações você daria para esse momento?

Clareza e consciência. Ou seja, é importante que a pessoa que decida apresentar seu par à família tenha claro para si mesma o motivo pelo qual está fazendo isso, especialmente quando a família é muito exigente. Sabemos que existem famílias bem liberais e que não dão peso a esse tipo de evento, mas se esse não for o caso, é importante que a decisão seja tomada com segurança para que possíveis interferências não sirvam para criar sentimentos desgastantes e desnecessários.

FONTE: Sempre Família

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