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NATAL

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Pope Francis smiles during his general audience in Paul VI hall Feb. 15 at the Vatican. Also pictured is Archbishop Georg Ganswein, prefect of the papal household.(CNS photo/Claudio Peri, EPA) See POPE-AUDIENCE-HOPE Feb. 15, 2017.

“Sem Jesus não há Natal”, frisou o Papa na última catequese de 2017

Da Redação, com Boletim da Santa Sé

Na catequese desta quarta-feira, 27, a última do ano de 2017, o Papa Francisco refletiu sobre o significado do Natal. O Pontífice alertou sobre uma espécie de “desnaturalização” do Natal que se vê nos dias de hoje.

“Sem Jesus não há Natal”, afirmou o Papa, destacando que o nascimento de Jesus é o único verdadeiro Natal. Se Jesus está no centro, tudo ao redor – as luzes e tradições locais, incluindo as comidas características – contribui para criar a atmosfera da festa, mas com Jesus no centro. Se se tira Jesus, a luz se apaga, tudo se torna falso, aparente, explicou.

“O verdadeiro dom para nós é Jesus, e como Ele queremos ser dons para os outros. E, uma vez que queremos ser dons para os outros, trocamos presentes, como sinal, como sinal desta atitude que nos ensina Jesus: Ele, enviado do Pai, foi dom para nós e nós somos dons para os outros”.

Francisco acrescentou que, com a encarnação do Filho, Deus abriu o caminho da vida nova, que é fundada sobre o amor. “O nascimento de Jesus é o gesto de amor maior do nosso Pai do Céu”, frisou.

Outro aspecto ressaltado pelo Papa foi o fato de que, no Natal, a história humana é visitada pela história de Deus, que tem como primeiros destinatários do seu dom – a salvação trazida por Jesus – aqueles que estão à margem da sociedade, os pequeninos e desprezados.

“Queridos irmãos e irmãs, nestes dias abramos a mente e o coração para acolher esta graça. Jesus é o dom de Deus para nós e, se O acolhemos, também nós podemos nos tornar dom para os outros – ser dom de Deus para os outros – antes de tudo para aqueles que nunca experimentaram atenção e ternura”, concluiu o Pontífice.

Fonte: https://noticias.cancaonova.com/

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Para começar, não desmonte a árvore! Esta é uma semana para manter o espírito vivo…

 

O que está em sua agenda entre o Natal e o Ano Novo? Aqui estão 5 coisas que você deve considerar fazer parte de sua semana…

Desenvolva uma tradição do dia seguinte

O dia após o Natal pede um pouco de tempo de inatividade, mas também pode ser um pouco mais especial do que isso. Em países como Inglaterra, Canadá, Austrália e Gana, o dia após o Natal é um feriado chamado Boxing Day. Há uma série de histórias que explicam a tradição – uma que os membros mais ricos da sociedade inglesa davam “Christmas boxes” (caixas de Natal) contendo presentes e dinheiro para empregados e comerciantes como recompensa por seu serviço. Outra história vem da prática pós-natal das igrejas que cobram dinheiro em “boxes” (caixas) para dar aos pobres. Seja como for, o Boxing Day pode ser um dia de comemoração – visitar parentes ou vizinhos, fazer um almoço especial, uma noite de filmes ou jogos – o que você quiser. Faça o dia após o Natal seu próprio dia festivo.

Faça algumas intenções de Ano Novo

Esta é a semana para fazer suas intenções para o novo ano. Se você não gosta de planejar suas intenções porque elas não funcionaram no passado, tente algo novo este ano… tente escolher apenas uma coisa que você deseja realizar ou trabalhar em 2018, ou escolher um tema, citação, ou passagem da Escritura para orientar seus objetivos. Este recente artigo da Aleteiasugere a você a abordar as intenções usando o “princípio da bola de neve”. Faça o que fizer, deixe um novo ano ser uma oportunidade para um novo começo.

Escreva cartões de agradecimento

Esta semana geralmente é um pouco mais lenta do que a maioria, então é um ótimo momento para se sentar e escrever alguns cartões de agradecimento para aqueles adoráveis ​​presentes que você recebeu – e para ajudar seus filhos a fazer o mesmo. Não nada melhor que um agradecimento escrito à mão que reconheça um presente e que deseja que o destinatário tenha um feliz ano novo!

Planeje algo especial para o Dia de Ano Novo

A maioria das pessoas planeja algo para a véspera de Ano Novo, e considera o Dia de Ano Novo como um momento de recuperação. Mas o Dia de Ano Novo merece seu próprio lugar. No calendário cristão é um dia especial para celebrar a Santíssima Virgem Maria. Então, é um dia perfeito para comidas especiais, uma visita ou um telefonema para a mãe, ou apenas ficar em casa relaxando e aproveitando a companhia de entes queridos.

Continue comemorando!

Esta não é a semana para desmontar a árvore, remover as decorações e voltar a viver como de costume. Não, o Natal dura mais de um dia! Dependendo do calendário que você segue, o Natal vai pelo menos até a Epifania, que é sexta-feira, 6 de janeiro deste ano. Além disso, você já ouviu falar dos 12 dias de Natal, certo? Mesmo que você tenha que ir de volta ao trabalho depois do Natal, e o resto do mundo está rapidamente voltando ao negócio como de costume, guarde o espírito do Natal, planejando refeições e guloseimas especiais, tocando música de Natal no carro e guardando alguns presentes para abrir durante a semana de Natal. Continue comemorando!

Fonte: https://pt.aleteia.org/

REDAÇÃO CENTRAL, 23 Dez. 17 / 05:00 am (ACI).- Sábado é tradicionalmente o dia dedicado à Virgem Maria. Neste sábado, em especial, preparando a chegada de Jesus, compartilhamos esta oração mariana para agradecer Àquela que fez tudo para nos dar o Salvador e para que, por sua intercessão, Jesus também nasça em nossos corações.

1. INTRODUÇÃO

A família se reúne em um lugar adequado na casa, em torno de uma imagem de Santa Maria.

Todos (fazendo o sinal da Cruz): Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

O pai da família (explica aos presentes o significado da liturgia com as palavras): Ao darmos graças a Deus que nos deu seu Filho, devemos também dar graças à Virgem Maria. Com o seu “Sim” às palavras do Arcanjo, por obra do Espírito Santo, tornou-se a Mãe de Deus e nossa Mãe. Na noite de Belém, “irradiou sobre o mundo a luz eterna, Jesus Cristo, nosso Senhor”. Demos graças a Santa Maria, porque Ela deu tudo por nossa reconciliação, e rezemos para que nossos corações estejam sempre prontos para acolhê-la e com Ela a seu Divino Filho.

A mãe da família: Obrigada por ser Santa Maria. Obrigada por ter se aberto a graça e escuta da Palavra, desde o princípio. Obrigada por ter acolhido em teu ventre puríssimo Aquele que é a Vida e o Amor. Obrigada por manter o teu “Faça-se” através de todos os acontecimentos de tua vida. Obrigada por teus exemplos, dignos de serem acolhidos e vividos. Obrigada por tua simplicidade, por tua doçura, por tua magnífica sobriedade, por tua capacidade de escuta, por tua reverência, por tua fidelidade, por tua grandeza e por todas aquelas virtudes que trazem a beleza em si e que Deus nos permite ver em Ti. Obrigada por teu olhar materno, por tuas intercessões, tua ternura, teu auxílio ajuda e orientação. Obrigada por tanta bondade. Enfim, obrigada por ser Santa Maria, Mãe do Senhor Jesus e nossa. Amém.

2. INVOCAÇÃO DA FAMÍLIA

Olhando para a imagem da Virgem, a família eleva a seguinte súplica comum.

Primeiro membro da família: Peçamos ao Senhor Jesus, Salvador do mundo, recorrendo confiantes à intercessão de sua Santa Mãe. Digamos:

R. Que a vossa Santa Mãe, Senhor, interceda por nós.

Salva-nos, Senhor, por tua anunciação-encarnação. R.

Salva-nos, Senhor, por teu nascimento em Belém. R.

Salva-nos, Senhor, por tua apresentação no templo. R.

Salva-nos, Senhor, por teu santo batismo. R.

Salva-nos, Senhor, por tua paixão e cruz. R.

Salva-nos, Senhor, por tua morte e sepultamento. R.

Salva-nos, Senhor, por tua santa ressurreição. R.

Salva-nos, Senhor, por tua gloriosa ascensão. R.

Salva-nos, Senhor, pelo dom do Espírito Santo. R.

Salva-nos, Senhor, quando vier em tua glória. R.

Segundo membro da família: Às nossas preces, responderemos:

R. Que interceda por eles tua Santa Mãe.

Conceda ao Santo Padre, o Papa Francisco, e a nosso Bispo (diz o nome do Prelado) vida e saúde e os renove em seus ministérios e em suas santidades de vida. R.

Ilumine as mentes dos governantes em busca do bem comum, paz e reconciliação. R.

Escuta o clamor dos que sofrem, a oração dos perseguidos por causa de sua fé, a preces das vítimas inocentes. R.

Guia à conversão os que estão distantes de Ti. R.

Mostre a luz do teu rosto para aqueles que te buscam com sinceridade de coração. R.

E, finalmente, ajuda-nos nossa Mãe para que nosso lar seja como o de Nazaré, um cenáculo de comunhão no amor.

Todos: Nós recorremos à vossa proteção, Santa Mãe de Deus; não despreze as súplicas que dirigimos a ti em nossas necessidades; mas, livrai-nos sempre de todos os perigos, oh Virgem gloriosa e bendita.

O pai da família:  Oh Deus, que se manifestou ao mundo nos braços da Virgem Mãe de teu Filho, glória de Isabel e luz dos povos; faça com que, na escola de Maria, aprendamos a aderir ao Senhor Jesus e reconhecer Nele o único Salvador do mundo ontem, hoje e sempre. Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos. Amém.

Todos (fazendo o sinal da Cruz): Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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REDAÇÃO CENTRAL, 22 Dez. 17 / 03:30 pm (ACI).- O Natal é a solenidade que recorda o nascimento de Jesus Cristo, Deus feito homem para salvar a humanidade, e para vivê-lo corretamente e aprofundar seu significado, a Igreja fez uma série de recomendações.

Estas recomendações estão no Capítulo IV do Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia, elaborado pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos da Santa Sé e publicado em 2002.

As recomendações são as seguintes:

1. Aprofundar no dom dado por Deus

A Santa Sé exortou a aprofundar que o Natal é um “dom que é uma expressão do amor infinito de Deus que ‘tanto amou o mundo que nos deu o seu Filho único’”.

Por isso, nesta solenidade , deve-se valorizar a “solidariedade com o homem pecador, pelo qual, em Jesus, Deus se fez homem” e que “o Filho de Deus ‘sendo rico se fez pobre’ para nos enriquecer ‘por meio da sua pobreza’”.

2. Refletir sobre o valor da vida

A Santa Sé recordou que no Natal se destaca “o valor sagrado da vida” e “o maravilhoso evento que acontece no parto de cada mulher, porque Maria deu à luz” ao Salvador do mundo.

3. Celebrar com simplicidade

No Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia, o Vaticano recomendou viver esta celebração em um “clima de simplicidade, de pobreza, de humildade e de confiança em Deus, que envolve os acontecimentos do nascimento do Menino Jesus”.

Indicou que é importante aprofundar o sentido religioso do Natal para que “não se torne um terreno fértil para o consumismo nem para a infiltração do neopaganismo”.

4. Cantar canções de Natal

No texto, a Santa Sé sublinhou que os cantos de Natal são “instrumentos muito poderosos para transmitir a mensagem da alegria e da paz do Natal” e, por isso, recomendam cantá-los na véspera do Natal.

5. Ler em família a passagem do nascimento de Jesus

O documento do Vaticano indicou que a véspera do Natal é “uma ocasião de oração para toda a família” e recomendou ler “a passagem do nascimento de Jesus segundo São Lucas”.

Além disso, incentivou a cantar “as canções típicas do Natal e a rezar as orações e os louvores, especialmente das crianças, protagonistas deste encontro familiar”.

6. Rezar diante da árvore de Natal

A Santa Sé convidou as famílias a rezar em torno da árvore de Natal, porque “independentemente da sua origem histórica, atualmente é um símbolo fortemente evocativo, bastante comum nos ambientes cristãos; evoca tanto a árvore da vida, plantada no jardim do Éden, como a árvore da cruz, e assim adquire um significado cristológico”.

“Cristo é a verdadeira árvore da vida, nascida da nossa linhagem, da terra virgem Santa Maria, árvore sempre verde, fecunda de frutos”, precisou.

7. Dar presentes aos pobres

No documento, a Igreja Católica indicou que, “entre os presentes colocados na árvore de Natal, não deveriam faltar os presentes para os pobres: eles fazem parte de toda a família cristã”.

8. Compartilhar a ceia de Natal

Outro gesto sugerido pelo Vaticano é fazer uma ceia de Natal porque nela “se manifestam com toda a sua força a firmeza e a alegria dos laços familiares”.

“A família cristã que todos os dias, segundo a tradição, abençoa a mesa e agradece ao Senhor pelo dom dos alimentos, realizará este gesto com maior intensidade e atenção na ceia do Natal”, assegurou.

9. Participar da Missa

A Santa Sé convidou os fiéis a participar da Missa na véspera de Natal porque “tem um grande sentido litúrgico e um apreço popular”.

Destacou que, no início da Eucaristia, entoa-se “a canção do anúncio do nascimento do Senhor, com a fórmula do Martirológio Romano”, no momento da “apresentação dos dons para o ofertório sempre haverá uma lembrança concreta dos pobres” e  a “oração dos fiéis deverá assumir um caráter verdadeiramente universal, inclusive, onde for apropriado, com o uso de várias línguas como um sinal”.

“No final da celebração, poderá haver a adoração dos fiéis ao Menino Jesus e o momento de colocá-lo no presépio da igreja ou em algum lugar próximo”, manifestou o Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Dentre os que mais sofrem, desde o Antigo Testamento, estão as viúvas e os órfãos. Não podemos fechar os olhos para essas pessoas

O dia 24 de dezembro é reservado à lembrança das crianças órfãs. É também a véspera da celebração que culmina o tempo do Advento, o Natal do Senhor Jesus. Não é uma data do calendário da Igreja, mas do calendário civil. No entanto, a proximidade das duas datas pode levar a uma reflexão sobre a orfandade tanto física quanto espiritual em que vivem tantas pessoas atualmente. Vale a pena pensar por onde podemos tentar entender esse fenômeno e o que podemos fazer para ajudar a que cada vez menos pessoas vivam suas vidas sem a proteção e o amor de uma família.

Talvez possamos voltar até Adão e Eva para encontrar neles os primeiros órfãos da humanidade. Quando pecam, se afastam daquele que lhes dera a vida, de Deus Pai que os formou com amor para que vivessem junto a Ele no paraíso. Com esse primeiro afastamento do Pai, o mal entra no mundo, no coração do homem. Toda a história de Israel pode ser entendida como a história de um povo que caminhou pelo tempo em busca do retorno a casa do Pai. Desde Abraão até a vinda de Jesus, vemos como Israel foi crescendo em nova intimidade com Iahweh.

Jesus, que é o mesmo Deus que se encarna, se faz homem no seio de uma família. E o faz justamente para mostrar que para que o ser humano seja pleno, ele precisa do apoio, do amor, do carinho, da experiência de uma família bem estruturada, que tenha a Deus como o centro de suas vidas. Mas isso não quer dizer que o Senhor não experimentou o mal da orfandade. Pelo contrário, Ele, sendo quem era, experimentou o abandono do Pai de uma forma tão intensa que não podemos senão nos maravilhar e mesmo nos assustar um pouco com suas palavras na cruz: “Pai, porque me abandonaste?” Ele experimentou uma solidão real, e assim compartilha certamente os sofrimentos daqueles que ainda hoje sofrem essa mazela.

É um fenômeno difícil de entender esse de que existam pessoas que abandonam os seus mais próximos. É igualmente difícil entender também como podem existir, em uma comunidade cristã, pessoas que se sintam excluídas, à margem, sem família seja pelo motivo que for. Podemos pensar naqueles que perderam os pais em alguma tragédia natural, ou mesmo em algum ataque feito por mãos humanas (ainda mais triste e trágico de aceitar). O ponto é o seguinte: Enquanto alguém não se sentir amado, não estamos realmente conseguindo transmitir a vida cristã para esse mundo. Pois o que Jesus veio fazer foi justamente alcançar com seu amor todas as pessoas, em especial as que mais sofrem. Dentre os que mais sofrem, desde o antigo testamento se contam as viúvas e os órfãos. Não podemos fechar os olhos para essas pessoas, porque é Deus mesmo que quer olhar por eles através da comunidade cristã.

Talvez ajude a ter os olhos mais abertos a essa realidade o tomar consciência de que somos todos, de alguma forma, órfãos. A cada pecado que cometemos, desde o pecado original de Adão e Eva, nos afastamos de Deus Pai e ficamos longe da nossa verdadeira casa, que é o Céu. Estamos todos caminhando para a nossa verdadeira pátria. E se nesse caminho temos a benção de contar com uma família que nos auxilie, parece meio óbvio pensar que isso mesmo nos traz a responsabilidade de acolher com muito amor aqueles que foram privados de tão grande dom por qualquer razão. Para que essa perda possa ser interiorizada, reconciliada e que eles possam caminhar mais dignamente como verdadeiros filhos e filhas amadas de Deus que são.

 

Por Ir. João Antônio Johas, via A12

Fonte: https://pt.aleteia.org/

Fique por dentro de todas as festas católicas de dezembro e janeiro!

O Natal não se resume a um dia nem celebra simplesmente o Nascimento de Jesus.

Na verdade, o Natal é um tempo litúrgico, formado por cinco festas que celebram no rito da Santa Liturgia o mistério da Manifestação do Filho de Deus em nossa natureza humana. Assim: Natal é o Tempo no qual a Igreja, na sua Celebração eucarística, ao celebrar os santos Mistérios, entre em comunhão real e verdadeira com o Mistério da Manifestação, da Vinda, do nosso Salvador e Deus bendito na nossa natureza humana!

O Filho eterno do Pai manifestou-Se na nossa pobre humanidade para enriquecê-la com a Sua divindade; Ele veio para nos dar a graça da comunhão, da amizade com Ele – é isso a salvação!

Cinco festas; ei-las:

1. A Solenidade do Natal do Senhor, no dia 25 de dezembro. Na pobreza da gruta de Belém contemplaremos como frágil criança Aquele que é o Forte e eterno Deus: “Porque um Menino nos nasceu, um filho nos foi dado, Ele recebeu o poder sobre os Seus ombros e Lhe foi dado este Nome: Conselheiro-maravilhoso, Deus-forte, Pai-eterno, Príncipe-da-Paz” (Is 9,5). Neste Dia santíssimo (que é celebrado durante oito dias) a Igreja dobra os joelhos diante do Salvador, juntamente com Maria, José e os pastores; a Igreja canta o “Glória a Deus nas alturas” juntamente com os anjos, a Igreja ilumina-se de alegria como o céu da noite santa de Belém.

2. No Domingo entre os dias 25 e 1º de janeiro a Igreja celebra a Festa da Sagrada Família.O Filho de Deus assumiu em tudo a nossa condição humana: entrou numa família, na vida miudinha de cada dia; Ele veio verdadeiramente viver a nossa aventura. Assim, santificou as famílias de modo especial: “Desceu com eles para Nazaré e era-lhes submisso” (Lc 2,51).

3. Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, no dia 1º de janeiro, Oitava do Natal. “(Os pastores) foram, então, às pressas, e encontraram Maria, José e o Recém-nascido deitado na manjedoura” (Lc 2,16). A Igreja contempla o Menino que nasceu em Belém e Nele reconhece o Deus eterno e perfeito, reclinado no colo de Maria. Por isso chama-a Mãe de Deus, quer dizer, Mãe do Filho de Deus feito homem! Dando este título à Virgem a Igreja, desde suas origens, professa sua fé na divindade de Jesus. Primeiro de Janeiro é uma das grandes festas marianas.

4. Solenidade da Epifania do Senhor, no Domingo entre 2 e 8 de janeiro. É a festa chamada Festa de Reis. Mas, é bem mais que isso: a palavra “epifania” significa “manifestação”. Os magos, vindos dos povos pagãos, representam toda a humanidade que vem adorar o Salvador e reconhecê-Lo como a luz para iluminar as nações. Deus manifesta a Sua salvação a todos os povos: “O Senhor fez conhecer Sua salvação, revelou Sua justiça aos olhos das nações. Os confins da terra contemplaram a Salvação do nosso Deus” (Sl 97,2.3).

5. A Festa do Batismo do Senhor, no Domingo após a Epifania. Com ela termina o tempo do Natal. O Pai apresenta o Seu Filho: “Este é o Meu Filho amado, em Quem Eu Me comprazo!” (Mt 3,17). Com esta festa encerra-se o ciclo de festas da Manifestação do Senhor. A Igreja, mais uma vez, renova sua certeza e vive essa graça, experimenta-a e anuncia ao mundo: “O Verbo Se fez carne e habitou entre nós e nós vimos a Sua glória!” (Jo 1,14).

Que vivamos bem este tempo do Natal, tão rico e santo!

D. Henrique Soares da Costa
Bispo de Palmares/PE

 

(via Felipe Aquino)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Nós devemos muito aos nossos padres

Estamos próximos do dia do ano que eu mais aproveito: o nascimento de Jesus, que, ao longo de minha vida, se tornou um grande amigo meu.

Recentemente, completei 60 anos. Nunca imaginei que o tempo passaria tão rápido. Ontem mesmo eu tinha 18 anos. E agora…

Um conhecido me disse: “Já estamos velhos, Claudio”. Eu sorri agradecido e respondi: “Isso é genial. Significa que vivemos”.

Mas voltemos ao assunto. Muita gente me pergunta sobre o Natal. A vida sempre nos dá opções e você deve escolher entre elas. Para este Natal, você pode ficar triste, recordar com pena o passado, sentir-se sozinho (a). Ou pode festejar o amor e a esperança que vêm de Deus. Eu escolho viver a plenitude do Natal “porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz” (Isaías 9, 5).

Que maravilhoso é o Natal! Você sente a necessidade de se dar aos outros ou de compartilhar, ajudar nas atividades da paróquia (e, certamente há muitas nesta época e depois do Natal).

São dias de alegria interior. Por isso, não permitas que nada te perturbe ou te tire esse presente do céu: a tua paz interior.

E o seu pároco? Como será que ele vai passar o Natal? Você vai convidá-lo para ir à sua casa?

Um amigo me contou que um padre, ao sair da visita dos enfermos em um hospital na noite de Natal, jantou sozinho em uma estação, já que ninguém o tinha convidado para comemorar a data.

Não deixemos nossos padres sozinhos no Natal. Nós devemos muito a eles. Muito mesmo!

Quando vou ao confessionário, sempre recebo uma acolhida fraternal do meu padre, um sorriso amável e os melhores conselhos. Você não?

Quando tenho uma dificuldade, sei que posso contar com ele para um conselho ou, pelo menos, para desabafar. Além de tudo, ele me ensinou o valor de amar ao próximo. Acredito que seu padre também faça isso por você.

Por tanto, não o deixe sozinho no Natal. Saiba que vocês formam uma família e que você deve ser grato a ele por tantos sacrifícios.

Deus o abençoe!

Fonte: https://www.comshalom.org/

A Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida realizou neste último dia 15, sexta-feira, a entrega das cestas básicas à 500 famílias carentes da zona rural de Montes Claros.

Esse é o terceiro ano que a Catedral desenvolve a campanha “Todos unidos por um Natal Feliz”. Porém, neste teve o incentivo do Papa Francisco que instituiu o Dia do Pobre, em 19 de novembro, pedindo uma ação concreta, à toda a Igreja.

Padres, diáconos, leigos e leigas visitaram 10 localidades rurais, com a colaboração da Prefeitura de Montes Claros e diversas empresas, que colaboraram com o transporte de alimentos, brinquedos e guloseimas para as crianças.

As localidades beneficiadas foram:

  • COMUNIDADE RURAL DE MATO SECO
  • COMUNIDADE RURAL DE CAMPOS ELÍSIOS
  • COMUNIDADE RURAL DE PAU D´ÓLEO
  • COMUNIDADE DE TAQUARIL
  • ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE NOVA ESPERANÇA
  • COMUNIDADE RURAL DE BARREIRAS
  • DISTRITO DE SÃO PEDRO DA GARÇA
  • DISTRITO DE SÃO PEDRO DA GARÇA
  • COMUNIDADE RURAL DE POÇO NOVO
  • COMUNIDADE RURAL DE POÇO NOVO

A todos que colaboraram para a alegria dessas famílias um feliz e santo Natal, e que as graças e bênçãos de Deus recaiam em abundancia sobre todos neste ano de 2018 que se aproxima!

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Para o Papa Francisco é necessário assumir três comportamentos: a alegria constante, oração perseverante e a contínua ação de graças

Alegria constante

Exorta o apóstolo São Paulo,“Vivam sempre contentes” . O Papa motiva os cristãos a permanecerem sempre na alegria, mesmo quando as coisas não acontecem segundo os nossos desejos. Mas existe uma alegria profunda que é a paz, e a paz é uma alegria.

“As angústias, as dificuldades e os sofrimentos atravessam a vida de cada um, e tantas vezes a realidade que nos circunda parece ser inóspita e árida “, porém a missão de Jesus no mundo “consiste na libertação do pecado e da escravidão pessoais e sociais que este produz”.“Ele veio à terra para restituir aos homens a dignidade e a liberdade dos filhos de Deus, que somente Ele pode comunicar”.

Oração perseverante

Para viver com alegria esta espera  contamos com a segunda dica do papa que é  a oração perseverante. “Por meio da oração, podemos entrar em uma relação estável com Deus, que é a fonte da verdadeira alegria”.

“A alegria do cristão – continuou – vem da fé e do encontro com Jesus Cristo, razão de nossa felicidade. Quanto mais estivermos arraigados em Cristo, tanto mais encontraremos a serenidade interior, mesmo em meio às contradições cotidianas”.

“Uma alegria a ser compartilhada com os outros; uma alegria contagiosa que torna menos cansativo o caminho da vida”

Contínua ação de graças

Por último, “a contínua ação de graças” faz referência a “reconhecer sempre seus benefícios, o seu amor misericordioso, a sua paciência e bondade, vivendo assim em um incessante agradecimento”.

Fonte: https://www.comshalom.org/

Em reflexões belíssimas e simples sobre a cena de Belém, ele nos destaca a maravilha de contemplar a esperança!

Na última catequese semanal antes do Natal de 2016, o Papa Franciscofalou da esperança e destacou a importância de contemplarmos o presépio.

É que, ao falar de esperança, costumamos pensar em algo que não é visível, já que aquilo que esperamos vai além das nossas perspectivas imediatas. Só que o Natal de Cristo nos fala de uma esperança visível e compreensível, porque se fundamenta em Deus:

“Ele entra no mundo e nos dá a força de caminhar com Ele, em Jesus, rumo à plenitude da vida. Para o cristão, esperar significa a certeza de estar no caminho com Cristo rumo ao Pai, que nos aguarda. Esta esperança, trazida pelo Menino Jesus, proporciona um destino bom para o presente: a salvação da humanidade e as bem-aventuranças para quem se entrega a Deus misericordioso. Como resume São Paulo, ‘Na esperança fomos salvos’. Eu caminho na esperança ou a minha vida inteira é parada, fechada? Meu coração está numa gaveta fechada ou aberta à esperança que me faz caminhar, com Jesus?”

Francisco então fez um vínculo entre esta reflexão e o presépio, onde se aguarda a chegada do Menino Jesus:

Belém

“Pequena aldeia da Judeia, Belém não é uma capital e, por isso, foi preferida pela Providência Divina, que adora agir através dos pequenos e humildes. Jesus nasce no lugar onde a esperança de Deus e a do homem se encontram”.

Maria

O Papa nos convidou a olhar para Maria, Mãe da esperança, que, com o seu “sim”, abriu a Deus a porta do nosso mundo. Escolhida por Ele, acreditou na Sua palavra.

José

A seu lado, José também acreditou na palavra do anjo: aquele Menino nascido na manjedoura vinha do Espírito Santo. Em Jesus estava a esperança para todos os homens, porque, mediante o Filho, Deus salvaria a humanidade da morte e do pecado.

Os pastores

Representam os humildes e os pobres, que, naquele Menino, veem a realização das promessas e esperam a salvação de Deus para cada um deles.

“Quem confia nas próprias seguranças, principalmente materiais, não aguarda a salvação de Deus. Já os pequenos esperam nele e se alegram quando reconhecem naquele Menino o sinal indicado pelos anjos”.

O coro dos anjos

Anuncia, do alto, o grande desígnio que aquele Menino realiza: “Glória a Deus no alto dos céus e paz na terra aos homens por Ele amados”. A esperança cristã se expressa no louvor e no agradecimento a Deus, que inaugurou seu Reino de amor, justiça e paz,

Parar e olhar

“Por isso é importante olhar o presépio. Parar um pouco e olhar. E ver quanta esperança existe nestas pessoas”.“Cada ‘sim’ ao Jesus que vem é uma semente de esperança. Bom Natal de esperança a todos!”.

Presépio por etapas

Confira como ir colocando os elementos do presépio pouco a pouco ao longo do Advento, participando da espera pelo Menino Jesus. Ainda há tempo!

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Três atitudes que tenho necessidade para receber Jesus neste Natal 2017.

Não tenho muito tempo para preparar o presépio e nem sei como se prepara.

Gostaria de preparar-me bem para receber Jesus na minha vida e doá-lo a todos os que encontrar no meu caminho.
Pensei em três atitudes que tenho necessidade para receber Jesus neste Natal 2017:

1. Verificar que ninguém seja excluído do meu amor. Quero ver em todas as pessoas Jesus que me visita e pede hospedagem.
Receber todos.
Amar todos sem distinção
Viver a fraternidade universal.

2. Ser paz e alegria em todos os momentos da vida.
Romper as barreiras que dividem.
Criar a unidade da verdade e da misericórdia.

3. Ser coerente e dar silencioso testemunho do evangelho. Não discutindo e nem querendo convencer ninguém, mas vivendo com coerência, respeito a minha fé e fazendo o bem a todos.

Natal
Vida descida do céu
Feita carne na Terra
DEUS caminhando conosco
O homem caminhando com DEUS
Aurora de nova humanidade
De mãos dadas
Contemplemos
Céus novos e terras novas
Na paz e na JUSTIÇA que é AMOR.

Maria MADRE de JESUS e nossa com José ajuda-nos a viver peregrinos da paz,
Amém.

Fonte: https://www.comshalom.org/

Belém, a “Casa do Pão”

A Sagrada Escritura alude pela primeira vez a Belém no livro do Gênesis, quando relata a morte e sepultura de Raquel, segunda esposa do patriarca Jacó: Raquel morreu e foi sepultada no caminho de Éfrata, ou seja, de Belém. Éfrata, que significa “a fértil“, é outro nome da mesma cidade.

Quando as terras do povo eleito foram distribuídas entre as tribos, Belém foi atribuída à Judá e, assim, tornou-se berço de Davi, o pequeno pastor, filho caçula de uma família numerosa, eleito por Deus para ser o segundo rei de Israel. A partir de então, Belém ficou unida à dinastia davídica.

O profeta Miqueias anunciou que ali, nessa pequena localidade, havia de nascer o Messias:

Mas tu, Belém-Éfrata, tão pequena entre as famílias de Judá, é de ti que me há-de sair aquele que governará em Israel“.

No princípio do século I, Belém era uma aldeia que não contaria com mais de mil habitantes. Era formada por um pequeno conjunto de casas disseminadas pela encosta de uma colina. Os habitantes viviam da agricultura e da criação de gado. Havia bons campos de trigo e de cevada na extensa planície ao sopé da colina: talvez se deva a essas culturas o nome de Bet-Léhem, que, em hebraico, significa “a casa do pão”.

É muito significativo meditar sobre a relação entre Belém, a “casa do pão“, e a Eucaristia…

Os primeiros discípulos de Cristo eram plenamente conscientes da importância que Belém tinha adquirido. Em meados do séc. II, São Justino, que era natural da Palestina, fazia eco das recordações que os habitantes da aldeia transmitiam de pais para filhos sobre a gruta em que Jesus tinha nascido.

Na foto seguinte, o Papa Francisco reza diante da Gruta da Natividade. Uma estrela no chão, sob o altar, representa o local onde nasceu Jesus!

 Fonte: ALETEIA BRASIL (Adaptado.)

Descubra algo incrível sobre este símbolo de devoção e fé

A celebração da festa de Natal remonta aos primeiros séculos da Igreja, sendo uma comemoração especificamente católica.

Desde o século IV, as relíquias da manjedoura da gruta de Belém são veneradas na basílica de Santa Maria Maggiore em Roma. Elas se encontram num precioso relicário de ouro e cristal, onde podem ser admiradas e adoradas por todos.

A liturgia própria da festa era chamada ad praecepe, de onde vem a palavra presépio, e que significa, literalmente, em volta do berço.

Em 1223, São Francisco de Assis criou o primeiro presépio vivo, com personagens reais, na sua igreja de Grecchio, na Itália.

Os figurantes (o Menino Jesus numa manjedoura, Nossa Senhora, São José, os Reis Magos, os pastores e os anjos) eram representados por habitantes da aldeia. Os animais – o boi, o burrico, as ovelhas e outros – também eram reais.

Este piedoso costume medieval espalhou-se rapidamente. Os primeiros presépios em escala reduzida com imagenzinhas, entraram nas igrejas no século XVI, por obra dos padres jesuítas, heróis na luta contra o protestantismo seco e hirsuto que desconhece o presépio e os seus imponderáveis divinos que enchem as almas de gáudio.

Por volta dos séculos XV e XVI ficaram famosos os presépios de Nápoles, Itália, pela proliferação de figurinhas.

No início do século XIX, após a anticatólica Revolução Francesa, pareceu que o costume tinha morrido. Mas, os habitantes da região de Provence (sul da França) deram novo impulso a esta piedosa devoção a partir de 1803 em casas particulares e igrejas, criando famosos santons (figurinhas de massa) que representavam os personagens da creche.

Na hora de montar o presépio, em geral, deixa-se a manjedoura vazia. Nela, o Menino Jesus será instalado na noite do dia 24 para o 25.

Forma parte do costume colocar uma estrela no topo do presépio. Ela nos lembra a estrela que no céu guiou os três santos reis de Oriente vindos venerar o Salvador do mundo.

Os três Reis Magos (Gaspar, Melchior e Balthazar) simbolizam o conjunto dos povos da terra. Em geral, são representados camelos, ou até elefantes e dromedários que lhes teriam servido de montaria.

Na região da Provença, na Frnça, é um costume muito praticado colocá-los longe da creche e, dia após dia, aproximá-los dela, até introduzi-los na gruta na festa da Epifania (6 de janeiro). Epifania significa a irradiação da glória externa de Deus, precisamente posta em relevo pela adoração dos potentados de Oriente.

A presença dos anjos é de rigor, relembrando o cântico angélico “Glória a Deus nos Céus e paz na terra aos homens de boa vontade” de que nos falam as Escrituras.

Fonte:  aascj.org.br (via Associação de Devotos de Fátima)

Para rezar agora, com fé e confiança em Deus

Senhor, meu Deus,
teu Filho há de vir nas próximas semanas!
Que meu coração seja como
terra boa para recebê-lo.
Que cada momento destes próximos dias
sirva para que eu possa refletir
sobre minha vida e o meu ser.
Onde tantos acham que precisam
só de coisas materiais
que eu possa levar o alimento espiritual.
Onde tantos buscam só o ter,
que eu possa mostrar o quanto vale o ser.
Mostrar que Natal não é simplesmente
o nascimento de Jesus,
mas a vinda do Salvador
acima do comércio desenfreado.

Senhor, meu Deus,
agradeço por poder reviver
plenamente este evento todos os anos
e com ele sentir tua presença
cada vez mais perto de mim.
Peço à Virgem Maria,
Mãe tão agraciada nesta data,
que abençoe as pessoas mais desfavorecidas
e que elas consigam encontrar em Deus
forças para trilharem seus caminhos.
Jesus, estamos te aguardando,
procurando ser cada vez melhores,
cada vez mais humanos
e santos em nossos dias.
Tua chegada nos fortalecerá
e será para nós motivo de glória!
Que Deus nos abençoe
e nos acompanhe!

Amém!

 

Fonte:  ALETEIA BRASIL

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