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Nossa Senhora

Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, ensina o estilo nativo da evangelização, apontando para seu filho.

O que há de novo na evangelização proposta pelo papa Francisco por meio de sua encíclica Evangelii Gaudium pode ser expresso por meio de uma tradição latino-americana a ele tão cara: a experiência que utiliza é o de Maria como “Nossa mãe”; É, aliás, uma experiência religiosa emocional, dada a título de beleza mais típica do povo simples, que segue principalmente através da verdade, mais típica da teologia, para chegar a Deus.

Francisco propõe Maria como modelo, referindo-se a “um estilo Mariano na atividade evangelizadora da igreja; Porque sempre que olharmos para Maria voltamos a acreditar no revolucionário da ternura e afeição” (EG 288).

Não é surpreendente o fato de parecer essa linguagem teológica- existencial do Papa Francisco atrair mais a atenção que, ao associar a ternura de Maria, você queira destacar uma dimensão tipicamente feminina evangelização: de fato, ele nunca se cansa de repetir que a Igreja é mulher, de uma maneira, neste momento, o Papa Francisco vai além de seus antecessores. Não feminismos no papel de Maria, há a plenitude do papel da mulher.

Evangelização com espírito é animar, habitar e enviar pelo Espírito Santo para poder anunciar a verdade do amor com a beleza que salva (EG 261; 265). Aqueles que evangelizam precisam invocá-lo constantemente “e, portanto,” a igreja precisa desesperadamente de um “Pulmão de oração”, “Precisamos nos cultivar um interior do espaço que conceder o sentido cristão para o compromisso e a atividade “(EG 280; 262).

O sopro do espírito se comunica em oração e ação, entrelaçando a invocação e a compaixão e derrama o amor e a ternura de Deus em nos corações enviando-os para anunciar sua boa nova de amor e misericórdia.

Maria Mãe da esperança, aproximando-se, acompanha com carinho, anda com seus filhos. Essas são algumas das ações que expressam a proximidade de Deus e seu espírito em Maria. Os espaços marianos dão um sabor do conjunto de experimentos religiosos que as comunidades têm do manifesto de Maria. É uma autêntica Mariologia inculturada na vida de cada comunidade. A devoção mariana é coberta de várias características culturais e torna-se um caminho de inculturação do Evangelho.

A atividade evangelizadora carrega, além disso, o selo estilo de mãe “porque sua alma é a ternura e afeição” (EG 288). Maria, cheia do Espírito Santo (cf. Lc 1,28), demonstra a dança de ternura e o afeto sobre a visita a sua prima Isabel (1, 39ss), em sua intercessão nas Bodas de Caná (Jo 2), aos pés da Cruz com seu Filho (19, 25ss), a oração perseverante com as mulheres e os discípulos (Atos 1,14).

Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, ensina o estilo nativo da evangelização, apontando para seu filho: “Jesus é o modelo desta opção que nos leva ao coração da aldeia de evangelizar” (EG 269).

E essa criança que é “nascida de mulher” (Gl 4,4) “leva a” isso, porque você não quer andar sem uma mãe, e a comunidade lê “naquela imagem maternal todos os mistérios do Evangelho” (EG 285). O Espírito que incentivou a evangelização leva os fiéis com estilo maternal, ternura e compaixão, para que estes possam viver tudo isso como Maria.

Assim, a evangelização torna-se capaz de falar a “língua materna” como Maria. A visitação é um ícone da dança da evangelização: anúncio da misericórdia e a ternura de Deus.

Esse estilo materno na evangelização é inseparável de Maria, que é mãe e como tal ícone de ternura e afeição. Também se pode dizer que o estilo materno na evangelização é inseparável do Espírito, Vida, Dom e Conforto de Deus. Finalmente, este estilo materno, que é chamado para todos os batizados, é particularmente manifestado na vida de mulheres.

Em Evangelii gaudium, este estilo maternal está ligado à ternura e ao amor de Maria; todos os batizados são chamados a vivê-la: leigos, consagrados e sacerdotes, mas as mulheres têm um carisma peculiar de ternura. A este respeito, poder-se-ia esperar que “uma presença mais incisiva das mulheres na” Igreja “representam um aprofundamento do estilo maternal da evangelização (EG 103), até onde isto envolve uma nova tarefa dentro do processo de conversão apostólica, que é o chamado da igreja para ir”.

O estilo mariano na atividade evangelizadora da Igreja (EG 288) é o modelo exaltado pelo Papa. Sua proximidade, carinho, solicitude e presença em todas as ocasiões sempre apontando para o seu Filho são características singulares de quem deseja adentrar o seguimento de Jesus.

Roberto Ednísio, teólogo, postulante da CAL

Fonte: https://www.comshalom.org/

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Nossa Senhora da Conceição Aparecida nos ensina que, mesmo diante das tribulações, precisamos rezar

No dia 16 de maio de 1978, a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida sofreu um atentado. Após uma queda de energia elétrica, aproveitando-se da situação, um jovem perturbado mentalmente quebrou o vidro do nicho onde ela se encontrava, na Basílica Velha de Aparecida. Assustado ao ser abordado pelos seguranças, deixou a imagem cair no chão, a qual fica reduzida em mais de duzentos pedaços.

Dentre os pedaços da imagem que restaram, as mãos postas em oração permaneceram intactas. A imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida traz a todos um convite à vida de oração. Muitos encontram-se emocional, espiritual e psicologicamente despedaçados. Foram atingidos pelas trevas do medo, da enfermidade, do luto, da tristeza, da depressão, traição, desconfiança, raiva e violência, do abandono, da falta de , do desemprego e da falta de sentido na vida. Em meio a todas essas situações, a alma se encontra despedaçada, em migalhas; e, à primeira vista, parece que nunca mais poderá ser reconstruída.

Processo de restauração da alma

O processo de restauro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi delicado e exigiu um minucioso trabalho, assim nos relata Maria Helena Chartuni em seu livro ‘A história de dois restauros’, publicado pela Editora Santuário. Quando nossa alma se encontra em milhões de pedaços, é necessário passar por um delicado processo de restauração espiritual e humana. E Nossa Senhora Aparecida nos ensina que o processo para restaurar a alma despedaçada passa pela vida de oração.

Suas mãos postas, em sentido orante em meio aos mais de duzentos pedaços, no dia do atentado, indica-nos que a oração pode restaurar um coração despedaçado pelas tempestades da vida. Quando o Arcanjo Gabriel anuncia a Maria que Izabel estava no sexto mês de gravidez, ele diz: “…pois nada é impossível para Deus!”. A confiança em Deus é essencial para que Ele restaure, com perfeição, a história de uma vida despedaçada. A oração nos une Àquele que tem o poder de transformar um coração fragmentado em uma obra de amor.

Todo processo de restauração deixa marcas que não são apagadas com o tempo. Contudo, essas marcas são sinais de que Deus trabalhou na alma com uma ternura misericordiosa, ajuntando os pedaços que impediam a alma de ser plenamente feliz. Cicatrizes da alma são sinais de feridas curadas com o bálsamo da misericórdia divina.

Confiança em Jesus Cristo

As mãos preservadas de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, no dia em que a imagem sofreu o atentado, são um convite permanente a confiarmos em Jesus Cristo nosso Salvador e colocarmos nossa vida nas mãos de Seu Divino Filho. Jesus conhece o coração de cada pessoa e sabe das dores que despedaçam a alma humana. Por meio da oração, adentramos no Santuário de Sua infinita misericórdia e somos levados aos Seus cuidados pelas mãos maternais da Virgem Maria, para que Seu Filho cuide de nossa alma e restaure em vida nova o que as trevas outrora despedaçaram.

Não tenhamos medo de nos deixar restaurar por Jesus. Ele é o único que pode devolver ao nosso coração a paz interior que, por vezes, sofre inúmeros atentados diários, roubando-nos o direito de sermos plenamente felizes.

Que Maria, a Senhora de Aparecida, que confiou plenamente em Deus,  ensine-nos a buscar, na oração, o caminho da restauração misericordiosa, permanente e diária de nossa alma em Cristo.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

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O amor é a alma da reparação

A reparação é fundamentalmente um ato de amor. Esse carisma da reparação é antigo e sempre novo. Antigo, porque, desde quando os nossos primeiros pais pecaram, desobedecendo a ordem de Deus Pai, surgiu a grande necessidade da reparação (cf. Gn 3,6-7). Até que chegasse a plenitude dos tempos com o anúncio do Anjo, em que Nosso Senhor Jesus Cristo, o grande reparador, encarnou-se no ventre da Virgem Maria, nosso Pai celeste enviou homens e mulheres que, por virtude do Espírito Santo, buscaram implantar a reparação nos corações humanos. Eles convidavam, constantemente, a humanidade a voltar-se para Deus, a pedir perdão dos pecados, sobretudo, confiando no Seu amor misericordioso, que sempre está disposto a perdoar e a reconstruir a pessoa humana, desde que se tenha um coração contrito e arrependido.

O carisma da reparação é sempre novo e atual, pois, como pessoas pecadoras e frágeis, sempre precisaremos reparar nossos pecados. A partir da encarnação de Jesus, sobretudo na Sua Paixão e Morte, Ele convida todo o gênero humano a viver este carisma, acolhendo, primeiramente, Seu amor demonstrado até as últimas consequências. Por meio desse acolhimento, tornamo-nos um só com Ele, associando-nos à Sua obra redentora.

O amor é a alma da reparação, como Jesus nos mostrou; portanto, nossas orações e sacrifícios oferecidos a Deus por nós próprios, por nossos familiares, amigos e pela humanidade, transformam-se em reparação, desde que estejam fundados no amor a Jesus. Sendo assim, nossas orações e sacrifícios se tornam redentores, ou seja, por meio deles, associamo-nos à economia da salvação de Jesus, até que Ele volte, na Sua última vinda gloriosa. Sobre essa realidade, Nossa Senhora disse quando apareceu em Fátima, Portugal, para os pastorinhos em agosto de 1917: “Rezai, rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas.” (Memórias da Ir. Lúcia, p. 179)

A ofensa ao coração de Jesus e de Maria

Maria apareceu em Fátima, de maio a outubro de 1917, como fiel mensageira do Altíssimo, trazendo, em suas doces e graves palavras, a fé na misericórdia de Deus, que está sempre disposto a perdoar o homem arrependido; a esperança de que a humanidade levasse a sério os seus apelos urgentes, assumindo o carisma da reparação por meio da oração e de sacrifícios oferecidos a Deus; e o amor aos princípios evangélicos de Seu Filho Jesus, para que, com o coração centrado n’Ele, a humanidade reencontre a graça da paz, constantemente ameaçada por ideologias diabólicas.
Nossa Senhora enfatizou sobre a necessidade de fazermos reparação em todas as suas aparições, afirmando, na aparição de outubro, que Deus estava muito ofendido por causa dos pecados da humanidade: “Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido” (Memórias da Ir. Lúcia, p. 181).

Em Pontevedra, Espanha (1925), Nossa Senhora apareceu novamente para Irmã Lúcia, última vivente dos três pastorinhos de Fátima, quando ela estava no convento das Doroteias, para revelar como o seu Coração Imaculado queria reparação. Dessa vez, apareceu com o Menino Jesus, que foi o primeiro a mostrar como o Coração de Sua Santíssima Mãe estava ofendido: “Tem pena do Coração de tua Santíssima Mãe, que está coberto de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos Lhe cravam, sem haver quem faça um ato de reparação para os tirar”. E a Virgem Maria prossegue com o diálogo:
“Olha, minha filha, o Meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos Me cravam, com blasfêmias e ingratidões. Tu, ao menos, vê de Me consolar e diz que todos aqueles que, durante cinco meses, ao primeiro sábado, se confessarem, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um Terço e Me fizerem quinze minutos de companhia, meditando nos quinze mistérios do Rosário, com o fim de Me desagravar, eu prometo assistir-lhes, na hora da morte, com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas”. (Memórias da Ir. Lúcia, p. 192)

Essa aparição é muito importante, pois, a partir dela, compreendemos que, ao oferecer a Deus atos reparadores, nós O consolamos e também consolamos o Coração de Maria Santíssima, ofendido diretamente e indiretamente por nós, pecadores. Diretamente, pois são muitas as blasfêmias cometidas contra o Seu Imaculado Coração, como Jesus revelou à Ir. Lúcia. “Minha filha, são cinco as espécies de ofensas e blasfêmias proferidas contra o Imaculado Coração de Maria.

1. As blasfêmias contra a Imaculada Conceição;
2. Contra a sua Virgindade;
3. Contra a maternidade divina, recusando, ao mesmo tempo, recebê-La como Mãe dos homens;
4. Os que procuram publicamente infundir nos corações das crianças a indiferença, o desprezo e até o ódio para com esta Imaculada Mãe;
5. Os que a ultrajam diretamente nas suas sagradas imagens.”
(Carta da Ir. Lúcia ao Pe. José Bernardo Gonçalves, SJ, 12.6.1930, no livro A Grande Promessa, pp. 31-32)

Os pecados que atingem indiretamente o Coração Imaculado de Maria são todos aqueles praticados contra o próprio Deus, pois, uma vez que Maria Santíssima é Imaculada, todo pecado contra Deus a atinge.

Nessa aparição de Pontevedra, vemos que Nossa Senhora faz um apelo para encarnarmos o carisma da reparação através de atos reparadores centrados em Cristo, para consolar o Seu Coração Imaculado. Os atos reparadores são estes: a Confissão, a Eucaristia, a oração do Santo Terço e a meditação dos mistérios da vida de Cristo contidos na Sagrada Escritura. Isso nos leva a crer que em Maria tudo é relativo a Cristo, e que Jesus se fez Homem em seu ventre, para nos dar um coração novo, capaz de amar e reparar nossos próprios pecados e os do nosso próximo.

Convidamos você a abraçar essa espiritualidade reparadora a pedido de Jesus e Maria, fazendo-se presente no Santuário do Pai das Misericórdias nos primeiros sábados de cada mês a partir das 10h. Em novembro será no dia 4.

Rezaremos o Santo Terço contemplado, seguido de uma catequese sobre a espiritualidade de Fátima; depois, teremos os 15 minutos de Meditação da Palavra. Concluiremos este momento com uma Missa votiva a Nossa Senhora, às 12h. O primeiro ato reparador a ser vivido deve ser a confissão, para recebermos a comunhão em estado de graça.

Para confessar-se, o peregrino pode ir aos nossos confessionários ou onde lhe for mais acessível. Confira os horários no nosso site: paidasmisericordias.com.

Se você já vive a Devoção Reparadora dos Cinco Primeiros Sábados e quer testemunhar as graças que tem recebido a partir desta espiritualidade, envie o seu testemunho para o e-mail [email protected]
Que, em tudo, possamos reparar o Imaculado Coração de Maria!

Áurea Maria
Comunidade Canção Nova

Fonte: https://santuario.cancaonova.com/

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Tanto na arte como em algumas das suas aparições, Nossa Senhora aparece com um rosário: será que ela venera a si própria?

Na arte ocidental, Maria é frequentemente retratada, em estátuas e pinturas, com um rosário em mãos. É uma imagem popular, que foi confirmada com as aparições de Lourdes e Fátima: em ambas, a Virgem Maria apareceu segurando um rosário.

Pode parecer uma composição estranha para alguns, já que dá a impressão de que Nossa Senhora estaria recitando a Ave-Maria para si mesma – e isso não seria compatível com a humildade altruísta da Mãe de Jesus, nem faria muito sentido de qualquer modo.

Para entender o motivo dessa representação, é importante observar o que aconteceu em Lourdes e em Fátima.

No caso de Lourdes, Santa Bernadette nos dá o seguinte testemunho:

“Sem pensar no que eu estava fazendo, levantei o meu rosário e caí de joelhos. A Senhora fez um sinal de aprovação com a cabeça e tomou em suas mãos um rosário que pendia do seu braço direito. Quando tentei iniciar o rosário e levar a mão à testa, o meu braço permaneceu imóvel; só depois que a Senhora se persignou é que pude fazer o mesmo. A Senhora me deixou a rezar sozinha; ela passava as contas do seu rosário pelos dedos, mas não dizia nada; só no fim de cada dezena ela rezava o Glória comigo. Quando o rosário terminou, a Senhora voltou para o interior da rocha e a nuvem dourada desapareceu com ela”.

Um dos principais pedidos de Maria em Lourdes foi simplesmente este:

“Rezem pelos pecadores”.

Quanto às aparições em Fátima, elas foram bem diferentes e incluíram conversas mais longas entre as crianças videntes e a Virgem Santíssima. Nossa Senhora apareceu pela primeira vez quando os três pastorinhosrezavam uma versão abreviada do terço. Maria já segurava nessa ocasião um rosário em suas mãos. Em aparições subsequentes, ela só apareceu depois que as crianças terminaram de rezar o rosário.

A Virgem de Fátima pediu reiteradamente às crianças:

“Rezem o rosário todos os dias, para trazer a paz ao mundo e o fim da guerra (…) Façam sacrifícios pelos pecadores”.

Fica bem claro, portanto, que a Virgem Maria aparece de rosário em mãos para nos incentivar a rezar essa oração singelamente sublime e não para venerar a si mesma. Ela não reza a Ave-Maria para si própria, mas nos acompanha como mãe amorosa.

Nossa Senhora é uma grande mestra e, como disse o Papa Franciscoem 2013, “o rosário é uma escola de oração; o rosário é uma escola de fé”!

Fonte: https://pt.aleteia.org/

Maria Santíssima, pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil.

Eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheio do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a minha língua para que sempre vos louve e propague a vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.

Recebei-me, o Rainha incomparável, vós que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe, no ditoso número de vossos filhos e filhas; acolhei-me debaixo de vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas necessidades, espirituais e temporais, sobretudo na hora de minha morte.

Abençoai-me, ó celestial cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade.

Assim seja!

(via A12)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Maria como Rainha e Mãe da fé

Neste ano jubilar mariano, no qual celebramos os 300 anos de Aparecida e os 100 anos de Fátima, é significativo meditarmos sobre Nossa Senhora como Rainha e Mãe da fé, pois, se a incredulidade de Eva fez o pecado e a morte entrarem no mundo, por sua fé, a Virgem Maria fez com que o Filho de Deus, a vida (cf. Jo 14, 6) e a santidade (1 Pd 1, 14) se encarnassem no ventre da Virgem de Nazaré. Dessa forma, ao crer no anúncio do anjo e obedecer a vontade de Deus (cf. Lc 1, 26-38), nossa Rainha abriu as portas do Paraíso, que haviam se fechado pela desobediência de Eva.

Maria como Rainha e Mãe da fé

Neste ano jubilar mariano, no qual celebramos os 300 anos de Aparecida e os 100 anos de Fátima, é significativo meditarmos sobre Nossa Senhora como Rainha e Mãe da fé, pois, se a incredulidade de Eva fez o pecado e a morte entrarem no mundo, por sua fé, a Virgem Maria fez com que o Filho de Deus, a vida (cf. Jo 14, 6) e a santidade (1 Pd 1, 14) se encarnassem no ventre da Virgem de Nazaré. Dessa forma, ao crer no anúncio do anjo e obedecer a vontade de Deus (cf. Lc 1, 26-38), nossa Rainha abriu as portas do Paraíso, que haviam se fechado pela desobediência de Eva.

A fé incomparável da Virgem Maria

A virtude teologal da fé em Maria é superior a de todos os homens e anjos, pois ela via tudo com olhar de fé:

“Via o Filho na manjedoura de Belém e cria-o Criador do mundo. Via-o fugir de Herodes, sem, entretanto, deixar de crer que era Ele o verdadeiro Rei dos reis. Pobre e necessitado de alimento, ela O viu, mas reconheceu Seu domínio sobre o universo. Viu-O reclinado no feno e confessou-O onipotente. Observou que Ele não falava, mas Lhe venerou a infinita sabedoria. Ouviu-O chorar e O bendisse como as delícias do paraíso. Viu, finalmente, como morria vilipendiado na cruz, e, embora outros vacilassem, conservou-se firme, crendo sempre que ele era Deus” 1 .

São João testemunha que a Mãe de Deus estava junto à cruz de Jesus no Calvário (cf. Jo 19,25). Embora todos vacilassem, ela permaneceu firme, na sua jamais abalada fé na divindade de seu Filho Jesus Cristo, e em tudo que Ele havia revelado, especialmente quanto à sua ressurreição. Em memória de seu ato de fé, no Ofício das Trevas tradicionalmente se conserva uma vela acesa. Por isso, São Leão atribuiu a Nossa Senhora a seguinte passagem do livro dos Provérbios: “A sua candeia não se apagará durante a noite” (31,18).

Santo Alberto Magno dizia que a Virgem Maria exercitou a fé por excelência. Enquanto até os discípulos vacilaram em dúvidas, ela permaneceu firme na fé. Por causa dessa grandiosa e inabalável fé, São Metódio atribuiu a ela o título de “Virgem da luz de todos os fiéis”. Por sua vez, São Cirilo de Alexandria a saudava como Rainha da fé.

A Virgem Maria e a vivência da fé

Santo Ildefonso nos exorta a imitar a Virgem Maria na fé, ou seja, a viver conforme a nossa fé, pois já dizia São Tiago: “Assim como o corpo sem a alma é morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tg 2,26). Sendo assim, não podemos nos dizer cristãos pela fé e pelas palavras, e não ser cristãos pelas obras. Ou mudamos de nome ou de vida. Se cremos que há uma eternidade feliz à espera dos bons e uma infeliz para os maus, não podemos viver como se não crêssemos nessa doutrina.

São Luís Maria ensina que um dos efeitos da consagração a Virgem Maria é a participação da sua fé:

“A Santíssima Virgem vos dará uma parte na fé, a maior que já houve na terra, maior que a de todos os patriarcas, profetas, apóstolos e todos os santos. Agora, reinando nos céus, ela já não tem esta fé, pois vê claramente todas as coisas em Deus, pela luz da glória. Com assentimento do Altíssimo, ela, entretanto, não a perdeu ao entrar na glória; guardou-a para seus fiéis servos e servas na Igreja militante” 2 .

Imitemos a fé da Virgem Maria

Sendo assim, quanto mais ganhamos a benevolência desta Rainha e Mãe da fé, mais profunda será a nossa fé em toda a nossa conduta:

“…uma fé pura, que vos levará à despreocupação por tudo que é sensível e extraordinário; uma fé viva e animada pela caridade que fará com que vossas ações sejam motivadas por puro amor; uma fé firme e inquebrantável como um rochedo, que vos manterá firme e contente no meio das tempestades e tormentas; uma fé ativa e penetrante que, semelhante a uma chave misteriosa, vos dará entrada em todos os mistérios de Jesus Cristo, nos novíssimos do homem e no coração do próprio Deus; fé corajosa que vos fará empreender sem hesitações, e realizar grandes coisas para Deus e a salvação das almas; fé, finalmente, que será vosso fanal luminoso, vossa via divina, vosso tesouro escondido da divina Sabedoria e vossa arma invencível, da qual vos servireis para aclarar os que jazem nas trevas e nas sombras da morte, para abrasar os tíbios e os que necessitam do ouro candente da caridade, para dar vida aos que estão mortos pelo pecado, para tocar e comover, por vossas palavras doces e poderosas, os corações de mármore e derrubar os cedros do Líbano, e para, enfim, resistir ao demônio e a todos os inimigos da salvação” 3 .

Assim, se quisermos alcançar a salvação, imitemos a fé da Virgem Maria, Rainha e Mãe da fé. Mas se quisermos progredir na vida espiritual, buscar a santidade, a consagração a Nossa Senhora, segundo o método de São Luís, é um caminho fácil, rápido, perfeito e seguro de chegar a Jesus Cristo 4. Por meio da consagração, cresceremos de fé em fé, pois não dependeremos somente de nossos esforços. Mas a Santíssima Virgem nos comunicará a sua fé e, consequentemente, produziremos bons frutos pela caridade.

Nossa Senhora, Rainha e Mãe da fé, rogai por nós!

Referências:

1 SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO. Glórias de Maria, p. 424.
2 SÂO LUÍS MARIA GRIGNION DE MONTFORT. Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria, 214.
3 Idem, 214.
4 Cf. idem, 152.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/

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REDAÇÃO CENTRAL, 19 Set. 17 / 03:00 pm (ACI).- Em rede nacional, durante transmissão de seu culto no último domingo, 17 de setembro, o pastor Agenor Duque pediu perdão aos católicos pelo episódio em que comparou a imagem de Nossa Senhora Aparecida a uma garrafa de coca-cola e incentivou a quebrá-la.

A retratação do líder protestante aconteceu após um encontro com o Deputado federal católico Flavinho no dia 15 de setembro, quando conversaram sobre o fato que gerou rechaço de muitos católicos.

Em agosto, circulou nas redes sociais o vídeo de um culto no qual o pastor Agenor aparece com uma garrafa de coca-cola na mão, a qual compara com a imagem da Padroeira do Brasil e profere insultos contra ela, incentivando as pessoas a jogar fora suas imagens de santos.

Após a divulgação deste vídeo, o Deputado Flavinho chegou a acionar o Ministério Público de São Paulo, pois, conforme explicou na ocasião, o ato do pastor configurava “dois crimes: vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso e de racismo”, uma vez que fez referência à cor escura da coca-cola para se referir à cor da imagem da Padroeira do Brasil.

Entretanto, no dia 15 de setembro, Flavinho fez uma transmissão ao vivo por meio de sua página no Facebook na qual apareceu ao lado do pastor Agenor Duque, que o convidou a ir à Igreja Plenitude do Poder de Deus para conversarem sobre o fato e para que pudesse se desculpar com os católicos.

Neste vídeo, o líder protestante admite que também se sentiria “revoltado se algum dos senhores fizesse uma exemplificação que machucasse a minha fé”.

“Se em algum momento eu foi ofensivo, hostil ao falar, peço perdão. Peço também que vocês orem por mim”, manifesta, adiantando ainda que faria o mesmo pedido de perdão ao vivo em seu culto de domingo.

O pastor cumpriu sua promessa e pediu perdão no dia 17 de setembro. Exibiu ainda o vídeo gravado ao lado do Deputado Flavinho, no qual afirma que “estamos em um país laico, mas devemos respeitar todas as religiões”.

“Estou aqui publicamente mais uma vez para dizer a você, católico, se você se sentiu ofendido, magoado pelo vídeo que fiz exemplificando com a coca-cola, humildemente, diante dos céus, peço perdão”, expressou.

Por sua fez, Flavinho se disse feliz por poder promover “esse momento de pacificação”. “Acho que nosso país de uma forma geral está precisando ser pacificado. Não somos nós, cristãos, que vamos jogar gasolina na fogueira. Ao contrário, temos o Deus da paz ao nosso lado, no nosso coração”.

Além disso, o parlamentar também publicou em sua rede social este mesmo vídeo do culto em que o pastor se desculpa e afirmou que “no Evangelho da liturgia deste domingo, Jesus nos coloca na dinâmica do perdão sem limites, por isso, acolho o pedido de perdão e a retratação pública feita pelo pastor Agenor”.

“Não aceitamos ofensas, não ofendemos, mas não podemos negar o perdão àqueles que nos pedem. Houve uma ação de ofensa à nossa fé católica e houve uma ação de pedido de retratação e de pedido de perdão pela ação equivocada”, completou o deputado.

Fonte: http://www.acidigital.com/

Que tal terminar a jornada colocando sua vida nas mãos de Maria?

Mãe indulgente e boa, esta noite quero depor a teus pés o fardo de meu dia, o fardo de meus trabalhos e de minhas labutas e, sobretudo, o fardo de minhas ofensas e infidelidades ao Senhor. Venho entregar tudo, rogando-te que dirijas ao Pai do Céu um obrigado pela abundância de seus benefícios, e um pedido de perdão por minhas faltas.

E depois de me ter colocado inteiramente entre tuas mãos maternas, venho reclamar, pela última vez, um olhar de benevolência, o sorriso afetuoso que destinas a teus filhos. Depois ter suportado o cansaço de um dia inteiro, ficamos felizes ao encontrar à tarde um refúgio amoroso, uma bondade sorridente.

Teu semblante tão acolhedor e tão compreensivo me fará esquecer todas as dificuldades encontradas e neste dia; poderei dormir na paz, sabendo que continuas a me amar e a velar por mim. Com esta certeza reconfortante, minha fadiga não me impedirá de responder a teu sorriso, e será na doce alegria de tua afeição que abandonarei minha alma ao Senhor para um repouso de todo o meu ser. Amém.

Boa noite Santa Mãe de Jesus e minha mãe amada!

Pai nosso… Ave Maria…

Paz e Bem!

(Fonte: Devocionário Franciscano)

Assim como o Papa João Paulo II consagrou o mundo a Maria, consagre sua vida a Ela hoje!

Assim como o Papa João Paulo II consagrou o mundo a Maria, consagremos hoje nossa vida a Ela!

Oração:

«Ó Mãe dos homens e dos povos, vós que conheceis todos os seus sofrimentos e as suas esperanças, vós que sentis maternalmente todas as lutas entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas que abalam o mundo contemporâneo, acolhei o nosso clamor que, movidos pelo Espírito Santo, elevamos diretamente ao vosso coração. Abraçai, com amor de Mãe e de Serva do Senhor, esse nosso mundo, o qual vos confiamos e consagramos, cheios de inquietude pela sorte terrena e eterna dos homens e dos povos.

De modo especial, entregamos a Ti aqueles homens e aquelas nações que desta entrega e desta consagração têm particularmente necessidade.

“À vossa proteção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus! Não desprezeis as súplicas que se elevam de nós que estamos na provação!”

“Encontrando-nos hoje diante Vós, Mãe de Cristo, diante do vosso Imaculado Coração, desejamos, juntamente com toda a Igreja, unir-nos à consagração que, por nosso amor, o vosso Filho fez de Si mesmo ao Pai: ‘Eu consagro-Me por eles — foram as Suas palavras — para eles serem também consagrados na verdade’” (Jo 17, 19).

Queremos nos unir ao nosso Redentor, nesta consagração pelo mundo e pelos homens, a qual, no seu coração divino, tem o poder de alcançar o perdão e conseguir a reparação.

Neste Ano Santo, bendita sejais acima de todas as criaturas, Serva do Senhor, que obedecestes da maneira mais plena ao chamamento divino. Louvada sejais vós, que estais inteiramente unida à consagração redentora do vosso Filho!

Mãe da Igreja, iluminai o povo de Deus nos caminhos da fé, da esperança e da caridade. Iluminai, de modo especial, os povos dos quais vós esperais a nossa consagração e a nossa entrega. Ajudai-nos a viver na verdade da consagração de Cristo por toda a família humana do mundo contemporâneo.

Confiando-vos, ó Mãe, o mundo, todos os homens e todos os povos, nós vos confiamos também a própria consagração do mundo, depositando-a no vosso coração materno.

Oh, Imaculado Coração, ajudai-nos a vencer a ameaça do mal, que se enraíza tão facilmente nos corações dos homens de hoje e que, nos seus efeitos incomensuráveis, pesa já sobre a vida presente e parece fechar os caminhos do futuro.

Da fome e da guerra, livrai-nos!

Da guerra nuclear, de uma autodestruição incalculável, e de toda a espécie de guerra, livrai-nos!
Dos pecados contra a vida do homem desde os seus primeiros instantes, livrai-nos!
Do ódio e do aviltamento da dignidade dos filhos de Deus, livrai-nos!
De todo o gênero de injustiça na vida social, nacional e internacional, livrai-nos!
Da facilidade em calcar aos pés os mandamentos de Deus, livrai-nos!

Da tentativa de ofuscar nos corações humanos a própria verdade de Deus, livrai-nos!
Da perda da consciência do bem e do mal, livrai-nos!

Dos pecados contra o Espírito Santo, livrai-nos, livrai-nos!

Acolhei, ó Mãe de Cristo, esse clamor carregado do sofrimento de todos os homens. Carregado do sofrimento de sociedades inteiras.

Ajudai-nos, com a força do Espírito Santo, a vencer todo o pecado: o pecado do homem e o pecado do mundo; enfim, o pecado em todas as suas manifestações.

Que se revele uma vez mais, na história do mundo, a força salvífica infinita da Redenção: a força do amor misericordioso. Que ele detenha o mal, transforme as consciências e manifeste para todos, no vosso Imaculado Coração, a luz da esperança!

Amém!

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“Tu, porém, ó Mãe Santíssima, pega-nos pela mão e leva-nos a Ele!”

Ó Santíssima Rainha do Céu e da terra,

Tu, Mãe, que, sob teus pés sentiste a terra tremer quando estavas ao pé da Cruz de Jesus, teu Filho, e a espada de dor transpassava a tua alma para te tornares a mãe de todos os viventes, socorre os teus filhos que gemem, assustados, com os tremores do mundo.

Retumba a terra em violentos rugidos; desmoronam em torno de nós o presente e o passado, e as nossas almas perdidas se perguntam: “Que é o homem, Senhor, para dele te lembrares?”.

Feito à imagem e semelhança de Deus e circundado de glória, ele devorou, como um filho dissoluto, os tesouros do Pai; traiu o amor de Jesus; calou a voz do Espírito Santo; fez por merecer o castigo divino.

Tu, porém, ó Mãe Santíssima, cheia de graça e de misericórdia, intercede por nós junto a teu Filho: pega-nos pela mão e leva-nos a Ele, para que converta o nosso coração e perdoe os nossos pecados.

Livres de inquietação e desespero, tenhamos a graça de seguir o caminho da salvação e de cantar para sempre, junto contigo, ó Mãe, as maravilhas de Deus. Amém.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Fonte: ALETEIA TEAM

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No final da missa, as pessoas passaram pela sacristia para receber a bênção de Dom Bosco, como era costume. Mas naquele dia algo surpreendente aconteceu.

A presença de Dom Bosco na cidade italiana de Gênova está ligada a muitas anedotas, histórias e também alguns milagres, como por exemplo, o que foi relatado pelo sacerdote salesiano Pe. Mauricio Verlezza.

O Pe. Verlezza, responsável pela Obra de Dom Bosco em Sampierdarena (Gênova), de onde saíram as primeiras expedições missionárias para a Argentina, contou ao Grupo ACI que o santo sacerdote celebrou uma Missa em 1872, na qual estiveram presentes muitos benfeitores.

No final da celebração e logo depois de escutar a sua catequese, todos passaram pela sacristia da Catedral de ‘San Siro’ para receber a bênção do fundador dos salesianos. Ele costumava entregar a cada pessoa uma medalhinha de Nossa Senhora Auxiliadora.

“As medalhinhas que estavam em uma pequena bolsa eram muito poucas e o milagre foi que todos puderam recebê-la, apesar de que realmente houvesse pouquíssimas na bolsa que o secretário entregou a Dom Bosco”.

Em seguida, explicou o sacerdote que “São João Bosco olhava seus sonhos missionários em um mapa do mundo que estava no pequeno quarto onde descansava durante a sua permanência em Sampierdarena”.

“O meu único desejo é que sejam felizes no tempo e na eternidade”, deixou escrito aos seus jovens Dom Bosco, declarado por São João Paulo II como “pai e mestre da juventude”.

São João Bosco partiu para a Casa do Pai no dia 31 de janeiro de 1888, depois de ter vivido aquela frase que disse ao seu aluno São Domingos Sávio: “Nesta casa fazemos consistir a santidade em estar sempre muito alegres”.

Fonte: ACIdigital

E uma oração pela queda de todos os muros do nosso ódio e egoísmo

Os graffiti no muro de separação entre os territórios israelense e palestino, cheios de mensagens políticas e sociais, sempre foram uma forma de protesto contra as medidas arbitrárias do Estado de Israel.

No muro de concreto de oito metros de altura, no bairro do mosteiro do Emanuel em Belém, foi pintado em 2010, com inspiração de fiéis locais e estrangeiros, um ícone todo especial: o de “Nossa Senhora que derruba os muros“.

A clara mensagem de esperança também destaca, em paralelo, a atual dificuldade dos membros daquela comunidade para amarem uns aos outros.

O iconógrafo Ian Knowles, autor da obra, conta que se inspirou num discurso do Papa Bento XVI durante uma Assembleia Especial para o Oriente Médio, no mesmo ano de 2010. O Santo Padre citou o capítulo doze do Apocalipse, que fala de uma mulher vestida do sol, prestes a dar à luz entre gritos de dor. Ian Knowles interpretou o capítulo como uma profecia do sofrimento dos cristãos no Oriente Médio: “Imaginei a figura de Maria, grávida, vestida de sol, perseguida por uma besta que quer devorar o seu filhinho“.

Antes da visita do Papa Francisco à Terra Santa, no muro que precede o ícone, foi grafitada uma longa serpente que devorava crianças: uma evocação verdadeiramente profética, perto da imagem de Nossa Senhora.

No ícone de Maria”, continua Ian Knowles, “podemos ver a mão da Virgem tocando a própria cabeça, como se sentisse uma grande dor. O sofrimento dos cristãos é acolhido pelo coração materno de Maria. A sua relação com os cristãos daqui é a relação de uma mãe que sofre. Outro elemento importante da imagem: o braço e o manto são mantidos abertos, como lugar de refúgio e segurança”.

Oração a Nossa Senhora que derruba os muros

Santa Mãe de Deus,
nós te invocamos como Mãe da Igreja,
Mãe de todos os cristãos que sofrem.

Nós te pedimos, pela tua ardente intercessão,
que derrubes este muro,
os muros dos nossos corações
e todos os muros que geram ódio, violência, medo e indiferença,
entre os homens e entre os povos.

Tu, cujo “faça-se” esmagou a antiga serpente,
junta-nos e nos mantém unidos sob o teu manto virginal!
Protege-nos de todo o mal
e abre para sempre, em nossas vidas, a porta da esperança.

Gera em nós e no mundo todo
a civilização do Amor, que surgiu da Cruz e da Ressurreição do teu Filho Divino,
Jesus Cristo, nosso Salvador,
que vive e reina para sempre.

Amém.

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Com informações do Patriarcado Latino de Jerusalém

Fonte: ALETEIA TEAM

Este é o conteúdo das incríveis revelações ao monge dominicano Alan de la Roche

As 15 promessas de Nossa Senhor a quem rezar o terço foram feiras ao monge dominicano Alan de la Roche, que morreu em 1945 e é considerado o apóstolo da devoção ao rosário em vários países, especialmente europeus.

Em suas memórias, Alan narra que recebeu diretamente da Virgem 15 promessas válidas para todos os devotos do santo terço, e todas elas ainda são de grande atualidade, manifestando a intensidade do amor que Nossa Senhora sente por todos nós.

Estas são as promessas feitas por Maria a todos nós:

1. A todos os que rezarem meu Rosário com devoção, prometo minha proteção especial e grandíssimas graças.

2. Aquele que perseverar na oração de meu Rosário receberá uma graça insigne.

3. O Rosário será uma defesa poderosíssima contra o inferno; destruirá os vícios, libertará do pecado, dissipará as heresias.

4. O Rosário fará florescerem as virtudes e as boas obras, e obterá para as almas a mais abundante misericórdia divina; fará que nos corações o amor ao mundo seja substituído pelo amor a Deus, elevando-os ao desejo dos bens celestes e eternos. Quantas almas se santificarão com esse meio!

5. Quem se confia a mim por meio do Rosário não perecerá.

6. Quem rezar meu Rosário com devoção, meditando seus mistérios, não será oprimido pela desgraça. Pecador, se converterá; justo, crescerá em graças e se tornará digno da vida eterna.

7. Os verdadeiros devotos de meu Rosário não morrerão sem os Sacramentos da Igreja.

8. Aqueles que rezam meu Rosário encontrarão durante sua vida e em sua morte a luz de Deus e a plenitude de suas graças, e participarão dos méritos dos bem-aventurados.

9. Libertarei muito prontamente do purgatório as almas devotadas a meu Rosário.

10. Os verdadeiros filhos de meu Rosário gozarão de uma grande glória no céu.

11. O que pedirem por meio de meu Rosário, obterão.

12. Aqueles que defenderem meu Rosário serão socorridos por mim em todas as suas necessidades.

13. Obtive de meu Filho que todos os membros da Irmandade do Rosário tenham por irmãos, durante a vida e na hora da morte, os santos do céu.

14. Aqueles que rezarem fielmente meu Rosário serão todos meus filhos amantíssimos, irmãos e irmãs de Jesus Cristo.

15. A devoção a meu Rosário é um grande sinal de predestinação.