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Vaticano, 18 Out. 17 / 10:30 am (ACI).- Em um discurso pronunciado na Sala Paulo VI do Vaticano, ante os delegados do Congresso Mundial de Religiões pela Paz em Roma, o Papa Francisco destacou o importante papel das religiões na construção da paz.

“Na construção da paz, as religiões, com seus recursos espirituais e morais, têm um papel especial e insubstituível. As religiões não podem ter uma atitude neutra e muito menos ambígua em relação à paz”, disse.

Em seu discurso, o Santo Padre afirmou que “a paz é uma tarefa urgente no mundo de hoje, onde tantos habitantes foram atingidos pela guerra e pela violência. A paz é, ao mesmo tempo, um presente divino e uma conquista humana. Por isso, os crentes de cada religião são chamados a invocá-la e a interceder por ela”.

“Todos os homens de boa vontade, especialmente aqueles que têm responsabilidades, são chamados a trabalhar pela paz, com o coração, com a mente e com as mãos, para que a paz seja construída de modo artesanal. Neste trabalho, a paz e a justiça se constroem juntas”.

Assim como em outras ocasiões, o Pontífice destacou a grande imoralidade que há na justificação da violência em nome de Deus: “Quem comete violência ou a justifica em nome da religião, ofende gravemente Deus, que é paz e fonte da paz, e deixou no ser humano um reflexo de sua sabedoria, poder e beleza”.

Além disso, sublinhou a necessidade de uma colaboração inter-religiosa para o cuidado do meio ambiente. “Entre as religiões, também é necessário um esforço colaborativo para promover juntos a ecologia integral”.

“A Bíblia – explicou – ajuda-nos nisto, trazendo-nos de volta o olhar do Criador, que viu tudo o que tinha feito, e que era muito bom”, assinalou, recordando a narração da criação escrita no livro de Gênesis.

Nesse sentido, afirmou que “as religiões dispõem de recursos para fazer progredir juntos uma aliança moral que promova o respeito da dignidade da pessoa humana e o cuidado da criação”.

“Graças a Deus, temos muitos bons exemplos no mundo da força de cooperação inter-religiosa contra conflitos e por um desenvolvimento sustentável e para proteger a Terra”. “Sigamos nesse caminho”, concluiu.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Não cair na insensatez que consiste na incapacidade de escutar a Palavra de Deus e conduz à corrupção”. Foi o conceito expresso pelo Papa na homilia da missa matutina, presidida na Casa Santa Marta. Jesus chora com nostalgia – recorda o Papa – quando o povo amado se afasta, por insensatez, preferindo aparências, ídolos ou ideologias.

A reflexão do Papa Francisco começa pela palavra ‘insensatos’, que consta duas vezes na Liturgia do dia. Jesus a diz aos fariseus e São Paulo aos pagãos. Mas também aos Gálatas, cristãos, o apóstolo dos gentios havia dito “tolos”. Esta palavra, além de uma condenação, é uma assinalação – afirma Francisco – porque mostra o caminho da insensatez, que conduz à corrupção. “Estes três grupos de insensatos são corruptos”, observa o Papa.

Aos doutores da lei, Jesus havia dito que pareciam sepulcros decorados: tornam-se corruptos porque se preocupavam apenas em embelezar ‘o exterior’ das coisas, mas não daquilo que estava dentro, onde está a corrupção. Eram, portanto, “corruptos pela vaidade, pela aparência, pela beleza exterior, pela justiça exterior”.

Os pagãos, ao contrário, têm a corrupção da idolatria: se tornaram corruptos porque trocaram a glória de Deus pelos ídolos. Existem também idolatrias de hoje, como o consumismo – nota o Papa –, procurar um deus ‘cômodo’.

Enfim, os Gálatas, os cristãos, que se deixaram corromper pelas ideologias, ou seja, deixaram de ser cristãos para serem ‘ideólogos do cristianismo’.

Todos os três grupos, por causa desta insensatez, acabam na corrupção. Francisco explica no que consiste esta insensatez:

“A insensatez é não escutar, literalmente ‘não saber’, ‘não ouvir’: a incapacidade de escutar a Palavra. Quando a Palavra não entra, eu a deixo entrar porque não a escuto. O tolo não escuta. Ele crê que ouve, mas não ouve, não escuta. Fica na dele, sempre. E por isso, a Palavra de Deus não pode entrar no coração e não há lugar para o amor. E quando entra, entra destilada, transformada pela minha concepção da realidade. Os tolos não sabem ouvir. E esta surdez os leva à corrupção. Quando não entra a Palavra de Deus, não há lugar para o amor e enfim, não há espaço para a liberdade”.

E eles se tornam escravos porque trocam “a verdade de Deus com a mentira” e adoram as criaturas em vez do Criador.

“Não são livres, e não escutam, essa surdez não deixa espaço para o amor nem para a liberdade: isso sempre nos leva à escravidão. Eu ouço a Palavra de Deus? Mas a deixo entrar? Esta Palavra, da qual ouvimos cantando o Aleluia, a Palavra de Deus é viva, eficaz, revela os sentimentos e os pensamentos do coração. Corta, vai para dentro. Esta Palavra, eu a deixo entrar ou sou surdo a essa palavra? E a transformo em aparência, a transformo em idolatria, hábitos idólatras ou a transformo em ideologia? E não entra … Esta é a insensatez dos cristãos”.

O Papa exorta, em conclusão, a olhar para os “ícones dos tolos de hoje”: “há cristãos tolos e também pastores tolos”. “Santo Agostino – afirma -, “ataca-lhes duro, com força”, porque “a tolice dos pastores faz mal ao rebanho”. A referência é à “tolice do pastor corrupto”, à “insensatez do pastor satisfeito de si  mesmo, pagão”, e à “insensatez do ideólogo”.

“Olhemos o ícone dos cristãos tolos” – insiste o Papa – “e ao lado desta insensatez, olhamos para o Senhor que está sempre à porta”, ele bate e espera. Seu convite final é, portanto, de pensar na nostalgia do Senhor por nós: “do primeiro amor que ele teve conosco”:

“E se caímos nesta insensatez, nos afastamos dele e ele sente essa nostalgia. Nostalgia de nós. E Jesus com essa nostalgia chorou, chorou sobre Jerusalém: era precisamente a nostalgia de um povo que tinha escolhido, tinha amado, mas que tinha se afastado por insensatez, que tinha preferido as aparências, os ídolos ou as ideologias”.

Radio Vaticano

Fonte: http://www.comshalom.org/

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Vaticano, 16 Out. 17 / 09:35 am (ACI).- Em um discurso dirigido à Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o Papa Francisco lamentou os efeitos da insegurança alimentar entre as populações mais pobres do mundo e apelou a pôr fim nas guerras e na degradação do meio ambiente, principais obstáculos na luta contra a fome.

O Santo Padre visitou na manhã de hoje a sede da FAO em Roma, por ocasião do Dia Mundial da Alimentação, cujo tema deste ano é “Mudar o futuro da migração. Investir na segurança alimentar e no desenvolvimento rural”.

Depois de ouvir as palavras do Diretor Geral da FAO, José Graziano da Silva, e do Observador Permanente da Santa Sé nas Organizações e nos Organismos das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, Dom Fernando Chica Arellano, mostrou o presente do Papa à FAO: uma escultura de mármore que representa Aylan, o menino sírio que morreu afogado no Mar Mediterrâneo, na costa da Turquia, em outubro de 2015.

Guerras e mudanças climáticas

O Pontífice se referiu a estudos realizados pelas Nações Unidas e outros organismos para afirmar que os dois principais obstáculos na luta contra a fome são os conflitos e as mudanças climáticas.

“É claro que as guerras e as mudanças climáticas provocam a fome, então evitemos apresentá-la como uma doença incurável”, sublinhou.

O Papa rechaçou a especulação com os recursos alimentares “que os mede apenas em termos de benefício econômico dos grandes produtores ou em relação às estimativas de consumo, e não em relação às exigências reais das pessoas. Desta forma, os conflitos e o desperdício são favorecidos e aumenta o número dos últimos da Terra que buscam um futuro distante de seus territórios de origem”.

“Frente ao aumento da demanda de alimentos é preciso que os frutos da terra estejam à disposição de todos”, afirmou. “Para alguns, bastaria diminuir o número das bocas a serem alimentadas e dessa maneira se resolveria o problema; porém esta é uma falsa solução se se leva em consideração o nível de desperdício de comida e os modelos de consumo que desperdiçam tantos recursos. Reduzir é fácil, compartilhar, ao contrário, implica una conversão, e isso é exigente”.

Agricultura Sustentável

O Pontífice incentivou a promover uma responsabilidade global que garanta a produção agrícola suficiente que responda às necessidades alimentares de todos.

“A realidade atual”, assinalou, exige uma maior responsabilidade em todos os níveis, não só para garantir a produção necessária ou a distribuição equitativa dos frutos da terra, mas sobretudo para garantir o direito de todo ser humano de alimentar-se segundo as próprias necessidades”.

Em seu discurso, Francisco mostrou a urgência de atuar para garantir a segurança alimentar. “As mortes por causa da fome e o abandono da própria terra são notícias comuns, com o perigo da indiferença. Precisamos urgentemente encontrar novas maneiras de transformar as possibilidades que dispomos numa garantia que permita a cada pessoa encarar o futuro com confiança, e não apenas com alguma ilusão”.

Como contraponto à crise alimentar que afeta várias regiões do planeta, o Santo Padre destacou que “as recentes previsões feitas por seus especialistas contemplam um aumento da produção global de cereais, a níveis que permitem dar maior consistência às reservas mundiais. Este dado nos dá esperança e nos ensina que, se trabalharmos, prestando atenção às necessidades e independentemente de especulações, os resultados chegam”.

Nova linguagem

Francisco propôs a introdução de uma nova linguagem para a cooperação internacional. “Eu me pergunto, e também a você: “Seria exagerado introduzir na linguagem da cooperação internacional a categoria do amor, conjugada como gratuidade, igualdade de tratamento, solidariedade, cultura do dom, fraternidade e misericórdia?”.

Em seguida, explicou a sua proposta: “Amar os irmãos, tomando a iniciativa, sem esperar a ser correspondidos, é o princípio evangélico que encontra também expressão em muitas culturas e religiões, tornando-se princípio de humanidade na linguagem das relações internacionais”.

“Amar significa contribuir para que cada país aumente a produção e alcance a autossuficiência alimentar. Amar se traduz em pensar em novos modelos de desenvolvimento e consumo e em adotar políticas que não piorem a situação das populações menos avançadas ou sua dependência externa. Amar significa não continuar a dividir a família humana entre aqueles que gozam do supérfluo e aqueles que não têm o necessário”.

Vulnerabilidade dos migrantes

A respeito das migrações, o Papa recordou que, para fugir de suas situações de miséria e falta de oportunidades, ou mesmo situações de grave perigo para suas vidas, os migrantes “se deslocam para onde veem uma luz ou percebem uma esperança de vida. Eles não podem ser detidos por barreiras físicas, econômicas, legislativas e ideológicas. Somente uma aplicação coerente do princípio de humanidade pode conseguir isso”.

Em seu discurso, o Papa quis entrar no debate acerca da vulnerabilidade. “Vulnerável é quem está em situação de inferioridade e não pode se defender, não têm meios, ou pela indiferença, intolerância e inclusive pelo ódio”.

Diante desta situação, “é justo identificar as causas para agir com competência necessária. Mas não é aceitável que, a fim de evitar compromissos, tendam a consolidar-se por trás dos sofismas linguísticos que não honram a diplomacia, reduzindo-a da ‘arte do possível’ a um exercício estéril para justificar o egoísmo e a inatividade”.

Prevenção

“O jugo da miséria gerada pelo deslocamento muitas vezes trágico de migrantes pode ser eliminado por meio de uma prevenção consistente de projetos de desenvolvimento que gerem trabalho e respostas às crises ambientais. A prevenção custa muito menos do que os efeitos provocados ??pela degradação das terras ou pela poluição das águas, flagelos que atingem as zonas nevrálgicas do planeta, onde a pobreza é a única lei, as doenças aumentam e a expectativa de vida diminui”.

Finalmente, destacou a contribuição da Igreja Católica que, “com suas instituições, com um conhecimento direto e concreto das situações a serem enfrentadas ou das necessidades a serem satisfeitas, quer participar diretamente desse esforço em virtude de sua missão, que a leva a amar todos e obriga também aqueles que têm responsabilidade nacional ou internacional a recordar o grande dever de enfrentar às necessidades dos mais pobres”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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No Santuário de Aparecida sente-se pulsar o coração católico do Brasil, destacou o enviado especial do Papa, Cardeal Battista Re

Nesta quinta-feira, 12, Dia de Nossa Senhora Aparecida, milhares de fiéis se reuniram na Basílica Nacional de Aparecida (SP) para homenagear a Padroeira do Brasil.

O ponto alto do dia foi a Missa solene das 10h, presidida pelo enviado especial do Papa Francisco, Cardeal Giovanni Battista Re. Também concelebraram o Núncio Apostólico no Brasil, Giovanni d’Aniello, o Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, e muitos outros bispos e sacerdotes.

Mensagem do Papa

No início da celebração foi exibida uma videomensagem do Papa Francisco, em português, saudando e abençoando os fiéis que vivem o Ano Mariano e o Jubileu dos 300 anos. Ele lembrou que durante sua primeira viagem apostólica, em 2013, teve a graça de rezar aos pés de Nossa Senhora Aparecida. Naquela ocasião ele manifestou o desejo de estar presente no Ano Jubilar, mas não foi possível.

“Ainda que não esteja fisicamente presente, quero por meio da Rede Aparecida de Comunicação, manifestar meu carinho por este povo querido, devoto da Mãe de Jesus. O que deixo aqui são simples palavras, mas desejo que vocês recebam o meu fraterno abraço neste momento de festa”, disse o Papa.

E repetiu as palavras que disse na ocasião de sua visita ao Santuário Nacional: “aprendamos a conservar esperança, a deixar nos surpreender por Deus e viver na alegria, esperança querido povo brasileiro, é virtude que deve permear os corações dos que creem. Sobretudo, quando ao nosso redor temos situações de desespero que podem sem querer nos desanimar, não se deixem vencer pelo desanimo. Não se deixem vencer pelo desanimo! Confiem em Deus, confiem na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, no Santuário de Aparecida e em cada coração devoto de Maria, que podemos tocar a esperança que se concretiza na vivencia da espiritualidade, na generosidade, na solidariedade, na perseverança, na fraternidade, na alegria, que por sua vez são valores que encontram sua raiz mais profunda na fé cristã.

Veja a mensagem completa

Na homilia, Dom Battista Re recordou a celebração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, nas águas do Rio Paraíba, e destacou a crescente devoção que começou logo após a imagem ter sido encontrada.

“Carinhosamente chamada A Aparecida. O seu culto começou rapidamente a desenvolver-se, ganhando grande intensidade. Ao oratório primitivo ergueu-se outros templos, sempre maiores, até chegar a Basílica anterior, construída em 1908”.

Coração católico do Brasil

O cardeal lembrou ainda que em 1930 Nossa Senhora foi proclamada Rainha e Padroeira principal do Brasil, e com o aumento expressivo do número de peregrinos chegou-se à construção do santuário atual.

“Diante dele nos encontramos agora em oração (…) Neste Santuário Mariano sente-se pulsar o coração católico do Brasil. O amor e a devoção à Virgem Maria fazem parte da cultura latino-americana e são um elemento característico da religiosidade do povo brasileiro. É uma devoção profundamente enraizada nas almas, transmitida de geração em geração”, enfatizou.

Dom Battista Re destacou que ao longo destes 300 anos inúmeras pessoas e grupos oraram diante de Nossa Senhora Aparecida, buscando luz, apoio e conforto, sabendo que ao Seu olhar materno não escapa situação alguma de cada pessoa. “Incontáveis são ainda as pessoas que ajoelharam aqui aos pés da Mãe de Deus, com a alma oprimida por problemas e aflições. Levantando-se depois com a alma serena, e cantando os louvores da Virgem Maria”.

Recuperar os valores

O cardeal disse ainda que nestes tempos de avanços tecnológicos e conquistas espaciais, quando a ciência e a técnica estão atingindo metas cada vez maiores, o mundo corre o risco de se tornar menos humano. Frente à uma secularização que avança, o povo católico sente cada vez mais forte a necessidade da ajuda de Nossa Senhora Aparecida.

“Precisa de um renovado fervor mariano, para recuperar os valores que contam para um futuro mais justo, mais humano e mais cristão. Sem os valores morais e espirituais, o futuro não poderá ser bom”, destacou.

Intercessão de Maria

Dom Re afirmou que a Virgem Mãe diz hoje a cada um, através da liturgia desta solenidade, sobre seu poder materno de intercessão. “Se não tivesse convidado Jesus e sua mãe, aqueles noivos de Caná da Galileia teriam ficado mal (…) Mas com sua sensibilidade materna, Maria percebeu o contratempo que estava prestes a verificar-se e foi interceder junto a Jesus”.

Ele lembrou que, desde os primeiros séculos, os cristãos sempre viveram com confiança na intercessão e proteção da Virgem Mãe. “Elevada ao Céu, está perto de Deus, mas em nunca deixar de estar perto de nós. Trata-se de uma mediação orientada para o contínuo nascimento de Cristo nos corações e no mundo”.

Fidelidade ao Evangelho

Por fim, o cardeal lembrou que a mensagem que a Virgem Maria deixa aos fiéis nestes 300 anos de Aparecida é a mesma que ressoou em Caná da Galileia: “Fazei tudo o que Cristo vos disser”.

“Por outras palavras, sede verdadeiros discípulos-missionários de Jesus, prontos a fazer aquilo que Deus vos pede. O verdadeiro bem do homem e da mulher está em fazer a vontade de Deus, está em confiar em Deus. Isto quer ser um convite para recomeçar em Cristo, testemunhando os valores e ideais cristãos. Recomeçar em Cristo significa tomar Cristo como medida de tudo. Significa haurir de Cristo a coragem de que precisamos, tirar dele confiança e esperança para o futuro”.

Dom Battista Re afirmou que a mensagem que o mundo atual precisa dos cristãos é a fidelidade ao Evangelho, aos valores e ideais cristãos, que são o patrimônio mais precioso do Brasil.

“Cada um de nós se consagre à Mãe de Deus, consagrando-lhe nossa vida, com suas alegrias e tristezas, esperanças e problemas. Entreguemos à Nossa Senhora Aparecida todas as famílias do Brasil, implorando proteção e ajuda (…) confiemo-lhes também o futuro do Brasil”, concluiu.

Fonte: https://especiais.cancaonova.com/

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Para Francisco, a Virgem Maria é um sinal de solidariedade e justiça diante do “momento difícil” do Brasil

O Papa Francisco mencionou o Jubileu dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida no fim da Audiência Geral de quarta-feira, 11 de outubro.

O Pontífice cumprimentou os peregrinos de língua portuguesa que estavam na Praça São Pedro. No meio da saudação, um grupo de brasileiros começou a cantar. O Papa, então, interrompeu a sua fala para ouvi-los, como mostra o vídeo abaixo.

Depois, Francisco continuou a saudação, mencionando Nossa Senhora Aparecida como um sinal esperança e unidade diante do “momento difícil” por que passa o Brasil:

Saúdo todos os peregrinos do Brasil e de outros países de língua portuguesa, particularmente os diversos grupos de sacerdotes, religiosos e fiéis brasileiros residentes em Roma, que vieram a esta Audiência para dividir a alegria pelo jubileu dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, cuja festa se celebra amanhã. A história dos pescadores que encontraram no Rio Paraíba do Sul o corpo e depois a cabeça da imagem de Nossa Senhora, e que foram em seguida unidos, nos lembra que neste momento difícil do Brasil, a Virgem Maria é um sinal que impulsiona para a unidade construída na solidariedade e na justiça. Que Deus lhes abençoe”.

Espera vigilante

 O Papa dedicou a catequese da Audiência Geral desta quarta-feira (11/10) ao tema da “espera vigilante”.

Falando aos mais de 20 mil peregrinos presentes na Praça São Pedro, Francisco recordou que o Evangelho nos recomenda a ser “como servos que nunca dormem, até que o seu patrão volte. Este mundo exige a nossa responsabilidade e nós a assumimos inteiramente, com amor. Jesus quer que a nossa existência seja laboriosa, que nunca baixemos a guarda, para colher com gratidão e estupor cada novo dia a nós doado por Deus. Cada manhã é uma página branca que o cristão começa a escrever com as obras de bem”.

Nós já fomos salvos pela redenção de Jesus – reiterou o Papa – mas agora “esperamos a plena manifestação de seu senhorio”, “e quando este dia chegar, nós cristãos queremos ser como aqueles servos que passaram a noite com as cinturas cingidas e as lâmpadas acesas: é necessário estar prontos para a salvação que chega, prontos para o encontro”:

O cristão não é feito para o tédio, mas para a paciência. Sabe que também na monotonia de certos dias sempre iguais, está escondido um mistério de graça. Existem pessoas que com a perseverança de seu amor se tornam como poços que irrigam o deserto. Nada acontece em vão, e nenhuma situação em que o cristão se encontra mergulhado é completamente refratária ao amor. Nenhuma noite é longa a ponto de fazer esquecer a alegria da aurora. E quanto mais escura é a noite, mais próxima é a aurora. Se nos mantivermos unidos a Jesus, o frio dos momentos difíceis não nos paralisa; e mesmo se o mundo inteiro pregasse contra a esperança, se dissesse que o futuro trará somente nuvens escuras, o cristão sabe que neste mesmo futuro está a volta de Cristo”.

Ninguém sabe quando isto acontecerá – recordou o Papa –  “mas a certeza de que no final de nossa história está Jesus Misericordioso, é suficiente para ter confiança e não amaldiçoar a vida”.

O fato de termos conhecido Jesus – sublinhou – nos faz “perscrutar a história com confiança e esperança”:

Jesus é como uma casa, e nós estamos dentro, e das janelas desta casa nós olhamos o mundo. Por isto, não nos fechemos em nós mesmos, não lamentemos com melancolia um passado que se presume dourado, mas olhemos sempre em frente, para um futuro que não é somente obras de nossas mãos, mas que antes de tudo é uma preocupação constante da providência de Deus. Tudo isto que é opaco, um dia se tornará luz”.

“Deus não desmente a si mesmo”, frisou o Santo Padre. “A sua vontade em relação a nós não é nebulosa, mas é um projeto de salvação bem delineado, Deus quer que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade”:

Por este motivo, não nos abandonemos ao fluir dos eventos com pessimismo, como se a história fosse um trem do qual se perdeu o controle. A resignação não é uma virtude cristã. Como não é cristão erguer as costas ou baixar a cabeça diante de um destino que nos parece inelutável”.

Quem traz esperança ao mundo nunca é uma pessoa remissiva, assim como “não existe construtor de paz, que no final das contas, não tenha comprometido a sua paz pessoal, assumindo os problemas dos outros”.

“A pessoa remissiva – observou o Papa – não é um construtor de paz, mas um preguiçoso, alguém acomodado. Já o cristão, é construtor de paz quando se arrisca, quando tem a coragem de se arriscar para levar o bem, o bem que Jesus nos deu, nos deu como um tesouro”.

Ao concluir, o Papa convidou a todos para repetir a invocação que os primeiros discípulos, em aramaico, exprimiam com as palavras Marana tha e que encontramos no último versículo da Bíblia: “Vem Senhor Jesus”, “um refrão – observou – de cada existência cristã: no mundo não temos necessidade de outra coisa, senão de um carinho de Cristo”.  

Fonte: https://pt.aleteia.org/

Maria Santíssima, pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil.

Eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheio do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a minha língua para que sempre vos louve e propague a vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.

Recebei-me, o Rainha incomparável, vós que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe, no ditoso número de vossos filhos e filhas; acolhei-me debaixo de vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas necessidades, espirituais e temporais, sobretudo na hora de minha morte.

Abençoai-me, ó celestial cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade.

Assim seja!

(via A12)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Vaticano, 05 Out. 17 / 04:30 pm (ACI).- O Papa Francisco criticou a ideologia de gênero ao denunciar que se reabriu “o caminho para a dignidade da pessoa neutralizando radicalmente a diferença sexual e, portanto, a compreensão do homem e da mulher não é correta”.

“Em vez de contrastar as interpretações negativas da diferença sexual, que mortificam seu valor irredutível para a dignidade humana, deseja-se cancelar o fato de tal diferença, propondo técnicas e práticas que a tornam irrelevante para o desenvolvimento da pessoa e para as relações humanas”.

Em um encontro com a Assembleia Plenária da Pontifícia Academia para a Vida, no Vaticano, presidida por Dom Vincenzo Paglia, o Papa fez uma entusiasmada defesa da vida e alertou contra movimentos que tentam mudar sua realidade.

Francisco criticou que “a utopia do ‘neutro’, remove seja a dignidade humana da constituição sexualmente diferente, seja a qualidade pessoal da transmissão generativa da vida”.

“A manipulação biológica e psíquica da diferença sexual, que a tecnologia biomédica permite vislumbrar como totalmente disponível à escolha da liberdade – emquanto não o é! – corre o risco assim de desmontar a fonte de energia que alimenta a aliança do homem e da mulher e a torna criativa e fecunda”.

O Bispo de Roma também deixou claro que, quando recebemos a vida como um dom, esta “nos regenera”, porque “nos enriquece”, e advertiu que, se essa realidade for rechaçada, “a nossa história não será renovada”.

Além disso, pediu para cuidar dos diversos estágios da vida, especialmente as crianças e idosos. “Uma sociedade na qual tudo isso só pode ser comprado e vendido, burocraticamente regulado e tecnicamente predisposto, é uma sociedade que já perdeu o sentido da vida”.

Em sua opinião, por isso “constroem cidades cada vez mais hostis às crianças, e comunidades mais inóspitas para os idosos, com muros sem portas e janelas” que, em vez de “proteger, na verdade sufocam”.

Fratura geracional

Por outro lado, o Pontífice refletiu sobre as novas tecnologias e a sua relação com a vida e falou acerca do “poder” das biotecnologias, “que agora permitem manipulações da vida até ontem impensáveis”.

“É urgente intensificar o estudo e o confronto sobre os efeitos de tal evolução da sociedade no sentido tecnológico para articular uma síntese antropológica que esteja à altura deste desafio do nosso tempo”.

“A inspiração de condutas coerentes com a dignidade humana diz respeito à teoria e à prática da ciência e da técnica em sua abordagem em relação à vida, ao seu sentido e valor”.

Francisco denunciou que o homem parece estar “na rápida disseminação de uma cultura obsessivamente centrada na soberania do homem em relação à realidade”.

Em seguida, denunciou a “egolatria”, isto é, “uma verdadeira adoração do ego”. “Esta perspectiva não é inofensiva, mas ela plasma um sujeito que olha constantemente para o espelho, até se tornar incapaz de dirigir o olhar para os outros e para o mundo”.

Além disso, denunciou o “materialismo tecnocrático” do qual sofrem mulheres e crianças em todo o mundo e reafirmou a ideia de que “um autêntico progresso científico e tecnológico deveria inspirar políticas mais humanas”.

Diante desta situação, “o mundo precisa de crentes que, com seriedade e alegria, sejam criativos e propositivos, humildes e corajosos, resolutamente decididos a recompor a fratura entre as gerações”.

“A condição adulta é uma vida capaz de responsabilidade e amor, seja em direção da geração futura seja em direção daquela passada. A vida dos pais e das mães em idade avançada, espera-se, seja honrada pelo que generosamente deu, não ser descartada por aquilo que não tem mais”.

Teologia da Criação

Francisco sublinhou a importância de uma teologia da Criação e da Redenção que “saiba se traduzir em palavras e gestos do amor por cada vida e por toda vida”.

Por isso, recordou que o relato bíblico da Criação precisa ser “reeleito novamente” para “apreciar toda a amplitude e profundidade do gesto do amor de Deus que confia à aliança do homem e da mulher na criação”.

“Esta aliança certamente é selada pela união de amor, pessoal e fecundo, que marca o caminho da transmissão da vida através do matrimônio e da família”.

O Papa também afirmou que “o homem e a mulher são chamados não apenas a falar-se de amor, mas a falar-se com amor, do que eles devem fazer para que a convivência humana se realize na luz do amor de Deus por cada criatura”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Vaticano, 06 Out. 17 / 12:00 pm (ACI).- “Esconder a realidade dos abusos sexuais é um gravíssimo erro”. Assim o Papa Francisco foi categórico durante um encontro no Vaticano com os participantes do congresso “A dignidade do menor no mundo digital”, que aconteceu nesses dias em Roma.

Francisco falou abertamente sobre este tema e perguntou: “Não entendemos nesses anos que esconder a realidade dos abusos sexuais é um gravíssimo erro e fonte de muitos males?”.

“A Igreja Católica se tornou sempre mais consciente nos últimos anos do fato de não ter protegido suficientemente os menores dentro de suas instituições: vieram à luz fatos gravíssimos dos quais tivemos que reconhecer as responsabilidades diante de Deus, das vítimas e da opinião pública”.

O Pontífice também refletiu sobre a proteção eficaz da dignidade dos menores no mundo digital e recordou que “o reconhecimento e a defesa da dignidade da pessoa humana é o princípio e o fundamento de toda ordem social e política legítima”.

“Devemos nos dedicar a proteger a dignidade das crianças com ternura, mas também com grande determinação, lutando com todas as forças contra essa cultura de descarte que se manifesta hoje de muitas formas em detrimento, sobretudo, dos mais fracos e vulneráveis, como são precisamente os menores”.

Francisco recordou que mais de 800 milhões de crianças usam a internet e se perguntou exatamente o que encontram na rede.

“Olhemos a realidade tal qual vemos nesses dias. A rede está propagando fenômenos extremamente perigosos: a divulgação de imagenspornográficas cada vez mais extremas, porque através do vício, aumenta o limiar da estimulação”, denunciou o Papa.

Mas também falou acerca do crescente fenômeno do “sexting” entre meninos e meninas que usam as redes sociais, assim como “a intimidação que ocorre cada vez mais na rede e representa uma verdadeira violência moral e física contra a dignidade de outros jovens”.

Entre os perigos que estão dentro da rede, também estão a “extorsão”, assim como o “recrutamento através da rede de menores com fins sexuais”, que “é um fato continuamente mencionado nas notícias”.

Não se pode esquecer “os crimes mais graves e assustadores da organização online do tráfico de pessoas, da prostituição, incluindo da preparação e da visualização direta de violações e violência contra menores cometidos em outras partes do mundo”.

Esta é uma demonstração, disse o Pontífice, de que “a rede tem o seu lado escuro e regiões escuras (a dark net), onde o mal consegue agir e se expandir de forma sempre nova e cada vez com mais eficiência, extensão e capilaridade”.

E o fato é que “a antiga difusão da pornografia através da mídia impressa era um fenômeno de pequenas dimensões comparado com o que está acontecendo hoje em dia, de uma maneira cada vez mais crescente e rápida, através da rede”.

Para impedir esses fenômenos, pediu não se deixar “dominar pelo medo” e mobilizar-se “conscientes de que precisamos uns dos outros para buscar e encontrar o caminho certo e as atitudes adequadas que ajudarão a dar respostas eficazes”.

Em seguida, citou 3 erros nos quais se podem cair:

O primeiro é não subestimar o dano que esses crimes provocam nos menores. “Avanços na neurobiologia, na psicologia e na psiquiatria nos levam a destacar o impacto profundo que as imagens violentas e sexuais têm nas mentes flexíveis das crianças, a reconhecer os transtornos psicológicos que se manifestam no crescimento, as situações e comportamentos viciantes, de uma verdadeira escravidão que é consequência do abuso no consumo de imagens provocativas ou violentas. São transtornos que repercutirão fortemente durante toda a vida das crianças atuais”.

Mas também reconheceu que esses problemas ocorrem em muitos adultos, por exemplo, com a propagação da pornografia “cada vez mais extrema”.

O segundo é pensar que os filtros dos computadores e de outros dispositivos sejam suficientes para que as crianças tenham acesso a esses conteúdos.

O terceiro erro é ter “uma visão ideológica e mítica da rede como um reino de liberdade sem limites”, para o qual são necessárias leis e mecanismos que impedem cometer estes “crimes”.

“Trata-se de despertar a consciência sobre a gravidade dos problemas, de fazer leis apropriadas, de controlar o desenvolvimento da tecnologia, de identificar as vítimas e perseguir os perpetradores de crimes, de ajudar os menores afetados em sua reabilitação”, assinalou o Papa.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Vaticano, 04 Out. 17 / 12:30 pm (ACI).- Depois da Audiência Geral na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco pronunciou uma mensagem especial aos membros de uma delegação do Egito na qual pediu a Deus para que proteja esse país, o Oriente Médio e todo o mundo “de todo terrorismo e do maligno”.

O Santo Padre pediu ao Senhor “que abençoe todos vocês e que proteja o seu país, o Oriente Médio e o mundo inteiro de todo mal, de todo terrorismo e do maligno”.

O Papa fez esta oração alguns dias depois do massacre em Las Vegas, Estados Unidos, no qual um homem de 64 anos assassinou cerca de 58 pessoas e deixou mais de 500 feridos, no tiroteio mais letal na historia moderna do país.

No dia 2 de outubro, o Papa enviou os pêsames ao Bispo de Las Vegas, expressando sua proximidade e tristeza por esta “tragédia sem sentido”.

Diante dos peregrinos egípcios reunidos no Vaticano para a bênção de um ícone que representa a fuga da Sagrada Família ao Egito para escapar da opressão e da injustiça do rei Herodes, o Pontífice lembrou hoje sua viagem apostólica ao país africano em abril de 2017.

“Recordo carinhosamente a minha visita apostólica à sua terra e ao seu povo generoso. Terra na qual viveram São José, a Virgem Maria, o Menino Jesus e muitos profetas”.

O Egito, disse o Papa, é uma “terra abençoada ao longo dos séculos pelo precioso sangue dos mártires e dos justos. Terra de convivência e hospitalidade, da história da civilização”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Vaticano, 26 Set. 17 / 01:30 pm (ACI).- O Papa Francisco pediu para aplicar o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, adotado pela ONU em março de 2017, para abolir as armas de destruição em massa no mundo.

“Comprometamo-nos por um mundo sem armas nucleares, aplicando o Tratado de não-proliferação para abolir estes instrumentos de morte”, foi a mensagem divulgada pelo Santo Padre em seu perfil da rede social do Twitter.

O pedido do Pontífice foi realizado em um momento especialmente tenso, quando a Coreia do Norte está enfrentando um desafio contra a comunidade internacional e ameaçou atacar os Estados Unidos usando armas nucleares.

Por enquanto, nas últimas semanas, o exército coreano lançou vários mísseis intercontinentais que voaram o espaço aéreo da Coreia do Sul e do Japão e precipitaram-se no Oceano Pacífico.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu às ameaças da Coreia do Norte garantindo que se acontecesse qualquer ataque contra o território norte-americano submeteria a Coreia do Norte a uma “destruição total”.

A Santa Sé se comprometeu com o processo de dissidência e não proliferação nuclear e colocou seus recursos diplomáticos a serviço de uma redução de tensão entre as potências nucleares.

Em 20 de setembro, o Secretário Pontifício para as Relações com os Estados, Dom Paul Richard Gallagher, ratificou o acordo de Proibição de Armas Nucleares durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York.

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Dom Gallagher destacou a urgência de que este tratado entre em vigor, “considerando as ameaças à paz, os contínuos desafios da proliferação nuclear e da modernização dos programas de armas dos países com armas nucleares”.

Em concreto, citou “o aumento das tensões com a Coreia do Norte com seu crescente programa nuclear”.

Fonte: http://www.acidigital.com/

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Pope Francis looks on during his general audience in St. Peter's Square at the Vatican March 22. (CNS photo/Paul Haring) See POPE-AUDIENCE-ENDURANCE March 22, 2017.

“Quando o Senhor nos visita nos dá a alegria, isto é, nos leva a um estado de consolação”

O Papa começou a semana celebrando a missa na capela da Casa Santa Marta (25/09). Em sua homilia, Francisco comentou a Primeira Leitura, que narra o momento no qual o povo de Israel é libertado do exílio: “o Senhor – destacou o Pontífice – visitou o seu povo e o conduziu de volta a Jerusalém”. A palavra “visita”, explicou, é “importante” na história da salvação, porque “toda libertação, toda ação de redenção de Deus é uma visita”.

“Quando o Senhor nos visita nos dá a alegria, isto é, nos leva a um estado de consolação. Este dar alegria… Sim, semearam nas lágrimas, mas agora o Senhor nos consola e nos dá esta consolação espiritual. E a consolação acontece não só naquele tempo, é um estado na vida espiritual de todo cristão. Toda a Bíblia nos ensina isso”.

O Papa exortou a “esperar”, portanto, a visita de Deus “a cada um de nós”. Existem “momentos mais fracos” e “momentos mais fortes”, mas o Senhor “nos faz sentir a sua presença” sempre, com a consolação espiritual, enchendo-nos “de alegria”.

Neste sentido, esperar este evento com a virtude “mais humilde de todas”: a esperança, que “é sempre pequena”, mas “tantas vezes é forte quando está escondida como as brasas sob as cinzas”.

Assim, o cristão vive “em tensão” pelo encontro com Deus, pela consolação “que dá este encontro com o Senhor”.

Se um cristão não está em tensão por tal encontro é – acrescenta o Papa – um cristão “fechado”, “meio que no depósito da vida”, sem saber “o que fazer”.

O convite, então, é para “reconhecer” a consolação, “porque existem falsos profetas que parecem nos consolar, mas pelo contrário, nos enganam”. Esta não é “uma alegria que se pode comparar”:

“A consolação do Senhor toca dentro e te move, faz aumentar em ti a caridade, a fé, a esperança e também te leva a chorar pelos [teus] próprios pecados. E também quando olhamos para Jesus e para a Paixão de Jesus, chorar com Jesus. E também te eleva a alma para as coisas do Céu, para as coisas de Deus e também, acalma a alma na paz do Senhor. Esta é a verdadeira consolação. Não é uma diversão – a diversão não é uma coisa má quando é boa, somos humanos, devemos tê-la -, mas a consolação te envolve e justamente a presença de Deus se sente e se reconhece: este é o Senhor”.

O Papa recorda de agradecer – com a oração – o Senhor “que passa” para nos visitar, para nos ajudar a “a ir para frente, para esperar, para carregar a Cruz”. Enfim, pede para conservar a consolação recebida.

“É verdade, a consolação é forte e não se conserva assim forte – é um momento – mas deixa seus traços. E conservar esses traços, e conservar com a memória; conservar como o povo conservou esta libertação. Retornamos a Jerusalém porque Ele nos libertou de lá. Esperar a consolação, reconhecer a consolação e conservar a consolação. E quando esse momento forte passa o que permanece? A paz. E a paz é o último nível da consolação”.

(Rádio Vaticano)

Fonte: https://pt.aleteia.org/

O Papa Francisco concluiu sua série de audiências esta sexta-feira (22/09) recebendo os responsáveis nacionais pelas migrações, que participam do encontro promovido pelo Conselho das Conferências Episcopais da Europa.

A audiência foi a ocasião para o Pontífice reafirmar a missão da Igreja diante dos fluxos migratórios maciços: amar Jesus Cristo particularmente nos mais pobres e abandonados, e entre eles certamente estão os migrantes e refugiados.

“Não escondo a minha preocupação diante dos sinais de intolerância, discriminação e xenofobia que se verificam em várias regiões da Europa. Com frequência, esses sinais são motivados pela desconfiança e pelo temor em relação ao outro, ao diferente, ao estrangeiro. Preocupa-me ainda mais a triste constatação de que as nossas comunidades católicas na Europa não estão isentas dessas reações de defesa e rejeição, justificadas por um ‘dever moral’ de preservar a identidade cultural e religiosa originária.”

O Papa recordou que a Igreja se propagou em todos os continentes graças à “migração” de missionários, e que hoje percebe uma “profunda dificuldade” das Igrejas na Europa diante da chegada dos migrantes. Para Francisco, essa dificuldade espelha os limites dos processos de unificação europeia e da aplicação concreta da universalidade dos direitos humanos.

Do ponto de vista estritamente eclesiológico, a chegada de inúmeros irmãos oferece às Igrejas locais uma oportunidade a mais de realizar plenamente a própria catolicidade e uma nova fronteira missionária.

Além disso, o encontro com migrantes e refugiados de outras confissões e religiões é um “terreno fecundo para o desenvolvimento de um diálogo ecumênico e inter-religioso sincero e enriquecedor”.

Por fim, o Papa citou a sua Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e Refugiado do próximo ano, na qual indica a resposta pastoral aos desafios migratórios em quatro verbos: acolher, proteger, promover e integrar.  Na mesma Mensagem, também se enfatiza a importância dos Pactos Globais, que as nações do mundo se empenharam em redigir até o final de 2018, nos quais a Santa Sé está preparando uma contribuição especial. Francisco concluiu com uma exortação:

“Que a voz da Igreja seja sempre tempestiva e profética e, sobretudo, seja precedida por um trabalho coerente e inspirado nos princípios da doutrina cristã.”

Radio Vaticano

Fonte: http://www.comshalom.org/

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O Papa afirma que os padres pedófilos “traíram o seu chamado e abusaram dos filhos de Deus”

Ao receber em audiência a Pontifícia Comissão para a Tutela dos Menores, o Papa Francisco reiterou nesta quinta-feira, no Vaticano, a política de “tolerância zero em todos os níveis aos abusos” perpetrados por membros do clero contra menores.

O Santo Padre afirmou que, “quando a consciência chega tarde, os meios para resolver o problema chegam tarde”, reconhecendo que as autoridades da Igreja demoraram, em muitos casos, para reagir diante do escândalo aberrante dos abusos sexuais. No entanto, ele reconheceu também o papel crucial dos católicos corajosos que enfrentaram o problema com veemência: “Deus suscitou homens profetas na Igreja” para desmascarar o escândalo “e encará-lo de frente“.

Francisco disse ainda que é preciso criar mais consciência na Igreja contra este crime e foi muito claro ao afirmar que, “se há provas de um abuso, isto é suficiente para não aceitar recursos“, já que a pessoa que pratica esse crime “é doente” e, quando se arrepende e é perdoada, “após dois anos cai de novo“. Quem é condenado por esse delito pode pedir a chamada “graça” ao Papa, ou seja, uma espécie de indulto – mas Francisco assegurou, taxativo: “Jamais assinarei a graça“.

Implacável, o Papa prosseguiu:

O escândalo do abuso sexual é verdadeiramente uma ruína terrível para toda a humanidade e afeta muitas crianças, jovens e adultos vulneráveis em todos os países e em todas as sociedades. Também para a Igreja tem sido uma experiência muito dolorosa. Sentimos vergonha pelos abusos cometidos por ministros consagrados, que deveriam ser os mais dignos de confiança“.

Definindo os abusos sexuais como “um pecado horrível” e em total contradição com os ensinamentos de Cristo e da Igreja, o Papa finalizou:

“Reitero hoje, mais uma vez, que a Igreja, em todos os níveis, responderá com a aplicação das mais firmes medidas a todos aqueles que traíram o seu chamado e abusaram dos filhos de Deus”.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

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Ele está presente no início da vocação do Papa e no seu escudo pontifício

Apóstolo e Evangelista São Mateus foi um dos Doze a quem Jesus escolheu para O acompanharem durante a Sua vida pública e para darem continuidade à pregação da Sua Boa Nova a todos os povos do mundo.

Mateus era publicano, ou seja, cobrava dos judeus os impostos que a província devia entregar aos ocupantes romanos. E foi enquanto ele executava esse trabalho, profundamente odiado pela sua gente, que Jesus passou e o chamou. Mateus, segundo o relato do Novo Testamento, deixou tudo imediatamente e seguiu a Jesus.

Após a Ressurreição e Ascensão de Jesus ao céu, São Mateus pregou o Evangelho durante anos na Judeia e nas regiões vizinhas. Ele também foi um dos quatro autores que, inspirados pelo Espírito Santo, escreveram o relato da vida de Jesus. Além de Mateus, os outros três evangelistas são Marcos, Lucas e o também Apóstolo João.

A Igreja celebra São Mateus no dia 21 de setembro.

O Papa Francisco, chamado à vocação no dia de São Mateus

E foi justamente nesse dia, em 1953, que um jovem argentino de 17 anos, depois de se confessar, sentiu na alma o chamado à vida religiosa como membro da congregação dos jesuítas. Esse jovem se chamava Jorge Mario Bergoglio e hoje atende pelo nome mundialmente reconhecido de Papa Francisco.

Ele próprio relatou esse episódio sobre a descoberta da sua vocação sacerdotal durante a Vigília de Pentecostes de 2013.

Naquela vigília, uma jovem tinha lhe perguntado: “Como foi que Sua Santidade atingiu a certeza da fé na sua vida?”.

O Papa Francisco então evocou aquele 21 de setembro de 1953, que, na Argentina, era também o dia do estudante.

“Antes de ir para a festa, eu passei na frente da paróquia que frequentava e encontrei um padre que não conhecia. Senti a necessidade de me confessar. E, para mim, aquela foi uma experiência de encontro. Encontrei alguém que me esperava. Não sei o que aconteceu, não me lembro; não sei por que aquele padre estava lá, nem por que senti aquela necessidade de me confessar. Mas a verdade é que Alguém me esperava; estava me esperando fazia muito tempo e, depois da confissão, eu senti que alguma coisa tinha mudado. Eu não era mais o mesmo. Tinha sentido uma voz, um chamado. Tive a certeza de que eu tinha que ser sacerdote. E essa experiência na fé é importante”.

São Mateus presente no lema do Papa Francisco

Anos depois, quando foi ordenado bispo, ele escolheu um lema baseado numa frase de São Beda Venerável que evoca o chamado feito por Jesus a Mateus: “Miserando atque eligendo” (no contexto, quer dizer “Olhando com misericórdia e chamando“).

Esta frase continua sendo o lema do Papa Francisco e está agora imortalizada no seu escudo pontifício.

O Papa Francisco também costuma pedir com frequência aos fiéis para lerem o Evangelho de São Mateus, em particular o capítulo 25, onde são detalhadas as obras de misericórdia.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

Também chamada de Via Crúcis, esta antiquíssima e piedosa tradição é uma forma profunda de acompanhar os passos de Jesus

A Via Sacra (“Caminho Sagrado”) ou Via Crúcis (“Caminho da Cruz”), ambas expressões em latim, é uma tradição piedosa católica que remonta ao século IV, quando os cristãos se dirigiam em peregrinação à Terra Santa para refazer a trajetória de Jesus.

Durante a Via Sacra com os participantes da Jornada Mundial da Juventude de 2013, no Rio de Janeiro, o Papa Francisco nos apresentou 8 motivos para rezarmos a Via Sacra:

1. É um gesto de confiança em Deus:

“Na Cruz de Cristo está todo o amor de Deus, está a sua imensa misericórdia. E este é um amor em que podemos confiar, em que podemos crer. Confiemos em Jesus, abandonemo-nos a Ele, porque Ele nunca desilude ninguém! Só em Cristo morto e ressuscitado encontramos a salvação e a redenção”.

2. É uma renovação da nossa adesão à Cruz de Cristo:

“E você, qual deles quer ser? Como Pilatos, como o Cireneu, como Maria? Agora Jesus está olhando para você e lhe diz: Quer me ajudar a carregar a Cruz? Irmãos e irmãs, com toda a sua força jovem, o que vocês lhe respondem?”.

3. É uma lembrança de que Jesus sofre conosco:

“Na Cruz de Cristo está o sofrimento, o pecado do homem, o nosso também, e Ele acolhe tudo com seus braços abertos; Ele carrega nas costas as nossas cruzes e nos diz: Coragem! Você não está sozinho a levá-la! Eu a levo com você. Eu venci a morte e vim para lhe dar esperança, para lhe dar vida”.

4. É um convite à ação:

“Mas a Cruz de Cristo convida também a nos deixarmos contagiar por este amor; ela nos ensina a olhar sempre para o outro com misericórdia e amor, sobretudo para quem sofre, para quem tem necessidade de ajuda, para quem espera uma palavra, um gesto; a Cruz nos convida a sair de nós mesmos para ir ao encontro dessas pessoas e lhes estender a mão”.

5. É uma ajuda para decidir a favor ou contra Jesus:

“[A Cruz] revela um julgamento: Deus, ao nos julgar, nos ama. Lembremo-nos disso: Deus nos julga amando-nos. Se eu aceito o Seu amor, então sou salvo; se o rejeito, então me condeno. Não é Ele que me condena, sou eu mesmo, porque Deus nunca condena, Ele só ama e salva”.

6. É a resposta de Deus para o mal no mundo:

“A Cruz é a palavra por meio da qual Deus respondeu ao mal no mundo. Algumas vezes, parece que Deus não reage diante do mal, parece que fica em silêncio. No entanto, Deus falou, respondeu, e a Sua resposta é a Cruz de Cristo: uma palavra que é amor, misericórdia, perdão”.

7. É uma renovação da certeza do amor de Deus por nós

“O que a Cruz deu aos que olharam para ela, aos que a tocaram? O que a Cruz deixou em cada um de nós? Ela nos dá um tesouro que ninguém mais pode dar: a certeza do amor fiel que Deus tem por nós”.

8. É um guia que nos leva da cruz à Ressurreição

“Ó Jesus, guiai-nos da Cruz à Ressurreição e ensinai-nos que o mal não tem a última palavra, mas sim o amor, a misericórdia e o perdão. Ó Cristo, ajudai-nos a exclamar outra vez: ‘Ontem fui crucificado com Cristo, hoje sou glorificado com Ele. Ontem morri com Ele, hoje vivo com Ele. Ontem fui enterrado com Ele, hoje ressuscito com Ele’”.

COMO REZAR A VIA SACRA

A Via Sacra tradicional consiste na meditação das assim chamadas “14 estações da Cruz“, ou seja, 14 momentos vividos por Jesus e por Maria desde a injusta condenação do Messias à morte até o Seu sepultamento.

A cada estação devem ser feitas orações e meditações pessoais. Existem muitos exemplos dessas orações – a seguir apresentamos um deles.

Oração inicial

Senhor, concedei-me a graça de compartilhar convosco o caminho da cruz; de penetrar nos vossos pensamentos e sentimentos enquanto carregáveis a cruz pela humanidade – por mim. Ajudai-me a compreender um pouco mais do que esta via dolorosa significou para Vós. Com a minha pequenez, eu me atrevo a caminhar convosco nestas estações, deixando-me impressionar pela contemplação do vosso mistério, buscando o vosso olhar de dor, de agonia, de morte, de paz.

Antes de cada estação:

Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos, porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Depois cada estação:

Salvador do mundo, salvai-nos, Vós que nos libertastes pela Cruz e Ressurreição.

1ª Estação: Jesus é injustamente condenado à morte.

Oração: Guardaste silêncio. Ó Jesus silencioso, ensinai-me a calar e a guardar silêncio, inclusive no sofrimento!

2ª Estação: Jesus carrega a cruz.

Oração: Jesus, ensinai-me a compreender as vossas palavras: “Se alguém quiser me seguir, tome sua cruz e siga-me”.

3ª Estação: Jesus cai pela primeira vez.

Oração: Jesus, dai-me forças para levantar-me das minhas quedas. Animai-me nos meus desânimos.

4ª Estação: Jesus encontra sua Mãe

Oração: Maria, Mãe! Tu, que vencendo todo temor consolaste o teu Filho no caminho do Calvário, ajuda-me a acolher o teu olhar nas minhas dificuldades e aflições.

5ª Estação: Simão, o cireneu, ajuda Jesus a carregar a cruz.

Oração: Jesus, assim como Simão vos ajudou a carregar a cruz, dai-me a graça de, nas minhas fraquezas e dificuldades, ser por Vós ajudado e, nas fraquezas e dificuldades dos meus irmãos, poder também eu ajudá-los.

6ª Estação: A verônica enxuga o rosto de Jesus.

Oração: Jesus, gravai a vossa imagem no meu coração e que eu sempre me lembre dela.

7ª Estação: Jesus, sob o peso da cruz, cai pela segunda vez.

Oração: Jesus, não vos canseis das minhas constantes quedas e dai-me a graça de, seguindo o vosso exemplo, me levantar!

8ª Estação: Jesus consola as santas mulheres de Jerusalém.

Oração: Jesus, ajudai-me a aprender que carregar a vossa cruz é muito maior que todas as honras da terra.

9ª Estação: Jesus cai pela terceira vez.

Oração: Jesus, que eu não perca a esperança quando experimentar a vossa cruz na minha vida e cair sob seu peso. Dai-me novamente a graça de me levantar.

10ª Estação: Jesus é despojado das suas vestimentas.

Oração: Jesus, despojado de tudo por amor a mim, ajudai-me a desprender-me, por amor a Vós, de todas as criaturas, para que Vós sejais o meu único tesouro.

11ª Estação: Jesus é crucificado.

Oração: Jesus, que carregastes a Cruz sem reclamar, concedei-me jamais queixar-me por coisas vãs, nem de ninguém, nem interiormente.

12ª Estação: Jesus morre na cruz.

Oração: Jesus, concedei-me a graça, no momento da minha morte, de unir-me à vossa própria e de oferecê-la como consumação do meu caminho rumo a Vós.

13ª Estação: O corpo de Jesus é retirado da cruz e recebido por Maria.

Oração: Jesus, que eu possa estar nos braços de Maria nos momentos mais difíceis da minha vida e experimentar sempre a sua proteção amorosa de Mãe.

14ª Estação: O corpo de Jesus é colocado no sepulcro.

Oração: Maria, minha Mãe! Assim como João te acolheu como filho amoroso e fiel após a morte de Jesus, que eu também possa estar sempre contigo como filho amoroso e fiel.

Oração final

Senhor, que a meditação das vossas dores e sofrimentos destrua a minha soberba, suavize o meu coração e o prepare para receber o vosso inesgotável amor e perdão. Que, consciente das minhas quedas e defeitos, em meio às minhas penas e trabalhos, eu vos busque sempre e, contemplando o vosso coração aberto e ferido por amor a mim, mergulhe nele como uma gota de água na imensidão da vossa misericórdia. Amém.

Fonte: aleteia.org

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